– Ufa!

Dia 107 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Hoje foi difícil. Até amanhã.

– A Ansiedade no Mundo Corporativo.

Recebi do querido professor e amigo José Renato Santiago Sátiro esse excepcional artigo sobre Ansiedade dentro das Empresas.

Por ser um assunto tão pertinente, compartilho.

Extraído de www.jrsantiago.com.br

SOBRE A ANSIEDADE NO MUNDO CORPORATIVO

Ao conjunto de ações, reações e sentimentos que invadem uma pessoa nos momentos que antecedem certa situação sobre a qual não há ciência prévia dos devidos desdobramentos, chama-se ansiedade. Apenas um conceito pontual, que li em algum lugar. Ainda que genérico permite identificar algumas interessantes questões sobre a mesma. Segundo muitos, a ansiedade já suplantou a depressão na conquista do título de “o mal do século”. Sua onipresença faz dela uma companheira constante em nosso ambiente familiar, entre amigos e até mesmo junto aos colegas de trabalho.

No meio de tantas atribuições que tinha em certa empresa onde atuei durante alguns anos, costumava compartilhar alguns momentos com um querido senhor chamado Galeta. Magro, esguio e com humor muito próprio, maneira que costumo usar para descrever alguém mal humorado, às vezes ele me chamava para ir a sua sala. Os quase trinta anos de empresa fizeram dele uma referência junto aos seus colegas e suas conversas, recheadas de histórias incríveis, eram oportunidades únicas de aprendizado. Confesso que me sentia orgulhoso por seus convites, mas havia uma restrição. Por falar demais (ainda que eu seja também um tagarela), não tinha como entrar em sua sala e ficar por poucos minutos. Ciente disso, ele costumava fechar a porta com chave, quase que trancando seus ‘convidados’. Após dezenas de minutos, meu corpo deixava clara a minha necessidade de ir embora. Galeta não se fazia de rogado e já se antecipava a qualquer pedido de ‘preciso dar uma saidinha’ dizendo: “Olha meu rapaz, tu és novo ainda e tem muito tempo pela frente para fazer tanta coisa aqui que não consigo entender porque você é tão ansioso”. Confesso que, das primeiras vezes, ouvia isso muito de boa sem fazer qualquer análise sobre suas palavras. No entanto, devo confessar que ao longo dos tempos, diante a repetição dessa dinâmica passei a não entender porque ele me chamava de ansioso, uma vez que tudo o que eu queria, após certo tempo de conversa, era ‘apenas’ sair dali para cumprir minhas obrigações. Demorou para que eu, enfim, o retrucasse e, com todo cuidado, devolvesse: “Mas Galeta, por que você me chama de ansioso? Na verdade, ainda que nossos papos sejam ótimos, quando pareço meio impaciente a sua frente é porque às vezes tenho muitas coisas a fazer e você bem sabe como é meu chefe”. Confesso que tão logo falei isso me veio um estranho suor frio que me desceu pelo corpo, por conta de ter dito, ainda que de forma educada, tudo aquilo para aquele senhor tão importante na organização. Pensei comigo: “eita, que agora vou levar um esporro”. Com um sorriso meio sarcástico, ele se dirigiu a mim de forma seca e falou: “… tá vendo como tu és ansioso, tenho certeza que já estás com um monte de coisa passando pela sua cabeça, apenas porque me falou algumas verdades sobre nossas conversas.” A risada foi imediata. Em seguida, ele complementou: “Enxergamos nos outros as nossas características mais marcantes, talvez, justamente, por elas nos incomodarem tanto. Sendo assim, como sou ansioso, consigo identificar um quando vejo”. Ele estava certo.

Não foram poucos os momentos em que aquele certo “bololo” me preencheu e o temor pelo que viria a seguir me voltasse a deixar em estado de ansiedade. Durante algum tempo, ela progrediu em mim. Passei do estado “estar ansioso” para o de “ser ansioso”, quase como se fosse uma característica a mim impregnada. Em pequenos ou grandes momentos de minha vida, a ansiedade continuou a se propagar.

Certa vez na antesala do diretor de uma grande organização, a longa espera em ser chamado para receber uma resposta importante acabou por ativar, de forma explícita, minha ansiedade. Sua secretária, uma charmosa e colorida senhora, chamada Cecília, se levantou de sua mesa, se dirigiu em minha direção com um copo de água e me disse: “Meu querido, tome esta água para você voltar a ser você. Nem sei sobre qual é o assunto de sua reunião, mas seja o seu melhor, por isso, não deixe transparecer a quem quer que seja algo que poderá ir contra você e seus objetivos. Sua ansiedade está desenhada em seu rosto de uma forma não muito boa.” Perplexo, tomei a água, agradeci e antes que respondesse que era apenas impressão dela, pois estava calmíssimo (uma mentira discarada), ela prosseguiu: “Pode entrar, agora é com você.” O bom andamento da reunião fez com que a mesma se prolongasse bem mais que o tempo esperado e quando saí a senhora não mais estava lá. Me restou deixar uma mensagem: “Muito obrigado, a senhora foi um anjo para mim” ao final meu nome e número de celular. Cá entre nós, pensei que ela fosse me ligar. Isto não aconteceu. Se ela não ligou, também não liguei, uma regrinha ‘motorrenda’ que todo ansioso usa para achar que assim não o é. Passaram algumas semanas até que eu voltasse a encontrá-la em um dos corredores da empresa. Surpreendentemente, ela se lembrou de mim afirmando “Olha só quem está aqui se não é o menino ansioso”. Rimos sem trocar muitas outras palavras. Ela estava certa.

Estes momentos de ansiedade continuaram constantes em minha vida e a transformou em uma companheira fiel com a qual sempre passei a contar, sobretudo nas situações mais agudas de minha vida. Ao longo de minha carreira profissional em situações tais como em pedidos de aumento, mudanças de emprego, defesas de projetos importantes, apresentações para certos públicos, envio de propostas comerciais e tantos outros. Por conta disso, quanto a sua presença, confesso, pouca coisa mudou. Não há muito a ser feito e tenho que admitir que ela me presenteia com expectativas que muitas e muitas vezes fazem valer a pena por todo esforço investido. A ansiedade é meu combustível, gosto dela. Talvez um pouco daquela velha teoria de avó: “o melhor da festa são os seus preparativos”. Já quanto a forma como a ansiedade costuma me afetar, progressos consistentes foram conquistados e confesso que um pouco por conta de alguns truques físicos que propiciam bons resultados. Respirar de forma mais profunda, por exemplo, costuma ajudar. Mascar algum chiclete, quando possível, também. Ter firmeza no controle do movimento de suas mãos e pernas é outra maneira. Pedir luz aqueles que seguimos, nem se fala. Mas convenhamos, todas elas são de natureza plenamente reativa. Do ponto de vista preventivo gosto de lembrar o que uma antiga costureira de minha mãe costumava falar: “se algo que precisa ser feito depende de você, não se preocupe, vá e faça acontecer. Caso não dependa de você, não há porque se preocupar, já que não tem coisa alguma que possa fazer”. Ela ainda finalizava: “Ter ansiedade é sofrer por antecipação”.

Ainda assim, o que me faz ter a convicção de sua fortaleza em mim é o fato de enxerga-la tão intensamente nos outros, seguindo os preceito de meus velhos amigos Galeta e Cecília.

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Imagem extraída de: https://www.centrodedesintoxicacion10.com/trabajo/

– Gostei do discurso desse cara! Pena que praticou o que prometeu combater…

Repost de 1 ano:

Falou muito bem esse político do vídeo abaixo. Tomara que “suas palavras se cumpram” seja contra quem forem (incluindo-o, logicamente…)!

Claro que sabemos que essa fala de Lula, ainda nas suas primeiras tentativas de disputar a Presidência da República, é um achado, direto do Show de Calouros do Sílvio Santos. Pena que tudo o que ele pregou, nada fez. Ao contrário, foi um lobo em pele de cordeiro! Vira-e-mexe, vemos situações mal resolvidas na política que nos recordam de bla-bla-blás como esse: são os governadores e os respiradores, Bolsonaro e seus filhos (especialmente Flávio, os 89.000,00 não explicados, e tantas outras pendengas), além de oportunistas que surgem vez ou outra.

E fico imaginando: não é por ser PT, PSDB, Lula, Bolsonaro, Dória, ou quem for, que é santo ou não. Não é ideologia, é CARÁTER!

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=hoOHvrx7rXc&feature=youtu.be

– Na NASA!

A inteligência humana, seja pelo esforço do cidadão, por dom divino ou por qualquer outro motivo, me impressiona demais. E digo isso pois, neste final de semana, minha esposa fez uma visita à NASA. E nas fotos que ela enviou mostrando os foguetes, fico imaginando: como, com a tecnologia de décadas atrás, alguém conseguiu ir à Lua e voltar vivo ao planeta Terra!

Olhe um exemplar:

Agora, outro mais moderno, ao lado da minha mulher:

Por fim, um ônibus espacial: eu sempre fui apaixonado por essas naves… olhe só:

– A Influência dos Pais na Educação dos Filhos.

Amor do Pai exerce influência sobre a personalidade da Criança, comprova estudo. Assim, a rejeição é também forte fator de influência, sendo que ela desencadeia a mesma sensação de hostilidade e agressividade nos pequenos.

Quer melhor motivo para nunca deixar de amar?

Extraído de: http://m.redetv.uol.com.br/jornalismo/ciencia/amor-do-pai-exerce-forte-influencia-na-personalidade-da-crianca

AMOR DO PAI EXERCE FORTE INFLUÊNCIA NA PERSONALIDADE DA CRIANÇA

Um estudo conduzido pela Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostra que as demonstrações de afeto e de rejeição do pai têm uma forte influência na personalidade da criança.

A pesquisa estudou 36 trabalhos envolvendo mais de 10 mil pessoas, entre crianças e adultos, e a rejeição paterna tem essa influência tão grande pois é mais comum do que a materna. A figura do homem é associada a prestígio e poder, e quando a criança é rejeitada por ele a sensação é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que eles consideram ser mais importante.

O estudo também mostrou que as partes do cérebro que são ativadas quando a criança se sente rejeitada é a mesma que se tornam ativas quando ela se machuca, mas com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos e leva à insegurança, hostilidade e uma tendência à agressividade.

Já o pai que é presente e carinhoso tem o efeito contrário na formação da personalidade de seu filho: a criança cresçe feliz, segura e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.

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Imagem: Autoria Pessoal

– Como algumas escolas estão conseguindo vencer o bullying entre os alunos?

Sabemos que o bullying é uma triste realidade nas instituições de ensino do Brasil (e logicamente, em todos os setores da sociedade). E o que fazer para eliminá-lo definitivamente, a fim de que não cause efeitos tão nocivos como estão causando?

Extraído de: https://istoe.com.br/as-escolas-que-venceram-o-bullying/

AS ESCOLAS QUE VENCERAM O BULLYING

Na contramão da maior parte das instituições de ensino do País, que ainda não possuem práticas para coibir a discriminação, alguns colégios já adotam modelos bem-sucedidos para assegurar a boa convivência entre os alunos

Por Fabíola Perez

A imagem de um jovem cabisbaixo, isolado em um dos cantos do pátio, ou de uma criança acuada após ter sido vítima de provocações começa a se tornar rara em algumas escolas do País. Apesar de  numericamente ainda serem poucas, instituições de ensino têm desenvolvido metodologias específicas para combater a intimidação e se transformado em exemplos na batalha contra a discriminação e a propagação do ódio no ambiente escolar. O caminho não é simples, mas os resultados das iniciativas mostram que é possível coibir a prática.

“Os programas anti-bullying vão desde grupos
de jovens que aprendem a auxiliar as vítimas até
palestras para capacitar pais e professores”

Um desses colégios é o Bandeirantes, um dos mais tradicionais de São Paulo. Lá, as estudantes Mariana Avelar, 14 anos, e Isabela Cristante, de 12, fazem parte dos grupos de ajuda do Programa de Combate ao Bullying. Elas foram escolhidas pelos demais alunos para participar de dois dias de capacitação com uma equipe de professores universitários e psicólogos.

Por meio de situações hipotéticas, o treinamento deixou claro o que é bullying e como elas deveriam agir em diferentes casos. “As pessoas mais isoladas são aquelas com gostos diferentes da maioria. Tentamos nos aproximar até que o colega se sinta confiante para conversar”, diz Mariana, estudante do 9º ano. “Aprendemos que, às vezes, o problema é maior do que parece, e precisamos levá-lo aos orientadores”, conta Isabela, da 6ª série. Os estudantes também conversam com quem presencia ou pratica o bullying. “O agressor se conscientiza mais rapidamente” , afirma Isabela.

Com pulseiras para identificação, os participantes percorrem a escola auxiliando nos casos em que percebem o isolamento. A estratégia está funcionando. “Observamos a redução de casos”, afirma Marina Schwarz, orientadora da escola. “Hoje temos mais acesso aos episódios de provocação, que normalmente ocorrem por trás das autoridades.”

Outro colégio que adotou medidas para coibir o bullying é o Soka, também de São Paulo. Há dois anos, a escola organiza palestras com advogados e psicólogos. “Conversamos com os pais sobre a responsabilidade deles em verificar os celulares dos filhos. É preciso identificar se há indícios de bullying nas conversas em grupos de redes sociais”, afirma o diretor James Jun Yamauti.

A instituição também capacitou orientadores para dar assistência a alunos que chegam de outras escolas. “Trabalhamos com jovens que tiveram dificuldade de adaptação para que tenham um entrosamento melhor”, afirma Edna Zeferino Menezes, assistente de orientação educacional. Na sexta-feira 27, a escola deu início à semana do “Preconceito Não”, com palestras sobre direitos da população negra, questões de gênero e indígenas e a trajetória da população LGBT. “A ideia é que os alunos reflitam sobre questões que interferem diretamente no bullying e identifiquem se já vivenciaram situações semelhantes”, explica Yamauti. “Os constrangimentos diminuíram bastante. Se uma brincadeira passa dos limites, deixa de ser brincadeira”, afirma Igor Seiji Ando Bomfim, 15 anos, que relata ter ajudado colegas que sofreram discriminação.

DESCONTROLE

Em um momento no qual o tema vem à tona mais uma vez após o bullying ter sido apontado pela polícia como um dos fatores que levaram um adolescente de 14 anos a atirar contra colegas em uma escola de Goiânia na sexta-feira 20, é fundamental que iniciativas como essas deixem de ser fatos isolados.

Os colégios devem começar a colocar em prática ações determinadas pela lei contra os atos de perseguição, em vigor desde abril do ano passado. Uma delas é a produção de relatórios bimestrais com eventuais casos. “O bullying não é controlado pelas autoridades pela falta de dados, o que dificulta o diagnóstico da extensão do problema”, afirma advogada Ana Paula Siqueira Lazzareschi, especialista em direito digital. Outro aspecto importante é que, além do suporte à vítima, as instituições devem oferecer assistência ao agressor.

A ocorrência ainda diária das intimidações mostra, no entanto, um descompasso muito grande entre o que faz a maioria das escolas e o que manda a legislação. Casos extremos, como o de Goiânia, evidenciam, porém, a urgência na adoção de medidas efetivas. “O bullying não pode ter sua gravidade subestimada e ser tratado como uma brincadeira de criança”, diz a advogada Ana Paula. “A cultura da vingança ainda é muito presente  na sociedade e é esse desejo que está por trás do comportamento do agressor”, diz.

Terminando em tragédias ou não, casos de bullying têm efeitos indeléveis para a vítima, o agressor e toda a escola. “Ocasionam rachas nas salas de aula, colocam metade dos alunos contra o agressor e a outra parte a favor da vítima”, diz Ana Paula. Por isso, os programas de combate a práticas tão cruéis são fundamentais para reverter o aumento da intolerância em ambientes de aprendizado. Não de destruição.

DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR

Satisfação em ver os colegas enturmados é o que move as alunas Mariana Avelar e Isabela Cristante, do 9º e do 6º ano, respectivamente, do Bandeirantes, em São Paulo. Há um ano, elas foram escolhidas para fazer um treinamento de capacitação e saber como atuar em casos de bullying. Desde então, as estudantes percorrem os espaços da escola e sempre que percebem situações de isolamento ou provocação se aproximam da vítima ou dos que testemunharam a ação. “Saber que consegui ajudar é muito bom”, diz Isabela.

Imagem extraída de: https://educacao.estadao.com.br/blogs/escola-vilaplay/bullying-existe-na-educacao-infantil/

– Fumar faz mal a saúde? Errado: faz MUITO mal!

Vejam só: pesquisas apontam que fumar não faz mal à saúde. Faz muitíssimo mal!

Abaixo, extraído de: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/the-new-york-times/2015/02/12/fumar-causa-mais-doencas-e-mortes-do-que-se-imaginava-indica-estudo.htm

FUMAR CAUSA MAIS DOENÇAS E MORTES DO QUE SE IMAGINAVA, INDICA ESTUDO

Por Karsten Moran/The New York Times

Um novo estudo acrescenta pelo menos cinco doenças e 60 mil mortes por ano ao mal causado pelo tabaco nos Estados Unidos. Antes do estudo, o fumo já era culpado por quase meio milhão de mortes por ano no país devido a 21 doenças, incluindo 12 tipos de câncer.

Os novos resultados são baseados em dados de saúde de quase 1 milhão de pessoas que foram acompanhadas por 10 anos. Além dos riscos conhecidos de câncer de pulmão, doenças arteriais, ataques cardíacos, doenças pulmonares crônicas e acidentes vasculares, os pesquisadores descobriram que o fumo também está associado a risco significativamente maior de infecção, doenças renais, doenças intestinais causadas por fluxo sanguíneo inadequado e doenças cardíacas e pulmonares antes não atribuídas ao tabaco.

Apesar das pessoas já serem bombardeadas com mensagens sobre os riscos de fumar, os pesquisadores dizem que é importante informar ao público que há ainda mais notícias ruins.

“A epidemia de fumo prossegue e há a necessidade de avaliar o quanto o fumo nos prejudica como uma sociedade, de apoiar os clínicos e as políticas de saúde pública”, disse Brian D. Carter, um epidemiologista da Sociedade Americana do Câncer e o primeiro autor de um artigo sobre o estudo, publicado no “The New England Journal of Medicine”. “Não é uma história encerrada.”

Em um editorial que acompanha o artigo, o dr. Graham A. Colditz, da Escola de Medicina da Universidade de Washington, em Saint Louis, disse que os novos resultados mostraram que as autoridades nos Estados Unidos subestimaram substancialmente o efeito do fumo sobre a saúde pública. Ele disse que os fumantes, particularmente aqueles que dependem do Medicaid (o seguro-saúde público para pessoas de baixa renda), não receberam ajuda suficiente para abandonar o fumo.

Cerca de 42 milhões de americanos fumam –15% das mulheres e 21% dos homens– segundo os Centros para Controle e Prevenção de Doenças. Pesquisa mostra que a taxa de mortalidade deles é duas ou três vezes mais alta do que o de pessoas que nunca fumaram e que, em média, eles morrem mais de uma década antes dos não fumantes. Os fumantes apresentam uma probabilidade mais de 20 vezes maior de morrerem de câncer de pulmão. Pessoas pobres e aqueles com menor escolaridade formal apresentam maior probabilidade de fumar.

Carter disse que foi inspirado a explorar mais a fundo as causas de morte de fumantes após dar uma olhada inicial em dados de cinco grandes pesquisas de saúde sendo realizadas por outros pesquisadores. Os participantes eram 421.378 homens e 532.651 mulheres com 55 anos ou mais, incluindo quase 89 mil fumantes. Como esperado, as taxas de mortalidade eram maiores entre os fumantes. Mas doenças conhecidas como causadas pelo tabaco foram responsáveis por apenas 83% das mortes a mais entre as pessoas que fumavam.

“Eu pensei, ‘Uau, isso é realmente baixo'”, disse Carter. “Nós temos esse grupo imenso. Vamos mais a fundo, lançar uma rede mais ampla e ver o que está matando os fumantes que nós ainda não sabemos.”

A pesquisa foi paga pela Sociedade Americana do Câncer e Carter trabalhou com cientistas de quatro universidades e do Instituto Nacional do Câncer.

O estudo foi observacional, o que significa que olhou para os hábitos das pessoas, como fumar, e notou as correlações estatísticas entre o comportamento delas e sua saúde. A correlação não prova causa e efeito, de modo que esse tipo de pesquisa não é considerada tão forte quanto experimentos nos quais participantes são designados aleatoriamente a tratamentos ou placebo e depois comparados. Mas as pessoas não podem ser eticamente instruídas a fumar para um estudo, de modo que muitos dados sobre os efeitos do fumo sobre as pessoas vêm de estudos observacionais.

Analisando as mortes entre os participantes de 2000 a 2011, os pesquisadores descobriram que, em comparação a pessoas que nunca fumaram, os fumantes apresentavam o dobro da probabilidade de morrer por infecções, problemas renais e males respiratórios antes não associados ao tabaco, e cardiopatia hipertensiva, na qual a pressão alta leva a insuficiência cardíaca. Os fumantes também apresentavam uma probabilidade seis vezes maior de morrer de uma doença rara causada por fluxo insuficiente de sangue nos intestinos.

Carter disse ter confiança nos resultados porque biologicamente faz sentido que essas condições estejam relacionadas ao tabaco. O fumo pode enfraquecer o sistema imunológico, aumentando o risco de infecção, ele disse. Também se sabe que ele causa diabete, pressão alta e doenças arteriais, que podem levar a problemas renais. A doença arterial também pode reduzir o fluxo de sangue aos intestinos. Danos no pulmão causados pelo fumo, combinados com o aumento da vulnerabilidade a infecções, podem levar a múltiplos males respiratórios.

As doenças antes estabelecidas como sendo causadas pelo fumo eram os cânceres de esôfago, estômago, cólon, fígado, pâncreas, laringe, pulmão, bexiga, rim, colo do útero, lábio e cavidade oral; leucemia mieloide aguda; diabete; doenças cardiovasculares; acidentes vasculares; aterosclerose; aneurisma da aorta; outras doenças arteriais; doenças respiratórias crônicas; pneumonia e gripe; e tuberculose.
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– Empreenda! Mas ensine a empreender também.

Orgulhoso dessa atividade: a de professor!

Lecionaremos nesta semana na Região Bragantina sobre: Gestão Empreendedora para MEI e ME, numa linguagem didática e funcional, com a parceria Sebrae / IBS – América / Governo do Estado de SP.

Que material bacana fornecido para os alunos… dá gosto ensinar assim.

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#Empreendedorismo
#Educação
#Adm

– Nunca perder a Honestidade! Você tem queda “para ser desonesto”?

A Revista Época, dias atrás, trouxe uma interessantíssima matéria, intitulada “Somos todos um pouco trapaceiros”, por Daniel Venticinque. Nela, se discute o livro “A mais pura verdade sobre a desonestidade”, do psicólogo israelense Dan Ariely.

O livro fala sobre o fato de todas as pessoas terem uma queda, em certo momento da vida, para a desonestidade. E a culpa vem das situações cotidianas, que trazem naturalmente à tona esse defeito humano. Seriam 5 fatores para a desonestidade e outros 5 para a honestidade. Abaixo:

5 FATORES QUE NOS FAZEM TRAPACEAR DEMAIS

1- CAIR NA PIRATARIA: as pessoas que usam produtos falsificados tendem a ser mais desonetas em outros aspectos da vida. O sucesso desse pequeno deslize nos torna propenso a arriscar deslizes maiores.

2- SER MALTRATADO: para quem sente que não foi respeitado, a desonestidade pode ser uma revanche. Quem não é bem tratado por um vendedor raramente devolve o dinheiro se ele errar o troco para mais.

3- DAR ASAS À CRIATIVIDADE: além de ter uma tendência a questionar regras, as pessoas cujas profissões exigem criatividade são melhores para inventar desculpas e para bolar maneiras de desobedecer às leis.

4- FAZER O BEM PARA OUTROS: quando o desonesto beneficia outros além do trapaceiro, trapacear fica ainda mais fácil. O mal-estar da trapaça é compensado pela sensação de fazer o bem.

5- LIDAR COM VALORES VIRTUAIS: ver alguém cometer um ato desonesto aumenta muito as chances de fazermos o mesmo naquela situação. É a regra do “todo mundo faz”, que já entrou para o folclore da política brasileira.

5 ATITUDES QUE NOS TORMAM MAIS HONESTOS

1- DAR SUA PALAVRA: É antiquado, mas funciona. Assinar um temo de responsabilidade ou se comprometer a seguir um código de ética é um bom lembrete mental para evitar a tentação da trapaça.

2- TER FÉ: discursos e símbolos religiosos nos tornam menos propensos à trapaça, por estar associados à boa conduta. Não é por acaso que a música gospel é pouco atingida pela pirataria.

3- CRIAR UMA CULTURA DE HONESTIDADE: quando a desonestidade é malvista e há poucos maus exemplos maus exemplos a seguir, trapacear fica mais difícil. Isso explica por que a trapaça é mais difundida em alguns países.

4- MANTER A TRANQUILIDADE: como a trapaça é uma tendência natural, ser honesto exige esforço. Evitar o cansaço mental ajuda a manter a compostura diante de uma oportunidade de trapacear.

5- CONTRATAR FISCAIS DESINTERESSADOS: Trapaceamos menos quando somos fiscalizados. Mas os fiscais precisam ser isentos. Quanto maior o contato deles com quem fiscalizam, maiores as chances de que todos caiam na trapaça.

E aí: concorda com eles ou não? Deixe seu comentário:

Caixa de Histórias 33 - A mais pura verdade sobre a desonestidade • B9

Imagem extraída de: https://www.b9.com.br/shows/caixadehistorias/caixa-de-historias-33-mais-pura-verdade-sobre-desonestidade/

– Trocou o VAR de São Paulo x Palmeiras.

Arre! Correta decisão, depois de tudo o que aconteceu ontem (erros do Brasileirão, onde o VAR do Beira-Rio estaria no Morumbi hoje).

Do site da CBF:

A Comissão de Arbitragem comunicou, nesta segunda-feira (20), a alteração da designação de VAR e AVAR da partida entre São Paulo e Palmeiras, pela 13ª rodada do Brasileirão Assaí 2022. A alteração se dá em razão dos árbitros designados anteriormente, Rafael Traci e Helton Nunes, estarem sob avaliação do seu desempenho técnico. Como existe tempo hábil para nova designação, o VAR substituto será Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral e o AVAR será Vitor Carmona Metestaine.

– Pobreza Desestrutura a Família ou vice-versa?

Daniel Moynihan, famoso sociólogo, certo dia declarou que:

A pobreza desestrutura a família

Ele se referia a prolongada dificuldade financeira como causadora de conflitos internos. Mas, cá entre nós, será que não é a desestruturação da família que verdadeiramente gera a pobreza? Aqui, amplia-se o conceito de pobreza financeira com a moral, espiritual, entre outras.

O que você pensa sobre isso?

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– É isso aí, Roberval! E se passar para a segunda fase… (torçamos).

Eu gosto muito da humildade do treinador Roberval Davino. E fora de campo, também é uma boa pessoa.

Nesses tempos em que não se consegue (por diversos motivos) entrevistas exclusivas ou palavras dos atores do futebol, uma postagem sincera do treinador do Paulista FC, em seu LinkedIn (abaixo):

Não discordo dele. Natan, principalmente, tem futuro. O problema é: uma equipe precisa de 11 bons titulares, não de um ou outro.

A prioridade é: classificar. Na sequência: contratar, pois será outro campeonato. 

Claro: “como” arranjar dinheiro para os reforços será o “pepino” da vez…

Em tempo: não se critique a descrição do Roberval em seu perfil ainda como coordenador do CRB, pois é óbvio que ele não tem a facilidade ou a praticidade de atualizar Redes Sociais como muitos de nós, mais jovens, temos.

– Nunca sinta raiva. Controle-a e releve seu ofensor!

Eu sou contra qualquer manifestação de ódio, rancor, vingança ou coisa semelhante. Quando percebo, por exemplo, que o sentimento da raiva pode aflorar em mim, tento controlá-lo e o “espantar”.

Lógico: compaixão, raiva, tristeza, alegria, medo… são todos sentimentos humanos e inevitáveis. Precisamos saber administrá-los, minimizando-os ou os potenciando!

Gostei desse artigo e compartilho, extraído de: https://jrsantiagojr.medium.com/raiva-o-retrato-mais-fiel-do-pior-que-podemos-ser-650b15a092dd

RAIVA, O RETRATO MAIS FIEL DO PIOR QUE PODEMOS SER

por José Renato Sátiro Santiago

Raiva, algo muito forte, não?

Segundo alguns dicionários, um sentimento contra alguém ou situação.

Para muitos, algo que aparece quando nos sentimos feridos, ameaçados ou agredidos naquilo que pode ser mais relevante até mesmo que uma agressão física, talvez por atingir o ego.

Pois bem, seja o que for, a raiva é sempre algo que não deve ser propagado, tão pouco estimulado.

Não há como negar que o significado é algo difícil de ser definido claramente, talvez apenas menos complicado que o próprio controle dela.

Uma coisa, no entanto é clara, a raiva é algo tão forte que tem a capacidade de expor o que há de pior em uma pessoa.

Aliás, o pior apenas não, os piores… e são muitos: o descontrole, o desequilíbrio, a culpa, o mal, a revanche e tantas outras…

Por outro lado, nos permite algo engrandecedor também, quando a controlamos.

O controle da raiva nos protege, nos faz evoluir e principalmente, nos fortalece perante qualquer situação sobre o qual ficamos submetidos.

Em nossa vida pessoal ela surge, normalmente, por motivos fúteis e simples, reforçado pelo convívio constante com nossos entes e amigos.

Sim, a intimidade, potencializa sentimentos extremos, de amor e ódio, no caso raiva.

Outras vezes, em situações que envolvem relacionamentos amorosos, possui estreita relação com a nossa estima, ou mais exatamente a baixa estima provocada por decisões contrárias aos nossos desejos.

É quando a raiva mais se aproxima de sua maior antítese, o amor.

Já nas relações profissionais, o próprio ambiente corporativo nos faz definir certos controles mínimos, que existem apenas para, “manter nossos empregos”, porque não pega bem.

É verdade, as regras no ambiente de trabalho nos dão alguns limites quanto a “controlar a nossa raiva”.

Exatamente diante este tipo de situação, que muitos, equivocadamente, sinalizam, que explicitá-la é uma forma de descarregar energia negativa e não se “corroer” internamente.

Aliás, tudo é justifcativa e todas devem ser respeitadas, mas a verdade mesmo é que devemos evitar fazer qualquer coisa que nos seja prejudicial, em quaisquer ambientes em que fazemos parte.

Afinal, uma afirmação pode ser feita: Ter Raiva dá Ruga…. e pronto.

Imagem extraída de: https://jrsantiagojr.medium.com/raiva-o-retrato-mais-fiel-do-pior-que-podemos-ser-650b15a092dd

– “La Valse d’ Amelie”, by Marcel Franco de Oliveira.

Meu primo Marcel Franco de Oliveira é professor de música, e em seu sangue está o talento musical que veio do nosso avô. Ele sabe tocar tudo! E a sanfona do saudoso Toninho Porcari, em suas mãos, torna-se uma ferramenta de encanto aos nossos ouvidos.

Assista “La Valse d’ Amelie”, em: https://youtu.be/jl41DXbFsYk

– Dei azar na rodada do futebol ou é sempre assim e eu não percebia? Sobre o “Maria ‘VAR’ com as outras”.

O Zé Boca-de-Bagre, um amigo em comum que tenho com o querido Professor Reynaldo Basile, é um cara espirituoso! Me disse ontem: “Esses juízes são todos ‘Maria VAR com as outras’, não podem ouvir o chamado do árbitro de vídeo que mudam de opinião na hora” (em alusão à falta de personalidade dos juízes de campo em manter a decisão tomada, usando o dito popular de “Maria vai com as outras”).

Tentei argumentar com ele que foram anos (ou melhor: décadas) de destruição da arbitragem nacional com os mesmos nomes transitando em vários cargos e que Seneme precisava ter tempo para trabalhar. No fundo, nem eu me convenci com a resposta. Afinal, vamos para o Rodada 13 do Brasileirão e a coisa continua ruim como antes.

Não adianta discutir meritocracia e/ou geopolítica dos árbitros (já fizemos isso aqui: https://wp.me/p4RTuC-Ej7). Também não dá para dizer que a Regra da Mão na Bola é confusa, já falamos dela didaticamente aqui: https://wp.me/p55Mu0-17L. Cansou-se de falar também de que o árbitro de vídeo encontrou um ambiente propício para ser um fiasco no Brasil (aqui: https://wp.me/p4RTuC-wys). Por fim, já mostramos que “treino, há”, mas não funciona, e sugerimos que se traga europeus de 1a linha para formar árbitros (não vale sul-americano nem europeu de país sem tradição no futebol, em: https://wp.me/p4RTuC-xrb).

Por mais que você queira ter boa vontade, desmotiva falar e ver as coisas não acontecerem. Neste último feriado prolongado, a impressão que se deu é que se quer tirar a credibilidade do campeonato. Não é possível tanta bobagem do tamanho que aconteceu! Eu, particularmente, dei azar com o que eu vi. Ou foi “mais uma rodada normal”?

Vejam só: na 5a feira, me auto-torturei ao assistir Botafogo x São Paulo. Jogo ruim, com uma medonha arbitragem do nosso árbitro da Copa, Wilton Sampaio. “Picou o jogo”, que parecia ter durado 180 minutos, de tão longo e cansativo que foi…

No sábado à noite, comentei pela Rádio Futebol Total de Bragança Paulista o jogo Santos x Red Bull Bragantino. E com 5 minutos de jogo, tínhamos 5 faltas. Numa delas, ficou (cronometrado) 58 segundos de espera para cobrança de uma falta simples, e foram 19 outras somente no 1º tempo. Os times queriam jogar, e o árbitro não deixava, “palestrando” nas cobranças, promovendo reuniões dentro da área. Irritante! E o acréscimo? Um mísero minuto apenas… sim: 1 de recuperação. Vide aqui: https://wp.me/p55Mu0-32z.

No domingo cedo, comentei pela Rádio Difusora AM de Jundiaí o jogo União São João x Paulista. O time  jundiaiense teve um pênalti bem marcado ao seu favor, e minutos depois, em um lance idêntico, sabe-lá-por-quê o árbitro não marcou um mesmo penal para o clube ararense. Sabe o que é arbitragem de 4a divisão? Teve até corta-luz do juizão e bola que quase bateu nele em cobrança de pênalti. Assustador! Em: https://wp.me/p55Mu0-32C.

No domingo à tarde, voltando para casa, parei e “calhou” de estar passando o pênalti inexplicável marcado a favor do Corinthians contra o Goiás. Como fazer a mão do atleta sumir? Que raio de esporte que se joga com braços amarrados? O árbitro Bráulio Machado errou, acompanhado do VAR Wagner Reway. Aqui: https://wp.me/p55Mu0-32E.

No domingo à noite, um absurdo no Beira-Rio: pênalti inexistente do FIFA Sálvio Sampaio, errando duplamente ao expulsar com 7 minutos o jogador do Botafogo. O VAR Rafael Traci (que por enquanto continua escalado para São Paulo x Palmeiras no Morumbi nesta 2a feira) nada fez. Aliás, Traci e Reway, os VARs em Itaquera e em Porto Alegre, eram os indicados para a Copa do Mundo 2022 (mas a FIFA preferiu não levar nenhum árbitro de vídeo brasileiro… relembre: https://wp.me/p4RTuC-Dt9.

Preciso da ajuda dos amigos: dei azar em assistir uma jornada “atípica” ou é isso mesmo: temos erros cedo, tarde e noite?

Atualizando: Trocou o VAR!
Justíssimo.
Depois, deve-se trocar a relação de árbitros da FIFA, dos dirigentes, dos homens que treinam o VAR…

Imagem extraída de: https://m.facebook.com/BASTA-673869692629213/

– Lusco-fusco, mas bonito:

Quase 11h, e o sol resolveu emendar o descanso. Ainda assim, a paisagem por aqui está bonita!

Registrar os belos cenários da natureza sempre me inspiram:

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– O errado e o certo em discussão? Não…

Faça a coisa certa sempre!

Gostei da imagem abaixo: não é porque muita gente faz coisas erradas, que se deve fazer. Também não é que se ninguém faz as coisas certas, que você deve deixar de fazer.

Imagem recebida via WhatsApp, sem autoria conhecida. Quem souber o autor, por favor enviar para colocar o crédito.