– Vamos montar o quebra-cabeça?

A alegria de montar o quebra-cabeça!

Com muita ajuda do papai, é claro. Mas vale a atividade lúdica. E só entre nós: esse é para 8 anos…

Os da idade dela, ela já sabe montar tranquilamente, mas quanto mais forçar o aprendizado, melhor para o desenvolvimento (e diversão também).

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– Marcelo Queiroga, o novo Ministro da Saúde.

Na parte da manhã, comentamos sobre a provável não-aceitação da Dra Ludmila Hajjar como Ministra da Saúde (vide aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/03/15/ludhmila-a-ex-nova-ministra-da-saude/). À tarde, Pazzuello garantiu que era o Ministro e não estava demissionário. Agora a noite, o Dr Marcelo Queiroga, cardiologista, foi anunciado como o titular da pasta.

O Brasil não é para amadores, não? Mais do que isso, vamos torcer para que ele dê certo, afinal, estamos entrando no pior período da pandemia.

Cotado para Saúde, cardiologista se reúne com Bolsonaro no Planalto

– Que nuvem é essa?

A natureza nos presenteia com suas formas inusitadas!

Que imagem lhe vem à cabeça quando você vê essa nuvem branca ☁️ ?

A cinza parece um disco voador…🥏 🛸

(Clicada há pouco, 16h, da janela aqui de casa).

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#clouds #BragançaPaulista #nature #paisagem #landscape

– Ignorância, Orgulho ou Intolerância: o que é pior para o enfrentamento da expansão do Coronavírus no Brasil?

PRECONCEITO vem de PRÉ – CONCEITO, ou seja, conceituar algo anteriormente. 

Se você acha que o Coronavírus, meses atrás, era uma bobagem, você tinha preliminarmente um conceito. O pré-conceito de que não era perigoso.

Porém, depois de tudo o que aconteceu (mortes e contágio pandêmico), aquele pré-conceito deixou de ser verdadeiro. Se você o mantém como correto, tornou-se um preconceituoso (aceitou o pré-conceito e não mais o mudou).

Em nosso país, há uma divergência grande entre governadores estaduais e presidente da República em gerir a crise pandêmica, e isso influência a vida do brasileiro.

Assim, independente se os políticos estão preparados para o combate efetivo, se auto-avalie:

  • Se você discordar de alguma ideia, respeitando a diferença do próximo, é algo democrático (e isso é bom!) Mas…
  • Se você discordar de alguma ideia, e querer prevalecer unicamente a sua, é intolerância.
  • Se você discordar de alguma ideia por desconhecimento e mantê-la, é ignorância.
  • Se você discordar de alguma ideia por birra, aí é orgulho.

Enfim: qual o grande empecilho para o Brasil frente o Covid-19?

Coronavírus: Brasil tem curva de mortes mais acelerada entre países com  mais óbitos por covid-19 - BBC News Brasil

– Descanse em Paz, Gilmar Fubá!

Puxa vida, morreu o folclórico jogador de futebol Gilmar Fubá, que tanto tempo jogou no Corinthians.

Me lembro muito bem dele, um sujeito bem simples e carismático. Ele tinha a minha idade, e a última vez que apitei ele foi pela antiga série B1A, no jogo entre Ranchariense x Red Bull Brasil (onde era a estrela do time naquela época).

Tinha 45 anos e faleceu por conta de um câncer de medula óssea.

– A importância da participação em Conselhos de Direitos

Recebi e compartilho: sobre a necessidade de, enquanto cidadãos, nos organizarmos e participarmos nas pastorais e conselhos pertinentes às nossas realidades, fazendo isso com capacitação e propriedade.

Abaixo:

A IMPORTÂNCIA DA PARTICIPAÇÃO EM CONSELHOS DE DIREITO

Por Reinaldo Oliveira

A Constituição Federal de 1988 possibilitou a criação dos Conselhos de Direitos, através do afirmado no parágrafo 1º …”todo o poder emana do povo”, e também através dos parágrafos 194, 196, 204, 206 e 227. Os Conselhos de Direitos têm por objetivo facilitar, para os conselheiros e conselheiras a compreensão do papel das políticas públicas, despertando a consciência e participação do cidadão na construção destas ações. Eles existem em âmbito nacional, estadual, regional e municipal, compostos por voluntários vindos de movimentos sociais, pastorais sociais, sindicatos, associações de classes e outros, cujas participações demandam questões voltadas aos mais frágeis e vulneráveis.

