– Fé e Medicina de mãos dadas.

Achei muito interessante a entrevista do Dr Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein às Páginas Amarelas da Revista Veja (em uma edição de 2015). Questionado sobre o judaísmo estar intrinsicamente ligado à filosofia do importante e famoso hospital (que é mantido pela comunidade judaica), declarou:

Tenho aqui as melhores ferramentas da lógica e da ciência para comandar esse hospital, mas uso a fé como instrumento fundamental de gestão. É acreditar em coisas não tangíveis, e isso é fundamental para buscar a qualidade no Albert Einstein”.

Muito bom! Tal declaração serve para qualquer religião e mostra como Fé e Ciência devem andar de mãos dadas.

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– Qual foi o grande ídolo brasileiro na Rio 2016?

Na derradeira semana olímpica, ainda temos o futebol masculino decidido a Medalha de Ouro na Olimpíada brasileira. Neymar começou como provável herói, patinou contra África do Sul e Iraque, ressurgiu contra Dinamarca, Colômbia e Honduras. Será ele o ídolo marcante?

Virou um même a camisa do torcedor-mirim que riscou o nome Neymar e escreveu Marta. Depois um gaiato teve a idéia e riscou Marta (devido à ilusão de que chegaríamos mesmo com a precária estrutura no Futebol Feminino).

Como o brasileiro é espirituoso, outras piadas surgiram, como a indicação de que se torce para “o cara da vara”.

Falando sério: quem foi (ou será) o ídolo olímpico representando o Brasil na Rio 2016?

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– O Emocional dos Treinadores Desconhecidos da Mídia e a falta de Empatia para com os Árbitros.

Tarcísio Pugliesi, Paulo Roberto e Marcelo Chamusca: tratamos destes técnicos de futebol em nossa participação no programa Futebol Esporte Show desta sexta-feira (apresentado por Marcel Capretz, no SBT, pelas suas retransmissoras Vtv e Tv Sorocaba).

Podem ser desconhecidos pelo grande público, mas cada um deles tem uma peculiaridade dentro de suas competências e são figurinhas carimbadas no Interior Paulista. E aqui vai uma provocação: estariam preparados para um desafio em grandes clubes de massa?

Vamos lá:

1) Tarcísio Pugliese é atual treinador do Ituano. Já passou por inúmeros clubes pequenos, teve uma passagem razoável pelo Guarani (que estava em fase turbulenta) e ao encontrar a boa estrutura proporcionada pelo Galo de Itu através de Juninho Paulista, tem feito um ótimo trabalho. Sabe montar equipes ofensivas dando equilíbrio à defesa. Gosto muito do seu trabalho, embora, na única vez em que apitei um jogo dele anos atrás, continuo com a mesma impressão: tende a querer ganhar no grito! E precisa corrigir urgentemente esse defeito, pois quando desanda a ficar nervoso, perde a razão e acaba expulso. Se tiver equilíbrio emocional, vai longe!

2) Paulo Roberto é um veterano no ofício. Trabalhando por algumas vezes no São Bento, encontrou um grupo de empresários que deu suporte financeiro para que o Bentão não tenha problemas econômicos a fim de deixar o treinador atuar focado somente com os problemas dentro de campo. E é lá que Paulo dá o seu melhor e o seu pior! Expulsei-o no Rio Claro quando ainda o chamavam de “Luxemburgo do Interior”, pois seus métodos são os mesmos: arma muito bem suas equipes, que sempre mostram intensidade, mas conturba o jogo com “pilhagem excessiva”. Irriquieto na área técnica, pula, grita, gesticula e… cria fatos! Adora chamar a atenção e acaba sendo convidado a sair de campo. Digo e repito: se tivesse um comportamento mais elegante à beira do gramado, sem chiliques, Paulo já teria tido uma oportunidade real para mostrar sua inteligência tática como treinador. Seu temperamento dirá até onde chegará.

3) Marcelo Chamusca é a grata surpresa. Trazido pelo Guarani e confundido num primeiro instante com Péricles Chamusca, esse mais conhecido, era um ilustre desconhecido para a maioria. E em meio à formação do elenco do Bugre Campineiro (fez a pré-temporada com 12 jogadores e vários atletas chegando com o Brasileirão da Série C em andamento), conseguiu montar uma equipe sólida, raçuda, coesa taticamente. Se ela não ganha jogando bonito, alcança os resultados de maneira pragmática. Um adepto de Carlos Alberto Parreira? Talvez. Mas o certo é que marcou seu nome nessa 1a fase do torneio, colocando o time de Campinas como o melhor clube da Terceirona. Mas e quando o time precisar de um cara “pilhado à beira do gramado” (que não é muito o seu estilo), o terá?

Talvez tenhamos bons nomes para o futebol brasileiro, taticamente falando. Mas e o emocional?

Aqui eu reafirmo uma antiga opinião: as Comissões Técnicas devem ter obrigatoriamente um psicólogo, não só para os atletas, mas também aos treinadores. Ou eles estão “acima do bem e do mal”?

Em especial, Tarcísio e Paulo Roberto, que há tempos estão na estrada e ainda não tem tanta idade, precisam conciliar a inteligência que têm ao equilíbrio psicológico. É o último passo da carreira deles para uma série A de Brasileirão. E, evidentemente, diminuir a antipatia que transmitem aos árbitros, pois isso atrapalha tanto a carreira deles quanto aos próprios times que dirigem. Por experiência própria: em muitos momentos, chega a ser irritante ver tal comportamento deles.

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– Os políticos estão te perturbando em campanha? Como descobrir os bons e ruins?

Caramba! Que nessa próxima Eleição Municipal teríamos uma enxurrada de publicidade nas Redes Sociais, era esperado. Mas quanta gente se tornou apta!

Todo mundo é dito bonzinho. Boa parte não queria entrar na política mas se sentiu impelido pelos apelos populares e decidiu tentar uma vaga na Câmara dos Vereadores. Vale para Jundiaí, Itupeva, São Paulo e cidades do Brasil afora.

Dos meus amigos e conhecidos no Facebook, Google Plus e outras redes, conheço quase todos que se candidataram. Há alguns realmente muito bons com espírito de justiça social – e esses merecem meu respeito. Mas há cada raposa velha que há décadas vem com mesmo bla-bla-blá…

O duro são as ruas infestadas de carro de som. Cada jingle horrível! Aliás, como justificar aqueles que gastam muitíssimo dinheiro e não se sabe de onde vem a grana para isso?

Hum… suspeito, não? Se já começa mal a campanha, imagine quando estiver lá.

Vote em quem você conheça, que se faça presente, que não é oportunista e que realmente se faz acessível em outras épocas do ano. Claro, que lhe traga a sensação de honestidade e competência.

Qual é o meu candidato?

Publicamente, reservo o meu direito de não me manifestar. Mas se pudesse dividir o voto, tenho 4 candidatos a vereador que penso que farão bem à cidade – e em especial, à Região do Medeiros / Eloy Chaves.

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Ituano x Paulista, Rodada 09 da Copa Paulista

Para o importante jogo envolvendo Ituano x Paulista pela Copa Paulista, apitará Anderson Faustino Cordeiro, 34 anos, paulistano, comerciante.

É a típica arbitragem que o Galo encontrará em 2017 na série A3. O árbitro vem crescendo paulatinamente na carreira, se firmando bem na série A3 e tendo suas primeiras oportunidades na A2. Tem sido escalado semanalmente nos diversos campeonatos da FPF (fase decisiva da Quarta Divisão e Copa Paulista). Tenho boas expectativas sobre ele, que está com bastante ritmo de jogo.

Leandro Feitosa e Leonardo Tadeu Pedro (ambos com 30 anos e experientes) serão os bandeiras. Luiz Carlos Ramos Júnior será o quarto árbitro.

Desejo bom jogo às equipes e uma ótima arbitragem.

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– Por uma boa sexta-feira!

Dias difíceis na economia e no dia-a-dia em geral. País parado nos deixando estressados. Para isso, minha terapia é correr!

Como sempre, com o dia nascendo, fui para o cooper. Nossa foto-motivação:

Durante o treino, lembrando a memória de São João Eudes, o santo que difundiu a veneração ao Imaculado Coração de Maria e a adoração ao Sagrado Coração de Jesus. Nossa foto-reflexão:

Alongando entre as flores no pós-treino, relaxando a mente e admirando a beleza. Nossa foto-contemplação:

Por fim, curtindo o amanhecer meio nublado/meio ensolarado. Como não se sentir motivado? Nossa foto-inspiração:


Ótima 6a feira a todos.