– E a absurda chuva em Barueri no São Paulo 1×1 Internacional? Ai, ai, ai, juizão…

Que pisada na bola do árbitro Thiago Luís Scarascati (que já foi elogiado aqui por suas atuações na série A1 – tendo ele no currículo arbitrado uma final de Copa SP). Foi uma falta de bom senso continuar o jogo Sub 19 – entre SPFC x Internacional debaixo de um dilúvio, sem condições da bola rolar e com a temeridade dos raios caindo a todo instante. Demorou para suspender a partida, e só o fez certamente em último caso.

Funciona assim: a ordem a Federação Paulista de Futebol é que se realize a partida de qualquer jeito, por falta de datas. No Paulistão, em todas as suas divisões, é difícil se remarcar uma partida por má condição climática. Na Copa SP, de muitíssimos jogos, calendário apertado e mesmo sendo em época de temporais, não resta dúvida: tem que terminar o jogo na marra!

Acontece que isso é de uma tremenda irresponsabilidade! Um funcionário da Sportv levou choques após um dos raios quase atingi-lo. Os atletas correram riscos, bem como todos os envolvidos. Pra quê forçar a barra?

Eu sei que o árbitro se esforçou em levar a partida até o fim (mesmo não devendo fazer isso), já que a partida remarcada fará com que ele perca mais um dia de serviço (assim como os bandeiras). Mas isso faz parte da atividade não-profissional dos árbitros – ossos do ofício…

Em suma: felizmente não aconteceu nenhuma tragédia em Barueri, mas se dependesse da FPF e da falta de noção do árbitro…

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– Ainda sobre R10…

Tenho escrito algumas coisas há dias sobre a magia do futebol de Ronaldinho Gaúcho e da sua falta de comprometimento com o profissionalismo na carreira. Mas ainda não escrevi nada depois do anúncio da sua aposentadoria!

Se pedirem para eu escolher os 4 maiores jogadores de futebol brasileiros que vi (desde que “nasci para o futebol”), escolheria: Zico, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Romário (e creio que estão no mesmo patamar de outros craques brasileiros como Zizinho, Vavá, Leônidas e Mané Garrincha, que só assisti por vídeo ou li em livros por conta da minha idade) – Pelé, claro, não vale.

Estamos falando de gênios. E gênios comprometidos com sua genialidade superfaturam o que querem. Títulos, troféus, fanáticos apaixonados para os admirarem ou dinheiro! Neymar está indo corretamente nesse caminho (por isso que não está citado na minha lista, afinal ele ainda é jogador e com a carreira em andamento). Ronaldinho Gaúcho galgou tudo isso em doses menores, preferindo ser um buon vivant.

Claro, o problema é só dele, já que poderia ter vencido mais bolas de ouro do que as duas que ganhou e preferiu curtir a vida. Sou sincero em afirmar: o auge de R10, para mim, supera o de Lionel Messi. Mas a duração da carreira de ambos é diferente por culpa da dedicação no que fazem!

Dava prazer assistir o brasileiro; era gostoso ficar no sofá, era ver o futebol-arte legítimo. Nas coletâneas em vídeo futuras, imagine o que poderemos ver.

Uma pena que o showman tenha superado tão precocemente o jogador profissional que existe dentro dele. Mas que enquanto jogou encantou, não há dúvida. A imagem positiva que fico dele é sendo aplaudido de pé pelos torcedores do arquirrival Real Madrid após capitanear uma incrível vitória em pleno Santiago Bernabéu. A negativa, quando recebeu a medalha olímpica com grande menosprezo falando num telefone celular.

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– Os dois lances polêmicos de São Paulo 0x0x Novorizontino. Erros ou acertos na noite de sábado?

Dois lances polêmicos no final do jogo no Morumbi, na partida entre São Paulo 0x0 Novorizontino. Vamos a eles?

1- Aos 40 minutos do 2o tempo, dentro da área, Cléo Silva (NHZ) vai intencionalmente com seu corpo nas costas em Caíque (SPFC), jogando-o para a frente e atingindo até mesmo Diego Souza (SPFC). Nada de dizer que é tranco legal (cujo conceito é: ombro contra ombro em disputa de bola através de força não-excessiva). Nesse lance, foi empurrão deliberado contra o adversário. Pênalti não marcado, errou o árbitro Luiz Flávio de Oliveira.

2- Já aos 43 minutos, há uma cobrança de falta e Rodrigo Caio cabeceia para o gol, fazendo o tento a favor do São Paulo. O lance é difícil e foi anulado, mas acertou o bandeira Vitor Carmona Mestestaine em assinalar o milimétrico impedimento.

Observação: você não tem curiosidade em saber como foi o diálogo do árbitro Luiz Flávio com o zagueiro Rodrigo Caio sobre o Fair Play de Jô, sendo esse o primeiro reencontro entre os dois e justo em um jogo onde o São Paulo teve prejuízo?

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– Os pênaltis e paradinhas na Copa São Paulo em Palmeiras x Portuguesa

Leio que o Palmeiras foi eliminado da Copa São Paulo de Futebol Jrs 2018 após péssimas cobranças de tiros penais. Muitos dizem que foram chutes “a la Neymar” mal executados.

Ora, e por quê tal citação?

Porque o estilo de cobrança de Neymar é o de dar a pardinha permitida, e não é qualquer um que sabe executá-la. Hoje, é permitido realizar as paradinhas durante a corrida para a cobrança. Na hora do chute, não! É infração à Regra do Jogo.

Fica a questão: treinaram e foram orientados adequadamente?

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– Como farão com a torcida única na Copa São Paulo de Futebol Jrs? Aniversariante não consegue ter festa?

Sou contra toda e qualquer manifestação de violência no esporte. E, no caso dos tumultos promovidos por torcedores organizados de futebol, todo o rigor da lei contra os infratores se faz necessário.

Mas agora surge a discussão: a resolução de “torcida única” nos confrontos profissionais vale para a Copa SP? Para o Sub 15? Para a categoria “chupetinha”?

Pense bem: no aniversário da cidade de São Paulo, no jogo festivo marcado para o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho, o Município de São Paulo não poder ver uma disputa entre dois times grandes paulistanos que a orgulham (como Palmeiras x São Paulo, não cito o Corinthians pois está fora da competição) é o fim da picada!

O que as autoridades farão?

1- Aceitar, por necessidade de combater a violência e por incapacidade de organizar um evento esportivo com duas numerosas torcidas, a resolução de “torcida única” – lembrando que o mando é da FPF (inclua-se a renda, se tiver cobrança de ingressos), que decidirá qual clube grande poderá estar no estádio e qual será barrado por algum critério técnico a definir;

2- Majorar sensivelmente o preço do ingresso para que poucos torcedores tenham acesso ao jogo;

3 – Limitar numa quantidade bem inferior de bilhetes da capacidade do público no Pacaembu;

4 – Torcer para que o universo tenha convergência com os astros e a final seja de um grandão paulistano contra um pequeno “de fora”.

Enfim: o ideal seria um jogo com duas torcidas fazendo a festa comemorando a civilidade, prosperidade, segurança e boa educação dos torcedores de futebol paulistanos. Mas como a PM pode entender que não há garantias para isso… uma pena!

Em tempo: nos grandes eventos, com dor no coração e como medida extraordinária: sim, sou a favor de torcida única mas até o momento que se prendam os brigões e tumultuadores (o que já deveria ter acontecido).

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– 10 Dicas para os Jogadores às Vésperas da Retomada da Temporada

Todo ano vemos polêmicas envolvendo árbitros e jogadores. Próximo do início do Paulistão 2018, podemos fazer observações interessantes desta relação e algumas dicas – dentro da legalidade das regras do jogo – de como o jogador se dar bem sem praticar infrações.

