– Pokemon Go chegou ao Brasil. Mais um modismo…

Para quem gosta, momento de êxtase. Para mim, irrelevante e uma grande “enchição de saco” dos fanáticos caçadores de bichos virtuais: chegou o Pokemon Go, enfim, ao Brasil.

Haja paciência… 

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– Cuidado com GHB (ou G), a droga que está chegando ao Brasil!

Já ouviu falar da G (pronuncia-se Dji), a nova droga das baladas?

Ela é diluída nas bebidas, traz euforia e amnésia momentânea. Uma espécie de “Boa Noite Cinderela” mais moderna. A diferença é que nesta droga, ao invés de alguém colocar às escondidas na bebida de outro para algum golpe, é o próprio usuário que a usa para buscar euforia.

Claro, como qualquer outra droga, há o risco inevitável de dependência e de perder a vida.

A G vem de GHB, sigla de ácido gama-hidroxibutirato, e que originalmente era para ser usado como analgésico.

Infelizmente, novas porcarias como NBome, Mdma ou Maconha Sintética se somam às outras tradicionais já existentes e acabam com nossos jovens...

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– Pelé e a Pira Olímpica

Edson Arantes do Nascimento, o Rei Pelé, nunca disputou uma Olimpíada. Como atleta do século XX e brasileiro de Três Corações, acho justo que ele seja escolhido para acender o Fogo Olímpico.

Só uma questão: ele titubeou dizendo que precisaria negociar com seus patrocinadores e com a empresa que detém sua marca.

Fico na dúvida: isso é real (e sendo assim, desagradável), ou é apenas “charminho” (e dessa forma, aceitável para criar o suspense)?

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– Vaidade e Humildade

No último domingo, as leituras da Missa nos falaram sobre as vaidades humanas e a necessidade do desapego dos bens materiais. E isso me marcou durante a semana.

Recordo parte da homilia: “a obsessão pelo dinheiro pode corroer o coração humano. O Evangelho cobra o cuidado contra a ganância”.

E qual é a ganância que nos maltrata? Do poder? Da titulação? Do rótulo de sucesso? Do dinheiro?

Ah, “Vaidade das vaidades”… diz o Eclesiastes. Como nos devemos policiar contra ela.

Esta semana, por um despreparo meu, sei que deixei um grande amigo chateado. Contra a vaidade, exerci a humildade, e sei que isso traz consequências. O problema sempre é e será: usar previamente a humildade para falar das nossas limitações antes de deixar a vaidade dos nossos prazeres tomar conta.

Sim, um mundo mais espiritual e de valores familiares é a chave contra o materialismo imposto.

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– Quem disse que os homens não podem conversar com os pássaros?

Achei incrível: tribos africanas que se comunicam com pássaros em busca de mel – e que são atendidos!

O homem moderno tem muito a aprender ainda com a natureza selvagem…

Abaixo, extraído de Revista Isto É, ed 2434pg 80, por Lucas Bessel

OS HOMENS QUE CONVERSAM COM PÁSSAROS!

Ao analisar a relação entre tribos africanas e aves especialistas em encontrar mel, pesquisadores comprovam que é possível haver comunicação e colaboração entre seres humanos e animais silvestres.

Honeyguide é o nome popular em inglês de uma família de pássaros encontrados na Ásia e em boa parte da África, ao sul do deserto do Saara. Traduzindo literalmente, eles seriam chamados de “guias do mel”. Essas aves são famosas pela capacidade de achar colmeias no alto de árvores ou no interior de troncos. A partir de agora, a fama desses passarinhos se estenderá também ao campo científico. Pela primeira vez, pesquisadores conseguiram comprovar que é possível haver comunicação e colaboração entre seres humanos e animais silvestres. Para isso, estudaram a parceria que algumas tribos africanas estabeleceram com os “guias do mel”. Quando querem sair para caçar o precioso alimento, essas pessoas usam um tipo específico de chamado – que soa como “brrr-hmm” – para atrair as aves, que respondem saindo à procura das colmeias (confira quadro). O acordo também funciona no sentido contrário: quando encontram as colmeias por conta própria, os pássaros da família Indicatoridae (indicadores) emitem um som particular para chamar os humanos.

Essa inusitada parceria é conhecida pelos europeus desde o século 16, quando um missionário português descreveu a caça ao mel pela primeira vez. As observações, no entanto, foram desacreditadas pela comunidade científica da época. Agora, o estudo publicado na revista “Science” mostra que o acordo entre homem e pássaro não é coincidência.

Sucesso maior

“O chamado característico dos humanos deixa claro que eles querem seguir os pássaros”, diz a bióloga Claire Spottiswoode, professora das universidades de Cambridge e da Cidade do Cabo, que conduziu os estudos com membros do povo Yao em Moçambique. “Os ‘guias do mel’ usam essa informação para escolher seus parceiros para a caça.” O levantamento demonstrou que a colaboração aumenta as chances de sucesso de 17% para 54%. Enquanto as pessoas se fartam com o mel, os pássaros estão interessados na cera de abelha e nas larvas existentes no interior das colmeias.

A colaboração entre pessoas e animais treinados é relativamente comum, como demonstram os cães de caça e os falcões usados em competições. Na natureza, no entanto, esse é um fenômeno raro. De acordo com os cientistas, o único outro caso conhecido, mas que ainda precisa ser estudado, é o de golfinhos que se unem a pescadores na busca por peixes.

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– Parabéns ao Serra por não fazer média com o ditador venezuelano Nicolas Maduro

Costumamos criticar as atitudes dos políticos em nosso blog. Mas nessa deve-se reconhecer o mérito: José Serra, Ministro das Relações Exteriores do Brasil, foi incisivo quanto ao desgosto da posse da Venezuela na Presidência do Mercosul. Reclamou que Maduro não tem condição de assumir a liderança do bloco econômico político e que nem democracia o país é.

Ufa, enfim alguém não ficou fazendo politicagem com tal mandatário. Aliás, coitado do nosso país vizinho, mergulhado em uma crise desde o demagogo Hugo Chávez, que transformou o país numa ditadura miserável.

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– Por quê o Futebol é um “Patinho Feio Olímpico”?

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 começarão no próximo dia 05, oficialmente. Mas dois dias antes já teremos partidas de futebol.

Por que tal esporte tem que ser diferente?

Dirão que o calendário é curto e que há muitas equipes. Ora, dever-se-ia otimizar o número de participantes ou datas. É um desrespeito ao Espírito Olímpico que já tenhamos futebol sendo jogado antes da Olimpíada se iniciar.

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