– Riqueza?

Um pensamento real nesta imagem (abaixo):

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– E o discurso motivacional do Diniz? Mas… e quando perde?

Os clubes divulgam as preleções de seus treinadores quando ganham, mostrando gritos motivacionais e pilhagens.

E quando perdem?

São os mesmos discursos! A forma como são feitos nos levam a crer que funcionam sempre (pois só pós-vitória eles aparecem em público). Na derrota, saibamos, são as mesmas falas.

Em todo caso… aqui vai a “pegada” do Fernando Diniz antes de Santos x Boca Júniors.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ZOyoM95X23w

– Não discorde de Flávio Bolsonaro e Renan Calheiros. Ambos devem ter razão!

Da CNN Brasil:

“Os senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) discutiram nesta quarta (12), durante sessão da CPI da Pandemia. Os dois trocaram insultos antes de a sessão ser interrompida”.

Os xingamentos?

“Você é vagabungo”, disse Flávio.“Vagabundo é você”, respondeu Renan.

Talvez seja a 1a vez que eu esteja concordando unanimemente com esses Senadores da República…

– Um buraco no infinito.

Entardecer bem gelado. Mas eis que em meio a tantas nuvens, há um “buraco branco” no meio do cinza.

Só pra confirmar: estamos no outono, certo?

🥶☁️📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#natureza #clouds #landscapes #inspiration #BragançaPaulista #weather

– Loki.

A Disney+ está “com tudo”. Agora, anunciou com pompa um novo cartaz para a produção da Marvel, Loki, tão aguardada!

Para os fãs de heróis como eu (que estão indo do cinema para a tv), aqui vai, extraído de: https://www.omelete.com.br/marvel-cinema/loki-novo-cartaz-contagem

O NOVO CARTAZ DE LOKI

A Disney divulgou um novo cartaz da série Loki, que foca na contagem regressiva para a estreia da série. Confira abaixo:

Loki revelará o que aconteceu com o personagem após os eventos de Vingadores: Ultimato. Além de Tom Hiddleston, Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino e Richard E. Grant também estão no elenco da série.

A estreia está marcada para o dia 9 de junho no Disney+ e a produção terá episódios inéditos às quartas-feiras.

Loki: Tom Hiddleston e Owen Wilson apresentam novo cartaz da série | Minha  Série

– Escalar reservas ou titulares? A dura decisão do SPFC…

Que coisa complicada: o São Paulo joga na 4a feira contra o Rentistas no Uruguai pela Libertadores. Depois de amanhã, 6a, decide a vaga para a semifinal do Paulistão. Se passar, no domingo, já vale a classificação para a final do Estadual e na 3a feira voltará a campo pela Libertadores, agora contra o Racing.

Como escalar?

Sou da opinião que todo time grande deve ter 11 titulares e ao menos 11 reservas a contento para suprir a ausência de quem é dono da camisa titular (se bem que no futebol moderno, os clubes jogam olhando as características adversárias e frequentemente tem 13 a 14 titulares).

É possível isso?

Talvez não, por questões técnicas e financeiras. Mas o Tricolor jogará com os reservas hoje para entrar com os titulares na 6a. E depois de dois dias, decidirá a vaga para a final com os mesmos titulares ou com os reservas?

Eu não queria ser Crespo, o treinador, nessa hora…

Calendário - São Paulo | ESPN

– Pela cidade…

Uma bucólica, bela e rotineira manhã nublada em Bragança Paulista.

Apenas um registro cotidiano desta 4a feira de nuvens e sol.

📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#Nature #Way #Inspiration #Sun #Rotina #Morning

– Adoção de Crianças Não-Convicta ou Problemática: um Dilema Social

Adotar uma criança é um ato de amor. Admiro aqueles que fazem a adoção, pois salvam vidas e garantem um pedacinho lá no Céu.

Porém, leio um problema crescente: Famílias que querem devolver crianças adotadas, motivas por arrependimentos diversos!