  • Primeiro- Há um preconceito de que o árbitro é inimigo do jogador. Alguns atletas já entram em campo condicionados de que terão que vencer o adversário e o juiz! Nada disso… o árbitro é um ser humano que tem os mesmos sentimentos do atleta: quer acertar tudo, tem ansiedade, gana e medo.
  • SegundoJogador tem que tomar cuidado com reclamações indevidas. Árbitros mais experientes costumam ser mais respeitados, até mesmo pela fama, e aplicam menos cartões. Árbitros mais jovens (e no Paulistão muitos surgirão, até pela urgente necessidade de se renovar o quadro) não tem a mesma habilidade em advertir verbalmente, e acabam aplicando um maior número de cartões amarelos.
  • Terceiro Os lances de agarra-agarras, cada vez mais, são observados pelas inúmeras câmeras. Na dúvida, se o árbitro ver um abração, marcará o pênalti / falta.
  • QuartoUma tendência mundial é deixar o jogo fluir mais. As chamadas “faltinhas bobas” (quedas em lances de divididas / trancos), onde fica claro que o jogador abriu mão de prosseguir a jogada para tentar a bola parada (comuns no Campeonato Paulista) devem diminuir. Há uma preocupação dos árbitros em não cair em ludibriações, e sendo assim, que os jogadores fiquem mais em pé.
  • Quinto Conhecer a Regra é fundamental para os atletas, e muitas jogadas poderiam ser inventadas tendo ciência de algumas curiosidades delas. Por exemplo: se não existe impedimento em tiro de meta e arremesso lateral, por que não se treina jogadas com esses detalhes? Pegaria o adversário de surpresa, já que nem todos conhecem isso.
  • Sexto- Por que o batedor de faltas espera tanto tempo para se cobrar uma falta? Aliás: quem disse que é o goleiro quem pede a “barreira”? Quando se sofre uma infração, o batedor pode cobrá-la imediatamente, sem necessidade do árbitro apitar autorizando. Claro que nesse momento poderá existir jogador adversário a menos de 9,15m de distância, que não poderá instantaneamente se reposicionar. Assim, pode-se bater a falta e abre-se mão da distância exigida. Se a bola bater no adversário, paciência! Afinal, trocou-se a distância regulamentar pela rapidez em pegar o outro time desprevenido. Mas se o jogador exigir que o adversário esteja a 9,15m (para poder ter melhor visão do lance ou pensar na jogada), só pode cobrar a falta com a autorização do árbitro (já que ele estará conferindo a distância – que é o momento que os jogadores se aglomeram formando a barreira). Portanto, barreira não é pedido de goleiro, mas direito de distância do batedor, que muitas vezes a usa como referência para um chute colocado no gol.
  • Sétimo- Se o árbitro é a autoridade máxima da partida, por que é que o zagueiro tem a mania de parar no lance quando vê o bandeira levantando seu instrumento? Em alguns casos, o bandeira marca um impedimento erroneamente e o árbitro não confirma a marcação, mandando a jogada prosseguir. Se o centroavante estiver atento, fica sozinho com a bola dominada e o adversário batido. Vai a dica: espere o apito do árbitro, nunca confie numa bandeira levantada.
  • Oitavo- Jogadores Reservas: problema mais comuns nas séries A2 e A3, mas também vez ou outra presente na A1, o comportamento inadequado dos suplentes também é uma constante. Muitas vezes o jogador pensa que por estar no banco, pode gritar ou reclamar com o árbitro sem ser punido. Nada disso! Ano a ano, cresce o número de jogadores reservas que tomam cartões sem ao menos entrar em campo!
  • Nono- Atendimento em Campo: as situações em que um jogador pode ser atendido em campo são: em lesão gravíssima como primeiro socorro; ou o goleiro lesionado (já que ele não pode sair de maca). Em todas as outras situações, o jogador deve ser retirado de campo e só pode retomar ao jogo com a bola rolando e com autorização do árbitro (a não ser que seja uma lesão leve e o “sprayzinho milagroso, rapidamente aplicado, não faça com que o jogo fique muito tempo parado). Muitas vezes, se a lesão é leve, então avalie: vale a pena sair de campo e seu time jogar com 10 por alguns minutos ou vale o esforço em permanecer na partida? Se a suposta lesão for “cera”, cuidado: já imaginou se sair um gol na sua ausência?
  • Décimo- Simulações: Evite! É unfair-play, irrita o adversário e principalmente o árbitro. Cair dentro da área, fingindo ter sofrido um pênalti, poderá fazer com que você leve um cartão amarelo pela tentativa de burla. Com tantas câmeras de TV, fica mais um alerta: outros árbitros e outros jogadores estarão vendo, e se você teve sucesso na simulação, saberá que na próxima partida estará sendo vigiado com mais cuidado, pelo histórico que o próprio atleta criou. É o “efeito Neymar”: no começo da carreira, simulou demais e ludibriou muitos árbitros. Hoje, em muitos lances em que o ex-santista sofre infração e quando há dúvida do árbitro, a falta não é marcada pelo fato de, pela fama criada, a chance de não ter sido falta é maior do que ter sido. E como falamos no primeiro parágrafo… o árbitro é humano! Até ele conseguir tirar o rótulo de que um atleta não é mais cai-cai… leva tempo!

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– O blablablá do árbitro de vídeo brasileiro: sobrará para os clubes pagarem a conta?

Quem acompanha nosso blog sabe que desde que houve a demagógica promessa da implantação de árbitro de vídeo, o custo e a infraestrutura seriam a grande desculpa para a não concretização.

A verdade é: NUNCA a CBF quis implantar o Vídeo-Árbitro no Brasil.

Motivos?

1 – A CBF não tem pessoal preparado. Os instrutores e comandantes da arbitragem (há décadas em rotatividade de cargos na mesma CBF) não têm a competência necessária.

2 – A implantação deve ser feita antes do início de campeonatos de pontos corridos e/ou em jogos de ida e volta nos torneios eliminatórios. No Brasileirão, esqueça! Haverá a mesma desculpa dos últimos dois anos (implantar-se-á em Agosto, Setembro ou Novembro) e não será efetivado.

3 – Só existiram dois testes de verdade no Brasil, nas finais do Campeonato Pernambucano, com erros graves de arbitragem e uma trapalhada sem fim.

4 – A falta de empresa para gerir as imagens que seja INDEPENDENTE (não dá para os árbitros de vídeo usarem a mesma geração da Globo, por exemplo, com o que o telespectador vê). Além disso, corre-se o risco de dizer que um time de massa que leve mais audiência possa ser beneficiado pelo ângulo da imagem da emissora.

5 – Não existe equipamento suficiente no Brasil.

6 – Obrigatoriamente deve-se instalar em todos os jogos e, portanto, em todos os estádios. Há condições de trabalho em todas as praças?

Dito tudo isso, resume-se à falta de estrutura para a implementação. Tudo está atrasado (há pelo menos dois anos). Alardeado como de vanguarda, postergou-se ao máximo com inúmeras desculpas e engodos (lembrem-se do gol de mão do Jô em Corinthians x Vasco, onde após o “pito” de Eurico Miranda, o presidente Marco Polo Del Nero prometeu para rodada seguinte o VAR).

O último capítulo dessa história é: a CBF quer discutir com os clubes (na maioria resistentes à ideia do árbitro de vídeo, pois os erros dos juízes são boas desculpas para justificarem derrotas) o custo da implementação do VAR. Enfim: ela quer dividir com os clubes as despesas!

Em são consciência, alguém aceitaria ajudar financeiramente a milionária CBF, que como promotora do torneio tem a responsabilidade de providenciar o Vídeo-Árbitro?

Se fosse uma LIGA, organizada pelos clubes, há coerência. Mas a CBF é DONA do Campeonato Brasileiro (e da Seleção também).

Não há dúvida: não teremos árbitros de vídeo no Brasileirão de 2018 (anote aí mais uma vez, como você já anotou em outras postagens a mesma afirmação de que a promessa era demagógica). Desta vez, se justificará que os clubes não aceitaram.

Relembre o histórico de mentiras esfarrapadas do VAR brasileiro da CBF no link em: https://wp.me/p55Mu0-1Gk

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– Tony Chapron, o árbitro agressor da França!

Muito inusitado: na partida entre Nantes x PSG, aos 46 minutos do segundo tempo, num lance rápido, o zagueiro do time da casa Diego Carlos se enrosca com o árbitro da partida Tony Chapron e o derruba. Encontrão involuntário, nada a marcar, foi casualidade. Eis que o árbitro, no chão, dá um pontapé no jogador, se levanta, aplica o Segundo Cartão Amarelo e na sequência o Vermelho!

Peraí, o zagueiro não fez nada; quem fez deliberadamente foi o juizão. Auto-expulsão necessária (e não aplicada).

