– Fabián Bustos, Mano Menezes, Barbieri ou Abel Ferreira: quem é o treinador mais chato?

Na minha época de árbitro, o treinador mais chato à beira do gramado era Felipão. Quase que indomável! Respeitosamente pela pessoa e pelos títulos, mas ele dava muito trabalho no banco de reservas, no melhor estilo “sincerão”, falando o que pensava sem se preocupar com educação ou ética. Se ele percebia que o árbitro era fraco, “montava em cima dele”, e aí o quarto-árbitro sofria…

Luxemburgo e Leão, outros que pressionavam demais, tinham uma característica semelhante: se eles percebessem que o quarto-árbitro não ía fazer o árbitro se preocupar com as reclamações, contornando a situação, eles se “aquietavam. Assim, um bom e inteligente quarto-árbitro sabia segurar esses experientes e vencedores técnicos.

Digo isso pois, atualmente, quatro treinadores estão se destacando como “reclamões”: Abel Ferreira , Fabián Bustos, Maurício Barbieri e Mano Menezes.

Mano menospreza a arbitragem. Ele reclama com autoridade, desprezando qualquer tipo de respeito ao árbitro e ao quarto-árbitro. Ele é muito chato e se acha acima do bem e do mal.

Abel reclama em “equipe”, pois sua comissão parece combinar em uníssonas queixas. Tudo tem que ser do seu jeito, ninguém sabe nada. Em que pese sua ótima campanha em 2022, desrespeita o trabalho dos juízes, parecendo que só ele entende de Regra. Agora que ele percebeu que “está visado”, tenta não se expor tanto (embora seus auxiliares, sim).

Maurício Barbieri é o “chatinho”, aquele cara que “está na dele”, dá 5 minutos… sobe o sangue e toma um Cartão Amarelo bobo. São situações contornáveis e evitáveis, mas que acabam sendo mal dosadas. Vide quantas advertências já recebeu.

Fabián Bustos “é o cara”, hoje, mais chato para os árbitros. Ele é folgado! Dos jogos que assisti do Santos FC, olhando sempre com a visão de árbitro e não de expectador, se for a ferro e fogo, ele não termina em campo nem no primeiro tempo. Se você comparar o comportamento dele com o de treinadores estrangeiros em seus países, é uma vergonha. Pula, gesticula, grita, teatraliza e faz caras e bocas grudado 90 minutos em cima do quarto-árbitro. Acrescente-se a entrevista coletiva dele, depois da goleada sofrida contra o Corinthians, que “estava com vergonha”, que “atletas também eram culpados e que precisavam mudar de comportamento”. Mas… estando 3×0, voltou com o mesmo time para a segunda etapa, sem uma alteração sequer. A falta de um mea culpa é sinal de arrogância ou foi puro esquecimento?

Enfim: não estou tergiversando sobre os erros de arbitragem (pois muitas queixas desses treinadores são corretas). Porém, o modo e a quantidade acabam de reclamações fazem com que sejam mais “chorões” do que vítimas.

Já imaginaram se eles estivessem trabalhando na Europa? Nunca fariam essas barbaridades à beira do gramado…

Imagem extraída de: https://esportes.yahoo.com/noticias/santos-aposta-alto-com-fabian-bustos-001934291.html (Fabián Bustos, em ação pelo Barcelona-EQU, no jogo contra o Flamengo, pela Libertadores da América. Foto: Thiago Ribeiro/AGIF (Thiago Ribeiro/AGIF)).

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