– Dinizismo não pode ser tratado pejorativamente.

Fernando Diniz tem sua marca própria: equipes baseadas no “Tik Tak” de Pep Guardiola (obviamente, sem a mesma qualidade técnica dos jogadores que o catalão tem) e que valorizam a ofensividade com a posse de bola.

Entretanto, não há consenso entre a boleirada sobre ele (entre os árbitros, sim: o sujeito é muito chato quando se apita, mas isso é outra história…) Quando ganha, seus admiradores aplaudem e defendem que é melhor ganhar de 4×3 do que 1×0, por exemplo, para o bem do espetáculo. Quando perde, seus críticos fazem palestras sobre a fragilidade das defesas que ele monta (ou desmonta).

Mas veja que curioso: durante Fluminense 5×3 Atlético Mineiro, estando 2×0, nas Redes Sociais havia muitos elogios. Mas quando o goleiro Fábio tentou sair jogando com os pés… gol do Galo Mineiro e o termo “Dinizismo” bombou na Internet.

A verdade é: para o bom estilo de Diniz dar certo, há de se ter goleiro que saiba jogar com os pés – mas também o bom senso em saber que, de vez em quando, um “bicão” na bola serve.

Será que depois da experiência pelo São Paulo, Santos e Vasco da Gama, Diniz acertará a mão no Tricolor das Laranjeiras?

Aguardemos.

Dinizismo depende de milagre pra seguir na Libertadores e pode ficar pelo  caminho novamente | Blog do Spimpolo

Imagem extraída de: https://blog.jovempan.com.br/blogdospimpolo/2020/09/23/dinizismo-depende-de-milagre-pra-seguir-na-libertadores-e-pode-ficar-pelo-caminho-novamente/

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