– Análise da Arbitragem de Paulista 1 (4) x (3) 1 Bragantino

Um jogo nervoso, de dois tempos muito distintos, decidido nos pênaltis, com muitas famílias nas arquibancadas e, infelizmente, com arbitragem ruim. Assim foi a finalíssima da Copa Ouro na qual o Paulista FC foi campeão na tarde desta quarta-feira (transmitimos com o Time Forte do Esporte da Difusora AM 810).

Torci para que o árbitro Max Venâncio Passos Gomes da Silva tivesse boa atuação. Um sujeito bacana, batalhador e que tem bom porte físico para ser juiz de futebol. Entretanto, alguns pecados cometidos precisam ser observados:

  • Posicionamento em campo: por duas vezes se posicionou mal e tiros de longa/ média distância bateram nele. Em determinado momento acabou sendo “zagueiro do Bragantino” (quando a bola que ía para o gol desviou nele e matou o ataque); em outro, armou sem querer um contra-ataque.
  • Tecnicamente: acertou em 3 decisões de “pênalti ou não”: uma falta a favor do Paulista que se pediu pênalti (não foi, o atleta cai dentro mas sofre fora da área), um tropeção do atacante Gil (PAU) onde o defensor do Bragantino não tocou nele (correto) e na marcação do pênalti no gol de empate do time de Bragança (embora tenha demorado a marcar, não foi convicto no primeiro momento). Nos lances de divididas, foi muito mal! Empurrões e faltas diversas não foram marcadas.
  • Disciplinarmente: ruim. Deixou de dar cartões amarelos a vários atletas (das duas equipes), mas especialmente ao time visitante que abusou de lances mais duros e faltosos. Lucão, por exemplo, cometeu 6 faltas e só tomou cartão amarelo aos 48 minutos do 2o tempo.
  • Fisicamente bem. Correu bastante e mostrou ótimo condicionamento físico.

Os bandeiras não foram tão exigidos na partida, passaram despercebidos. Já o 4o árbitro Alester Tambelli se mostrou atento, participativo e a todo tempo cuidou dos seus afazeres, auxiliando o árbitro e controlando os bancos.

Sobre o jogo em si: o Galo começou com um “abafa” muito grande, se impôs e parecia que a vitória seria expressiva com o gol logo aos 7 minutos. Nada disso… Apesar do grande volume de jogo e de estar sempre no ataque, não conseguiu traduzir esse bom futebol em gols. No segundo tempo, talvez pelo relaxamento natural da equipe, o Bragantino começou a gostar do jogo (que ainda era dominado pelo Paulista). Até o momento do lance do pênalti na etapa final, o goleiro jundiaiense Allan não tinha sujado o uniforme. Enfim, o Paulista (apesar do futebol ruim no segundo tempo), ainda merecia a vitória pelo conjunto da obra. Após a expulsão justa de Gustavo, o Galo pressionou bastante, o clima de rivalidade ficou ainda maior e o árbitro teve dificuldade em controlar os ânimos. Com o empate, a decisão foi para os penaltis: 4×3, com duas defesas de Allan.

Gostei do camisa 8 Quadrado (seria alusão ao jogador colombiano da Juventus?), que foi substituído por cansaço. Também Falcão e sua cabeleira chamaram a atenção, além do espírito de liderança do capitão Evandro, zagueiro do time.

Parabéns Paulista Futebol Clube, campeão da Taça Ouro!

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