– O Novo Capitalismo Consciente

Você sabe o que é o termo “Capitalismo Consciente“, que virou moda nos EUA?

Lucrar por si só não é o correto. Veja a proposta dos administradores de lá:

(Extraído da Isto É, ed 2344, 29/10/2014, pg 35-37)

O NOVO CAPITALISMO QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO

Para as empresas conscientes, lucrar é bom, mas não é tudo. É preciso preservar o meio ambiente, promover a felicidade dos empregados, ser transparente nas ações e adotar modelos de negócios que gerem impactos positivos para toda a sociedade

por Fabíola Perez e Mariana Queiroz Barboza

O capitalismo do século 21 chegou a uma encruzilhada. O caminho comum leva ao lucro a qualquer preço, indiferente aos impactos perversos que a busca pelo sucesso financeiro imediato possa acarretar. A outra rota é longa e exige firme disposição dos viajantes. Ao contrário do percurso fácil, ela conduz a um destino mais nobre – um mundo melhor para acionistas, executivos, funcionários, parceiros, fornecedores e consumidores. Ou seja, para todos e qualquer um. No segundo percurso está um grupo de companhias inseridas no movimento “Capitalismo Consciente”, surgido nos Estados Unidos há sete anos e que ganha adeptos na mesma velocidade em que as velhas fórmulas capitalistas perdem força. Ser uma empresa consciente não significa negligenciar a performance econômica. Para uma companhia sintonizada com os novos tempos, lucrar é bom, mas não é tudo. É preciso respeitar e preservar o meio ambiente, promover a felicidade dos empregados, ser transparente nas ações e adotar modelos de negócios que gerem impactos positivos para toda a sociedade.

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ECONÔMICO
Yvon Chouinard, da grife de roupas Patagonia: crítico do consumo
em excesso, pediu mais de uma vez que seus clientes
comprassem apenas o necessário

O novo capitalismo que está transformando o mundo une empresas tão díspares quanto uma fabricante de materiais esportivos, uma rede varejista ou uma gigante do setor de alimentos. Criada pelo alpinista Yvon Chouinard, a grife californiana de roupas Patagonia se tornou um dos ícones máximos do movimento. Antes que a questão da sustentabilidade fosse conhecida, Yvon percebeu nos anos 1980 que o algodão cultivado com pesticidas produzia substâncias tóxicas que provocavam dor de cabeça em seus funcionários. A empresa passou a utilizar materiais orgânicos e reciclados, energia renovável e a defender a redução do consumo, aumentando a durabilidade de seus produtos. Yvon é mesmo um sujeito diferente. Crítico feroz do consumo vazio e em excesso, pediu mais de uma vez que seus clientes comprassem apenas o necessário. Graças à maneira Patagonia de ser, a grife consolidou-se e se tornou uma gigante global presente em 15 países e com faturamento de US$ 600 milhões.

Fundador e copresidente mundial da varejista americana Whole Foods, John Mackey tem visões de mundo parecidas com as de Yvon Chouinard. “Cada empresa tem o acionista que merece” é um dos mantras que definem seu estilo. Dentro de sua estrutura corporativa, a Whole Foods disponibiliza todas as informações financeiras, inclusive sobre salários, para os 80 mil funcionários, e exige que a disparidade salarial da base ao topo não passe de 20 vezes. Ser consciente, portanto, não significa apenas ser sustentável (daí a diferença com o conceito de sustentabilidade), mas buscar, entre outras coisas, a felicidade de todas as pessoas envolvidas com a empresa. No fundo, John procura gerar impactos positivos para toda a sociedade. “A melhor forma de aumentar os lucros é não fazer disso o principal objetivo do negócio”, escreveu o empresário em um manifesto a favor do capitalismo consciente. O indiano Raj Sisodia tem números que comprovam a tese do fundador da Whole Foods. No longo prazo as empresas conscientes obtêm desempenho mais de duas vezes melhor que o das concorrentes.

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POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO
John Mackey, da Whole Foods: ele não permite que a diferença
salarial entre o topo e a base seja superior a 20 vezes

No Brasil, o movimento ganhou força nos últimos cinco anos. De acordo com André Kaufmann, presidente da organização “Capitalismo Consciente no Brasil”, os pilares dessa nova frente podem prosperar não só em mercados maduros, mas também em países emergentes. “Alguns empresários já começaram a perceber que o consumidor jovem tem muito mais critério ao escolher produtos e serviços”, diz Kaufmann. Para o fundador do Pão de Açúcar e presidente do Conselho de Administração da BRF, Abilio Diniz, há algo além do lucro que precisa ser considerado. “O empresário precisa ter orgulho do que faz e consciência do que acontece a sua volta”, diz Abilio.