Ironias à parte, nesta segunda-feira o árbitro reconheceu que a trombada não foi uma agressão mas sim um lance infortúnio do atleta. Porém, nada citou sobre o chute desferido.

Assista ao lance em: https://globoesporte.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-frances/noticia/arbitro-de-nantes-x-psg-e-suspenso-por-tempo-indeterminado-apos-agressao.ghtml

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– 10 anos do 1o Gol de Alexandre Pato na Itália. Só que…

Quando vi o Alexandre Pato jogar (e muito bem) com tranqüilidade no Parque Antártica (Palmeiras x Internacional), ainda júnior mas jogando no profissional, fiquei impressionando com o ótimo futebol mostrado.

Pato tinha tudo pra “dar certo”. Do Internacional foi para seu primeiro time estrangeiro: o poderoso Milan!

Hoje faz 10 anos que Alexandre Pato fez seu primeiro gol na Itália. E ao invés de evoluir, regrediu. 

O que aconteceu com ele nesse tempo todo? Aliás, olhe na foto cada companheiro de time ele tinha na Velha Bota…

Em: master.m3u8

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– Neymar e o jabá inteligente! Sobre chuteira e bandana:

Viram que jogada fantástica de marketing do brasileiro Neymar em conjunto com a Nike (sua patrocinadora pessoal e da sua equipe, o PSG)?

Após marcar um gol na França, nessa semana, tirou sua chuteira (o novo modelo da marca) e a colocou na cabeça. Imagine a exposição mundial que ela teve…

E isso pode?

Ao pé da letra, se você desconfigurar o uniforme, estará praticando uma infração contra a Regra do Jogo e deve ser punido com Cartão Amarelo. Compare: se você é advertido quando tira a camisa comemorando um gol, por quê seria diferente com o calçado?

Não sei se nessa partida Neymar foi advertido (se não foi, deveria ter recebido o Amarelo), mas me recordo de outra ação de marketing dele pela Seleção Brasileira, em partida contra a Argentina – e com uma bandana! Relembre (extraído desse mesmo blog, em 14/11/2015):

A BANDANA PROIBIDA DE NEYMAR

Mais do que um jogador, Neymar, o craque brasileiro, é um outdoor ambulante. Uma espécie de homem-placa, aqueles que carregam cavalete com a inscrição: “vende-se ouro” nos centros das cidades.

Na realidade dele, as praças urbanas são os estádios. Digo isso pela bandana da Nike (sua patrocinadora pessoal) usada no jogo entre Argentina x Brasil.

Aliás, Neymar poderia usar o apetrecho?

NÃO. E explico: O equipamento de um atleta, segundo a Regra, é constituído de: camisa, calção, meias, caneleiras e calçados. Qualquer coisa extra deve ser avaliada.

Exemplos? Claro: shorts térmicos visam melhorar o conforto do jogador; são permitidos desde que da mesma cor dos calções.

Bonés? Somente ao goleiro, se este estiver jogando contra o sol.

Bandanas? A Ronaldinho Gaúcho, David Beckham ou qualquer outro cabeludo, sim, pois é uma forma de segurar o cabelo para jogar mais confortavelmente.

E a bandana de Neymar?

Não é permitida, pois hoje ele usa um corte de cabelo curto, sendo desnecessária a função dela. Tudo que esteja sem função prática e necessária, é proibido. Parece óbvio que é o marketing de emboscada sendo usado, para expor seu patrocinador que está estampado em tamanho grande.

Lembrando: no Campeonato Espanhol e na Liga dos Campeões da Europa, Neymar entrou em campo com ela e teve que retirar o acessório. Já nas Eliminatórias da Copa do Mundo, fez-se vista grossa…

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– Análise da Arbitragem de Paulista 0 x 1 Avaí

Razoável arbitragem de Paulo Santiago de Medeiros no jogo de despedida do Galo na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Partida fácil para apitar, sem complicações e com colaboração do comportamento dos atletas. Vamos a alguns detalhes?

Muitas faltas foram marcadas em lances de tranco legal; houve uma certa confusão entre falta e uso legal do corpo para divididas. No resto, tecnicamente, tranquilo.

Apesar do bom posicionamento em campo, fisicamente poderia estar melhor, não ficando tão distante das jogadas em alguns momentos. No geral, se coloca bem no gramado, mas deve usar maior velocidade para aproximação dos lances.

Disciplinarmente foi bem. Curiosamente, houve um cartão amarelo para Magno na comemoração do gol erguendo a camisa e mostrando mensagem religiosa para a câmera da TV (foi avisado pelo 4o árbitro).

Ocorreu um gol a favor do Avaí anulado por impedimento no 1o tempo. Eu fiquei em dúvida! Pra mim, da cabine, legal; mas pela dificuldade, respeito a decisão do bandeira Denival da Silva.

Como o Paulista FC está eliminado da Copinha, ficará a lembrança do apoio da torcida. Neste último jogo, mesmo eliminado previamente, o jundiaiense foi em bom número ao Jayme Cintra:

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– Na Inglaterra, reclamar do árbitro leva a 3 jogos de suspensão

Arsene Wenger, o veterano e respeitado treinador do time londrino do Arsenal, sentiu o rigor da necessidade de respeitar a arbitragem na Premier League: 3 jogos de suspensão por mal comportamento contra o juiz depois do jogo contra o West Bromwich.

Extraído de: 

https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/01/05/wenger-pega-3-jogos-de-suspensao-por-mau-comportamento-em-jogo-do-arsenal.htm?utm_content=geral&utm_campaign=twt-esporte&utm_source=t.com&utm_medium=social

WENGER PEGA 3 JOGOS DE SUSPENSÃO POR MAU COMPORTAMENTO EM JOGO DO ARSENAL

O técnico do Arsenal, Arsene Wenger, pegou três jogos de suspensão e foi multado em 40 mil libras (cerca de R$ 175 mil) por seu comportamento durante o empate do clube contra o West Bromwich, no último domingo.

Wenger foi acusado de má conduta pela Federação Inglesa (FA, na sigla em inglês). O treinador admitiu que seu comportamento foi abusivo e impróprio ao questionar integridade do árbitro do jogo.

A situação que levou Wenger a perder a compostura ocorreu quando o árbitro Mike Dean marcou um pênalti no último minuto. O juiz entendeu que a bola teria tocado no braço de Gibbs. Jay Rodriguez bateu e empatou a partida.

O resultado deixou o técnico furioso e s críticas continuaram na coletiva de imprensa. Um jornalista perguntou que houve alguma explicação sobre o pênalti e Wenger afirmou que não e que o árbitro viu o que ele quis.

Em janeiro, o técnico foi suspenso por quatro jogo e multado em 25 mil libras (R$ 110,7 mil) porque empurrou um árbitro durante a vitória por 2 a 1 em cima do Burnley. A acusação foi a mesma.

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– Análise Pré Jogo da Arbitragem para Paulista x Avaí, Rodada 03 da Copa São Paulo

Paulo Santiago de Medeiros, 6 anos de carreira no apito, 33 de idade, professor e que apitou Atlético Mineiro 4×0 Barbarense em Osasco na Rodada 01, será o juiz do jogo de despedida do Galo na Copinha desse ano=, contra o Avaí.

O árbitro trabalhou em alguns poucos jogos de Segunda Divisão Paulista (a série B, que o Paulista jogará em 2018). Está procurando espaço em outras divisões de profissionais e se firmando em jogos não tão pegados. Vamos conhece-lo mais a fundo nesta tarde em Jayme Cintra.

Denival da Silva Pereira e Thiago Gonçalves Dias serão os bandeiras. Leônidas Sanches Ferreira o quarto-árbitro.

Desejo boa partida para os clubes e ótima arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Avaí pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Thiago Batista de Olim; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Quarta, às 16h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 15h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– Manipulação de Resultados na Copa São Paulo de Futebol Jr?


Ouço agora na Rádio Capital AM 1040, o jornalista Weber Lima e o ex-goleiro Zetti colocando com exclusividade no ar o áudio do WhatsApp com um senhor chamado Tiago, representante de um site de apostas chinês, negociando com atletas do Estanciano-SE resultados na Copinha. O time de Sergipe está na chave de Itapira. O treinador da equipe, ao saber que seus jogadores estavam “vendidos”, abandonou a delegação. Aparentemente, há o aceite do presidente do time na negociação.

