– Dia de Solidariedade!

Hoje é dia de doar plaquetas. Muito me agrada ser doador voluntário de sangue e hemoderivados, é uma bandeira que abraço.

Eu não sabia o quão importante é essa causa. Aprendi na marra, mas você pode fazer espontaneamente. Ajude também, seja solidário. Não dói e faz bem para a alma.

Se eu que sou medroso doo sem problemas, por que você não pode fazer o mesmo?

– A Vez dos Office “Velhos” nas Empresas

Vejam que bacana: ao invés de office-boys, em São Paulo surge uma nova categoria: os office-velhos. Remuneração razoável, carteira registrada e alguns benefícios que os agradam são os atrativos. Abaixo:

Extraído de: http://is.gd/3lOj0w

FILA ESPECIAL E ÔNIBUS GRÁTIS SÃO ATRATIVOS PARA O AVANÇO DOS “OFFICE-VELHOS”

por Mariana Sallowicz

Apesar de estar aposentado há cinco anos, o auxiliar administrativo Nilson Lúcio, 64, não pensa em parar. Ele trabalha como “office-velho” -como vem sendo chamado o profissional da terceira idade que atua como contínuo. Ele vai a bancos no centro do Rio ao menos duas vezes por dia para pagar contas, fazer transferências e depósitos da empresa em que trabalha. Também faz outros serviços administrativos. A categoria vem crescendo na medida em que os idosos têm prolongado a permanência no mercado de trabalho. Segundo o IBGE, 40% dos homens com 60 anos ou mais estavam ocupados em 2011. Já as mulheres somavam 17%. Para as empresas, além da vantagem de ter um profissional mais experiente e responsável, os “office-velhos” representam economia de tempo e dinheiro já que, dependendo da idade, têm acesso à fila especial nos bancos e gratuidade no transporte público -válida a partir dos 65 anos em São Paulo e Rio. Em São Paulo, o benefício no ônibus começa aos 60 anos. “O número de empresas que contratam idosos para fazer serviços bancários tem aumentado. O problema é que muitas não empregam formalmente”, afirma João Batista Inocentini, presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados. Não foi o caso de Lúcio. Ele foi registrado após ter ficado quase um ano desempregado. “Quando aposentei, não consegui me acostumar, fazia bicos. Até que me chamaram para fazer esse serviço.” Segundo ele, um dos pontos que contaram a seu favor foi a experiência. Quando vai ao banco, usa a fila especial. Um dia, conta, um rapaz ficou gritando quando ele entrou na fila de idosos. “Ele achou que eu não tinha 60 anos. Algumas pessoas não respeitam quem está na fila especial, olham feio, mas não me importo.” Inocentini confirma que há reclamações. “Já estamos discutindo a possibilidade de criação de outra fila, para idosos que trabalham.”

SAÚDE

A economista do IBGE Cristiane Soares diz que os profissionais têm prolongado a permanência no mercado devido ao envelhecimento com mais saúde. “A expectativa de vida vem aumentando com avanços na área de saúde.”

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– MC Biel: quem é a figura? Oi e Tchau!

Leio que o cantor MC Biel encerrou a carreira. Por pura ignorância, não conheço uma só canção do rapaz, mas sei que ele se envolveu em polêmicas das mais diversas, como, por exemplo, chamar negros de “pretinhos fedidos” ou que estupraria uma jornalista bonita que o entrevistou.

A você fará falta na MPB?

A mim, não. E deve ser uma bela jogada de marketing para se relançar.

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– Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei

Já era um assunto de outras discussões e voltou à tona: o lance de expulsão de Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América-MG, foi correto DE ACORDO COM AS REGRAS ATUAIS?

Defendi que, de acordo com as novas regras, foi equivocado pois este foi em disputa de bola. No caso recente do goleiro Cássio, do Corinthians, tão polêmico quanto, deveria ser vermelho pois este não foi em disputa de bola, mas no corpo do adversário. As devidas considerações estão no link do meu blog em: http://wp.me/p55Mu0-12k.

Pois bem: esta postagem já estava rascunhada logo após a didática explicação citada, esperando um pequeno debate. Por um simples motivo: dias atrás, entre amigos de arbitragem, falamos sobre a nova regra só valer ou não para a tripla punição, ou seja, em lances EXCLUSIVOS DENTRO DA ÁREA, segundo manifestações de muitos. Dessa forma, se Vanderlei fizesse o que fez dentro da área, deveria-se, a partir desse entendimento, aplicar o Amarelo. Fora da área, como acontecido, Vermelho.