E esta participação se torna bastante importante, tendo em vista que nos últimos tempos vem sendo de crise, dos modelos econômico e democrático, com uma conjuntura, sujeita a mudanças, que tem provocado graves perdas nos direitos sociais, causando extrema desigualdade e pobreza. Por este e outros motivos os voluntários nos Conselhos de Direitos têm relevante participação reivindicando, debatendo, defendendo e sugerindo a manutenção das políticas, bem como articulando outras que venham em prol dos mais frágeis e vulneráveis.

Neste sentido em 2019 a Igreja Católica, sempre atuante com trabalho continuo na área social, através de seus movimentos e pastorais, lançou como contribuição e reflexão a Campanha da Fraternidade com o tema “Fraternidade e Políticas Públicas”, onde através de três ações: Ver, julgar e Agir, trouxe visibilidade, debate e proposições sobre este importante assunto. Ainda na visibilidade do tema e ação efetiva, setores da Igreja que promovem formação/educação realizaram e continuam realizando cursos voltados aos agentes de pastorais, líderes comunitários e outros.

Em 2020, o CEFEP – Centro Nacional de Fé e Política “Dom Helder Câmara”, promoveu de agosto a novembro o curso “Formação em Políticas Públicas para Conselheiros Municipais”, com a participação de mais de uma centena de participantes de várias regiões do país. A Arquidiocese de Porto Alegre em parceria com a Caritas Diocesana, realizou de novembro de 2020 a fevereiro de 2021 o curso “Formação Cidadã em Políticas Públicas para Conselheiros Municipais” também com a participação de mais de uma centena de participantes.

Durante todo o ano de 2020 o Núcleo de Fé, Política e Cidadania “Dom Amaury Castanho”, de Jundiaí/SP ministrou vários cursos com conteúdo voltados para agentes que atuam na vida pública. E continua oferecendo estes cursos, de forma online e gratuitos, também em 2021. A REC – Rede de Escolas da Cidadania, de São Paulo, que tem mais de uma dezena de Escolas de Fé e Cidadania também realiza durante todo o ano, cursos de formação para a atuação nas esferas públicas. Ainda importante falar que várias Universidades também oferecem cursos de graduação, online e gratuitos nas mais diversas áreas da administração pública. Então…você também é convidado a pesquisar/consultar uma destas entidades, escolher um dos cursos oferecidos, se inscrever e breve atuar nestes espaços, de participação popular, atuando como conselheiro, desenvolvendo esta atividade muito gratificante. É isso! (* Conselheiro dos Conselhos Municipal do Idoso e Conselho Municipal da Saúde).

– Postos de Combustíveis e Crime Organizado.

Frente aos bandidos, tudo é mais difícil: como os proprietários de postos de combustíveis honestos sofrem frente a picaretagem.

Extraído de: https://www-moneytimes-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/www.moneytimes.com.br/crime-organizado-drena-bilhoes-de-postos-de-combustiveis-no-brasil/amp/

CRIME ORGANIZADO DRENA BILHÕES DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS

Viaje pelo Brasil e você perceberá em quase todo lugar sinais da BR Distribuidora (BRDT3), proprietária da maior cadeia de combustíveis da América do Sul.

O clássico logotipo verde e amarelo da companhia que remete à Petrobras (PETR3; PETR4) é presença constante nas pequenas e grandes cidades do país.

Menos conhecido, porém, é o esforço da BR para afastar sua rede varejista de supostos vigaristas. Em 2019, a empresa expulsou centenas de franqueados independentes de sua rede por “irregularidades”, incluindo evasões fiscais e comercialização de gasolina adulterada, disse à Reuters um porta-voz da distribuidora.

No total, a BR Distribuidora retirou seu nome de 730 pontos de venda, cerca de 10% de sua rede à época no Brasil, segundo a empresa.

Mas outros suspeitos de crimes continuam operando postos da BR. Um importante franqueado no Rio de Janeiro, por exemplo, foi acusado por procuradores estaduais pelo menos 12 vezes por crimes relacionados a combustíveis nos últimos 15 anos, e atualmente é julgado por supostas participações em uma ampla quadrilha de transporte ilegal de combustível, de acordo com documentos judiciais vistos pela Reuters.

Ele não foi condenado em nenhum dos processos examinados pela agência de notícias.