Por ser um torneio de equipes de toda a realidade, inchado demais e com clubes “aventureiros”, tal prática parece ser possível.

Infelizmente não tenho o arquivo digital, mas certamente a Rádio Capital e Weber Lima disponibilizarão a todos. No trecho que ouvi, um pênalti custaria R$ 500,00.

Com urgência, a palavra da FPF, organizadora da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Aliás, só aconteceu com uma única equipe, das 128 envolvidas?

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– Jogador expulso por gesto obsceno: a culpa é de quem?

Na partida da Copa São Paulo envolvendo Marília x Mogi Mirim, aos 34 minutos, o jogador do time da casa, o lateral Gemerson Bahia, após bate-boca com o adversário, segurou suas próprias partes íntimas fazendo o grotesco gesto ofensivo de intimidação. Por tal ato obsceno foi expulso corretamente pelo árbitro Márcio Roberto Soares, e ao sair de campo, deu adeus com o dedo do meio em riste.

Na Copinha, há meninos de todas as condições e culturas: pobres, ricos, educados, solteiros, casados, com filhos… mas fatos evitáveis como esses, são culpa de quem? Dos seus pais que não deram educação suficiente para saber respeitar o próximo ou dos clubes de futebol que não se preocupam com o fair play e com a formação social do atleta?

Ouso dizer que a responsabilidade é dos seus genitores e dos times. Conjuntamente, querem filhos jogadores para ganhar dinheiro, à frente de profissionais corretos.

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– Análise da Arbitragem de Paulista 2×3 RedBull, Rodada 02 da Copa São Paulo

Neste domingo em Jayme Cintra tivemos uma arbitragem vacilante. Vi em Jefferson Girotto um árbitro de boas qualidades, mas ainda bem “cru”, cometendo erros que seriam evitados se fosse mais experiente.

Numa partida que começou bem faltosa, mas não violenta (veja que curioso: até os 28 minutos, o placar em faltas era de PFC 0x10 RDB; mas nos 27 minutos restantes da etapa, ocorreram mais PFC 5×4 RDB), o árbitro mostrou virtudes (como bom condicionamento físico) e defeitos (chegou a dar uma encarada e/ou quase peitada que levou a torcida ao delírio após desnecessariamente ficar cara-a-cara com o atleta Vitor do RedBull, que cometera uma falta e reclamara da marcação).

Antes do jogo, o árbitro pediu para os gandulas da linha de fundo não ficarem de vermelho, mas deixou o treinador do RedBull de vermelho na linha do impedimento. Deveria ter feito o contrário.

LANCES DO JOGO:

Logo aos 7minutos, não deixou o lateral Daniel (PFC) cobrar na posição que desejava um arremesso lateral (o árbitro estava correto), mas demorou para dizer onde era. Depois de tanto enrolar, o jogador cobrou normalmente onde ele houvera proibido. Pra quê mandar ir para trás então?

Em alguns lances, quando os jogadores reclamavam com ele, dava satisfação aos reclamantes conversando com a bola rolando. Correu o risco de perder jogadas faltosas com tal necessidade de responder as críticas, ficando desatento no restante da partida. Precisa ter maior visão periférica.

Não permitiu cobranças rápidas de faltas, pois em TODAS mostrou o apito e reposicionou a bola automaticamente, mesmo que num local minimamente próximo. Optou bastante em tentar dar a vantagem, acertou duas e perdeu duas. Na cobrança de bolas paradas frontais ao gol, esteve sempre de costas ao batedor e seus próximos adversários. Entendo que buscam o “ponto futuro”, mas foi exageradíssimo no posicionamento em 3 momentos como esse.

Disciplinarmente acertou em todos os cartões que foram aplicados, mas faltou um Amarelo a João Vitor (RDB) por chutar a bola para longe com o jogo parado, e outro Amarelo para Lucas Falcão (por reincidência em faltas e reclamações com gestos) e, o mais grave, aos 49 minutos do segundo tempo quando Natham (16 do RDB), após receber o cartão amarelo, o peitou descarada e desrespeitosamente. Vacilou em não expulsá-lo (e estava fácil). Teria “pipocado” por ter “peitado” um companheiro dele momentos antes? Provavelmente.

O bandeira Bruno Bonani Munhoz, aos 5 minutos do segundo tempo, cometeu um erro relevante. A bola foi lançada e Vitor Adame (PFC), em posição de impedimento, que desiste de ir disputá-la sem se tornar ativo. A bola sobra para seu companheiro Vinicius Fleck, que veio de trás e vai na bola. Bruno bobeia e marca o impedimento de Fleck equivocadamente. Após a jogada, percebeu-se um positivo de desculpas do assistente. Entretanto, aos 42 minutos do segundo tempo, um acerto de Bruno que salvou o árbitro: Gil (PFC) entra na área, dribla o zagueiro, passa pelo goleiro e é derrubado (estava de frente para o gol com a posse de bola, a bobagem seria cavar um pênalti, já que era só tocá-la para o gol). O árbitro Jeferson Girotto entendeu que não foi tiro penal e manda seguir. A bola não sai, os atletas a disputam e o jogador Braian Machado (RDB) se atira contra a ela num carrinho com os braços abertos. Quando ela vai ser cruzada, ergue a mão e a desvia. Girotto não entende como movimento antinatural dos braços e marca escanteio. Neste momento, muita reclamação da equipe do Paulista FC que tem seu preparador físico expulso. Depois de bastante tempo perdido em discussão, com a bola prestes a ser cobrada no tiro de canto, tardia mas corretamente Bruno Bonini Munhoz chama o árbitro e diz que foi pênalti. Mais confusão, aí por parte do RedBull, inconformado com a desmarcação do escanteio.

Foram lances pontuais citados. No geral, se apitar sem trejeitos (ele tem boa postura na aplicação de cartões mas gesticula demais toda hora), irá muito bem. Mostrou bom condicionamento físico e, diminuindo o bate papo em campo e procurando ser mais discreto, há de ter futuro (mas insisto: tem panca, mas está muito “verde”).

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– O que você acha da introdução do Cartão Branco no futebol?

Aconteceu há 2 anos, mas é uma ideia perene: a aplicação de suspensão temporária para jogadores indisciplinados (de 5 a 10 minutos).

O que você pensa sobre isso?

Republico, deste mesmo blog:

O CARTÃO BRANCO 

Está acontecendo um  Congresso Mundial de Futebol em Portugal, o “Conversas de Futebol” (ou “Football Talks).

Dentre os muitos assuntos, a Arbitragem foi discutida. E Pierluigi Colina, ex-árbitro e agora dirigente da UEFA, sugeriu uma novidade: o Cartão Branco!

A idéia seria de que as faltas por indisciplina (simulação de infrações, chutar a bola para longe após o apito e reclamações contra o árbitro) sejam punidas, ao invés do Cartão Amarelo, com o Cartão Branco. O infrator ficaria de 5 a 10 minutos fora do jogo (tempo exato a definir em outros debates), servindo de exemplo para indisciplinados. Os Cartões Amarelo e Vermelho continuariam para as outras situações de jogo.

Particularmente, acho desnecessária tal medida. O Amarelo já é suficiente para os indisciplinados, sendo que a reincidência leva à expulsão.

Daqui a pouco, com o excesso de preocupação “politicamente correta“, teremos o Cartão Verde para atitudes de Fair Play (chutar a bola para a lateral para atender um adversário lesionado), o Cartão Lilás contra a homofobia, o Cartão Preto contra o Racismo, o Cartão Laranja para a Xenofobia, e por aí vai.

No Brasil, já testamos o Cartão Azul no antigo Campeonato Paulista de Aspirantes, uma espécie de intermediário entre o Amarelo e o Vermelho.

Não gosto de um suposto teste com o Cartão Branco por tal motivo: a indisciplina, por quais sejam os motivos como citados acima, já tem seus instrumentos de punição estabelecidos na Regra do Jogo.

A UEFA, a Conmebol ou a FIFA deveriam se preocupar mais em capacitar seus árbitros do que criarem tais invencionices.  

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo para a Arbitragem de Paulista x Red Bull, Rodada 2 da Copa SP 2018

Jefferson Dutra Girotto, natural de Hortolândia, 31 anos, empresário, 9 anos de carreira, será o árbitro do confronto entre o “Galo x Toro Loko”.

