– Os Lances de Gols de Chapencoense 1×1 Palmeiras

Wilton Pereira Sampaio não está tendo sorte nas suas últimas arbitragens. Desta vez, foi prejudicado pelo bandeira 1 Bruno Raphael Pires, além de ser iludido no final do jogo.

Gol da Chape: Kempes está à frente do penúltimo jogador. Portanto, impedimento, em lance difícil (aqui fica a máxima: bandeira bom deve ser vesgo, para enxergar a linha do penúltimo zagueiro e ao mesmo tempo o momento do toque na bola cruzada). Gol irregular.

Gol do Verdão: Cleiton Xavier está no ataque, entra na área e é tocado levemente pelo zagueiro. Ao sentir o contato físico, desaba e o árbitro entra na simulação. Lembre-se: nem todo contato físico é faltoso, e aquele leve toque não causa desequilíbrio. O atacante palmeirense usou de esperteza e se atirou. Errou o árbitro ao marcar o pênalti que resultou em gol.

Enfim, 1×1 em Gols, e por tabela, 1×1 em erros relevantes da arbitragem.

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– Cuidado com o Yaz e Yasmin, o anticoncepcional que resultou em trombose à estudante.

Parabenizo a jovem Juliana Pinatti Bardella, que corajosamente denunciou de maneira pública os efeitos colaterais do anticoncepcional que quase lhe tirou a vida.

Em tempo: seu uso era de acordo com orientações médicas, a moça é saudável e de família respeitável (que temos o prazer em conhecer).

Não é fácil por passar por tal situação, tampouco ela escrever esse depoimento. Compartilho abaixo:

Extraído de: http://pt.aleteia.org/2016/08/04/yazyasmin-o-anticoncepcional-que-quase-matou-uma-brasileira/?utm_campaign=NL_pt&utm_source=daily_newsletter&utm_medium=mail&utm_content=NL_pt

YAZ/YASMIN: O ANTICONCEPCIONAL QUE QUASE MATOU UMA BRASILEIRA

Bom para acne? Melhora TPM? Talvez. Mas também pode matar você.

Reproduzimos, a seguir, o relato de Juliana Pinatti Bardella e sua experiência com o uso do anticoncepcional Yaz:

*  *  *

Última cartela. Último comprimido.

Começou com uma pequena dor de cabeça. A dor foi aumentando gradativamente durante três semanas, até ficar insuportável.

Fui ao hospital em Botucatu, onde a médica me receitou remédios para enxaqueca, não pediu nenhum exame e não quis me encaminhar para um neurologista (mesmo com minha insistência), pois disse que não era o caso.

Era sexta-feira, dois dias após ter ido ao hospital. Acordei pela manhã para ir à aula, quando fui levantar da cama minha perna direita não respondeu ao meu comando, mas com algum esforço levantei. Escovando os dentes percebi que minha mão direita também não estava normal. Tentei me vestir, sem sucesso. Aquilo estava muito estranho, então não fui à aula e resolvi esperar passar. Não passou.

Alguns minutos depois peguei o celular para fazer uma ligação, mas foi muito difícil, fiquei muito tempo olhando para a tela sem saber o que fazer, como se tivesse esquecido como manusear um telefone. Deixei o celular de lado e fui ao banheiro, e para o meu maior desespero não sabia mais usar o banheiro, fiquei olhando pela porta e não sabia mais por onde começar, como isso era possível?

Minha visão começou a ficar turva depois de algum tempo. Já não conseguia fazer nada sozinha, não realizava nenhum raciocínio básico.

Minhas amigas que moram comigo me socorreram, me ajudaram a usar o banheiro, fizeram as ligações que eu precisava, me ajudaram a comer, e principalmente, me mantiveram calma para esperar até que minha mãe, vindo de outra cidade, chegasse.

Meus pais resolveram me levar com urgência para um hospital em São Paulo, na viagem o efeito do remédio para enxaqueca havia passado, a dor voltou muito mais forte.

No hospital realizei alguns exames, administraram três medicamentos para a dor, sem sucesso, a dor continuou forte. Em poucas horas fui chamada para saber o resultado dos exames e na ressonância magnética foi diagnosticada trombose venosa cerebral.

Foi um choque, não consegui entender bem o que estava acontecendo, o médico me perguntou se eu tomava anticoncepcional, eu disse que sim, há cinco anos, e então ele disse que essa poderia ser a causa do problema.

Cinco anos de YAZ, três ginecologistas diferentes, e nenhum me alertou sobre a trombose, mesmo perguntando a respeito, nenhum falou que seria um risco. Não tenho histórico familiar, não sou fumante, e os exames de sangue estavam normais, não tinha predisposição a ter trombose.

