– Ajudar quem não quer ajuda? Sim, muitas vezes é necessário.

O sujeito generaliza ofensas, faz grosseria e desrespeito com a opinião alheia, emite comentários polêmicos, e na primeira resposta que recebe “meio atravessada”… reclama e fica “dodói”.

  • Conhece alguém assim?

Se você conhecer, ajude-o. Ele não faz por mal, e está precisando de apoio. Mas o transtorno social que vive o deixa teimoso, vê os defeitos dele refletidos nas outras pessoas, perde a humildade e o bom senso. Consequentemente, os amigos vão o abandonando por culpa dele próprio (de não ouvir conselhos). Depois os inimigos fazem chacota nas costas dele. E as pacientes e poucas pessoas que querem o bem dele, tentam puxar a orelha do sujeito. Mas é em vão, pois ele se irrita.

  • O que fazer?

Procurar alguém muito próximo para dar um “chacoalhão” na pessoa, fazer perceber que a sociedade não é o que ele enxerga e que as portas profissionais estão se fechando, a credibilidade se desmanchando e o senso de ridículo aflorando.

Insisto: cidadãos assim, isolados desde sempre e perturbados por conta da pandemia e seus efeitos, estão “pirando”.

  • Ops: se eu conheço gente assim?

Vários! Transformam-se em “doutores da Web” (o único local onde conseguem conversar com alguém, pois no mundo real já não têm propriedade para se relacionarem), e perdem a empatia, pois não estão aptos a enxergar o desrespeito ao próximo.

É doença. É falta de ajuda médica. Socorremos-os!

Imagem extraída de: https://www.psicoglobal.com/blog/empatia-desarrollo

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