Não dá para comentar… as razões são pessoais, e provavelmente devem ser muito fortes para tal ato! Não ouso condenar. Mas isso me assusta… Publico a reportagem sem conseguir ler por inteira.

Extraído de: http://is.gd/3Cqnav

O SEGUNDO ABANDONO

Tornam-se comuns no Brasil casos de crianças adotadas e , depois, devolvidas. E a Justiça não sabe como lidar com esse problema.

Por Solange Azevedo

Crianças adotivas não têm um passado feliz. Vão morar com famílias substitutas, em geral, porque viveram tragédias pessoais – foram abandonadas, vítimas de maus-tratos ou da miséria ou porque os pais biológicos morreram. Muitas têm a sorte de encontrar lares afetivos e formar laços sólidos. Uma parcela dessas crianças, porém, passa por outras experiências avassaladoras: o segundo, o terceiro abandono. São “devolvidas” à Justiça pelos pais adotivos ou guardiões e acabam em abrigos. Embora não exista um levantamento nacional, estatísticas regionais revelam que essa questão é grave e não deve ser desprezada. Das 35 crianças e adolescentes disponíveis para adoção na Associação Maria Helen Drexel, na zona sul de São Paulo, 11% já passaram por esse drama. Em apenas uma das varas da infância da cidade do Rio de Janeiro, ocorreram oito devoluções no primeiro semestre deste ano. Três de cada dez crianças e adolescentes que estão em abrigos de Santa Catarina foram devolvidos ao menos uma vez.
Devoluções ocorrem em três situações. Durante o estágio de convivência, em que a adoção definitiva ainda não foi efetivada, depois da adoção formalizada ou quando a família tem a guarda da criança. “Muitas devoluções poderiam ser evitadas. Mas o Judiciário brasileiro não tem estrutura para acompanhar esses casos como deveria”, afirma Mery-Ann Furtado e Silva, secretária-executiva da Comissão Esta­dual Judiciária de Adoção (Ceja) de Santa Catarina. Ela avalia que um dos principais problemas é que há pessoas que sonham com o “filho ideal” e, quando confrontadas com os desafios de educar uma “criança real”, não dão conta de lidar com “imperfeições” que, em filhos biológicos, seriam toleradas. “Estamos engatinhando no processo de preparação dessas famílias”, diz Mery-Ann. “Principalmente quando a criança é adotada mais velha, porque ela traz consigo componentes importantes que devem ser trabalhados.”
Recentemente, a Justiça catarinense não aceitou que um casal devolvesse apenas um dos filhos adotivos – um garoto de 13 anos – e determinou a destituição do pátrio poder também sobre a irmã biológica dele – uma menina de 10 – porque considerou que ambos sofreram abuso emocional. Marcelo* e Tainá* foram adotados em 2004, por integrantes da classe média alta da região de Blumenau. Por uma professora universitária e um estrangeiro. Um homem ausente que, segundo relatos, não se comunica bem em português e vive às voltas com estudos no Exterior. “Eu me apaixonei pela Tainá. Deus a fez para mim. Ela quer ser minha e eu dela”, declarou a mãe adotiva a profissionais do Judiciário local. Como os magistrados raramente separam irmãos, o casal decidiu adotar Marcelo para não perder Tainá. Ele tinha 6 anos. Ela, 3. No abrigo onde morava, Marcelo era descrito como “muito normal” e “carinhoso”. Não havia nos registros algo que o apontasse como garoto-problema. Os irmãos seguiram para a casa da família e se juntaram a Maurício*, filho biológico do casal.
As rusgas com Marcelo começaram logo no primeiro dia. De acordo com a mãe adotiva, o menino levou uma surra porque deu um chute no pai. Diversas pessoas que conviveram com eles contaram, em depoimento, que Marcelo nunca foi aceito como filho e não houve grande esforço do casal para inseri-lo no contexto familiar. Marcelo sempre se sentiu indesejado. Tinha de ir a pé para a escola, num bairro vizinho. Tainá e o filho biológico frequentavam outros colégios e eram levados de carro. Se Marcelo fizesse alguma traquinagem, era punido severamente. Tainá e Maurício, muitas vezes, nem sequer eram repreendidos. Se Marcelo fizesse xixi na cama, tinha de lavar os lençóis. Tainá, não. A mãe adotiva chegou a dizer que no início sentia um carinho pelo menino. Mas, depois, passou a odiá-lo. Quando um oficial de justiça foi buscar as crianças para levá-las para um abrigo, a mulher se desesperou ao ser informada de que a menina também iria embora. Aos gritos, disse: “Isso é coisa do Marcelo, ele está se fingindo de doente para a juíza ficar com pena e levar a Tainá também. Ele não suporta ver que a Tainá é amada. O Marcelo é psicopata, precisa de um psiquiatra.”
