– O difícil aceite das atuações dos árbitros na Libertadores da América

Nesta semana de jogos envolvendo times brasileiros na Taça Libertadores, resultados ruins dos clubes (nenhum brasileiro venceu) e atuações ruins dos árbitros.

Vide: a suposta “nova comissão”, formada pelo brasileiro Wilson Luís Seneme, mas que intramuros se diz que quem manda ainda é o nefasto paraguaio Carlos Alarcon, tem escalado árbitros recém admitidos no quadro da FIFA, dando oportunidade a outros que estavam esquecidos e vez ou outra colocando veteranos.

Comecemos pelo peruano Diego Haro, que em 2015 apitou Corinthians 4×0 Danúbio (3 gols do peruano Romero) e que atuou em Cerro Porteño 3×2 Corinthians na 4a feira. Foi extremamente rigoroso com André, e depois pipocou ao não expulsar Guilherme. Sentindo a pressão do Defensores del Chaco, aceitou apitar “no grito” quando o jogo pecou fogo.

Vamos para o chileno Enrique Osses, no Palmeiras 1×2 Nacional. Entrou em campo somente com o nome… Um ex-grande árbitro em atividade, acomodado em algumas situações e apenas “mediando” a partida em outros momentos.

Por fim, o chileno Júlio Bascuñán, que apitou em 2015 Danúbio x Corinthians (e foi muito mal), trabalhou na 5a feira no Monumental de Nunes em River Plate 1×1 São Paulo. Com histórico ruim (ele é taxado de caseiro no Chile, com estatísticas de que o visitante dificilmente vence seus jogos – e com pedido de Veto ETERNO da equipe do Audax Italiano sobre ele para a Federação Chilena), mostrou que precisa evoluir muito para trabalhar na Libertadores da América. Não deu um pênalti em Calleri, teve dificuldade na interpretação de faltas e, quando deveria expulsar PH Ganso, fraquejou.

O que esperar das próximas escalações de árbitros? Nessa transição nebulosa da Conmebol, dá medo pensar…

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– Pedir a bola pode?

Uma pergunta enviada através do Blog “Pergunte ao Árbitro” e que vale a pena responder:

Tudo bem? Preciso de um favor. Ontem, jogando futebol com alguns amigos, ocorreu um lance polêmico e até agora não resolvido:

Recebi um passe de um jogador do meu time e assim que a bola chegou aos meus pés, um jogador adversário gritou “Vamos“. Nem olhei para o lado e executei o passe (detalhe: não estávamos uniformizados). Quando levantei a cabeça, vi que tratava-se de um adversário e pedi falta.

Houve muita discussão, pois, no meu entender, eu fui induzido ao erro. Já os adversários consideraram a jogada normal, pois o “Vamos” era para que alguém viesse me marcar

E aí? Cabe a paralisação ou não?

​Abraços e obrigado.”

No futebol profissional, se você tocar uma bola a um adversário que disse algo para enganar ou que poderia levar ao engano, é tiro livre indireto a seu favor. Isso se refere a:

– se alguém gritou ou falou: “toca”, “aqui”, “passa”, “chuta”, “vai” (lembre-se: isso vale para um adversário que diga isso a você e você acredita que é seu companheiro e toca para ele ou cumpre o que ele pede).

A questão é: falar com companheiros, pode. Nenhum adversário poderá gritar “toca” ao companheiro dele se você está com a posse de bola; isso é pedir a bola e é falta (já que o companheiro dele está sem a bola).

Porém, um grito de “vamos” é subjetivo e o árbitro tem que ver a jogada. Se o adversário direcionou o grito a você, pedindo a bola, é falta a seu favor. Mas se ele estava longe e você toca uma bola para trás buscando a ele… realmente ele estava conversando com seu companheiro e aí segue o jogo, pois se torna bobeada.

Lembre-se: falar é permitido, o que não pode é pedir a bola ou enganar com palavras um adversário em disputa, se passando por um companheiro. Como você estava no jogo, tem que avaliar a distância do adversário e se ele realmente tentou ludibriar, pela forma como pediu.

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Batatais x Paulista

Para a 13a Rodada da Série A2, Márcio Henrique de Gois apitará Batatais x Paulista.

Árbitro experiente, com algumas atuações na série A1 e inúmeras na A2, tem como característica principal transmitir segurança dentro de campo. Firme nas marcações, rigoroso disciplinarmente, com bom condicionamento físico e regular tecnicamente.

Os bandeiras são jovens mas atuam frequentemente na A2: Fernando Afonso Gonçalves de Melo e Ricardo Luis Buzzi. O quarto árbitro será Paulo Alessandro Gonçalves Teodoro.

Se comparadas às escalas da gestão do Cel Marinho & Arthur Alves Jr, a nova comissão está num caminho diferente: a correta coerência dos nomes escalados! São muitos os árbitros que conhecem a divisão e alguns novatos que são lançados cuidadosamente.

Torço para uma boa arbitragem e um ótimo jogo para as equipes.

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– Bom dia bem molhad0!

Caracoles! Há 10 dias pelo menos a chuva não dá trégua, seja o dia inteiro ou ao menos em algum período.

Que diferença da grande estiagem do ano passado, não?

Mesmo com tanta água, que seja uma boa 6a feira a todos nós!

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