Foram três dias dentro da UTI, e um total de quinze dias de internação. A causa era mesmo o anticoncepcional, um remédio que era pra estar me ajudando, mas que ali poderia ter me causado uma sequela irreparável ou até mesmo algo pior.

De certa forma me culpei por ter ignorado as notícias sobre a trombose que via na internet ou que ouvia falar. Confiava demais no YAZ, confiava demais em mim mesma, pensava que aquilo não iria acontecer comigo.

Após o diagnóstico, parece que virei um ímã de histórias de trombose, ouvi incontáveis casos como: a amiga que teve trombose na perna ou no braço, a outra amiga também com trombose venosa cerebral que teve que realizar cirurgia, a menina que tem que tomar anticoagulante pro resto da vida por causa da trombose, e o pior, como a amiga que morreu de tromboembolismo pulmonar.

Todos os casos eram mulheres jovens e que tomavam anticoncepcional.

Não sou contra o anticoncepcional, acredito que ele traga benefícios sim, mas sou contra a negligência de se receitar anticoncepcional indiscriminadamente sem informar adequadamente seus riscos, e da própria negligência de tomar um medicamento durante tantos anos sem desconfiar que poderia ser prejudicial e poder levar até mesmo à morte.

Mulheres, preocupem-se, pesquisem e perguntem!

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– Hoje tem Futebol Esporte Show. Contamos com a sua audiência!

E hoje tem Futebol Esporte Show! Com Marcel Capretz, Orlando Gaeta e Rafael Porcari.

Aqui, no SBT – Vtv e TvSorocaba. Tudo sobre o Futebol Nacional e Internacional, além dos times da região. Prestigie!

Campinas e Região: 12h15
Baixada Santista: 12h15
Sorocaba / Jundiaí e Região: 13h15.

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– Sexta-Feira de Inspiração!

Mais um dia de vida, começando logo cedo!

Madrugando para correr, buscando muita endorfina e queimando adrenalina. Vamos lá? Nossa foto incentivo:

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Durante o treino, rezando ao Imaculado Coração de Maria para que interceda por nós ao seu Filho Jesus, nosso único Salvador. Nossa foto-meditação:

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Terminado o cooper, o clique do Amanhecer Caipira que tanto nos motiva. Nossa foto-inspiração:

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Que seja um ótimo dia a todos nós!

– Alarcón fora? Enfim se mudará a Arbitragem Sulamericana? Ainda sou cético.

Depois que Alejandro Dominguez, o atual chefe do futebol sulamericano (e último presidente da Conmebol a não ser preso) ter anunciado que Wilson Luiz Seneme seria o presidente da Comissão de Árbitros da entidade (vide aqui em: http://wp.me/p55Mu0-LQ), e ele nunca ter exercido de fato o seu poder (relembre isso neste outro link, em: http://wp.me/p55Mu0-SD), a própria entidade escancarou que era “tudo mentirinha”.

Enfim, em nota oficial, a Conmebol comunica que após 30 anos no poder, Carlos Alarcon, o paraguaio envolvido em corrupção, deixará o cargo (que supostamente já havia deixado).

Você acredita que agora é pra valer?

O comunicado pode ser lido abaixo, em:

http://www.conmebol.com/es/carlos-alarcon-deja-la-presidencia-de-la-comision-de-arbitros-de-la-conmebol

CARLOS ALARCÓN DEJA LA PRESIDENCIA DE LA COMISIÓN DE ÁRBITROS DE LA CONMEBOL

Tras más de una década al servicio del fútbol sudamericano desde un puesto clave, el doctor Carlos Alarcón Ríos deja la presidencia de Comisión de Arbitros de la Confederación Sudamericana de Fútbol, CONMEBOL.

El doctor Alarcón Ríos, paraguayo, inició su tarea en el ámbito de la conducción de mundo arbitral en 1986, cuando se integró como miembro de la Comisión de Árbitros de la CONMEBOL y, desde el 1991, formó parte de la Comisión de Arbitros de FIFA, en representación de la Confederación Sudamericana de Fútbol, llegando ser el miembro mas antiguo de esa organización de la FIFA.

La carrera dirigencial del doctor Alarcón incluyó su presencia en 4 Copas del Mundo de la FIFA (Estados Unidos 1994; Francia 1998; Japón-Korea 2002; Sudáfrica 2010 y Brasil 2014).

Carlos Alarcón se encuentra este mes de agosto formando parte de la comisión arbitral de los Torneos de Fútbol de los Juegos Olímpicos de Río de Janeiro 2016. “La presencia en estos juegos olímpicos, junto a mi participación en la reciente Copa América Centenario, conforman el broche de oro a mi prolongada carrera al servicio de la CONMEBOL y del fútbol mundial”, afirmó a conmebol.com el doctor Alarcón Ríos.

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