O movimento ganhará fôlego no País com a chegada da sorveteria Ben&Jerry’s (a primeira loja foi inaugurada em setembro, em São Paulo), famosa pelos sabores estranhos e por seu forte engajamento social. Com uma longa e bem-sucedida trajetória nos Estados Unidos, a empresa, criada em 1978 por Ben Cohen e Jerry Greenfield, apoiou projetos para ajudar a manter famílias de produtores agrícolas em suas terras, uniu-se à Children’s Defense Fund, fundação sem fins lucrativos que luta para dar visibilidade às necessidades básicas de crianças americanas, defende veementemente o casamento gay e posicionou-se contrariamente à exploração de petróleo no Ártico – temas que não têm nenhuma ligação com o seu negócio. Em 2011, quando manifestantes foram às ruas de Nova York para protestar sob o lema “Ocupe Wall Street”, a Ben&Jerry’s declarou apoio às causas, gesto que não foi repetido por nenhuma outra empresa americana. Para os fundadores, é possível lucrar, atrair investidores e ser responsável ao mesmo tempo.

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“A empresa está comprometida com o conceito de prosperidade compartilhada, que procura beneficiar todas as pessoas e comunidades envolvidas em seu processo de produção, da comercialização à venda”, disse à ISTOÉ Sean Greenwood, porta-voz global da companhia. O resultado do DNA consciente? Um faturamento de US$ 500 milhões e 600 lojas em 33 países. Alguém ainda duvida que o capitalismo consciente veio para ficar?

– Breve Análise da Arbitragem de Água Santa 4×1 Palmeiras e outras considerações

Jogo fácil para Leandro Bizzio Marinho apitar. Entretanto, alguns erros como o impedimento não marcado pelo seu assistente no 3o gol do Água Santa ou pelo cartão amarelo equivocado aplicado para Russo no pênalti a favor do Palmeiras atrapalharam sua atuação, além de outros pequenos erros. Mas seu defeito principal foi: posicionou-se mal em campo atrapalhando algumas jogadas; e se a partida fosse difícil, poderia ter se complicado.

Algo mais importante do que a arbitragem aos leitores palmeirenses é a busca da resposta para a seguinte pergunta: o que está acontecendo ao Verdão?

No começo da gestão Alexandre Mattos, um jogador por dia era contratado. Euforia na torcida…

Demitiu-se Oswaldo de Oliveira e contratou-se o treinador bicampeão brasileiro Marcelo Oliveira. Mas não deu liga…

Salários em dia, estádio novo, CT de 1o mundo, e…

Vou ficar no “e”!

Cuca, o novo treinador, amargou a 4a derrota consecutiva. Agora, vexatória de 4×1 para o modesto Água Santa de Diadema, treinado por Márcio Bittencourt (o mesmo que afundou o Paulista por 5 jogos quando esteve em Jundiaí e que recentemente ajudou a rebaixar o Atlético Sorocaba para a A3).

Não dá para explicar. O pior é que a realidade do inacreditável rebaixamento no Paulistinha, torneio feito para que os 4 grandes avancem de fase, é real. E no finzinho do campeonato, tem Palmeiras x Corinthians.

O Cuca era querido por muitos. Hoje, está sendo repudiado como a Cuca do Monteiro Lobato…

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– O Vídeo da Coreia do Norte ameaçando os EUA

Em que mundo vivemos?

Os norte-coreanos vivem numa redoma; isolados do mundo por um maluco ditador comunista cuja família há décadas governa um país no qual perdeu a liberdade.

Investe-se em armamentos, provocações, desenvolvimento nuclear bélico… tudo às custas da sociedade!

Nesta semana, mais um capítulo: um vídeo de 4 minutos da propaganda oficial do Governo contando a história das relações da Coréia do Norte e dos EUA, com uma simulação da destruição de Washington.

Desprezível…

Veja em: https://www.youtube.com/watch?v=qjQDGEvy3FQ

– O Malandro e Maluco Goleiro

Maritzburg United x Arrows jogaram na África do Sul. Mais uma peleja de futebol que passaria despercebida se não fosse um “xarope”: o goleiro belga Glenn Verbauwhede, que provocou adversário, simulou ser agredido e teve a cara de pau de mergulhar em várias bolas que estavam à sua mão.

Engraçado, assista em: https://youtu.be/MtzS0MagrFM .

E se você fosse o juizão?

– Comecemos bem a Segundona!

Bom dia!

Semana nova, novos desafios. Para ter ânimo, a busca da adrenalina em um cooper logo na madrugada. Nossa foto-incentivo:

  

Hoje, durante a corrida, a meditação! Hoje, em São Guntrano, um político que amava farras e mulheres, mas abandonou a vida desregrada pela santidade.

  

Pós-treino, o alongamento: curtindo o dia clarear!

  

Enfim, o céu das 06h. Totalmente rosa!

 

Ótima 2a feira a todos, com essas belas paisagens inspiradoras clicadas aqui em Jundiaí.