Então vamos ao mea culpa condicional desse humilde ex-árbitro e apaixonado estudioso por regras: houve meu equívoco, onde rEtifico: há o acerto do árbitro já que, se fosse dentro da área, o Amarelo seria aplicado e aconteceria a marcação do pênalti. Como foi fora da área e se marca tiro livre direto, deve-se (como foi) aplicar o Vermelho.

Entretanto…

Digo que meu atestado de erro é condicional pois não estou ainda convencido. Por um simples motivo: continuo entendendo de outra forma e rAtifico minha opinião pelos seguintes estudos da regra:

– No original em inglês, entendo que a situação clara e manifesta de gol com amarelo em disputa de bola e vermelho nas questões de agarrão, uso indevido de mão, conduta violenta e jogo brusco grave INDEPENDEM de ser ou não na área penal. Não consigo achar textualmente a exclusividade da grande área citada (pode ser por descuido meu). A única manifestação oficial foi a da CBF, através do Manuel Serapião Filho. Pesa contra, ainda, o fato da CBF não disponibilizar as Regras em Língua Portuguesa (sim, acredite, os árbitros não tem um livro de regras atualizado em nossa língua). Só há diversas publicações de Manual de Diretrizes com auto-louvação, estatísticas inúteis e guias de vários processos burocráticos para a arbitragem (sempre com Del Nero na contracapa). Mas livro de regras 2016/2017, neca de pitibiriba.

– Se um mesmo lance dentro da área é amarelo, nas mesmas condições, fora da área, seria vermelho (apesar da marcação da penalidade)? Aqui se torna um contrassenso do espírito da regra. Torna-se algo incoerente.

Dessa forma, deixo a livre manifestação aos amigos nesse espaço. Claro, ninguém é absoluto dono da verdade e não viso expor ou impor uma condição, mas ajudar no debate inteligente e, acima de tudo, coerente sobre as Regras do Jogo.

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– Segundona!

Bom dia. E que seja mais uma ótima jornada.

Para dar tempo de todas as atividades, fui correr descompromissadamente com o relógio. Abaixo, nossa foto-incentivo:

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Durante o treino, a oração foi pela intercessão de São Domingos de Gusmão, um franciscano que viveu na mendicância em prol do serviço aos carentes. Nossa foto-meditação:

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Pós treino, alongar entre flores, minha “jardino-terapia. Aqui a foto-contemplação:

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S’imbora trabalhar. Mas como não se motivar com tal panorâmica foto-motivação?

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Que seja uma ótima semana!

– Vermelho ou Amarelo para Vanderlei, goleiro do Santos, contra o América?

Se falamos recentemente que o goleiro Cássio do Corinthians deveria ter sido expulso contra o Figueirense em falta fora da área, agora temos que explicar didaticamente porque o goleiro Vanderlei não deveria ser expulso contra o América.

Entenda: a Regra diz que um jogador que cometer falta EM DISPUTA DE BOLA não deverá mais ser expulso se evitar uma situação clara e iminente de gol. Ou seja: em faltas por imprudência e ação temerária que impeçam um gol claro quando se visa a bola não deve-se punir com o cartão vermelho.

Cássio, dias atrás, cometeu falta por jogo brusco graveabandonou a disputa de bola e foi no corpo do adversário. Isso continua sendo Vermelho (bem como um atleta de linha fazer uso das mãos para evitar o gol).

Vanderlei vai na bola, Vitor Rangel prossegue e acaba sendo tocado e derrubado imprudentemente pelas pernas do goleiro, ou seja falta em disputa de bola. Portanto, isso agora é cartão Amarelo.

Para o torcedor comum, pode parecer a mesma situação. Mas para a IFAB, a “dona das Regras”, são dois lances muito distintos: o do Corinthians, gol evitado com jogador visando o corpo do adversário; o do Santos, visando a bola mas pegando o adversário.

Mas algumas questões importantes:

1- O árbitro não estava convicto ou quis uma segunda opinião?

2- Ou ainda: juizão não quis se comprometer sozinho e jogou a “responsa” ao bandeira?

3- Mais ainda: porque houve tanta demora para a decisão? Será que o 4o árbitro soprou na orelha deles a repetição do lance às escondidas após alguém ver o replay na TV?

Tudo leva a crer que a decisão do árbitro (reforçando: equivocada) deveria ser mais rápida. Mas temos que acreditar que todo o tempo perdido foi por discussão calma sobre a cor do cartão a ser aplicado, sem muita preocupação com o relógio

ACRÉSCIMO: Ratificando ou Retificando o Vermelho de Vanderlei à luz das novas regras. Surge um interessante debate que prova: a Regra não é tão clara… Quero a sua opinião em meu blog. Em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2016/08/08/ratificando-ou-retificando-o-vermelho-de-vanderlei/

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