Girotto esteve na quarta-feira na partida entre Capivariano 0x3 River e estará na 4a feira no jogo entre Confiança (SE) x São Raimundo (RR). Tem pouquíssimos jogos como árbitro principal na carreira (entre eles, no ano passado: Monte Azul 2×0 Paulista pela A3). Porém, tem uma sequência muito grande de trabalho nas categorias sub 17 e sub 20. Não o conheço, pois estará debutando em um jogo com maior visibilidade.

A Copa São Paulo se destina a árbitros como Girotto: gente jovem, subindo gradativamente na carreira e buscando seu espaço. Torcerei para que faça um bom trabalho no Jayme Cintra neste jogo que, além de importante para ambas equipes, é para a arbitragem.

Seus assistentes serão Bruno Bonani Munhoz e Thales José Pinheiro. E aí uma surpresa: o quarto árbitro será Luiz Carlos Ramos Júnior, experiente juiz com 15 anos de carreira, 40 de idade e que já apitou série A1. Ele também estará na partida de fundo como árbitro central.

A pergunta é: para que tal escala a Luiz Carlos? É ruim para a estima do árbitro rodado ser “queimado” dessa forma. Tenho certeza que Luiz estará em campo de maneira dedicada, pois é humilde e gosta do que faz. Mas acaba tirando espaço de jovens talentos.

Acompanhe a transmissão de Paulista x Red Bull pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Thiago Batista de Olim; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Domingo, às 14h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 13h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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Análise da Arbitragem de Paulista/SP 0x1 São José/RS

Em um primeiro tempo onde só deu Galo da Japi”, mas com um segundo tempo totalmente diferente no qual o “Zequinha soube matar a partida”, tivemos uma irregular atuação do árbitro Daniel Sotille, que começou vacilante, se acertou durante os 90 minutos mas depois bobeou.

Vamos ao jogo?

Numa contenda que começou fácil para apitar, o juiz optou por deixar o jogo correr. Entretanto, deixou de marcar algumas faltas reais existentes, preferindo ora a vantagem, ora ignorando-as. Da metade do primeiro tempo até o término da etapa, o árbitro foi muito bem, sem exigências e dada a ajuda do comportamento dos atletas (6 faltas apenas nos 45 minutos iniciais).

No segundo tempo tudo mudou. O gol do São José no começo da etapa fez com que os ânimos se acirrassem, tanto que com apenas 5 minutos de jogo da etapa final, tínhamos o mesmo número de faltas que o 1o tempo inteiro!

Alguns lances pontuais:

1- Em determinado momento da partida, o goleiro do São José, Lorenzo (que estava de camisa branca com detalhes azuis, e os atletas de linha com camisa branca xadriculada em azul – deveria trocar seu uniforme), se lesionou após um chute do ataque do Paulista. Mas ao invés do tiro de meta ser cobrado, o árbitro deu a bola para Lorenzo reiniciar a partida; só que, desatento, segurou-a com a mão e saiu jogando assim mesmo. Ou seja: não se cobrou o tiro de meta, o goleiro saiu jogando com as mãos e passou batido. Não pode acontecer tal erro…

2- Lucca (SJO) estava no ataque e foi derrubado por Evandro (PFC). Nesse momento, acerto do árbitro em marcar a falta fora da área, ajudado pelo bom bandeira Adilson Anderson Rosa (que colaborou bastante com o árbitro em lances de dificuldade). Correta marcação.

3- Todos os cartões amarelos foram bem aplicados, exceto a Daniel Torquato. Explico: o jogador gaúcho foi dividir a bola e com as travas da chuteira atingiu a cabeça do adversário. Se é nessa altura e atingido com a sola, não importa se “sangrou ou não”. Não se mede a violência para tal situação, mas a natureza do ato. Era cartão vermelho mas ficou no amarelo.

4- Houve um recuo de bola deliberado aos 35 minutos do segundo tempo. O zagueiro olha para o goleiro, chuta para ele e o goleiro agarra-a com a mão. Não foi chute involuntário para trás, foi bola recuada mesmo e o goleiro nem se importou (aliás, viram como o goleiro Lorenzo protagonizou dois lances curiosos: a saída de bola com a mão no tiro de meta e tal defesa de recuo?).

Embora esses lances tenham chamado a atenção, o árbitro não foi um desastre. Correu bastante e se posicionou muito bem sob o forte sol em Jayme Cintra. Foram situações pontuais – mas existentes, que devem ser evitadas. E lembrando que, neste confronto, tivemos uma disputa particular entre o zagueiro portoalegrense Douglas e o atacante jundiaiense Luizinel. Por diversas vezes tentou-se cavar a falta para o ataque e o árbitro não se deixou levar. Nessa, ponto para o juizão

O bandeira 1 Ademilson Lopes foi pouco exigido, mas atuou bem. Já o quarto árbitro Leonardo de Jesus Sampaio teve muito trabalho com a Comissão Técnica do São José, mas ficou lamentavelmente só na conversa. Aliás, Leonardo tem um excelente porte físico, “é grandão”, mas foi passivo demais em sua função. Por duas vezes o treinador João Pedro Lock chutou com raiva copinhos de água para dentro do campo, e inúmeras vezes abria os braços contestando as marcações. DEVERIA chamar o árbitro para expulsá-lo, e não o fez.

IMPORTANTE: o gol do São José (um pouco discutido) foi legal – mais um acerto do bandeira 2 (Adilson Anderson Rosa) que confirmou que estava na mesma linha dos zagueiros. O problema (para o time de Jundiaí) é que o atacante soube colocar o pé na hora certa, e os zagueiros da casa não.

Enfim, que a Copinha sirva para ajustar times, atletas e arbitragens!

Em tempo: está enchendo o pacová saber do rigor da Polícia Militar, que tanto respeito, em segurar demasiadamente os torcedores para a revista. Há muito pai de família (junto dos seus filhos) sendo revistado como se estivesse levando granadas e fuzis ao estádio. Menos, pessoal…

– A confusão do adversário do Galo com o regulamento da Copa SP

Fui alertado pelo jornalista Thiago Batista de Olim de que o time do São José, que enfrentará o Paulista nesta 5a feira, estava acreditando que não teríamos empate nas partidas da Copa São Paulo. Dando uma olhada na página virtual do clube, não é que é verdade o erro?

Extraído do site oficial do São José: http://saojosefutebol.com.br/noticia/na-copa-sao-paulo-nao-tem-lugar-para-zero-a-zero

NA COPA SÃO PAULO, NÃO TEM LUGAR PARA 0X0

A verdadeira fábrica de goleiros pegadores de pênaltis, que já virou uma tradição do São José em todas as categorias, pode ser um diferencial na disputa da Copa São Paulo de Futebol Júnior. É que a organização da competição ressuscitou uma regra este ano que foi a grande novidade do futebol brasileiro quando nenhum dos jogadores _ e, entre os membros da comissão técnica, o mais velho, o auxiliar técnico José Rafael da Silva, tinha apenas um ano _ do Zeca eram nascidos. Lá no Brasileiro de 1988, cada jogo que terminasse em igualdade seguia para a decisão por pênaltis. Na Copinha que começa em janeiro, os jogos da primeira fase já não poderão terminar empatados. Vão para as penalidades e, quem levar a melhor, soma um ponto além do já conquistado no empate. O derrotado, fica com um ponto na tabela. Vitória segue valendo três pontos e a derrota, nenhum (…).

Talvez os gaúchos fizeram confusão com o artigo 11 do Regulamento, que diz:

“Com exceção da primeira fase, todas as partidas que terminarem empatadas serão decididas através de penalidades desde a marca do ponto penal, conforme procedimento estabelecido nas regras do jogo de futebol, tal como definidas pela International Football Association Board – IFAB.”

Ou seja, a 1a fase será a única em que não teremos a cobrança de pênaltis como meio de se decidir as partidas que terminarem em empate. Assim, nada muda em relação aos torneios anteriores.

Sobre a análise pré-jogo da arbitragem da partida, clique aqui: https://professorrafaelporcari.com/2018/01/02/analise-pre-jogo-da-arbitragem-de-paulista-x-sao-jose-rs-copa-sao-paulo-rodada-01/

Acompanhe a transmissão de Paulista x São José pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Thiago Batista de Olim; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Quinta, às 14h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 13h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!
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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem de Paulista x São José-RS (Copa São Paulo, Rodada 01).