A situação da BR não é exclusiva. Vigaristas se infiltraram nas quatro maiores redes de combustíveis do Brasil. Estima-se que controlem centenas –senão milhares– de postos, de acordo com entrevistas da Reuters com mais de duas dezenas de autoridades da indústria e policiais.

A Reuters também analisou milhares de páginas de processos judiciais e registros de execução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Os trapaceiros vendem gasolina roubada e utilizam bombas adulteradas para comercializar aos clientes menos do que o total pago, segundos as entrevistas e documentos.

Crimes mais graves também são recorrentes. Alguns empresários utilizam seus postos para lavar dinheiro para gangues como o Primeiro Comando da Capital (PCC), o maior grupo de crime organizado da América do Sul, e para milícias –empreendimentos criminosos compostos em parte por policiais aposentados e fora de serviço–, afirmam as autoridades.

No Sul do Brasil, o proprietário de um posto está sendo julgado pelo assassinato, em 2017, do chefe de um órgão de vigilância do setor, que investigava suspeitas de fraude nas operações do empresário.

O crime com postos de combustíveis é lucrativo. Os ganhos ilícitos nas bombas do país chegam a 23 bilhões de reais por ano, de acordo com uma estimativa feita em novembro pelo Instituto Combustível Legal (ICL), grupo fundado no ano passado para combater fraudes.

O presidente Jair Bolsonaro culpou proprietários de postos por enganar o Tesouro e prejudicar motoristas em meio à revolta pública com os recentes aumentos nos preços dos combustíveis.

“É um negócio bilionário”, disse Bolsonaro em uma transmissão ao vivo em redes sociais em fevereiro, na qual citou fraudes fiscais e em termos de quantidade e qualidade dos combustíveis.

Em notas enviadas à Reuters, as maiores distribuidoras de combustíveis do Brasil por participação de mercado –BR, Ipiranga, Raízen e Ale– reconheceram lidar com malfeitores em seus pontos de venda, todos de propriedade de franqueados independentes.

Juntas, essas quatro empresas respondem por quase metade dos postos do Brasil. Os distribuidores disseram que trabalham com diligência para eliminar os vigaristas, fornecendo informações sobre supostas condutas ilícitas à polícia, procuradores e órgãos reguladores.

Essas companhias possuem ligações com alguns dos maiores nomes da indústria petrolífera mundial. A Raízen Combustíveis, por exemplo, é uma joint venture entre Shell e o grupo Cosan (CSAN3); ela conta com cerca de 5 mil postos com bandeira Shell no Brasil, segundo os dados mais recentes da ANP.

A Ale Combustíveis, com cerca de 1.500 postos, é uma unidade da suíça Glencore. A BR possui aproximadamente 7.800 unidades. Já a Ipiranga, que pertence à Ultrapar, tem 7.105 postos no Brasil.

As ações judiciais que visam eliminar supostos infratores de suas franquias podem levar anos em meio ao sistema judiciário brasileiro, afirmaram autoridades do setor.

Medidas periódicas, como a “limpeza da casa” feita em 2019 pela BR, podem ser ineficientes, já que malfeitores encontram maneiras de obter o controle de outros postos, disse Carlo Faccio, diretor do ICL.

“O combustível está numa situação muito ruim”, afirmou. “A gente ainda está muito atrás, tem muito para ser feito.”

Nenhuma agência governamental monitora quantos postos de combustíveis têm ligações com criminosos condenados ou suspeitos de crimes no Brasil.

A Reuters analisou autos judiciais no Estado do Rio de Janeiro –que, segundo as autoridades, é um dos focos da atividade ilícita.

A agência de notícias identificou 20 proprietários de postos que foram indiciados ou condenados por crimes relacionados ao combustível desde 2015.

Em conjunto, os 101 postos que eles possuem representam cerca de 4% de todos os pontos de venda de combustíveis no Rio. A maioria desses proprietários possuía conexões com grupos do crime organizado, de acordo com procuradores e documentos judiciais apresentados em vários processos criminais.

Guilherme Vinhas, sócio do escritório Vinhas e Redenschi Advogados, no Rio de Janeiro, que já trabalhou para todas as grandes distribuidoras, disse que a infiltração criminosa no setor varejista de combustíveis se tornou uma grande preocupação para seus clientes.

“As empresas monitoram isso, e há uma preocupação”, afirmou Vinhas.