Na ação de destituição do poder familiar, o desembargador Joel Dias Figueira Júnior escreveu que “a desprezível prática da ‘devolução’ de crianças começa a assumir contornos de normalidade”. E que observa “a tomada de vulto, em todo o território nacional, de situações idênticas ou semelhantes” à vivida por Marcelo e Tainá. No Rio de Janeiro, um levantamento feito pelo Serviço Social e de Psicologia da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital mostra que esse problema vem crescendo. Entre 2005 e 2010, 20 crianças foram devolvidas àquela vara. E, apenas no primeiro semestre deste ano, ocorreram oito devoluções. “As crianças são trazidas como objetos”, lamenta a psicóloga Patrícia Glycerio R. Pinho. “Quando o vínculo de filiação não se dá, pequenas dificuldades se tornam grandes. Às vezes, os pais adotivos não percebem que estão sendo testados e acham que é ingratidão da criança. Imperfeições num filho adotivo são mais difíceis de ser acolhidas porque os pais pensam: ‘isso não pertence a mim porque não o gerei’.”
Patrícia já viu e ouviu uma porção de absurdos. Certo dia, uma mãe adotiva, de bom nível sociocultural, ficou indignada porque a filha andava vomitando. “Estou dando salmão e ela nunca tinha comido”, reclamou. Outra, depois de um ano e meio, devolveu três irmãos ao conseguir engravidar. As crianças já tinham até trocado de nome. Foi um baque. “Geralmente, os pais vêm com uma posição fechada”, diz a psicóloga Patrícia. “O que é pior: a criança ficar numa casa onde já não tem espaço ou ir para um abrigo e tentarmos recolocá-la numa outra família?” Lidia Levy, psicóloga e professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, uma das autoras do trabalho “Família é muito sofrimento: um estudo de casos de devolução de crianças”, relata que está havendo uma mudança no perfil dos adotados. “Praticamente inexistem bebês disponíveis. Por isso, há quem não queira esperar na fila e acaba aceitando crianças mais velhas”, afirma Lidia. “Mas, se essa mudança não for bem trabalhada, pode não dar certo.”
A pequena Raquel*, 10 anos, ficou seis anos sob a guarda da madrinha – a quem chamava de mãe – depois que a mãe biológica morreu. Durante muito tempo, a convivência foi pacífica. Mas, nos últimos meses, as desavenças com o filho biológico ficaram frequentes. “Eu e meu irmão brigávamos bastante, um irritava o outro, e o esposo da minha madrinha não me quis mais”, lembra Raquel. A menina vive na Associação Maria Helen Drexel e diz que quando sair do abrigo vai procurar pela guardiã. “A Raquel tem um amor imenso por ela”, analisa Helena Zgierski, psicóloga da associação. “Apresentou depressão e um quadro psiquiátrico complicado quando chegou aqui. Passou dias e noites sem dormir nem comer. Só chorando. Crianças devolvidas se culpam e acham que não são boas o suficiente.” Helena afirma que pessoas que procuram uma criança com a intenção de fazer caridade ou para salvar um casamento, por exemplo, têm enormes chances de fracassar. “O amor tem de ser incondicional, porque a gente não sabe o que a criança traz registrado”, avalia.
Em todas as histórias de devolução que Helena conhece, havia um filho biológico na família. “Existe uma disputa por amor e espaço. É um outro ser que está chegando. A criança que vai ganhar um irmão também tem de participar desse processo”, diz ela. Foi o que aconteceu com Paula*, 8 anos, e Lauro*, 4. Depois de 11 meses de convivência com um casal de São Paulo, os dois foram devolvidos e estão num abrigo. Paula e o filho biológico do casal, Gustavo*, viviam às turras. Além das brigas constantes, ela e Lauro têm um histórico difícil. Moravam na rua com a mãe biológica e passaram por situações de privação e maus-tratos. “Eu bagunçava muito onde fui adotada. Ficava xingando todo mundo. Batia nas pessoas quando ficava com raiva. Desobedecia minha mãe”, admite Paula. “Meu pai não aguentava meu choro e minha bagunça e me batia.” A menina se culpa pela devolução e pela tristeza do irmão pequeno. Lauro ainda pergunta pelo pai adotivo: “Por que ele não vem me buscar?”