Para o confronto entre o Galo da Japi e o simpático time gaúcho do Zequinha, apitará Daniel Carfora Sottile, 39 anos, professor, 11 anos de carreira, natural de São Bernardo do Campo, e que esteve no Jayme Cintra em 2017 arbitrando Paulista 1×0 Independente (veja os detalhes daquela atuação aqui: https://wp.me/p55Mu0-1q5)

Sotille é árbitro típico de série A3; tem bom condicionamento físico, tecnicamente “entende do riscado”, mas ficou devendo disciplinarmente da última vez em Jundiaí. Se melhorar a questão da autoridade (ou “falta de”), fará um grande jogo.

Os demais integrantes da equipe de árbitros são:
Arbitro Assistente 1: Ademilson Lopes da Silva Filho
Arbitro Assistente 2: Adilson Anderson Rosa de Carvalho
Quarto Arbitro: Leonardo de Jesus Sampaio

Em tempo: o mesmo quarteto de arbitragem trabalhará em Red Bull x Avaí, às 16h. Nestes jogos de rodada dupla, quem apita o primeiro jogo faz a função de quarto-árbitro para a partida seguinte. E quem foi quarto-árbitro nessa oportunidade, apita o segundo confronto. Os bandeiras só invertem o lado do campo. A propósito, Sotille já está escalado para domingo, em Taboão da Serra, para São Paulo Crystal-PB x Joinville-SC.

Desejo um ótimo jogo para as equipes e boa atuação para a arbitragem.

Acompanhe a transmissão de Paulista x São José pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Thiago Batista de Olim; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Na técnica externa Antonio Carlos Caparroz. Quinta, às 14h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 13h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

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– O Lance polêmico de Real Madrid 0x3 Barcelona: Messi sem a chuteira pode?

Por absoluta falta de conhecimento do ocorrido (estava em “mini-férias” e só vi hoje), soube que no clássico espanhol de sábado Lionel Messi perdeu a chuteira e continuou uma jogada, resultando em gol.

Talvez esse tenha sido o último lance polêmico de arbitragem desse ano. E a pergunta curiosa e inevitável é: sem chuteira, vale?

Bem atualizado (pois revi as regras alertado por um árbitro que me avisou de uma alteração do texto, veja aqui: https://wp.me/p55Mu0-1R2) não tenho dúvida em dizer: DEPENDE!

E por quê não fui categórico em afirmar SIM ou NÃO?

Porque antes a regra dizia que se um jogador perder o calçado (nem precisa ser chuteira, pode ser um tênis qualquer), e quiser continuar a jogada, pode. Mas a partir do momento que se desfazer da bola (chutar ao gol, tocar a um companheiro, coloca-la para fora ou outra situação que não esteja mais na sua posse), não poderá mais participar do jogo se receber de volta a bola. Ou seja: a partir do momento em que ela sair dos seus pés, não pode mais jogar sem chuteira.

RECENTEMENTE, o texto da regra mudou e diz que o jogador pode continuar a jogada ATÉ O MOMENTO que puder repor o calçado (já que ele não perdeu a chuteira propositalmente). Ou seja: se perder a chuteira, tocar a bola e receber de volta rapidamente, não há mais problema. O problema seria se existisse uma pausa na partida / tivesse tempo hábil e não repusesse o calçado.

Especificamente, para o lance de Messi, não houve nenhuma irregularidade quanto a chuteira. Parece-me (e quero rever a jogada) que existiu uma irregularidade na qual a bola teria saído pela linha lateral e o bandeira não estava atento. Mas aí já é outra discussão!

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– Solidariedade: Arbitragem, Jogadores, Artistas, Celebridades, Clube e… Cambistas?

Todos estão sendo solidários para o “JOGO CONTRA A FOME; fome, somente de bola”, a ser realizado neste sábado à tarde em Jundiaí. (16h). A arbitragem ficará por conta de Regildênia de Holanda Moura (FIFA-SP, que apesar de superar os tempos físicos nos testes internacionais da categoria Masculino, não tem sido aproveitada a contento nos jogos da CBF e FPF).  Se não for um cachê aceitável ou a troco das despesas, certamente uma “taxa cheia” não há de ser; tudo para contribuir com o amistoso beneficente.

O jogador Nenê e seus amigos atletas, juntamente com o ator global Caio Castro (que são os organizadores / promotores do evento solidário), contam ainda com a cessão do estádio Jayme Cintra por parte do Paulista de Jundiaí (que mesmo na pindaíba, generosamente o emprestou – estando ainda poupando o gramado para a Copa São Paulo) e a presença da maior celebridade do esporte nacional (e uma das maiores do internacional): Neymar Jr, que já confirmou o ar da sua graça. A imprensa está divulgando bastante e os torcedores esgotaram os 14.000 ingressos há 10 dias, trocando-os por 18 toneladas de alimentos!

Tudo seria perfeito se não existisse a nefasta presença de CAMBISTAS! Pois é, pelo Facebook há pessoas aproveitadoras oferencendo o ingresso por R$ 100,00! E como é fácil para a polícia descobri-los pelas redes sociais, logicamente estarão na porta do estádio vendendo.

E aqui vai um conselho para alguém que encontre tais picaretas que se aproveitam da solidariedade do próximo para faturar na moleza: se você ver um cambista nas imediações, cerque-o e chame a PM. Cambismo é crime! Jogo solidário, para ajudar os necessitados, trazendo personalidades do esporte e da TV, movimentando a todos os setores da sociedade jundiaiense, e aí o sujeito vai na bilheteria e troca um saco de arroz para faturar R$ 100,00 por ingresso? É muita cara-de-pau. Não digo que o pilantra deva apanhar e ter seus ingressos arrancados à marra, pois sou contra qualquer tipo de violência, mas que eles devem ser confiscados e o cambista levado a ter uma canseira na delegacia, aí sim!

Mas… e quem COMPRA esses ingressos? Dar R$ 100,00 (ou mais) para um cambista só a fim de ver da arquibancada jogadores que se vê pela TV (sendo que haverá transmissão da Sportv), não me parece ser inteligente, tampouco solidário.

Não compactue com cambistas, denuncie!

Ops: uma última observação – e os flanelinhas de sempre que lá estarão? Se em jogos da série A3 os “guardadores de carro” pediam até R$ 10,00 (com o estádio vazio), imagine amanhã!

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Foto: Esporte Jundiaí, referente ao evento passado (www.esportejundiai.com.br)

– E o juiz Margarida? Na verdade, não confunda o carioca com o catarinense!

Nessa época de jogos festivos de futebol, muita gente vê o árbitro Margarida apitando as peladas de final de ano e me perguntam: mas essa cara não tinha morrido?

Calma, esse é o “Margarida 2”, um catarinense chamado Clésio Moreira dos Santos (eu me lembro dele quando apitava a série C pela CBF, em Araras), e que faz jogos de maneira artística se passando por gay (ele é heterossexual, casado e com filhos; mas se fosse homossexual, o problema seria só dele).

O Margarida Original era o folclórico Jorge José Emiliano dos Santos, um ícone da arbitragem carioca nos anos 80 e gay assumido. Me recordo que após se aposentar, a Globo fez uma matéria com ele e o Renato Gaúcho (que era jovem, estava no auge e era paparicado pelas mulheres). Na oportunidade, Renato quis polemizar deixando no ar que “pegou” até o Margarida. Mas quando ele morreu de AIDS nos anos 90, a brincadeira foi desfeita…

Relembre essa matéria HIPER BACANA de um jogo do Jorge Emiliano na Gávea, Flamengo x Volta Redonda – com Zico, Nunes e o próprio Renato, onde Margarida foi entrevistado pelo jovem Marcos Uchôa. Narração de Januário de Oliveira (apenas 3 minutos, vale a pena)! Assista em: https://globoplay.globo.com/v/4027003/

Que o carioca descanse em paz. E que o catarinense continue seu trabalho, que é honesto e só diverte.

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– As penas para o atleta e para o time do Flamengo

Muito se tem falado sobre as punições que foram / poderão ser confirmadas para Paolo Guerrero e sua equipe, o Flamengo.

Após ter 1 ano de suspensão da FIFA, a pena de Guerrero por dopping caiu para 6 meses (e dizem que pode cair ainda mais). Aqui não questiono se é pouco ou muito tempo, mas se reduziu pela metade, há algo a se discutir: a primeira punição foi exagerada ou a segunda foi branda?

Já o time de Guerrero, o Flamengo, deve ficar feliz: vai perder o atleta apenas no campeonato regional e na 1a fase da Libertadores. Para “os prá valer”, terá o jogador liberado.

Aliás, e o que poderá acontecer ao Mengão devido as lamentáveis cenas da final da Copa Sulamericana?

Eliminar da Libertadores da América não vai (e nem teria razão de ser assim). Mas não pode fazer como a CBF aqui fazia (tirar o mando de jogo). Tem que jogar com o estádio vazio, punindo a turma que fez o chamado “cavalo doido” na entrada do Maracanã e a falta de organização do evento (e olha que deveriam ter expertise no assunto, pois tivemos Olimpíadas e final da Copa do Mundo no Rio de Janeiro).

Aguardemos. Da Conmebol, tudo se deve esperar!

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– De novo a ladainha do VAR?

O Coronel Marcos Marinho declarou em entrevista à ESPN que deseja implantar o vídeo-árbitro desde a 1a rodada do Campeonato Brasileiro de 2018.

Eu, particularmente, não levo a sério. Aliás, acho que muitos de nós cansamos desde blablablá.

Razões para duvidar estão todas aqui, neste link: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2017/09/18/de-novo-a-cbf-promete-usar-o-arbitro-de-video-em-breve-eu-duvido/

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– A Punição aos Simuladores de Pênaltis continua na Inglaterra!

Lembram-se que dias atrás falamos do rigor na Inglaterra contra as atitudes un-fair play dos jogadores, especialmente na simulação de pênaltis onde uma comissão com 3 pessoas avalia se o árbitro foi ludibriado ou não? Caso se comprove que sim, a punição é dura (vide os dois primeiros casos estudados por lá aqui nesse link: https://wp.me/p55Mu0-1K8)

Pois é: agora foi a vez do argentino Lanzini (ex-Fluminense) ser punido por dois jogos após ter cavado um pênalti que resultou em gol para a sua equipe.

Ah se a moda pega aqui no Brasil…

Abaixo, extraído do Uol.com (https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/12/19/ex-fluminense-e-suspenso-na-inglaterra-por-simular-penalti.htm)

EX-FLUMINENSE É SUSPENSO NA INGLATERRA POR SIMULAR PÊNALTI

A simulação de faltas na Inglaterra é imperdoável. Quem comprovou a intolerância inglesa desta vez foi o meia argentino Manuel Lanzini. A FA (Football Association) puniu o ex-jogador do Fluminense com dois jogos de suspensão por simular um pênalti na partida do último fim de semana contra o Stoke, pelo Campeonato Inglês. Lanzini caiu na área e a arbitragem assinalou a penalidade máxima. Noble converteu e abriu o placar para o West Ham, que venceu por 3 a 0. O clube londrino ainda apresentou argumentos e imagens para absolver o meia argentino, mas a federação inglesa rejeitou a defesa. O argentino, que passou pelo Fluminense entre 2011 e 2012, desfalca o West Ham na partida desta terça contra o Arsenal, pela Copa da Liga Inglesa, e no jogo de sábado contra o Newcastle, pelo Campeonato Inglês. O meia é um dos principais destaques do clube da capital na temporada inglesa. Lanzini participou de 13 partidas, sendo titular em 11. O West Ham ocupa a 15ª colocação na tabela, com 17 pontos em 18 rodadas.

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– Sem Chuteira Vale?

Vale gol com o jogador descalço, estando sem as chuteiras?

Depende. Thierry Fiedju, atacante da equipe do Horn, fez um gol ilegal na 2a divisão austríaca, mas validado pelo árbitro.

Se um jogador está com a posse de bola e perde a chuteira, pode continuar a jogada (desde que a bola não saia do seu domínio). Mas se ele tocar a bola para um companheiro e recebê-la novamente, não vale. É tiro livre indireto para o adversário.

OPS: Atualizando – agora pode sim!

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Veja o curioso lance, em: http://mais.uol.com.br/view/14739503

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– Você marcaria o pênalti de Cuellar? Expulso no pódio…

Eu não gosto das atuações de Wilmar Roldán, o árbitro que apitou na noite de ontem a final da Copa Sulamericana entre Flamengo 1×1 Independiente. Na maior parte dos jogos que o vi trabalhar, sempre acontece alguma polêmica.

O juizão que é assumidamente fã de Javier Castrilli, buscando seu histórico em jogos envolvendo brasileiros, deparei-me com uma lista de erros que eu mesmo publiquei em partidas envolvendo brasileiros. Aliás, um histórico bem curioso. Reveja os equívocos em: https://wp.me/p55Mu0-V7.

O certo é que o árbitro colombiano tão badalado da Conmebol se destacou por dois lances: o pênalti contra o Flamengo em lance de Cuellar e a inédita “expulsão no pódio”, após queixas do próprio atleta logo após receber a medalhar de vice-campeão. Nunca vi (embora seja possível) um jogador ser premiado com a medalha e com o cartão vermelho.

Especificamente sobre o pênalti: vi, revi e não me convenci de ação faltosa de Gustavo Cuellar em seu adversário argentino. Me parece que é o próprio atacante que se atrapalha e causa o “trança-pernas”. Por cima, com as mãos, não há nenhuma falta. Por baixo, não vejo toque suficiente que desequilibraria o jogador – ainda mais em lance no qual normalmente, por seu estilo de jogo, Roldán mandaria seguir.

Não sei se, por ambos serem colombianos, existisse um mal-estar antigo entre o flamenguista e o juiz compatriotas. Mas causa estranheza um lance tão duvidoso ser apitado de maneira tão fria (repare como Roldán marca o pênalti, isso me chamou muito a atenção).

Lamento por Reinaldo Rueda, pois o treinador, no ano passado, foi o idealizador da entrega do título de campeão da mesma Copa Sulamericana à Chapecoense, cuja sugestão foi aceita. Merecia melhor sorte. Mas não lamento nenhum pouco pelos baderneiros que provocaram arruaça ontem, pois futebol deve ser entretenimento ao torcedor de bem, não incômodo provocado por vândalos.

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– Grêmio finalista da Copa do Mundo de Clubes 2017

Grêmio x (99,999999999999% de chances de ser) Real Madrid farão a final do Mundial Interclubes da FIFA. Só não digo 100% pois o esporte em questão é o Futebol.

Um jogo encardido, contra um Pachuca bem montado que usava muito o artifício das faltas. Aliás, os mexicanos estão cada vez mais ricos e com elencos internacionais.

A decepção foi o árbitro alemão Felix Brynch, que contrariando a Escola Alemã de Arbitragem, parou o jogo ao menor contato físico. Só voltou a apitar “como deveria” no segundo tempo da prorrogação, sendo bem rigoroso nesse instante. Aliás, muita confusão com o nome dele pois o alemão que comandou a equipe do VAR foi seu xará, Felix Zwayer.

E parabéns ao Renato Gaúcho, pois seu time não bate, joga ofensivamente e está recheado de jogadores “excluídos” de outros times: Lucas Barrios, Jael, Fernandinho, Maicon, Cortês, Leo Moura… (e lembremo-nos do Cícero, que não pode ser inscrito).

Espero que a FIFA não invente um nome alternativo para apitar o jogo tão importante para brasileiros (exceto colorados) x espanhóis (exceto catalães). Lembram do ano passado a lambança de Janny Sikazwe, o árbitro de Zâmbia que apitou Real Madrid x Kashima, jogo decidido na prorrogação?

Relembre aqui: https://wp.me/p4RTuC-ho5

Amanhã tem Sandro Meira Ricci apitando Real Madrid x Al Jazira. Ansioso por ver ou ler alguém dizer: “confronto entre Cristiano Ronaldo x Romarinho”.

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FOTO: o árbitro de Zâmbia que pipocou e não expulsou Sérgio Ramos.

– As Apostas Frustradas da Máfia do Apito

Eu não conhecia o pessoal do site “Puentero Izquierdo“, mas fiquei muito bem impressionado sobre a ótima reportagem sobre a Máfia do Apito, com alguns detalhes revelados e não sabidos 12 anos depois do ocorrido episódio que manchou o futebol brasileiro.