Oportunidade irresistível

No México, por exemplo, os ladrões que acessam oleodutos custam à petroleira estatal Pemex 15 milhões de pesos (738 mil dólares) por dia, disse o presidente-executivo da empresa, Octavio Romero Oropeza, no ano passado. Esse combustível roubado costuma ser “cercado” por proprietários de postos de gasolina cúmplices das irregularidades, de acordo com as autoridades mexicanas.

Mesmo assim, executivos da indústria afirmam que os ladrões do Brasil estão entre os piores do mundo, em parte devido a um regime fiscal que, segundo eles, convida à trapaça.

Os impostos sobre combustíveis no Brasil variam de Estado para Estado. O imposto estadual sobre o etanol, por exemplo, é de 32% no Rio de Janeiro, ante 13% na vizinha São Paulo. Isso cria um incentivo para que os criminosos comprem combustíveis de unidades com impostos baixos para revendê-los em Estados com impostos mais altos para donos de postos desonestos, que cobram dos clientes o imposto e embolsam a diferença, disseram membros do setor.

“É o sistema tributário mais complexo que eu conheço”, disse Marcelo Araújo, presidente da Ipiranga, durante uma conferência virtual do setor em dezembro.

Os criminosos do Brasil abocanham 7,2 bilhões de reais por ano apenas com a evasão fiscal dos combustíveis, de acordo com estudou de 2019 da Fundação Getúlio Vargas.

Autoridades destacaram que a adulteração da gasolina com etanol ou outros líquidos é mais um dos truques utilizados para aumentar os lucros.

Mas algumas das maiores recompensas para os proprietários de postos, segundo autoridades e fontes em empresas, vêm da utilização de seus meios para lavar dinheiro para organizações criminosas.

Entre os donos de postos cariocas com antecedentes criminais identificados pela Reuters está Cleber “Clebinho” Oliveira da Silva. Atualmente, ele possui dois postos de gasolina no Rio, de acordo com cadastros corporativos –um posto independente, sem filiação com qualquer marca nacional, e outro franqueado da Ipiranga.

Em 2018, Silva foi condenado na esfera estadual por pertencer à Liga da Justiça, uma das maiores milícias do Rio. Hoje com 37 anos, ele recebeu uma pena de seis anos de prisão, mas permaneceu em liberdade enquanto recorre da decisão.

Em 2019, Clebinho foi condenado a pagar uma multa e prestar serviços comunitários em um processo à parte, pelo uso de seu posto independente para supostamente lavar lucros ilícitos da Liga da Justiça.

A natureza do serviço comunitário e o valor da multa não foram especificados no documento de sentença. As autoridades afirmam que a Liga da Justiça está envolvida em uma variedade de atividades ilegais, incluindo contrabando de combustível, roubo de automóveis e redes de proteção.

Os procuradores não fixaram a quantia lavada por Silva. Mas o juiz, em sua decisão, citou o depoimento de uma testemunha alegando que a receita mensal do posto mais do que quadruplicou, para 900 mil reais, depois que Clebinho adquiriu uma parcela do negócio, em 2015.

Pouco depois dessa condenação, Silva adquiriu outro posto –este, franqueado da Ipiranga–, segundo os registros corporativos e registros regulatórios.

A Ipiranga disse à Reuters que Silva não fazia parte do quadro societário do posto quando a unidade entrou na rede de distribuição da empresa, em 2008, e que desconhecia seu envolvimento no negócio.

“Se o mesmo compõe atualmente a sociedade o fez à completa revelia da Ipiranga e de forma contrária ao que está previsto no próprio contrato de fornecimento”, disse a empresa em comunicado enviado por e-mail.

Silva não pôde ser contatado para comentários. Seu advogado não respondeu a pedidos por comentários e preferiu não fornecer informações de contato de seu cliente.

Outro suposto envolvido em esquemas com postos é José Rodrigo Gallo de Faria, ex-franqueado da Shell no Rio de Janeiro. Em 2019, procuradores estaduais indiciaram Faria por receber gasolina roubada, segundo uma cópia da acusação, vista pela Reuters. Ele está livre e aguarda julgamento.

Nessa acusação, a polícia descreveu Faria como o “maior fomentador” da chamada Milícia de Xerém, especializada em roubar combustíveis de oleodutos. De acordo com a acusação, em abril de 2019 a milícia invadiu ilegalmente um duto em um bairro popular próximo à cidade do Rio de Janeiro, provocando uma explosão que matou uma menina de 8 anos. Faria não foi implicado na morte da menina.

