– Os 3 lances do Campeonato Brasileiro que nem precisava de VAR…

Foram 3 lances no Brasileirão onde a pergunta será a mesma: o VAR “soprou algo” no ouvido do árbitro ou entendeu que não foi erro crasso, mas situação de interpretação, e não se manifestou?

1 – Yuri Alberto (SCCP): faz tempo que eu não via a chamada “tesoura” acontecer em jogo profissional. Qualquer carrinho ou “tesoura”, em meados dos anos 90, passou a ser considerado Cartão Vermelho. Isso inibiu tais situações no futebol, que praticamente deixaram de ocorrer. Me espanta ver o árbitro aplicar apenas o Cartão Amarelo para tal lance em Fernandéz (SFC) (e olha que Flávio Rodrigues de Souza é da FIFA, que cobra demais o rigor nessas situações).

2- Lucas Barbosa (SFC): para mim, o atleta santista tenta disputar a bola e não comete falta em Cássio (SCCP), sendo que o contato físico que ocorre (não violento) é casualidade, trombada de jogo (se é que ocorreu). Errou o árbitro no Cartão Amarelo (que era o 2º, e valeu a expulsão do jogador).

3- Thalisson (JUV) em Calleri (SPFC): o jogador do Juventude comete um “quase pênalti” num primeiro momento, dentro da área, onde o atacante do São Paulo é quase tocado mas consegue se manter em pé. Na sequência, o defensor “consegue” cometer a penalidade, pisando no pé do adversário. Pênalti não marcado.

Independente do VAR chamar ou não o árbitro, algo primário no futebol: são lances em que o árbitro deve tomar a decisão de campo sem sequer precisar de ajuda! A tesoura, o lance com o goleiro e o pisão em Caxias, são todas situações que o árbitro deveria estar mais atento e cumprir a regra. ESPECIALMENTE na jogada de Yuri, não tem que discutir a cor do cartão.

Imagem extraída da Web, autoria desconhecida.

 

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