– Ufa!

Dia 104 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Caracoles, mesmo estando sozinho em casa, cansei! Muita correria e muitos afazeres.

Até amanhã.

– INTERNET: Liberdade de Expressão ou Falta de Educação?

Já repararam que existe uma “molecada” que confunde Liberdade de Expressão com Desrespeito?

Quem disse que na Internet, tudo pode? Aparece cada valentão nas Redes Sociais… Pra começar, alguns textos parecem ser “raivosos”! Vai discutir com o autor para ver o que acontece…

Em: https://www.youtube.com/watch?v=8ghBg1hFl5g

– Esporte em Destaque!

Participei hoje do Esporte em Destaque pela TV BoqNews, de Santos, com o amigo Alexander Frutuoso.

Um programa bem bacana, onde pudemos falar de VAR, arbitragem, casas de apostas e outros assuntos.

Assista em: https://www.boqnews.com/boqnews-tv/ao-vivo-santos-pega-o-bragantino-na-vila-belmiro-para-embalar-no-brasileiro/

– Anoiteceu…

O anoitecer por aqui chegou muito bonito!

Céu de cores vibrantes, convidando-nos a contemplar o infinito…

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– Você está precisando de Vitamina D?

Gostei dessa matéria sobre Vitamina D, tão importante para o nosso dia-a-dia, e desprezada por muito.

Você consegue perceber a falta dela? 

Compartilho, extraído de: https://pitacoseachados.com/2021/01/18/10-sinais-de-que-seu-corpo-esta-com-falta-de-vitamina-d/

10 SINAIS DE QUE SEU CORPO ESTÁ COM FALTA DE VITAMINA D

Vitamina D é uma vitamina extremamente importante, que tem efeitos poderosos sobre diversos sistemas em todo o corpo. Uma deficiência neste nutriente foi vinculada a muitas condições graves, como doenças cardíacas, doença autoimune, hipertensão, diabetes, e enfermidades ósseas e articulares.

É fácil ignorar a deficiência de vitamina D, pois alguns dos sintomas podem ser atribuídos a outras condições. Mas, quais são as chances de que você seja deficiente de vitamina D? Seguem alguns possíveis sinais.

1. Você sofre regularmente de dores musculares e articulares

Os sintomas de deficiência de vitamina D são sutis no início. Alguns dos primeiros sinais são dores musculares e fraqueza articular, que você pode facilmente achar que são devido à sua rotina diária árdua ou devido aos efeitos do envelhecimento.

Você pode ser capaz de tolerar os desconfortos das dores musculares e fraqueza articular simplesmente diminuindo suas atividades físicas. Contudo, se você está com deficiência de vitamina D, este problema vai continuar aparecendo. Além disso, pode piorar ao longo do tempo.

2. Você sofre de dores crônicas

Dor crônica abrange uma condição ampla. Além de dor muscular e articular, você também pode sofrer regularmente de enxaqueca, dor na coluna, ou outros desconfortos no corpo.

É tecnicamente considerada uma dor crônica se você tem a condição por mais de três meses.

3. Você sente-se cansado o tempo todo

Você já teve um daqueles dias em que se sente muito cansado mesmo quando teve uma boa noite de sono? É possível que você tenha baixos níveis sanguíneos de vitamina D, e seu corpo ainda se sinta fatigado.

Seu corpo precisa de vitamina D para criar energia. Se você não tem uma quantidade suficiente deste nutriente, irá facilmente sentir esta exaustão.

4. Você frequentemente fica resfriado e com tosse

Crianças com falta de vitamina D correm o risco de infecções respiratórias, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Mas, o mesmo risco também se aplica a adultos com deficiência de vitamina D, especialmente se eles já sofreram de asma antes.

5. Sua cabeça transpira

Transpiração excessiva na cabeça ainda está intimamente ligada a uma falta de vitamina D. Embora seja comumente inofensivo e essencialmente apenas um incômodo, pois você precisará enxugar a cabeça com frequência, esta condição também pode indicar condições médicas como diabetes, problemas na tireoide e infecção. Contudo, o que estas doenças têm em comum é que elas também estão ligadas à uma falta desta vitamina.