Um advogado de Faria, Ralph Hage, afirmou que seu cliente é inocente e pode provar que seu combustível era adquirido de forma legal.

A Raízen, que comanda a marca Shell no Brasil, preferiu comentar sobre Faria. Seu empreendimento não possui mais bandeira Shell.

Em janeiro de 2021, poucas semanas após o primeiro contato da Reuters com a Raízen sobre Faria, o posto deixou a rede da Shell e passou a ser independente, segundo registros da ANP.

Uma das figuras mais conhecidas entre os donos de postos de gasolina do Rio de Janeiro é Mário “Marinho” Augusto de Castro, que possui participação em pelo menos 43 empreendimentos do setor no Estado, segundo registros societários vistos ​​pela Reuters.

Castro foi alvo de pelo menos 15 investigações policiais nas últimas duas décadas, todas envolvendo combustíveis, de acordo com registros da Polícia Civil analisados ​​pela Reuters.

Neste momento, ele se defende em pelo menos cinco processos criminais. Em um desses casos, aberto em 2008, os procuradores acusaram Castro de participar de uma grande organização criminosa que contrabandeava combustível de baixa carga tributária para o Estado do Rio.

Pelo menos 18 dos postos de Castro possuem bandeira BR, e ao menos sete são franqueados da Shell, indicam os registros.

Renato Alves, advogado de Castro, disse que seu cliente nunca foi condenado por um crime e nega irregularidades em todos os processos judiciais em andamento. Ele disse que os vários contratos de franquia que Castro possui com a BR e a Raízen mostram que ele é muito respeitado no setor.

A BR disse que não tem conhecimento “da existência de condenação criminal relacionada à atuação do Sr. Mário Augusto de Castro”, acrescentando que a empresa “reforçará a utilização dos mecanismos que emprega para coibir desvios dessa natureza”.

A Raízen preferiu não comentar sobre Castro.

Revidando

Com frequência, distribuidoras de combustíveis abrem processos contra franqueados que suspeitam manter atividades irregulares, em um esforço para rescindir seus contratos, de acordo com várias fontes de empresas e processos judiciais vistos ​​pela Reuters.

No entanto, esses casos podem levar anos para chegar aos abarrotados tribunais brasileiro, conforme indicaram entrevistas e registros legais. E mesmo as vitórias não trazem um alívio imediato.

“As decisões judiciais, em regra, não impõem urgência para o cumprimento voluntário da descaracterização e os postos infratores muito comumente se valem de toda sorte de manobras para atrasar o cumprimento das decisões”, disse uma porta-voz da BR por e-mail.

A legislação brasileira determina que os postos de combustíveis no varejo não podem ser propriedade de produtores ou distribuidores de petróleo. Em vez disso, precisam ter como donos terceiros independentes –em geral, indivíduos–, que são livres para comprar e vender postos entre si.

Embora os acordos de franquia normalmente deem às distribuidores o direito de aprovar as transações, essas vendas acabam criando um mecanismo através do qual agentes sem escrúpulos podem adquirir redes conhecidas negociando diretamente com os proprietários dos postos, disse um porta-voz da distribuidora Ale, da Glencore.

“Em alguns casos, contrárias às condições contratuais em vigor, as mudanças de propriedade podem ocorrer sem o consentimento da companhia ter sido obtido”, afirmou.

Clebinho, condenado por lavagem de dinheiro, adquiriu seu posto Ipiranga em 2019 de dois indivíduos que possuíam um acordo de franquia pré-existente com a companhia, mostraram registros regulatórios.

Autoridades afirmam que os crimes no setor de combustíveis se tornaram tão lucrativos para o submundo do Brasil que aqueles que tentam impedi-lo estão em risco.

Em 23 de março de 2017, Fabrizzio Machado da Silva, presidente da Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis, entidade do Sul do Brasil, foi morto a tiros no lado externo de sua casa em Curitiba.

A polícia alega que o assassinato foi planejado por Onildo Chaves de Córdova II, empresário da região irritado com as investigações da associação sobre possíveis adulterações de combustíveis e manipulações de bombas em três de seus postos de gasolina independentes, segundo a acusação criminal e Luis Roberto de Oliveira Zagonel, advogado da família de Machado da Silva.

Procuradores estaduais acusaram Chaves de homicídio. Ele está livre e aguarda julgamento, para o qual uma data ainda não foi definida.

O advogado de Chaves, André Pontarolli, disse que seu cliente é inocente, acrescentando que as investigações policiais sobre as práticas comerciais de Chaves não resultaram em quaisquer acusações.

A Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis, enquanto isso, foi desfeita logo após o assassinato de Machado da Silva, disse Zagonel.

Como escolher o melhor local para montar um posto de combustível? | Blog  Minaspetro

– Há dias que…

Dias de “nem aí”!

Você também já sofreu de momentos em que não deseja se preocupar com nada mais?

Há instantes em que devemos respirar fundo para não sucumbirmos… ficamos desejosos de “nada fazer”, como a cachorrinha na foto.

Paciência, e vamos em frente. Se pararmos, a luta fica mais difícil.

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– A Covid não escolhe as pessoas…

Com muita dor no coração, soube ontem que o Vinícius Zane, filho do nosso amigo Dori, faleceu por Covid.

Meu Senhor Jesus… 23 anos, sadio, trabalhador e com ótimo comportamento. Se prevenia, tinha responsabilidade e ainda assim foi contaminado.

Perder um filho é algo não natural para um pai. A tristeza deve ser imensurável… Estou até agora inconformado (imagine seus pais e amigos).

Ainda assim, se vê gente duvidando desta pandemia. Que Deus perdoe esses ignorantes – mas antes, que Ele conforte toda a família do agora saudoso jovem Vinícius.

– Cassino e Gabigol: Mas e o Flamengo como empresa?

Um time de futebol precisa entender que seus jogadores são “outdoors” ambulantes. Promovem sua marca, são dissociáveis. 

Se o atleta erra, o clube pune e mostra à sociedade que não compactua dos erros. Mas… nem sempre é assim!

Viram Gabigol? Num Cassino (que é proibido), numa sala sem janelas (em plena pandemia), tentando se esconder embaixo da mesa (dispensa comentários) e dando “carteirada” na Polícia (lamentável).

O que fez o Flamengo?

Nada. Alegou que ele está de férias e não tem “nada com isso”…

Não tem mesmo? 

Para grandes e respeitadas empresas, o seu colaborador é a extensão de sua imagem, valores e impressões. Uma pena que o Mengão não pense assim.

A propósito: segundo o noticiário, deputados, cantores e outras personalidades são assíduos frequentadores do local que, mesmo se fosse legalizado, deveria estar fechado por conta da pandemia. Aliás, a desculpa inocente de que o jogador foi “jantar pensando que era um restaurante”, não colou nem um pouco, não?

Gabigol admite erro após ser flagrado em cassino pela polícia: 'Faltou sensibilidade' · Notícias da TV

– Inspirando com a natureza!

O amanhecer de hoje foi extravagante: depois de uma alvorada de céu límpido, o sol surgiu entre as infinitas nuvens!

A natureza continua a nos inspirar, aliviando a mente e prevenindo do stress mental.

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– Definindo a Geração Z

Nós constantemente falamos sobre a Geração Y, que, afinal de contas, são os jovens executivos que estão tentando revolucionar a Administração de Empresas.

Mas e a Geração Z (chamada por muitos como Geração @)?

Compartilho um interessante material da Revista Exame, sobre quem são esses adolescentes / jovens que poderão revolucionar ainda mais o mundo dos negócios, e, por que não, a sociedade!

Destaque para as crenças e valores dessa moçada que vem por aí.

Extraído de: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/geracao-quem-sao-e-como-se-comportam

GERAÇÃO Z: QUEM SÃO E COMO SE COMPORTAM

Os teens de hoje que têm entre 13 e 18 anos em breve tomarão o poder do mercado de consumo, assim como os seus “antepassados”, a Geração Y. Eles nasceram e vivem na era digital, estão interconectados, super informados, têm um sentimento crítico elevado, são egocêntricos, precisam ser reconhecidos e procuram seus próprios momentos de fama. Para eles, as marcas continuam sendo relevantes em suas vidas para construir sua identidade, aponta a pesquisa “Geração @ e as Mudanças dos Consumidores Teens”.

O estudo realizado pela Enfoque Pesquisa de Marketing no Brasil e apresentado ontem, dia 22, na sede da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa mostra um adolescente cuja vida passa 24 horas por dia nas telas. Principalmente a do computador, para acessar a internet, em que 77% preferem passar o seu tempo, contra 66% da Televisão e 54% do celular. Mas eles não consumem uma mídia de cada vez.

Enquanto estão na internet, os teens multitarefa ouvem música, falam ao telefone e assistem à TV, nesta ordem. O ambiente digital é um território conquistado por eles e onde têm suas próprias linguagens. A disputa pela atenção deste público é cada vez mais feroz. Tudo que se passa na vida deles hoje tem uma tela. Eles não consomem mídia, mas sim conteúdo que os permite interagir e compartilhar, principalmente nas redes sociais.

Geração Display

As redes sociais são parte fundamental na vida dos adolescentes brasileiros para se socializarem, conhecer pessoas, ter reconhecimento e auto-estima. Em seus perfis, eles se mostram como querem ser vistos, geram e compartilham conteúdo constantemente. “Os teens de hoje são autores e protagonistas de seus momentos”, afirma Zilda Knoploch, CEO da Enfoque Pesquisa de Marketing (foto). “É uma geração display. São obcecados por se verem e serem vistos. Até o processo de paquera mudou. Primeiro ele se mostra e depois conhece”, explica.

Agora, as marcas precisam conhecer e interagir com esses jovens que Zilda chamou de Geração @, também denominada por Geração Z. Eles são adolescentes nascidos após 1995. A forma de fazer Marketing tem que ser diferente. “Temos que entrar na vida destas pessoas, acompanhar a vida delas e se relacionar. Não é mais um discurso da marca para o teen, mas uma conversa entre os dois”, diz a CEO da Enfoque.

É uma interação sem fim que tem como base o conteúdo. As marcas que não tiverem conteúdo e um propósito estarão fora do jogo. Elas precisam preencher um espaço que está vago na mente dos novos adolescentes que se mostram sem perspectivas, uma vez que 52% das mais de 1.500 pessoas entrevistas em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, das classes A, B e C, se mostram abertos a morar em outro país. Elas não têm confiança nas empresas, nos políticos, nem no Estado, mas 70% dos garotos e garotas confiam na Igreja, seguida da Seleção Brasileira de Futebol, do Exército, da Rede Globo e dos Bancos.

Atitudes diferentes, mas nem tanto

Em meio a uma fase de transição, os novos teens se mostram materialistas e extremistas em relação às suas emoções. Assim como a Geração Y, querem tudo para ontem e alguns deles já sentem falta de tempo para fazer tudo que gostam. É um fenômeno decorrente da maior gama de atividades diárias além da escola, principalmente nas classes AB. Seus ídolos não estão no esporte, mas sim na família, sendo a mãe a principal.

Sobre o futuro, a maioria não tem ideia do que acontecerá a eles, apenas querem desfrutar o hoje. A diferença é que, na classe A, alguns desejam estudar e trabalhar no exterior. O vasto acesso a informação lhes permite sentir que o mundo cabe em suas mãos. Num ambiente de excessos, a opinião de seus amigos é confiável e mais influente que a das marcas.

A música está presente em todas as situações que este jovem passa, formando a trilha sonora da vida dele mais do que no passado. O que não muda, segundo a pesquisa, é que as marcas continuam representando os códigos de moda para esta geração, seja como pertencimento, para obter status ou até mesmo se diferenciar.

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– Oração pela Pátria, pela Igreja e pelo Santo Padre.

Originalmente postada pelo Pároco da nossa comunidade, o Padre Alex Motta da Paróquia Santa Luzia de Bragança Paulista-SP, a oração abaixo é uma das “ferramentas da fé” que a Igreja Católica nos oferece nestes tempos tão difíceis, especialmente quanto às dores que o Brasil vem sofrendo por culpa da pandemia.

Compartilho a prece, além da esperançosa mensagem do nosso sacerdote, extraído de: https://www.facebook.com/photo?fbid=4140556635977763&set=a.612725412094254

ORAÇÃO PELA PÁTRIA, PELA IGREJA E PELO SANTO PADRE

Sabemos que o tempo não está sendo fácil, mas nossa fé e nossa esperança não se esmoreceu.

Estamos presenciando situações difíceis em nosso país e em nossa igreja.

Diante de tudo isso, devemos nos unir em oração e pedir a Deus que, com sua Mão Poderosa, intervenha em nossa história.

Para isso, a Igreja disponibiliza uma oração que pode ser feita após a bênção do Santíssimo Sacramento ou em outra ocasião.

Acredito que a ocasião favorável seja agora. Ainda mais que estamos no período quaresmal, tempo propício para intensificarmos nossas orações e penitências.

Por isso, segue abaixo a oração “Pela Pátria, pela Igreja e pelo Papa”, além disso, que possamos fazer uma obra de penitência e oferecer pelo nosso país e pela Igreja.

– Palmeiras 2×0 Ferroviária: Apita-se e Joga-se Futebol. Mas não se gosta…

Assistiram o jogo do Verdão contra a Ferrinha? Respeitosamente… um “joguinho”, de péssima qualidade técnica e pouca inspiração. E essa observação vale para jogadores e arbitragem. E a partir desta partida quero ampliar para o futebol brasileiro em geral: como conquistar novos torcedores, com tais modorrentos jogos?

Aliás, culpa disso é da condução dos confrontos pelos árbitros, que picam, travam e engessam a dinâmica das partidas. Me recordo com muita saudade das cobranças e orientações na Escola de Árbitros da FPF com o professor Gustavo Caetano Rogério, nos anos 90, quando tivemos a última grande safra de árbitros paulistas. O pedido era: “façam ter tempo de bola rolando” e “agilizem o jogo”. Hoje…

Voltando para Palmeiras x Ferroviária, ficam as perguntas para tentar descobrir porque tanta lentidão, num jogo que pareceu ter 180 minutos, e não 90, de tão cansativo que foi (acompanhei metade pelo rádio e metade pela TV, mas era interminável).

Atletas e Jogadores tinham…

⁃ Preguiça?
⁃ Falta do gosto pelo esporte?
⁃ Medo?
⁃ Acomodação?
⁃ Um misto de tudo isso?

O futebol deve ser apitado com o cumprimento das regras e a efetiva demonstração do espírito do jogo. Quando passa a ser “administrado” ou “mediado”não gosto. E é isso que está acontecendo: jogos “protocolares”, por obrigação, jogados e apitados sem “tesão” e sem vontade.

Ontem, o que se viu não foi uma exclusividade da condução do jogo do árbitro Flavio Rodrigues de Souza. Tem sido assim no futebol brasileiro em geral (com exceção de Vuaden nos bons tempos, de Edna Alves mais recentemente, de Raphael Claus e Paulo César de Oliveira no começo de suas carreiras). E a culpa é de todos.

No íntimo, penso que parece que os protagonistas do esporte não gostam do que fazem.

E você, o que acha de tudo isso? Deixe sua opinião:

– Ludhmila: a ex-nova Ministra da Saúde?

A goiana Dra Ludhmila Hajjar, competente médica cotada para substituir o General Pazzuello no Ministério da Saúde, provavelmente nem assumirá o cargo.

Motivo?

Eleitora e defensora de Ronaldo Caiado (governador de Goiás), Ludhmila teve um áudio vazado onde elogia a coragem das autoridades goianas em restringir as atividades naquele Estado para combater a pandemia de COVID e, durante sua fala, critica o Presidente Bolsonaro chamando-o de “psicopata” por não entender a gravidade do momento.

Em que pese a empatia da profissional e seu discernimento, lamentavelmente a vaidade do futuro ex-chefe vai barrá-la.

Ou não?

Entretanto, se ainda com essas críticas Bolsonaro sucumbir à Ciência e der posse a ela, terá meu aplauso.

Em tempo: a saída de um general por uma médica seria ótima, mas Pazzuello, tão criticado pelo próprio presidente, pediu mesmo demissão ou foi uma “combinação de fatores”? Afinal, entraremos nas duas piores semanas de contágio, segundo os médicos.

Compartilho, extraído de: https://oglobo.globo.com/brasil/medica-cotada-para-assumir-ministerio-da-saude-perde-preferencia-apos-bolsonaro-ouvir-audio-atribuido-profissional-24924904?versao=amp

ATUALIZANDO: Dra Ludhmila negou o convite do Governo

– E a 2a feira já começou (e faz tempo).

👊🏻 Olá amigos.
Bom dia, nova semana. #BomDia, Segundona!
Tentando “tocar o barco da vida”, começando a #manhã / #madrugada com um bom #cooper para ter #ânimo. Quem vem junto?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #Asics #training #corrida #sport #esporte #running
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #VirgemMaria, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com nossas #lantanas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 06h00 – Desperte, #BragançaPaulista, com seu #horizonte tão belo.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
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Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby