🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, especialmente pelos que se sentem abandonados, ó Senhora bondosa. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora começar mais uma semana com bastante ânimo?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?
Raphael Claus corretamente não marcou pênalti de uma bola que bate na mão grudada no corpo de Éder. Igualmente o lance de Marcos Rocha não foi, 4a feira passada.
A questão é: por que raios o VAR tem que chamar?
No Brasil, o árbitro de vídeo é um sujeito metido, aparecido, que atrapalha o jogo e quer caçar erros. Eu me ENVERGONHO de ver um lance assim, vai contra o Espírito da Regra do Jogo.
Sobre o segundo gol do Palmeiras: se a infração fosse precedente ao gol (ou seja: o último lance antes de sair o gol), o VAR teria que chamar. Mas a jogada continuou e existiu uma sequência, ficou “lance vencido”. Acertou Claus de novo, falando pelo protocolo do árbitro de vídeo (Ali, importante: o Árbitro Assistente poderia ter ajudado, mas somente na imediatez do ocorrido).
Os motivos disso (VAR intrometido) acontecer, abaixo, extraído do Blog Pergunte Ao Árbitro:
Sabemos que o árbitro de vídeo, função criada para ajudar a arbitragem em lances pontuais determinados em protocolo, está sendo mal usado no Brasil. No mundo, o VAR é rápido e não apita o jogo. Aqui, ele é demorado, histérico (vide os gritos na cabine nos áudios disponibilizados no último Choque-Rei) e re-apita as partidas.
E qual o motivo disso acontecer?
Para explicar, uma lembrança: em 2014, quando se discutia os lances de movimento antinatural da mão na bola, eu conversei com árbitros da Pré-Temporada sobre o que foi orientado. E eles foram unânimes no discurso (que imediatamente achei equivocado): “Vai ficar mais fácil marcar a falta ou o pênalti, pois na dúvida, dá para interpretar como movimento antinatural”. Apesar da minha contestação, e de verificar que, principalmente na Europa, a Regra permanecia como prioritariamente “Intenção”, e dentro dela o lembrete de que era para verificar uma intenção disfarçada, um movimento antinatural para se tirar proveito da jogada, aqui tudo estava sendo colocado como antinatural (até a mão de proteção no rosto). Virou queimada…
Porquê igualmente houve, na Pré-Temporada paulista (mas já tinha ocorrido em orientações da CBF) a seguinte colocação, com palavras aproximadas:
“O VAR não vai chamar um árbitro à toa. Se ele está na cabine, mais tranquilo, descansado e concentrado, ele pode ver erros e decisões de maneira diferente do que o árbitro. Se for para chamar o árbitro e a decisão não ser diferente, nem adianta chamar. Se chamou, é porque tem algo de errado. Além do mais, existe VAR, AVAR e mais cabeças para ajudar o árbitro lá na cabine”.
Lêdo engano…
Primeiro: nos prendamos aos protocolos, que significa: o VAR atua conferindo as situações que lhe foram confiadas, como confusão de cartões para atletas identificados equivocadamente, conferências de gols, agressões e erros crassos, entre as principais.
Segundo: o VAR não tem que interferir em lances interpretativos onde não veja erro absurdo. E erro absurdo não é dúvida de interpretação, é equívoco claro e evidente.
Terceiro: muitas vezes, o árbitro tem a visão mais aberta do que as câmeras, está num posicionamento privilegiado em campo onde a imagem de TV, ao invés de ajudar, pode confundir. Nenhuma câmera substitui o que o árbitro está vendo (a não ser que instale uma câmera no uniforme do juiz).
Quarto: estar na cabine, na frieza do lance, sem sentir o calor da partida, nem vibrar no mesmo ritmo / frequência do jogo, faz com que não se tenha a real dimensão da força de um empurrão, de um chute, de uma dividida ou de um puxão, maquiando a imagem.
Portanto, quando a gente verificar que o árbitro está indo para a cabine, saibamos que a chance dele mudar a opinião dele (mesmo estando correta) é enorme, justamente pela justificativa de que “se o VAR chamou, provavelmente ele está certo” – e que essa mentalidade é equivocada perante a IFAB, sendo uma coisa exclusivamente brasileira.
Hoje é dia do padroeiro dos doentes incuráveis, dos portadores do vírus HIV e dos caridosos: São Luís Scrosoppi.