6. Você sente-se deprimido

O sol é frequentemente representado como algo positivo nas caricaturas, e a ciência pode responder o porquê. De acordo com o Conselho de Vitamina D, a falta de luz solar pode realmente arruinar o humor. Quando você é deficiente deste nutriente, seu cérebro processa menos serotonina, e isto pode afetar seus pensamentos positivos, emoções e estado de espírito.

7. Você tem hipertensão

Se você é hipertensivo, corre o risco de doenças cardiovasculares, ataque cardíaco e derrame. Portanto, não menospreze a falta de vitamina D no seu sistema.

Especialistas ainda estão tentando estudar os efeitos e a patologia da vitamina D e pressão arterial. Uma possível explicação aponta para o teor de cálcio desta vitamina específica, o qual é um nutriente importante para os processos metabólicos e celulares do corpo.

8. Você está sofrendo de queda de cabelo

Queda de cabelo é bastante comum em pessoas que sofrem de estresse. Mas, se a queda do seu cabelo parece anormalmente excessiva, você pode ser deficiente de vitamina D.

A vitamina D alimenta e estimula os folículos capilares. Se você não tem uma quantidade suficiente desta vitamina, isto poderia impedir o crescimento do seu cabelo.

9. Ossos fracos

Você sabia que seus ossos param de crescer quando você tem trinta e poucos anos? Você alcançará o pico da saúde de seus ossos neste estágio, mas a reconstituição de seus tecidos ósseos ainda continua conforme você envelhece.

Porém, se você não tem vitamina D o suficiente, os tecidos ósseos também não obterão uma nutrição apropriada.

É assim que você desenvolve ossos mais macios, que aumenta seu risco de fratura e de outros problemas ósseas como osteoporose.

10. Suas feridas não cicatrizam rapidamente

Você tem uma ferida que parece cicatrizar mais devagar do que o normal? Este pode ser outro sinal de baixos níveis de vitamina D. Especialistas do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba estudaram os efeitos da deficiência de vitamina D em pacientes com úlceras nas pernas.

Pitacos: Ser deficiente de vitamina D é bastante comum. Mesmo assim, é melhor prestar atenção aos sinais, pois sua saúde geral e bem-estar estão ligados a ela. É muito fácil tratar esta condição, mas também é importante conversar com seu médico para obter mais informação, orientação e conselho.

Para muitas pessoas, aumentar a dose dos suplementos de vitamina D, mudar a dieta incorporando mais alimentos ricos nesta vitamina, e passar mais tempo ao ar livre pode ser um divisor de águas, especialmente se sofrem de doenças autoimunes.

Imagem extraída da Internet. Quem conhecer o autor, favor informar para crédito na publicação.

– Boldo!

🇺🇸 A simple boldo, who was born in the park square and grew up beautifully. In fact, nature always allows us surprises… / 🇧🇷 Um singelo boldo, que nasceu na praça do parquinho e cresceu bem bonito. Aliás, a natureza sempre nos permite surpresas…

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– A inovação, de fato, tem ocorrido a contento nas empresas?

Muitas vezes falamos que uma empresa é inovadora por algo pontualmente novo. Mas ser específico em algo inovador classifica-a no mesmo patamar de inovação de quem é, de fato, perenemente criativo?

Extraído de: https://medium.com/@jrsantiagojr/a-equ%C3%ADvocada-gourmetização-da-inovação-f65917f49a4e

A EQUIVOCADA GOURMETIZAÇÃO DA INOVAÇÃO

por José Renato Santiago Sátiro

A busca pela estruturação de novos processos bem como pelo desenvolvimento de novos produtos sempre fez parte do dia a dia das organizações que buscam crescer e se perpetuar no mercado. Da mesma forma a intenção de atuar em novos mercados também tem estado presente entre as metas e objetivos traçados por tantas empresas ao longo de décadas. Ainda que já houvesse sido citado a exaustão por muitos grandes pensadores, para citar apenas um, Peter Drucker, estes movimentos dificilmente eram agrupados como voltados para inovação. Muitas destas ações, no entanto, poderiam assim serem chamadas, inovadoras, ainda mais ao evidenciarmos que apenas as empresas que conseguiram geri-las com maestria se mantêm ativas até os dias atuais. Em outros tempos, no entanto, as características presentes nas demandas mercadológicas não explicitavam a inovação como um requisito diferencial para a aquisição de um produto. Sendo assim, ainda que houvesse algumas poucas exceções, o uso de qualidades associadas a confiabilidade e durabilidade costumavam ser mais bem quistas que aquelas relacionadas com inovação.

Atualmente a inovação passa por um patamar dos mais relevantes quanto a sua necessidade, a ponto de muitas empresas citarem isso em quaisquer de seus chamadas comerciais e publicitárias. Outras chegam até mesmo a nominar suas iniciativas e projetos com anagramas formados por seus nomes e palavras relacionadas com inovação. Não é difícil notar, no entanto, que muito mais do que serem, parecer serem inovadoras tem sido a mais importante meta a ser alcançada por organizações. Isto mesmo, cabe repetição: “as empresas investem muito mais em parecer serem inovadoras, do que em serem inovadoras realmente”. Boa parte das grandes empresas, por exemplo, investe muito mais em publicidade do que em atividades de pesquisa e desenvolvimento. A preocupação em mostrar aos seus consumidores o que não são é infinitamente maior do que a de gerar de maneira sistêmica esta identificação imediata, algo que pouquíssimas organizações conseguem (A 3M, por exemplo, faz com maestria). Esta postura míope não ocorre apenas em grandes organizações. Bem sabemos que hoje, não se cria mais uma nova empresa, e sim uma startup. Poucos têm pontos de vistas e crenças, mas sim mindset. A gourmetização irrestrita da inovação segue um caminho muito próximo ao estruturado pelo ramo de alimentação e significa, o que é um paradoxo, um dos maiores entraves ao seu crescimento de forma consistente e efetivo. O ‘dogão’ do ‘carro lanche’ se transformar em ‘big dog cheese special’ do ‘food truck’ é fruto desta visão distorcida de inovação. O custo desta mudança, no entanto, foi notada imediatamente apenas nos preços, multiplicados às vezes por 3 ou 4, sem que houvesse qualquer novo requisito que gerasse real riqueza percebida aos seus consumidores, a não ser ‘a redução com o ingrediente xpto no molho vegano’, ainda que muitos sequer saibamos do que isto se trata. Longe de querer desmerecer as muitas tentativas feitas, mas fato é que a inovação exaltada hoje é muito mais sofisticação semântica associada, às vezes, com tecnologia aplicada, na maioria das vezes um aplicativo para mobile, do que qualquer outra coisa.

Obviamente que isto não a torna sem valor, mas ainda a posiciona bem longe de ser algo que possa se tornar gerador perpétuo de riqueza. Sua pouca profundidade é notória. Não por acaso que tantas profissões, supostamente ultrapassadas, continuam vivíssimas e obtendo cada vez maiores margens, uma evidência de geração de riqueza, como tem acontecido com alfaiates, fotógrafos profissionais e tantos outros.

A popularização da web e a clara evolução no desenvolvimento de muitas tecnologias de telecomunicações catapultaram a inovação a um nível de relevância jamais visto e, ao mesmo tempo, de difícil comprovação que ela possua. A vertiginosa diminuição na intensidade das relações humanas fruto imediato da popularização do uso de aplicativos, por exemplo, é apenas um reflexo disso e um forte sinal que há algo de muito podre sustentando esta realidade. Até os psicólogos e analistas de outros tempos têm perdido seus espaços para coaches, muitos deles profissionais formados em cursos de finais de semana, que se propõem a ‘ensinar’ os caminhos das pedras em milacrosas sessões virtuais. É óbvio entender que movimento algum que potencialize o uso raso do conhecimento com o indiscriminado uso de tecnologia como propósito fim, não como meio para gerar riqueza, pode ser utilizado como referência para a construção, manutenção e crescimento de uma sociedade. Os exemplos se amontoam. Será que alguém tem dúvida que o percentual de pessoas que faz seus trabalhos bancários pelo celular é ínfimo e continuará assim sendo por dezenas décadas? Assim como o uso de muitos dos aplicativos de inteligência artificial deste segmento, exemplo límpido de apropriação de conhecimento alheio, no caso humano, e venda como conhecimento de máquina. Como as histórias são cíclicas, não irá demorar muito para este tipo de ‘bolha inovativa’ exploda, o que estará longe de significar o fim do que realmente é inovação, hoje em dia encontrada verdadeiramente em poucas organizações e pessoas. Neste sentido, inovação ainda é um diferencial, não uma realidade.

Imagem extraída do link acima citado.

– A Coca-Cola Alcóolica! E com Jack Daniel’s.

E pela primeira vez, a The Coca-Cola Company venderá bebida com álcool. Inédito!

Abaixo, extraído de: https://exame.com/casual/coca-cola-lanca-versao-alcoolica-com-jack-daniels/

COCA-COLA LANÇA VERSÃO ALCOÓLICA COM JACK DANIEL’S

Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico

Por Julia Storch

As bebidas americanas Jack Daniel’s e Coca-Cola se encontram dentro de uma lata como uma opção de coquetel pronto para beber. Inspirado no drinque conhecido como Jack & Coke no Brasil, o produto será feito a partir de um mix entre Coca-Cola e a bebida Jack Daniel’s Tennessee Whiskey.
A novidade será comercializada mundialmente, a começar pelas gôndolas do México no final deste ano.

“Essa parceria reúne dois ícones clássicos americanos para trazer aos consumidores a experiência de sabor que eles amam, de forma consistente, conveniente e on the go”, disse Lawson Whiting, CEO e Presidente da Brown-Forman Corporation.

“A Brown-Forman é líder na categoria de bebidas prontas desde que lançamos nosso primeiro Jack Daniel’s RTD, há mais de 30 anos. A Coca-Cola complementa perfeitamente a Jack Daniel’s e nossas ofertas de RTD existentes, o que nos permite acelerar a nossa expansão e continuar o crescimento de nosso negócio em todo o mundo”, finaliza Whiting.

Todas as embalagens do produto se relacionam à parceria das duas marcas. Disponível também em versão sem açúcar, o produto contará com a referência global de 5% de teor alcóolico, com possíveis variações de acordo com o mercado comercializado.

“Os consumidores são nossa prioridade em tudo o que fazemos e, como uma empresa completa de bebidas, à medida que continuamos a desenvolver nosso portfólio, isso inclui novos produtos com nossa icônica marca Coca-Cola”, comenta James Quincey, presidente e CEO da The Coca-Cola Company.
“Estamos animados com essa nova relação com a Brown-Forman e ansiosos pelo lançamento do Jack Daniel’s & Coca-Cola”, completa Quincey.

Coca-Cola faz parceria com Jack Daniel's. (Divulgação/Coca-Cola)

Imagem: Divulgação Coca-cola.

– Abel e Bernardinho. E Jorginho!

Que cara “danado” esse Abel Ferreira, não? Ele é chato demais com a arbitragem (não é cansativo repetir isso), mas gostei sobre o que ele disse dias atrás sobre ajudar os garotos a se desenvolverem como homens (também já citamos aqui sobre seu conhecimento sobre Cilinho e Telê Santana, vide: https://wp.me/p4RTuC-E7m).

Agora, na última coletiva, quando questionado sobre Bernardinho (técnico da Seleção de Vôlei), não só ele conhecia bem mas havia estudado sobre o processo de renovação proporcionado pelo treinador (sobre trocar medalhões, gerenciar crises e outras coisas).

Não é bom ver alguém que estuda e evolui para crescer?

Em tempo: que mico do Jorginho Pastor, treinador do Atlético-GO? Perdeu uma oportunidade de ficar quieto, forçando uma situação para desviar o foco. Ô tática velha…

O técnico de vôlei Bernardinho

Imagem extraída de: Wander Roberto/Inovafoto/CBV

– E por quê não crer que a Nova Economia será diferente?

Repost do ano passado. Sérgio Moro não será candidato, mas essa pauta é importante para TODOS os candidatos:

Tem muita implicância por aí com coisas que são tendências e que, por birra de quem diz, desqualificam.
Li que Sérgio Moro abordou sobre a “economia do futuro”, quando questionado. E disse:

“A nova economia será verde, digital e inclusiva”.

Excelente. E qual o problema em falar isso?

A preocupação com a preservação do Meio Ambiente, de utilizar os meios tecnológicos a favor do desenvolvimento e a necessidade de incluir parcelas populacionais excluídas é uma necessidade!

Qual o motivo de se desdenhar de tal realidade e carência? O fato de quem ter dito seja alguém que é desafeto de lulistas e bolsonaristas?

Imagem extraída de: https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/podemos-prepara-filiacao-de-sergio-moro-para-10-de-novembro/

– Quem discute com otário, é mais bobo ainda.

Coisas que eu não entendo: se o cara é bobo, quer aparecer em cima de você, cria situações para te constranger, testar, ou apenas polemizar – justamente tentando usar, para quê você vai dar atenção à ele?

É como cachorro que fica latindo para carro: vai latir de volta? 

Se o sujeito é teimoso e se acha o dono da verdade, deixe ele ser feliz fazendo as tontices dele. Não dê trela, nem acenda vela a mau defunto. Ajude quem precisa, mas não seja escada de moleque ou hater.

Um stalkerzinho enciumado (que muitos sabem quem é) resolveu fazer comentário anônimo… aff. Argumentar sem identificação, piorou. Não dá para perder tempo.

Canal do Otário – Wikipédia, a enciclopédia livre

Imagem extraída de: https://pt.wikipedia.org/wiki/Canal_do_Otário

– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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Imagem extraída da Internet, autoria de Jean Galvão.

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para União São João x Paulista de Jundiaí, Rodada 9 do Paulistão 2ª divisão Sub 23.

Um novato num jogo emblemático! Para União x Galo, a FPF escalou:

Árbitro: Alef Feliciano Pereira
Árbitro Assistente 1: Ademilson Lopes da Silva Filho
Árbitro Assistente 2: José Paulo Ferreira Martins Mariano
Quarto Árbitro: Michel de Camargo
Analista de Vídeo: Mauricio Francisco do Nascimento Junior

Alef, 27 anos, apitará seu 2o jogo profissional na carreira, que começou em 2013 (apitou apenas Rio Branco 2×1 Amparo). Me preocupa tanto tempo na arbitragem e só em 2022 apitar jogos da última divisão. Não o conheço, mas não tive boas referências: foi ele o árbitro de Paulista 2×2 Portuguesa pelo Sub 20, onde colegas que assistiram a partida disseram que a atuação ficou a desejar.

Ademilson, o bandeira 1, é experiente e esteve em Paulista 1×1 Amparo. José Paulo, o bandeira 2, tem muitos anos de carreira mas sempre nas divisões menores.

Torcerei para uma boa arbitragem e um grande jogo!

Acompanhe União São João x Paulista pela Rádio Difusora AM 810 ou nos Apps, com a narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e análise da arbitragem de Rafael Porcari. No comando: Adilson Freddo! O jogo, no domingo, começa às 10h, mas desde as 9h o Time Forte do Esporte já estará no ar.

– A beleza das flores.

Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nossa tarde.

Jardinagem é um ótimo passatempo!

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– Bucólica e bonita.

Tarde bucólica. Quentinha. Bonitinha. Para ficar admirando.

Aqui:

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– Deus conhece o seu limite!

Um lembrete para nós: confiemos em Deus, peçamos a intercessão da Virgem Maria e sigamos em frente!

Se nossas angústias são grandes, maior do que elas é o nosso sustento. Sendo assim, nesse mundo que tanto nos cobra, porquê desanimar?

Ergamos a cabeça e sigamos. Tenhamos fé, esperança, crença de dias melhores…. É assim que se vive.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Perfeição da Natureza.

Que horizonte bonito! Muita água e muito azul, inspirando nossa bela tarde.

A natureza nos permite simples e bonitos registros fotográficos… veja só:

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– A discussão da meritocracia das escalas da arbitragem no Campeonato Brasileiro.

Eu sempre defendo: os melhores árbitros têm que estar trabalhando. E nos jogos que são permitidos, testar novos nomes para que exista um processo de renovação.

Quando eu digo “melhores”, me refiro à capacidade do cidadão. Independe se é homem ou mulher, hetero ou homo; se é branco, negro, amarelo ou indígena; se é alto, baixo, mediano, bonito ou desdentado; se tem bigode ou barba feita (acredite, isso chegou a ser fator relevante…), se tem tatuagem, brinco, piercing ou não. E o assunto do momento: ONDE NASCEU.

Há uma reclamação de que na gestão Seneme os árbitros do Norte e do Nordeste perderam espaço. Não sei se a estatística ao longo das últimas 11 rodadas comprova isso, mas sei que, se existirem 10 árbitros bons da Roraima à disposição, que sejam escalados na série A do Brasileirão.

O que não pode, como muitas vezes foi feito, é escalar alguém por favor às federações. Quantas histórias (e também estórias) de árbitros indicados por políticos ou que levavam o escudo da FIFA sem ao menos ter condições.

Vide a geopolítica da bola: dos 20 clubes brasileiros, os mais ricos estão na região Sul-Sudeste (e torço, como brasileiro, que a riqueza seja uniforme em todo o paísapesar que o termo “riqueza” é enganoso, já que estão bastante endividados). É razoável crer-se que estados que tem mais força esportiva dos clubes revelem mais árbitros. Temos 5 paulistas, 3 cariocas, 2 mineiros, 2 gaúchos, 2 cearenses, 2 goianos, 2 paranaenses, 1 matogrossense e 1 catarinense na Série A (são 10 equipes do Sudeste, 5 do Sul, 3 do Centro Oeste e 2 do Nordeste). Ou seja: somente no Sul-Sudeste (que economicamente é a região com maiores índices de IDH do Brasil) temos 75% dos times na elite.

Tome como exemplo a próxima rodada do Brasileirão. Acompanhe:

Fluminense x Avaí: Paulo Roberto (PR)
Internacional x Botafogo: Sávio Sampaio (DF)
Atlético Goianiense x Juventude: Marcelo L Henrique (do RJ, mas apita pelo CE)
Corinthians x Goiás: Bráulio (SC)
Fortaleza x América: Vuaden (RS)
São Paulo x Palmeiras: Daronco (RS)
Cuiabá x Ceará: Flávio Souza (SP)
Atlético Mineiro x Flamengo: Claus (SP)
Coritiba x Athletico Paranaense: Luís Flávio (SP)
Santos x Red Bull Bragantino: Douglas Marques (SP)

Nordestino ou Nortista “da gema”, não tem nenhum escalado, é fato. Mas a culpa é do Seneme, que assumiu agora, ou do trabalho feito pelas federações locais? Ou ainda: de nenhum deles, mas sim pelas condições esportivas, econômicas e desenvolvimentistas do país?

A grande preocupação será: nomes de ótimos árbitros não sendo escalados por origem, mas… talvez seja como convocar a Seleção Brasileira: não temos nenhuma unanimidade nacional que esteja sendo injustiçada.

IMPORTANTE: circula um debate nas Redes Sociais de que, como vice-presidente da CBF, o presidente da FPF Reinaldo Carneiro estaria tendo enorme relevância na gestão de Ednaldo Rodrigues, começando a “colocar para escanteio” Marco Polo Del Nero (bem enfraquecido depois do episódio Caboclo, e já não tendo mais a respeitabilidade dos dirigentes de clubes). E como excepcional articulador político, as demissões e reestruturação da CBF (vide os cargos importantes não só na arbitragem, mas em posições-chave da casa) são por conta dele, colocando nomes da sua confiança. Prova disso são os ex-funcionários da FPF que aos poucos estão chegando ao RJ…

Não me surpreenderia se a nova Comissão de Arbitragem, que está sendo refeita com carta branca a Wilson Seneme, esteja repleta de paulistas – e aqui um reforço: não me importa a origem, podem ser gestores até de Júpiter, desde que se tenha competência e honestidade.

Imagem extraída de: CBF, reprodução em seu site.

– Amanheceu…

🌄 MORNING (clique de hoje bem cedinho):

🇺🇸 An extremely beautiful dawn in Bragança Paulista, interior of Brazil. Cheer the nature!

🇧🇷 Um amanhecer extremamente bonito em Bragança Paulista, interior do Brasil. Viva a natureza!

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– Outro aumento do preço dos combustíveis?

Que sanha é essa! Até no feriado tem reunião para reajuste de preços?

Ontem, os senhores “homens fortes da Petrobras” resolveram discutir um novo aumento da Gasolina (a empresa não é privada ainda… o lucro, exorbitante, poderia ser moderado).

Veja só no print (a propósito, talvez a única pauta que una o Brasil hoje é essa: o valor caro do petróleo):