Quer saber sobre o que faz hoje, por exemplo, Gibão (um dos cabeças e que contratou Paulo Danelon e depois Edilson Pereira de Carvalho)?

Está aqui, em: https://medium.com/puntero-izquierdo/as-apostas-frustradas-da-máfia-do-apito-7fcd10ad2b28

Aliás, sobre esse assunto, uma matéria especial da ESPN nos 10 anos do caso, além de testemunhal meu, em: https://wp.me/s55Mu0-espn

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– Reclamar com o 4o árbitro custará 9 mil euros para o italiano Antonio Conte. E se fosse aqui?

Nesta temporada, a Inglaterra tem feito uma dura repressão às atitudes unfair-play no futebol. Em especial, a simulação de faltas e penalidades tem se destacado.

Mas uma situação curiosa me chamou a atenção: Antonio Conte, técnico do Chelsea, teria que pagar 9 mil euros por seu comportamento indevido.

Sabe o que o treinador do Chelsea fez?

Estando vencendo o jogo contra o Swansea por 1×0, Conte se exaltou e esbravejou com os braços abertos ao quarto-árbitro pela cera do goleiro adversário. Ele reclamara que o árbitro teria que agilizar a partida pois estava esfriando o ímpeto do Chelsea, que buscava o segundo gol. O árbitro viu e expulsou o técnico, relatando que não houve ofensa verbal, mas conduta inadequada perante a autoridade da arbitragem.

Aqui no Brasil, por muito mais, os “professores” permanecem no campo. Mas o que você pensa sobre isso: exagero dos ingleses ou nós, brasileiros, somos complacentes demais?

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– Análise da Arbitragem de Paulista 1 (4) x (3) 1 Bragantino

Um jogo nervoso, de dois tempos muito distintos, decidido nos pênaltis, com muitas famílias nas arquibancadas e, infelizmente, com arbitragem ruim. Assim foi a finalíssima da Copa Ouro na qual o Paulista FC foi campeão na tarde desta quarta-feira (transmitimos com o Time Forte do Esporte da Difusora AM 810).

Torci para que o árbitro Max Venâncio Passos Gomes da Silva tivesse boa atuação. Um sujeito bacana, batalhador e que tem bom porte físico para ser juiz de futebol. Entretanto, alguns pecados cometidos precisam ser observados:

  • Posicionamento em campo: por duas vezes se posicionou mal e tiros de longa/ média distância bateram nele. Em determinado momento acabou sendo “zagueiro do Bragantino” (quando a bola que ía para o gol desviou nele e matou o ataque); em outro, armou sem querer um contra-ataque.
  • Tecnicamente: acertou em 3 decisões de “pênalti ou não”: uma falta a favor do Paulista que se pediu pênalti (não foi, o atleta cai dentro mas sofre fora da área), um tropeção do atacante Gil (PAU) onde o defensor do Bragantino não tocou nele (correto) e na marcação do pênalti no gol de empate do time de Bragança (embora tenha demorado a marcar, não foi convicto no primeiro momento). Nos lances de divididas, foi muito mal! Empurrões e faltas diversas não foram marcadas.
  • Disciplinarmente: ruim. Deixou de dar cartões amarelos a vários atletas (das duas equipes), mas especialmente ao time visitante que abusou de lances mais duros e faltosos. Lucão, por exemplo, cometeu 6 faltas e só tomou cartão amarelo aos 48 minutos do 2o tempo.
  • Fisicamente bem. Correu bastante e mostrou ótimo condicionamento físico.

Os bandeiras não foram tão exigidos na partida, passaram despercebidos. Já o 4o árbitro Alester Tambelli se mostrou atento, participativo e a todo tempo cuidou dos seus afazeres, auxiliando o árbitro e controlando os bancos.

Sobre o jogo em si: o Galo começou com um “abafa” muito grande, se impôs e parecia que a vitória seria expressiva com o gol logo aos 7 minutos. Nada disso… Apesar do grande volume de jogo e de estar sempre no ataque, não conseguiu traduzir esse bom futebol em gols. No segundo tempo, talvez pelo relaxamento natural da equipe, o Bragantino começou a gostar do jogo (que ainda era dominado pelo Paulista). Até o momento do lance do pênalti na etapa final, o goleiro jundiaiense Allan não tinha sujado o uniforme. Enfim, o Paulista (apesar do futebol ruim no segundo tempo), ainda merecia a vitória pelo conjunto da obra. Após a expulsão justa de Gustavo, o Galo pressionou bastante, o clima de rivalidade ficou ainda maior e o árbitro teve dificuldade em controlar os ânimos. Com o empate, a decisão foi para os penaltis: 4×3, com duas defesas de Allan.

Gostei do camisa 8 Quadrado (seria alusão ao jogador colombiano da Juventus?), que foi substituído por cansaço. Também Falcão e sua cabeleira chamaram a atenção, além do espírito de liderança do capitão Evandro, zagueiro do time.

Parabéns Paulista Futebol Clube, campeão da Taça Ouro!

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– Os drones substituirão os árbitros de futebol?

Visualize em sua mente: Domingo, 16h00, e acontece um clássico no Cícero Pompeu de Toledo! O São Paulo FC está jogando contra um dos seus arquirrivais e… já pensou se em determinado momento da partida um DRONE da CBF que sobrevoa o Morumbi flagra um pênalti a favor do Corinthians ou do Palmeiras?

Maluquice, certo? Daria uma confusão muito grande! Para alguns, talvez não.

Franz Beckenbauer, ícone do futebol alemão e mundial, há três anos declarou à Rede Sky90 que espera ver um dia drones fazendo parte da equipe de arbitragem virtual de uma partida. O assunto drone no futebol” voltou à tona, já que dias atrás o Grêmio espionou o rival Lanús com um equipamento desse. O Kaiser disse na oportunidade:

Estamos vivendo em um século em que tudo é tecnologia. Nós sabemos que a tecnologia de linha de gol é só um começo. Em algum momento, não precisaremos mais de um árbitro. Drones filmariam tudo o que acontecesse dentro de campo. Não estarei vivo quando isso acontecer, mas é o futuro.

Particularmente, eu gostaria de ver a tecnologia servindo ao árbitro, não o substituindo. Mas em um exercício de futurologia, como você vê a figura do juiz de futebol?

Não o vejo sozinho, mas acompanhado de outros árbitros dentro de campo, consultando monitores de TV para tirar suas dúvidas (que está se tornando uma realidade, com a necessidade de ajustes) e, se precisar, com auxílio de imagens até de drones. Que tal?

E você, o que pensa sobre isso? Deixe seu comentário:

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– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Bragantino, Final da Copa Ouro sub-19

Max Venâncio Passos Gomes da Silva, 38 anos, personal training, apitará a final entre o Galo da Serra do Japi x Massa Bruta pela VII Copa Ouro Sub 19.

O árbitro trabalha na FPF desde 2004; entretanto, apesar dos 13 anos de carreira, ficou vários períodos licenciado. Só esteve escalado uma vez em jogos do Galo na Categoria Profissional: foi em 2015, no Novelli Jr, como 4o árbitro no jogo entre Ituano 2×1 Paulista pela Copa Paulista.

Ultimamente, vem apitados as categorias Sub 17, Sub 15 e sub 13 da FPF, sendo sua última partida em Outubro: Rio Claro 1×0 Comercial – RP (Sub 13). Na APF (Associação Paulista de Futebol, que organiza o torneio), tem trabalhado a contento onde apitou Paulista 5×0 Atlético Aliança.

A única preocupação é: a rivalidade desses dois grandes times do Interior se fará presente na categoria Sub 19? Se sim, estará ciente disso o árbitro?

Os Assistentes serão Rafael Tadeu Alves de Souza e Pietro Dimitrof Stefanelli. O Quarto Árbitro será Alester Clauli da Costa Tambelli (todos trabalharam como árbitros na Copa Ouro). O representante será Reinaldo Pacheco.

Torço para uma boa arbitragem e um grande jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista x Bragantino pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Marcelo Tadeu; comentários de Thiago Batista de Olim; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Quarta-feira, às 15H00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h30 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

Não esqueça – vá ao Estádio Jayme Cintra e leve seu radinho, ligado na Difusora!

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