Com a busca incessante de ajuda incondicional aos pobres, sempre buscando promover a Caridade, tornou-se Santo por João Paulo II, após milagrosa e inexplicável cura de um devoto sulafricano. Abaixo, extraído de iTerço:
SÃO LUÍS SCROSOPPI
Luís nasceu em 4 de agosto de 1804, em Udine, cidade do Friuli, no Norte da Itália. Foi o último dos filhos de Antônia e Domingos Scrosoppi, cristãos fervorosos que educaram os filhos dentro dos preceitos da fé e na caridade. Aos doze anos, Luís ingressou no seminário diocesano de Udine, e, em 1827, foi ordenado sacerdote. A região do Friuli, a partir de 1800, mergulhou na miséria em conseqüência das guerras e epidemias, o que serviu ao padre Luís de estímulo para cuidar dos necessitados. Dedicou-se, com outros sacerdotes e um grupo de jovens professoras, à acolhida e à educação das “derelitas”, as mais sozinhas e abandonadas jovens de Udine e dos arredores. A elas ele disponibilizou todos os seus bens, suas energias e seu afeto, sem economizar nada de si. Quando foi preciso, ele não hesitou em pedir esmolas. A sua vida foi, de fato, uma expressão palpável da grande confiança na Providência Divina. Com essas senhoras, chamadas de “professoras”, hábeis no trabalho de costura e de bordado, que estavam aptas à alfabetização, dispostas a colocarem suas vidas nas mãos do Senhor para servi-lo e optando por uma vida de pobreza, padre Luís Scrosoppi fundou a Congregação das Irmãs da Providência. Mas notou que necessitava de algo mais para dar continuidade a essa obra. Por isso, aos quarenta e dois anos de idade, em 1846, tornou-se um “filho de são Felipe” e, através do santo, aprendeu a mansidão e a doçura, qualidades que lhe deram mais idoneidade na função de fundador e pai da nova família religiosa. Todas as obras feitas por padre Luís refletiram sua opção pelos mais pobres e necessitados. Ele profetizou certa vez: “Doze casas abrirei antes da minha morte”, e sua profecia concretizou-se. Foram, realmente, doze casas abertas às jovens abandonadas, aos doentes pobres e aos anciãos que não tinham família. Porém Luís não se dedicava apenas às suas obras de caridade. Ele também oferecia seu apoio espiritual e econômico a outras iniciativas sociais de Udine, realizadas por leigos de boa vontade. Era dele, também, a missão de sustentar todas as atividades da Igreja, em particular as destinadas aos jovens do seminário de Udine. Depois de 1850, a Itália unificou-se, num clima anticlerical, e os fatos políticos representaram um período difícil para Udine e toda a região do Friuli. Uma das conseqüências foi o decreto de supressão da “Casa das Derelitas” e da Congregação dos Padres do Oratório, de Udine. Após uma verdadeira batalha, conseguiu salvar as “Casas”, mas não conseguiu impedir a supressão da Congregação do Oratório. Já no fim da vida, padre Luís transferiu a direção de suas obras às irmãs, que aceitaram a missão com serenidade e esperança. Quando sentiu chegar o fim, dirigiu suas últimas palavras às irmãs, animando-as para os revezes que surgiriam, lembrando-as: “… Caridade! Eis o espírito da vossa família religiosa: salvar as almas e salvá-las com a caridade”. Morreu no dia 3 de abril de 1884. Toda a população de Udine e das cidades vizinhas foram vê-lo pela última vez e pedir-lhe ajuda do paraíso celeste. No terceiro milênio, as irmãs da Providência continuam a obra do fundador nos seguintes países: Romênia, Moldávia, Togo, Índia, Bolívia, Brasil, África do Sul, Uruguai e Argentina. Padre Luís Scrosoppi foi proclamado santo pelo papa João Paulo II em 2001. Nessa solenidade estava presente um jovem sul-africano que foi curado, em 1996, da Aids. Por esse motivo, esse mesmo pontífice declarou São Luis Scrosoppi padroeiro dos portadores do vírus da Aids e de todos os doentes incuráveis. O jovem sul-africano que se curou desse vírus entrou no Oratório de São Felipe Néri, tomando o nome de Luís.
Escrever sob forte emoção, sem equilíbrio emocional ou simplesmente “com vontade de polemizar”, pode trazer sérios problemas nas Redes Sociais.
Se alguém ofende seu semelhante nela, com a rapidez da Web, mesmo que apague certamente será visualizado por um grande número de pessoas.
Aliás, há pessoas que se esquecem que as publicações, quando públicas, são lidas e ficam aparentes para outras que não gostariam. E aí o cidadão ofendido, desrespeitado, mesmo que ali não responda, sabe o que aconteceu.
Me impressiona a falta de inteligência de quem possa crer que o mundo gira em torno dele, e que suas verdades são únicas e as dos outros, invalidadas.
Respeitar a opinião alheia é importante, não significando concordar ou não. Podemos pensar o inverso do nosso próximo, mas isso não quer dizer que ele deva ser desrespeitado.
Aliás, críticas ao trabalho profissional de alguém ou simplesmente desvalidar uma opinião que você não concorda, normalmente é algo feito com o estômago. Aí o sujeito cai em si, vê as idiotices escritas e resolve “disfarçar” a cáca.
Quem apaga comentários nas redes sociais, sabe que algo está errado e que pode sofrer consequências. Desde injúrias até ameaças, o Facebook, o Twitter e outras Redes estão cheias de pessoas que as tratam como “antissociais” – embora esses “apagadores” exijam que os outros sejam partidários socialmente de seus ideias.
Pobre mundo virtual, que revela o íntimo das pessoas do mundo real…
Cá entre nós: quando você verificar que alguém promove desavenças e ofensas, e tentar ajudar a pessoa (trazendo-a para a razão e para as regras do exercício de cidadania) mas ela simplesmente não só ignorar como agir contrariamente… torça para que outra pessoa a ajude, pois a birra dela (que no fundo, sabe que está errada) impedirá que a humildade o faça voltar ao bom senso e permitirá que a arrogância a domine.
Não respeitar o próximo, ofender a dignidade alheia e desmerecer o trabalho honesto de qualquer um, faz com que o indivíduo se torne isolado, sozinho e triste. Como ele não pedirá desculpas – justamente pelo ambiente que ele próprio criou – se torça para que ele saia desse transtorno de relacionamento com as menores sequelas possíveis.
Quando uma pessoa qualquer te chama a atenção, ela pode estar errada ou não. Mas quando amigos insistem no cuidado com as palavras mais de uma vez, aí é outra história…
Que haja tempo para a cegueira social não acabar com as relações (ou com os amigos). Um pedido de desculpa, um “e aí, fui mal” ou uma autocrítica sempre fazem bem, evitando morrer sufocado por ele próprio.
Eu sei que temos Palmeiras x São Paulo decidindo o Campeonato Paulista hoje. Mas é obvio que, estando sem a patroa querida em casa, com os vovôs e vovós aqui, e tendo duas lindas filhas, a família é a prioridade incontestável.
Se der, assisto. Se não der, tudo bem. O que me importa é: estar com minhas pessoas queridas!
Hora de rezar. Hoje, o Evangelho é o da adúltera que seria apedrejada e Jesus questiona os julgadores: “quem não tiver pecado, que atire a primeira pedra”!
Temos essa consciência também (de que todos somos pecadores)?
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:
“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós. Hoje, em especial, pelos que estão aflitos. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Sem preguiça para levantar, mesmo sendo domingão?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (sempre controlando o cortisol)?
Dia 29de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.
Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).
Hoje eu tive um dia maravilhoso com minhas filhas, me senti orgulhoso de cuidar bem delas e de priorizar toda a atenção do mundo a elas. Fizemos inúmeras atividades juntos, pude ensinar muita coisa boba, muita coisa útil e contar bastantes histórias.
Minha adolescente Marina se portou como uma verdadeira moça, uma jovem agradável que muito me orgulha! E minha pequena Maria Estela, bagunceira como ela é, me presenteou com o elogio de que no banho, “aprendi a lavar bem o cabelo dela“.
Para o sábado ter sido perfeito, faltou minha esposa Andréia entre nós… Mas em breve isso se resolverá! Gostaria de ter dividido e vivido esse bom dia junto com ela. Paciência. Vida que segue.
A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.
No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.
Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.
Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.
Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.
Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.
O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.
Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.
Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.
Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.
Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!
Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.
Minha esposa Andréia está trabalhando no Exterior, e hoje, quando comemoro 46 primaveras (não, não gosto de fazer aniversário… queria sempre estar na casa dos 30 anos – mas gosto de festejá-lo), minhas riquezas Marina e Maria Estela se responsabilizaram por me surpreender(justamente por serem tão inteligentes e carinhosas como a mãe).
Olhe que delícia ficar na cama com esses sorrisos (e o pijama na cabeça):
Ganhei um lindo cartão:
E uma camiseta fashion, com as mãos delas! QUE ORGULHO DE TUDO ISSO!
🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece ao Imaculado Coração:
“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós – hoje, especialmente pelos que estão sem esperança, para que sintam o seu colo de mãe. Amém.”
Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.
👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora viver o sabadão?
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?