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– Fábio Wajngarten mostra que o Brasil não é para amadores.

O ex-Secretário de Comunicação do Governo Bolsonaro, Fábio Wajngarten, que é judeu, em declaração à CPI da Covid há pouco, justificou sua conduta e suas virtudes inicialmente declarando:

“Tenho uma sólida formação judaica – rezo todas as noites. Frequento o Templo de Salomão [de Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus], e me aconselho com o Pastor [Silas] Malafaia e com o Missionário RR [Soares, da Igreja da Graça]”.

Ele quis dizer que é um homem religioso; ou que é um judeu que pratica mal sua fé (pois segue cristãos, coisa contrária à sua crença que não vê em Jesus o Filho de Deus); ou que é um judeu que quer virar cristão; ou que apesar de judeu ele se aconselha com essas pessoas ligadas ao presidente Bolsonaro e que isso é bom?

Estar atrelado a uma Igreja não significa, necessariamente, que você é honesto ou melhor do que os outros, não?

Atualizando: a Revista Veja divulgou os áudios onde Wajngarten fala sobre a incompetência do Ministério da Saúde e outros detalhes críticos. Está não link em: https://veja.abril.com.br/politica/audio-fabio-wajngarten-ve-incompetencia-no-ministerio-de-saude/

Não houve mentira”, diz Fabio Wajngarten, investigado pela PF | VEJA

– Compactua com a declaração de Abel, diretoria do Palmeiras? Ou teremos uma “DR”?

Abel Ferreira, após Independiente Del Valle 0x1 Palmeiras, disse em entrevista coletiva:

“Espero que a diretoria do Palmeiras não venda o Rony. Já que ninguém entra, espero que ninguém saia também”.

Será que a diretoria do clube tem recebido tais declarações com tranquilidade? Se eu sou o empregador, e meu empregado me cobra publicamente, isso pode ter implicações na relação de trabalho.

  1. Eu sei que para muitos o futebol é um “mundo a parte”e às vezes é mesmo.
  2. É sabido que Abel quer reforços, e se eles não chegarem, não quer perder nenhum jogador.
  3. Por fim, sabemos também que o Palmeiras vai vender algum atleta jovem para fazer caixa – isso é público, o orçamento tem que fechar.

A pergunta é: Presidente do Clube, Diretor de Futebol e Treinador conversarão reservadamente sobre tal episódio ou nada disso? Haverá uma “DR” (discussão do relacionamento)?

Independiente del Valle x Palmeiras: como assistir ao jogo da Libertadores

– Reclamar ou Encarar?

Jeff Bezos, o fundador da Amazon, disse dias atrás que:

“Reclamar não é uma boa estratégia. Temos que lidar com o mundo como ele é, e não como gostaríamos que ele fosse”.

E não está coberto de razão? Queremos que a mudança aconteça, reclamamos por ela e ficamos esperando, ou encaramos o mundo de maneira realista e nós protagonizamos as ações para sermos os artífices da mudança?

Fundador da Amazon deixará comando da empresa | TI INSIDE Online

– Que “Em Qualquer Lugar Que Flor”.

Poemas sempre nos preenchem a alma! Achei esse sensacional. Compartilho:

Extraído de: https://poetajunioliberato.wordpress.com/2021/05/12/em-qualquer-lugar-que-flor/

EM QUALQUER LUGAR QUE FLOR

Por Júnio Liberato

Onde quer que hajam abelhas
Em busca do néctar incolor
Uma flor será uma flor,
Em qualquer canto que nasça
Seja no Caribe, seja no Equador
Conotará a perpetuação da existência
Na maciez daquele órgão reprodutor.

Afinal, em qualquer lugar que seja
Uma flor sempre será flor,
Donzela pura e inanimada
Aos olhos de quem semeou,
Ou, que porventura no fenômeno acaso
Foi gema oportunista que no vento embarcou.

Em qualquer lugar que flor
Em seu amparo, há um jardineiro
Seja este o vento invernal,
Ou o mormaço do veraneio,
Quiçá uma flor só é uma flor
Porque há quem busque seu cheiro.

No entanto se num rapto é arrancada
E posta em algum jarro de escanteio
Então, passa a ser propriedade,
Ao bel prazer do que é alheio
Assim, a flor já não é mais flor,
Tornou-se apenas mais um vislumbre passageiro.

Quiçá uma flor só é uma flor, porque há quem busque seu cheiro.

Em Qualquer Lugar Que Flor

– Como o poder e o dinheiro são instrumentos para a discórdia.

Repost de 1 ano, mas extremamente atual:

Não dá para servir a paixões mundanas e a Deus concomitantemente. Não terá a mesma intensidade e a mesma dedicação.

No último sábado, em homilia, o Papa Francisco alertou que o dinheiro e o poder, tão ambicionados por várias pessoas, são instrumentos perfeitos para o Diabo iludir os homens e destruir a Igreja, a vida, a sociedade.

Reflita: as pessoas chegam a qual ponto pela ganância? Talvez ao de prejudicar ao próximo e cegar-se às coisas mais sensíveis?

Abaixo, extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/papa-francisco/missa-santa-marta/2020-05/papa-francisco-santa-marta-coronavirus-diabo-inveja-poder.html

O DIABO QUER DESTRUIR A IGREJA POR INVEJA COM PODER E DINHEIRO

(…) Na homilia, o Papa comentou a passagem dos Atos dos Apóstolos (Atos 13, 44-52), em que os judeus de Antioquia “cheios de inveja e com palavras ofensivas” contrariam as afirmações de Paulo sobre Jesus que dão tanta alegria aos pagãos e provocam as mulheres da nobreza e os notáveis da cidade, suscitando uma perseguição que obriga Paolo e Barnabé a deixarem o território.

Francisco recordou o Salmo que foi lido: “Cantai ao Senhor um canto novo, porque ele fez prodígios! Sua mão e o seu braço forte e santo alcançaram-lhe a vitória. O Senhor fez conhecer a sua salvação, aos olhos do povo, revelou a sua justiça”. “O Senhor”, disse ele, “fez maravilhas. Mas quanto esforço! Quanto esforço para as comunidades cristãs levarem adiante essas maravilhas do Senhor. Ouvimos a alegria na passagem dos Atos dos Apóstolos: toda a cidade de Antioquia se reuniu para ouvir a Palavra do Senhor, porque Paulo, os apóstolos pregaram com força, e o Espírito os ajudava. Mas quando viram aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e com palavras ofensivas, contrariaram as afirmações de Paulo”. (…)

“Por um lado, há o Senhor, há o Espírito Santo que faz a Igreja crescer, e sempre cresce mais: isso é verdade. Mas por outro, há o espírito mau que procura destruir a Igreja. É sempre assim. Sempre assim. Se vai adiante, mas depois vem o inimigo procurando destruir. O balanço é sempre positivo a longo prazo, mas quanto esforço, quanta dor, quanto martírio! E o que aconteceu aqui, em Antioquia, acontece em todo lugar no Livro dos Atos dos Apóstolos.”

“Por um lado”, observou o Papa, “a Palavra de Deus” que faz crescer e “por outro lado, a perseguição”. “Qual é o instrumento do diabo para destruir o anúncio do Evangelho? É a inveja. O Livro da Sabedoria fala claro: “O pecado entrou no mundo pela inveja do diabo”, inveja, ciúme… Sempre esse sentimento amargo, amargo. Essas pessoas viram como se pregava o Evangelho e ficaram com raiva, roeram o fígado de raiva. E essa raiva os levou adiante: é a raiva do diabo, é a raiva que destrói, a raiva do “Crucifica-o, crucifica-o!”, da tortura de Jesus. Ele quer destruir. Sempre. Sempre.”

“A Igreja”, recordou Francisco, “segue em frente entre os consolos de Deus e as perseguições do mundo. Uma Igreja “que não tem dificuldades falta alguma coisa” e “se o diabo está tranquilo, as coisas não vão bem. Sempre existe a dificuldade, a tentação, a luta… a inveja que destrói. O Espírito Santo faz a harmonia da Igreja e o espírito mau destrói, até hoje. Sempre essa luta”. “O instrumento dessa inveja”, observou o Papa, “são os poderes temporais. Nessa passagem se diz que “os judeus provocaram as mulheres da nobreza”. Foram a essas mulheres e disseram: “Esses aí são revolucionários. Mandem eles embora”. E “as mulheres falaram com as outras e os mandaram embora. As mulheres piedosas da nobreza… E também os notáveis da cidade: eles vão ao poder temporal e o poder temporal pode ser bom, as pessoas podem ser boas, mas o poder como tal é sempre perigoso. O poder do mundo contra o poder de Deus movem tudo isso e sempre por trás disso, do poder, está o dinheiro”.

“O que acontece na Igreja primitiva”, disse o Papa, ou seja, “a obra do Espírito para construir a Igreja, para harmonizar a Igreja e a obra do espírito mau para destruí-la, o recurso aos poderes temporais para deter a Igreja, destruir a Igreja, é apenas um desenvolvimento do que acontece na manhã da ressurreição. Os soldados, vendo esse triunfo, foram até os sacerdotes e compraram a verdade… os sacerdotes. E a verdade foi silenciada. Desde a primeira manhã da ressurreição, triunfo de Cristo, existe essa traição, este silenciar a palavra de Cristo, silenciar o triunfo da ressurreição com o poder temporal: os chefes dos sacerdotes e o dinheiro”.

O Papa concluiu com uma exortação: “Estejamos atentos, estejamos atentos com a pregação do Evangelho” para nunca cair na tentação “de confiar nos poderes temporais e no dinheiro. A confiança dos cristãos está em Jesus Cristo e no Espírito Santo que Ele enviou e o Espírito Santo é o fermento, é a força que faz a Igreja crescer. Sim, a Igreja vai adiante, em paz, com resignação, alegre: entre os consolos de Deus e as perseguições do mundo”.

Francisco: "Por que hoje no mundo se semeia tanto ódio ...

– Os 7 mitos futebolísticos do Brasil, segundo a France Football

Há 7 anos, a Revista France Football divulgou em seu site uma matéria sobre “7 falsas idéias sobre o futebol brasileiro”, querendo desvendar os mitos que os apaixonados pelo esporte acreditam.

São eles (extraídos de: http://is.gd/sAOvNe):

1 – O FUTEBOL BRASILEIRO É ESPETACULAR

A Seleção Brasileira, há muito, perdeu o seu encanto, seu toque de loucura que a diferenciava de todas as outras. Foi-se o tempo do futebol bonito, agora, é eficência em primeiro lugar.

2 – TODOS OS BRASILEIROS TÊM TÉCNICA


No imaginário ocidental, o jovem brasileiro aperfeiçoa suas técnicas com os pés enfiados nas areias de Copacabana debaixo do sol e nas quadras de futsal. Mas o futebol de alguns brasileiros, e não apenas daqueles que jogam no Campeonato Francês, entretanto, faz questionar se eles acharam a porta do ginásio ou se não se confundiram com uma sala de musculação hiperequipada’.

3 – LATERAIS COMO ZAGUEIROS


Djalma Santos, Carlos Alberto Torres, Cafu, Roberto Carlos… Toda seleção brasileira campeã do mundo teve laterais muito ofensivos, até chegar a Copa de 2014 e a dupla Marcelo-Daniel Alves ser atacada por todos os lados [a revista não cita, mas vale lembrar que no 7 a 1 para a Alemanha foi Maicon quem jogou]. A aposta de Dunga é em Danilo e Filipe Luis, menos ofensivos e mais robustos. 

4 – OS GOLEIROS SÃO RUINS


Quem se atreve a dizer que o Brasil não tem grandes goleiros? Gilmar [dos Santos Neves, arqueiro do bi em 1958 e 1962], Taffarel, Dida, Júlio César… E o país ainda tem o artilheiro dos goleiros, Rogério Ceni.

5 – SEMPRE HÁ FESTA NAS ARQUIBANCADAS [ESTÁDIOS CHEIOS]


Imaginar que o público que se viu na Copa do Mundo é o de sempre no Brasil é uma miragem. A média dos dois últimos Brasileiros não passou de 16 mil espectadores [na edição 2013, a média foi de 14.951, e na de 2014, de 16.555]. 

6 – O NÍVEL DO CAMPEONATO [BRASILEIRO] É BAIXO

É sempre a mesma coisa: os ex-jogadores do país, após pararem, dizem que o campeonato do país era melhor antes. A Federação Internacional de Futebol, História e Estatística (IFFHS) põe o Brasileiro como o quarto melhor do mundo, só atrás de Inglês, Espanhol e Italiano.

7 – OS JOGADORES SÃO MUITO RELIGIOSOS


Sim, é verdade! É difícil escapar de Deus quando há um jogo do Brasil. Edmilson, Kaká, Thiago Silva e os dedos de Neymar apontados para o céu… Os jogadores rezam juntos e fazem sinais ao céus no limite do proselitismo.

E o que você pensa sobre os “supostos mitos”? Os franceses estão ou não com a razão?

Deixe sua opinião:

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– Dia do Profissional de Saúde!

Hoje, 12 de Maio, recorda-se e se louva o profissional de saúde: enfermeiros, médicos e demais agentes tão importantes para o nosso dia-a-dia, em especial nesses dias tão difíceis…

Que possamos render homenagens e reconhecimento a eles, pedindo também que as autoridades públicas os ajudem com equipamentos de proteção, jornadas de trabalho adequadas e salários justos!

No dia mundial da saúde, ONU homenageia profissionais de ...

– Tá esfriando…

☀️07h00O sol vem surgindo em meio às nuvens. Estamos tendo uma “virada de tempo”?

Não gosto do frio nem de dias cinzentos. Mas esse amanhecer “fresquinho” – necessariamente com os raios de luz – faz muito bem!

Obrigado, natureza, pela inspiração da manhã.

🌱🌞📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#inspiration #nature #morning #fotografia #paisagem #sun #céu #landscapes #clouds #BragançaPaulista

– Bom dia, quarta-feira.

👊🏻 Olá amigos!
Verticalizando o esqueleto para o #cooper rotineiro. Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #mizuno #adidas #training #corrida #sport #esporte #running
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraAparecida, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Aparecida #Padroeira #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #PadroeiraDoBrasil
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, junto às #roseiras!
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 06h10 – Desperte, #BragançaPaulista.
Que a #QuartaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby