– Motivos para Fazer Valer a Vida!

Certa vez, fiz a experiência de ler a Bíblia do Capítulo 1 de Gênesis ao último do Apocalipse. Experiência de 5 anos de leitura… Muitas vezes prazerosa, outra cansativa, em especial ao Antigo Testamento. É claro que a Bíblia é um conjunto de livros de fé, que precisa ser lida com os cuidados devido às questões históricas e cultura judaica, pois, ao invés de levar a mensagem de amor do Cristo ressuscitado, alguns podem cair na tentação da prática do preceito fundamentalista de entender o olho-por-olho, dente-por-dente (pregado em vários momentos do AT) ao pé da letra.

Não se deve tirar algo do contexto maior. Mas em alguns momentos (e foram muitos), os livros dos Provérbios e da Sabedoria foram fundamentais para meu crescimento interior, além dos Evangelhos (em especial, o de São João Evangelista).

Diante disso, extraio um lembrete de valorização da vida. Quando se sentir deprimido, cansado, cobrado ou desesperançoso, vale a pena dar uma lida!

Abaixo:

ODE À VIDA

Refleti sobre tudo,

e compreendi que os justos, os sábios e suas ações

estão todos nas mãos de Deus.

O homem, por si só, não conhece nem o amor nem o ódio,

embora tudo isso se desenvolva diante dele.

Tudo têm o mesmo destino,

Tanto o mau como o bom,

O puro e o impuro,

Quem se sacrifica e quem não se sacrifica (…).

Todos eles se dirigem para junto dos mortos.

Enquanto há vida, há esperança,

Porque é melhor um cão vivo do que um leão morto.

Portanto, vá!

Coma o seu pão com alegria

E beba seu vinho com satisfação,

Porquê com isso Deus mostra que é bondoso para você (…).

Goze a vida com a esposa que você ama,

Durante todos os dias da vida fugaz que Deus lhe dá.

Faça-o enquanto tem forças,

Porque no mundo dos mortos, para onde todos irão,

Não existe ação, pensamento ou ciência.

O mais veloz nem sempre vence a corrida,

Nem o mais forte vence a batalha.

O pão não é para os mais sábios,

Nem as riquezas para os mais inteligentes,

Nem o favor para os mais cultos,

Porque tudo depende do tempo e do acaso.

Além disso, o homem é como os peixes,

Que são pegos na rede!

Ou como os pássaros,

Que caem presos em arapucas.

Pois assim, da mesma forma,

Pode lhe cair a desgraça surpreendo-o. (Prov 9, 1-12 c/ adapt).

Portanto, viva! Viva em abundância! Trabalhe, mas viva. Preocupe-se, mas não se esqueça de viver. Olhe para a sua volta e agradeça por mais um dia de vida.

E, simplesmente, viva!

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– E os Correios?

Sou do tempo em que, quando se falava de CORREIOS, se lembrava de uma estatal que era orgulho nacional!

E hoje?

Eu, particularmente, não recebo uma carta sequer em dia! Contas? Esqueça, se depender do serviço de postagem, ficarão sem ser pagas. E dá-lhe tirar segundas vias de tudo…

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– Análise da Arbitragem de Paulista 5 X 0 Independente. Um Galo caiu, outro Galo vai ficando…

Ah… se o Paulista de Jundiaí pudesse pegar alguns dos gols da noite dessa 4a feira e repartí-los nas partidas que faltaram… A situação seria mais tranquila, não?

Nesta rodada em que o Galo de Jundiaí ganhou fôlego e moral para permanecer na A2 (e rebaixou o Galo de Limeira para a A3), uma arbitragem que ficou a desejar.

Apesar do placar elástico, o jogo não foi tão tranquilo para se apitar como um todo. Com um início muito rápido e pegado (sem ser faltoso), a disputa entre os atletas não estava na mesma velocidade que o árbitro Demétrius Pinto Candançan. Houve uma dificuldade muito grande nos tiros curtos, sendo que estava apitando de longe. E se o novo uniforme da arbitragem cria uma certa “barriga” aos juízes os engordando, para quem já está um pouco acima do peso…

Henrique Pangella e André Pastor (IND) bateram pra valer! E reclamavam de tudo, sem serem advertidos. Em determinado momento do jogo, Pastor ficou à beira do gramado num verdadeiro discurso com o bandeira Vicente Romano Neto. Faltou pulso ao árbitro e ao bandeira para que não se tivesse a sensação de que os dois atletas “apitavam” o jogo.

Foram 14 faltas do Paulista e 18 do Independente, sendo 2 cartões amarelos para cada equipe (em especial, um muito bem aplicado a Felipe Santos/ PFC por simulação). A maioria das infrações no 2o tempo, quando o jogo se tornou mais nervoso e os erros de não marcação de faltas leves e/ou marcação de faltas não existentes aconteceram (a maioria pela distância do árbitro do lance ocorrido). Em destaque, um pontapé de Jordy Guerreiro (IND) em Ramalho (PFC) não observado e que seria passível de Cartão Amarelo.

Existiram 3 lances de bola ao chão, todos de faltas não marcadas e motivadas pelos atletas permaneceram lesionados necessitando paralisar as jogadas. No último, a equipe do Independente não praticou o famoso Fair Play na devolução de posse de bola e o clima esquentou.

Não existiram lances polêmicos, felizmente. O bandeira 2 e o quarto árbitro foram discretos e não pareceram na partida.

A questão fica: para a “decisão” em Santo André no próximo domingo (Santo André x Paulista, de grande rivalidade e de ambições de classificação/ fuga do rebaixamento), se faz necessário que a FPF escale o que tiver de melhor, pois os jogos derradeiros da A2 serão empolgantes, tanto para o acesso da A1 quanto para a fuga da A3.

Uma observação: Mamadeira, ao Marcelo Tadeu na Rádio Difusora, disse que os jogadores do Galo fizeram um pacto e se mantiveram em concentração desde a 2a feira. Que para o último jogo ela comece já!