– Crianças devem errar!

Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

Esses radicalismos cada vez mais estão sendo usados para educar as crianças. Ou são perfeitas ou fracassadas, não podendo, então, errar nunca!

Crianças devem errar para aprender! Mas como “controlar esses erros” e até onde há a permissão para eles?

Carl Honoré, filósofo, fala sobre como os adultos tornam muitas vezes a fase infantil em fase de preparo “pré-stress“.

Extraído de: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2082/criancas-precisam-de-liberdade-para-errar-o-filosofo-escoces-diz-153093-1.htm

CRIANÇAS PRECISAM DE LIBERDADE PARA ERRAR

por Suzane Frutuoso

No dia em que o filósofo escocês Carl Honoré, 41 anos, foi chamado na escola do filho Benjamin, hoje com 10 anos, e ouviu da professora de artes que o menino desenhava muito bem, ele se encheu de orgulho e sonhou alto. Saiu de lá e foi fazer uma pesquisa na internet sobre escolas de educação artística. Já imaginava: “Estarei criando o próximo Picasso?” Mas, ao indagar o menino sobre o curso, levou um balde de água fria. “Não quero ir para uma aula na qual o professor vai me dizer o que fazer. Só quero desenhar”, disse Benjamin, com firmeza. “Por que os adultos têm que tomar conta de tudo?” Honoré percebeu quanto estava sendo um pai ansioso querendo dominar a felicidade simples do filho e transformá-la em realização. Ele entendeu também que não estava sozinho. Foi quando deu início às pesquisas do livro “Sob Pressão” (Ed. Record), recém- lançado no Brasil. “A ideia era retomar minha autoconfiança como pai e ajudar outros da mesma maneira”, diz Honoré, que também é pai de Susannah, 7 anos. Uma das principais vozes do movimento slow (por uma vida mais tranquila), o filósofo foi criado no Canadá e hoje mora em Londres. Ele domina o português porque morou no Brasil em 1988 e 1990 para trabalhar com meninos em situação de risco.

ISTOÉ – Qual o problema de pais que, como o sr., tentam desde cedo lapidar a vocação infantil?

Carl Honoré – Não há nada errado em encorajar o talento de um filho. Pelo contrário. É uma das principais responsabilidades dos pais identificar suas paixões e ajudá-los a desenvolvê-las. Mas existe uma grande diferença entre incentivar um talento e colocar a criança sob pressão, numa corrida obsessiva mirando o topo. A infância serve para descobrirmos quem somos e no que somos bons gradualmente, sem ninguém decidindo por nós. Deveria ser um tempo de experimentação em uma série de atividades diferentes. Focar logo cedo em algo leva ao perigo de se fechar para outras opções. Você limita os horizontes da criança no momento em que ela deveria estar aberta para um mundo de possibilidades. Uma criança não é um projeto que você pode modular. Ela é uma pessoa que precisa de permissão para ser protagonista de sua própria vida.

ISTOÉ – Mas a sociedade acredita que talento bom é talento precoce, certo?
Honoré – Talento precoce não é garantia de futuro brilhante. Crianças mudam conforme crescem, especialmente na adolescência. O menino que dribla espetacularmente os amigos, como o jogador Robinho fazia aos 6 anos, pode ser um atleta medíocre aos 13. Crianças precisam de espaço e liberdade para cometer erros, fazer más escolhas, ficar em segundo lugar no pódio. É assim que elas aprendem a trabalhar seus pontos fortes e descobrirão no que são boas. Claro que há casos de crianças prodígio que treinam com afinco seus talentos naturais e alcançam benefícios – na música, por exemplo. Mas é importante lembrar que é uma minoria. Nossa cultura exige perfeccionismo. Isso torna difícil para nós, pais, segurar expectativas e ajudar nossos filhos a desenvolver todo potencial que têm sem cair na fantasia de que eles podem ser os próximos Pelé, Paulo Coelho ou Caetano Veloso.

ISTOÉ – Como a pressão, com atividades que em tese melhorariam o desempenho no futuro, pode ser prejudicial?
Honoré – É possível acabar para sempre com o desejo dela por algo de que goste. Acelerando o processo de aprendizado, frequentemente não se aprende tão bem. Uma professora de música de Londres me contou sobre uma menina que começou a estudar violino aos 3 anos. Ela saltou à frente de seus pares. Mas aos 6 a técnica dela era tão distorcida que precisou passar meses reaprendendo o básico. As outras crianças que ela tinha ultrapassado acabaram deixando-a para trás.

ISTOÉ – Quais são os problemas do mundo contemporâneo que já afligem as crianças?
Honoré – Estamos em um momento único da história da infância na qual somos pressionados a oferecer uma infância “perfeita” aos nossos filhos. Uma série de tendências convergiu ao mesmo tempo para produzir uma cultura da perfeição. A globalização trouxe mais competição e incertezas sobre o mercado de trabalho, o que nos deixa mais ansiosos em preparar os filhos para a vida adulta. A cultura do consumo alcançou a apoteose nos últimos anos. O próximo passo é criar uma cultura de expectativas elevadas: dentes, cabelos, corpo, férias, casa, tudo deve ter perfeição. E crianças perfeitas fazem parte desse retrato. É uma cultura do tudo ou nada. Ou você é uma celebridade ou você é um ninguém. É rico ou pobre. É feliz ou depressivo. Parece que perdemos todas as nuances entre os extremos. Não toleramos coisas medianas ou boas o suficiente.

ISTOÉ – Por que isso acontece?
Honoré – Porque os pais dessa geração perderam a autoconfiança. O que nos torna iscas fáceis de empresas que criam produtos desnecessários para cuidar de crianças. Ao mesmo tempo, a sociedade é profundamente impaciente. Queremos tudo agora. E achamos complicado recuar e deixar as coisas acontecerem. Sou pai e sei como é confuso criar uma criança nos dias de hoje. O foco do livro não é demonizar os pais. É nos fazer menos culpados e inseguros em relação aos nossos filhos.

ISTOÉ – Como, então, incentivar o talento das crianças de modo saudável?
Honoré – Primeiro, não pressionando os muito pequenos. No esporte, há um número recorde de crianças com lesões graves, como rompimento dos ligamentos, porque estão treinando como profissionais. Quando crescem, deixam o esporte de lado por perderem o prazer de praticá-lo devido à competição que viveram muito jovens. Para medir a paixão de um filho por algo é necessário observar, ouvir e ler os sinais dele. Se nunca fala sobre uma atividade que pratica pode ser sinal de que não está completamente engajado naquilo. Se dorme no carro a caminho da atividade ou tem olheiras, provavelmente está sendo exigido demais. Se você tem de brigar para que um filho se dedique ao que faz, talvez seja hora de parar. A resistência contínua é sinal de que a atividade não é a ideal para a criança. Ou não é o momento certo. Também é crucial não deixá-la preocupada em relação ao desempenho. Encoraje-a a se dedicar constantemente, mas sem pressa. O pai do golfista Tiger Woods permitiu que ele fosse adiante num ritmo comedido. Sua política era fazer Tiger se desenvolver em seu próprio ritmo, nada além disso. E olhe como funcionou!

ISTOÉ – Existem paralelos entre crianças com excesso de atividades extracurriculares e crianças exploradas em trabalhos infantis?
Honoré – Talvez existam. Em ambos os casos, elas são prejudicadas ao serem impedidas de viver uma infância apropriada. O tempo delas não lhes pertence realmente. Criadas assim serão menos criativas. Estão tão preocupadas em agradar aos adultos e fazer tudo certo que não aprendem a pensar por si sós e a olhar para dentro de si mesmas. Sofrem com stress. Como têm cada minuto organizado e supervisionado por adultos, mais tarde descobrirão que é difícil viver por conta própria. Nunca amadurecerão. Há pouco tempo, soube do caso de um professor que pediu a um rapaz de 19 anos que desligasse o celular em aula e ouviu: “Por que você não resolve isso com a minha mãe?” Há pais que estão indo a entrevistas de trabalho com os filhos negociar salários e benefícios.

ISTOÉ – Parece que os pais de hoje sofrem justamente por terem inúmeras possibilidades e não saberem o que é melhor. Eles estão apavorados?
Honoré – Muito. Eles têm um mundo de conselhos, alertas e opções – e ficam sem saber o que fazer. E quando não sabemos o que fazer acabamos fazendo o que todo mundo está fazendo. Pais confiantes são resistentes ao pânico e à pressão, conseguindo assim encontrar o caminho para educar seus filhos. Não existe fórmula mágica para educar. Cada criança é única, assim como cada família. O segredo é encontrar a fórmula que funciona melhor para você e seu filho.

ISTOÉ – Há no Brasil pais escolhendo a escola dos filhos de 5, 6 anos conforme um ranking daquelas cujo ensino garante o ingresso nas melhores universidades. Eles estão certos?
Honoré – É o mesmo fenômeno aqui na Inglaterra. Eles querem que o filho entre numa boa universidade. O problema é o sistema para chegar lá. As melhores escolas são tão obcecadas em alcançar as maiores pontuações nos exames de avaliação que a educação sofre falhas. Há colégios hoje que são como fábricas com uma linha de produção. É uma escolha difícil para os pais. Não se pode esperar que sacrifiquem o futuro de seus filhos. Então, acredito que seja a única coisa que esses pais podem fazer nas atuais circunstâncias. Mas há outro ponto a ser lembrado. Criar um mundo perfeito para seu filho, no qual tudo é gerado de acordo com as necessidades dele, em que as emoções dele sempre vêm primeiro, não é uma preparação razoável para a vida adulta. Não é assim que o mundo real funciona. Nem todos aqueles que vão para as melhores escolas particulares e mais renomadas universidades são mais felizes, saudáveis e bem-sucedidos.

ISTOÉ – O que é fundamental na educação de uma criança?
Honoré – Elas precisam de tempo e espaço para explorar seu próprio mundo. Precisam de amor e atenção. Devem ter permissão para se arriscar.Há um movimento na Inglaterra contra festas de aniversário esbanjadoras. Muitos pais estão limitando os presentes que os filhos recebem ou até os proibindo. Estão reaprendendo a dizer não. Investimos tempo, dinheiro e energia num currículo matador para nossos filhos, mas tendemos a vacilar na disciplina. Do mesmo modo, crianças precisam dizer não para nós às vezes. Vejo uma mudança se aproximando. Pelo mundo, escolas estão revendo a obsessão por exames e evitando o excesso de atividades acadêmicas para que os alunos tenham tempo de relaxar, refletir e aprender coisas sozinhos. Há pouco tempo uma escola escocesa eliminou a lição de casa para as crianças de 3 a 13 anos. Em um ano, as notas em matemática e ciências melhoraram 20%.

ISTOÉ – Há outros exemplos?
Honoré – Sim. Para que os jovens voltem a se interessar por esportes, as ligas esportivas estão reprimindo o abuso de pais que enfatizam a importância de ganhar a qualquer custo. Recentemente, o Massachusetts Institute of Technology (MIT) reformulou o formulário de matrículas com ênfase num número menor de atividades extracurriculares que os alunos considerassem importantes para a futura carreira e optassem por assuntos que lhes despertassem paixão. Até mesmo Harvard está revendo o excesso de atividades, como mostra uma carta da direção encaminhada aos novos alunos. 

“Você pode equilibrar melhor sua vida se participar de algumas atividades por puro divertimento, mais do que daquelas que imagina que serão um diferencial para conseguir emprego. As relações humanas que você construir com seus colegas pode ter uma influência maior em sua vida futura do que o número de cursos que você fará.” O título: “Vá devagar: absorvendo mais de Harvard fazendo menos.”

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– Entardeceu.

Entardecendo em Bragança Paulista. Que dia curto, senhores! Faz parte desta estação do ano…

Amo o por do sol.

📸#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#entardecer #natureza #horizonte #mobrgrafia

– AT&T e a mega fusão com a Warner Bross.

Que gigante!

Contra o conglomerado composto por Disney / ABC / ESPN / Fox / Marvel, a AT&T / Discovery fundiu-se com a Warner / HBO / DC / CNN.

Olhem só que negócio bilionário e poderoso na briga pelo Entretenimento, abaixo:

Extraído de: https://www.cnnbrasil.com.br/business/2021/05/17/att-confirma-fusao-da-warnermedia-com-o-discovery-e-cria-gigante-do-streaming

AT&T CONFIRMA FUSÃO

Na manhã desta segunda-feira (17), a AT&T (T) e o Discovery, Inc. (DISCA) anunciaram um acordo que prevê que a WarnerMedia da AT&T será desmembrada e combinada com o Discovery em uma nova empresa de mídia independente.

O negócio, sujeito à aprovação regulatória, combinará dois tesouros de conteúdo, incluindo o HBO Max e os serviços do Discovery +. A CNN será incluída na transação.

O CEO do Discovery, David Zaslav, comandará os negócios combinados, de acordo com o anúncio desta segunda. “Executivos de ambas as empresas” desempenharão “funções de liderança chave”, disse um comunicado à imprensa.

Por um lado, a junção é uma maneira lógica de competir com a Netflix e a Disney, os dois principais players de streaming.

Por outro, também é uma maneira complexa para a AT&T desfazer sua oferta de 2016 pela Time Warner, que entrou em vigor em 2018, com os ativos chamados WarnerMedia. As empresas disseram que esperam que o acordo entre em vigor em meados de 2022.

Os acionistas da AT&T ficariam com a maioria das ações da empresa combinada, com 71%, enquanto os acionistas do Discovery ficariam com 29%.

Um spin-off ajudará a AT&T a priorizar seus negócios sem fio e pagar sua enorme dívida. O comunicado observou: “A AT&T receberia US$ 43 bilhões (sujeito a ajuste) em uma combinação de dinheiro, títulos de dívida e retenção de certas dívidas pela WarnerMedia.”

As ações da AT&T subiram mais de 3% antes do mercado, enquanto as ações do Discovery subiram 16%.

Analistas proeminentes de Wall Street previam, e em alguns casos encorajavam, esse tipo de movimento. No início deste ano, a AT&T fechou um acordo para dividir seu negócio de satélite DirecTV com uma perda significativa em relação ao preço de compra de 2015.

E outra gigante das telecomunicações, a Verizon, jogou a toalha em seus esforços de conteúdo também, concordando em vender o Yahoo e a AOL por US$ 5 bilhões.

Claro, o mundo da mídia parece muito diferente hoje do que há alguns anos. Os investidores estão mais focados no streaming a cada ano que passa.

A Bloomberg News deu a notícia do acordo iminente no domingo e disse que a Warner e o Discovery “seriam um competidor formidável da Netflix e da Disney”.

O serviço de streaming não focado em ficção do Discovery foi lançado em janeiro, utilizando uma biblioteca de programas de canais como TLC e Animal Planet. Na época, Zaslav disse à CNN que Discovery + era um “ótimo complemento para quem tem Disney ou Netflix, ou HBO, Disney e Netflix.”

Quando a principal correspondente de negócios da CNN, Christine Romans, perguntou quantos serviços de streaming os americanos acabariam tendo, Zaslav disse: “Acho que as pessoas terão três ou quatro”.

Zaslav também enfatizou o alcance global do Discovery. HBO Max, atualmente disponível nos Estados Unidos, está prestes a fazer um impulso internacional.

“Este acordo une dois líderes de entretenimento com forças de conteúdo complementar e posiciona a nova empresa como uma das principais plataformas globais de streaming direto ao consumidor”, disse o CEO da AT&T, John Stankey, em um comunicado. “Ele apoiará o crescimento fantástico e o lançamento internacional do HBO Max com a pegada global do Discovery e criará eficiências que podem ser reinvestidas na produção de mais conteúdo excelente para dar aos consumidores o que desejam.

(Texto traduzido, clique aqui para ler o original em inglês).

HBO MAX | Anatel finalmente aprova fusão entre AT&T e Warner e HBO Max  poderá ser lançado no Brasil! - ProtocoloXP

– “Les Bleus” virão com tudo!

Rapaz… olhe só a convocação da Seleção Francesa!

Que geração! E repare que quase todos os atletas jogam em gigantes consagrados.

Na minha época, quem era da França não era muito “levado em conta”. Platini era o craque e só. Recentemente, Zidane. Hoje, parece-me que, apesar do campeonato ainda fraco, os jogadores franceses ganharam respeito definitivo.

Com Bélgica e os outros tradicionais candidatos ao título, a França pode se juntar aos elencos que brigarão pelo título na Copa do Catar-2022.

A lista abaixo:

– Todas as bençãos de Deus para a minha parceira da vida!

Esposa, mãe, madrinha, tia, amiga, companheira, filha, nora, irmã, comadre…

… catequista, doutora, professora, cientista, pesquisadora, musicista, química…

…bonita, amável, alegre, encantadora, inspiradora, exemplo e mulher!

De todas as virtudes dela, é difícil escolher uma só. Uma incrível figura humana (que tenho a sorte de ser casado).

Te amo, Andréia. Feliz Aniversário, minha querida parceira da vida 😍.

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– Muhammad Yunus tem razão! Assistencialismo não pode ser duradouro.

O ganhador do Prêmio Nobel de Paz 2006, o bengalês Yunus (que recebeu a honraria por defender microcrédito à população carente e criar meios de auto-sustentabilidade e microempreendedorismo aos pobres) esteve no Brasil tempos atrás, e deu uma cutucada nos programas assistenciais do Governo.

Ele disse que:

É claro que pessoas necessitadas precisam de ajuda, mas o princípio que defendo é outro. Oferecer bem-estar social é importante, mas dar oportunidade para as pessoas saírem do programa de bem-estar social é ainda mais importante (…) Dependência não é vida humana. Vida humana é usar todo o seu talento, sua criatividade e seu potencial ilimitado. Receber dinheiro como assistencialismo não pode inibir a pessoa de procurar se sustentar, ter emprego e sua fonte própia de renda no trabalho honesto e diário”.

Em suma, ele quis dizer: mais importante do que os programas Bolsa-Isso ou Bolsa-Aquilo, é dar condição para a pessoal ir trabalhar e ganhar dinheiro com seu suor, ao invés de uma esmola perene e oficial. Ou não é esse o sentido? Aliás, isso independe de Governo Lula ou Bolsonaro… é uma prática “corriqueira” dos políticos.

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– 101 anos do Papa João Paulo II

Se vivo fosse, São João Paulo II, o polonês que se tornou o “Papa Peregrino”, faria 100 anos hoje!

Nos lembremos da frase que abriu o seu Pontificado:

Não, não tenhais medo! Antes, não procurai abrir, melhor, escancarar as portas a Cristo

Que tenhamos sempre a coragem de testemunhar Jesus!

– O infrator que machucou Diego era para ser Expulso?

Recebi essa boa pergunta do leitor Ernesto Ponte, e compartilho:

“Boa noite, gostaria de saber se essa entrada do Arroyo no Diego que deixou ele fora por 3 meses era pra Vermelho. Na minha opinião sim, mas quero saber a sua.”

O lance em: https://youtu.be/fHwIcej9zrc (lembrando que a partida citada é Emelec x Flamengo em 2019)

A minha resposta:

Ali o árbitro entendeu como “Ação temerária”(lances que levam ao risco de lesão e que precisam ser advertidos com Cartão Amarelo). Não é nenhum absurdo o Amarelo, pois não há a manifesta intenção do adversário em lesionar o adversário, mas sim a conduta de correr risco de atingir o adversário. 
Eu, particularmente, entendo como “Jogo Brusco Grave”, que é o lance onde essa ação temerária ganha uma força além do que era necessário para a disputa de bola. Neste caso, eu aplicaria Cartão Vermelho. 
Importante – é jogada interpretativa para a escolha do Cartão. 
Sobre a lesão: aí, infelizmente, é acidente de trabalho. Uma pena que ficará tanto tempo fora. 
A pena para o infrator deveria ser a automática, de 1 jogo. Não pode ser maior pois não houve a chamada “agressão de conduta violenta”, ou seja, onde há a maldade para não disputar a bola e lesionar propositalmente. Se o atleta tivesse feito isso, o Vermelho seria acompanhado de vários jogos de gancho. 
Abraços. 

E para você? Arroyo deveria ser expulso ou não na época?

 

– Giovani Cherini e a bobagem sobre a morte de Bruno Covas!

Eu sofro com o uso de máscaras: incomodam, não consigo entender o que os outros falam e me sufocam. MAS SÃO NECESSÁRIAS no combate à pandemia. Todos devemos usá-las.

Me surpreende a fala contra elas do deputado gaúcho Cherini, tamanha a idiotice proferida. Leia o absurdo:

“O vice-líder do governo na Câmara, deputado Giovani Cherini (PL-RS) criticou o uso de máscaras no combate à proliferação da Covid-19 e atribuiu a morte do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB) ao uso do equipamento facial durante fala na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta segunda-feira (17).
‘Falaram tanto do nosso querido e saudoso Bruno Covas. A máscara que ele usou durante toda a campanha pode ter prejudicado o câncer que ele teve’, afirmou, sem apresentar nenhuma evidência da correlação. Ainda em sua fala, disse que a ‘máscara tem causado ansiedade nos brasileiros’”*.

Pode?

Não é de grande irresponsabilidade correlacionar coisas distintas, parecendo que uma implica na outra?

Pra quê criar uma confusão na cabeça do povo, a partir de mentiras e bobagens que nunca uma autoridade poderia dizer…

*Extraído de: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2021-05-17/-deputado-relaciona-uso-de-mascara-com-morte-bruno-covas.html

Deputado federal Giovani Cherini (PL) relacionou morte de Bruno Covas com uso de máscara

– Há algo mais belo do que as flores?

A natureza nos apaixona e nos transforma em pessoa mais sensíveis. Gosto do céu, do mato e das flores!

Quando me deparo com maravilhas como essa, da foto abaixo, pergunto-me: não vale a pena o clique”?

Aqui:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

 

– Como se Proteger nas Dificuldades?

Muitas vezes passamos por dificuldades no dia-a-dia. Além dos problemas cotidianos, existem nossas próprias fraquezas e pontualidades. Nesses últimos dias, por exemplo, tenho sofrido com a impaciência, pois, confesso, ando estressado com tantas coisas.

Nesses momentos, vale uma reflexão encorajadora, extraída de um bíblico texto de São Paulo:

Revistam-se de todas as armas de Deus para que possam resistir quando forem atacados, e para que depois de terem feito tudo continuem firmes. Mantenham-se pois firmes, cingidos com o cinturão da verdade e protegidos com o colete da justiça de Deus. Que os vossos pés estejam calçados com o zelo em anunciar o Evangelho da paz. E sobretudo a fé, pois é um escudo que vos protege contra o fogo disparado pelo inimigo sobre as vossas vidas. Também é necessário o capacete da salvação, assim como a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.”

Efésios 6,13-18

Belíssimo, não? Precisamos dos Dons do Espírito Santo para que seus Frutos possam brotar. E, para isso, precisamos estar de bem com Deus, com o próximo e conosco mesmo.

 

– Brilhe, Astro-Rei!

Num dia frio como o de hoje, precisamos do amigo sol. E olhe ele ali, no cantinho, querendo se fazer presente!

Na paisagem do Interior Paulista, fica o ânimo de seu brilho para nos trazer paz e equilíbrio.

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby