– Que nossa liberdade volte logo.

Um dia, poderemos passear novamente todos juntossem preocupação com os males da humanidade ou pestes que nos ameaçam.

Quando?

Não sei. Mas sejamos pacientes… ou melhor: resilientes!

– Não custa nada, presidente…

Seria tão difícil o presidente Bolsonaro pedir às pessoas que usassem máscaras, evitassem aglomerações e saídas desnecessárias de casa? 

Não faz tão chamamento por vaidade / birra, descaso ou ignorância?

Pare de bobagem, Seu Jair. Use o bom senso para o país sair logo dessa pandemia.

– As 7 coisas para não contar ao seu chefe:

A que ponto sua intimidade com o seu superior lhe permite certas “coisas pessoais a serem reveladas”?

Compartilho uma interessante matéria sobre situações a serem evitadas na relação entre subordinado e chefes.

Abaixo, extraído de: https://economia.uol.com.br/empregos-e-carreiras/noticias/redacao/2017/05/29/briga-em-casa-falta-de-dinheiro-7-coisas-que-nao-deve-contar-ao-seu-chefe.htm?cmpid=tw-uolnot

BRIGA EM CASA, FALTA DE DINHEIRO: 7 COISAS QUE NÃO DEVE CONTAR AO SEU CHEFE

Brigou com alguém da família, quer sair da empresa ou está com as contas atrasadas? Pode parecer comum conversar sobre isso com os amigos, mas é melhor não compartilhar essas informações com seu chefe.

UOL conversou com a diretora de Marketing e RH do ManpowerGroup, Márcia Almström, e a professora da pós-graduação em Recursos Humanos da FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado) Izabela Miotto para listar sete temas que seu patrão não precisa saber sobre você. Confira:

1) Problemas de relacionamento

Ter uma briga ou uma discussão com marido, mulher, namorado, filhos ou pais é comum, mas seu chefe não precisa saber o que aconteceu. “Se está com dificuldades com a família, quanto mais se preservar no ambiente corporativo, melhor é para você. Pode não ser adequado contar para o chefe. Recomendo mais cautela e discrição”, diz a especialista do ManpowerGroup.

2) Se ficou até tarde na balada

Ao ir a uma festa ou comemoração, não chegue no trabalho contando o que fez. “Existe uma etiqueta corporativa que deve ser respeitada. Ela varia de empresa para a empresa, mas falar que chegou às 4h da manhã e tomou todas não é adequado”, diz Miotto.

3) Situação financeira ruim

Se está com alguma conta atrasada e passando por problemas financeiros é melhor deixar seu chefe fora disso. “O RH da empresa é a área em que o funcionário pode verificar a possibilidade de um empréstimo. Há empresas que têm a política de emprestar dinheiro em alguns casos. Compartilhar por compartilhar com o chefe, eu não recomendo. Isso desgasta a imagem do funcionário”, diz Almström.

4) Planos de sair da empresa

Se você está pensando em sair da empresa, não vale a pena contar para o chefe sem antes ter uma decisão concreta. “Fica a impressão de que estou aqui recebendo meu salário e pensando em outro lugar. É uma decisão sua e que compete a você, não ao seu chefe. Ele tem expectativas em relação ao funcionário e sua contribuição para a companhia”, diz Almström.

5) Fofocas sobre o chefe e colegas

A recomendação é não levar fofocas para o chefe sobre ele ou sobre colegas. A pessoa pode achar que está fazendo algo positivo em contar críticas feitas nos corredores, mas na verdade não há benefício para ninguém, afirma Almström.

6) Queixas do dia a dia

Nem sempre o funcionário concorda com o que acontece na empresa. Mas ficar reclamando de tudo não ajuda na imagem profissional. “Essa postura de reclamar o tempo inteiro e de dizer que nada está bom faz com que as pessoas não se aproximem. Não é bom fazer isso com o chefe nem com ninguém”, diz Almström.

Ela afirma que o profissional precisa mostrar capacidade de lidar com as situações do dia a dia. “É preciso apresentar soluções em vez de ressaltar os problemas.”

7) Reclamações constantes dos colegas

Nem sempre é fácil lidar com os colegas de trabalho. Mas levar queixa sem relevância ao patrão pode ser prejudicial ao profissional. “As dificuldades dentro das organizações são reais. É preciso buscar maturidade para lidar com os problemas. O chefe não espera que de cinco em cinco minutos chegue uma queixa. Não é que não possa falar, mas tem de saber o momento correto para isso”, diz Almström.

Relacionamento com chefe pode ser construído

Para Miotto, o chefe e o funcionário podem ter uma relação, mas há limites. “Uma relação de confiança cria um ambiente de trabalho seguro. Mas há um limite. Eu posso chegar para o chefe e dizer que não estou bem, que tenho um problema pessoal, e ele abrir espaço para eu falar”, diz.

Porém, é necessário fazer uma análise da empresa para entender esses limites. “É preciso observar o ambiente antes de sair contando tudo para ele. Um relacionamento com o chefe se constrói no dia a dia. Aí o funcionário vai ter clareza de até aonde ele pode ir”.

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– O ousado programa de Sócio Torcedor do Red Bull Bragantino.

Gente competente merece aplausos. Viram o lançamento do Programa de Relacionamento do Red Bull Bragantino, neste último sábado?

O pessoal do marketing pensou em tudo: há planos de sócio-torcedor que variam dos populares aos de custo bem mais alto, abordando adultos, famílias e crianças.

Fechou-se parcerias com empresas respeitadas locais, do Comércio à Educação (por exemplo: descontos e eventos com a USF – Universidade São Francisco, um centro estudantil e de pesquisa renomado na região bragantina) até outros nacionais (como a Stone, um gigante do mercado financeiro). Se quiser ir ao jogo, é permitido que o App 99 (o concorrente da Uber), vá lhe buscar em casa e leve ao estádio gratuitamente!

Na apresentação, a sinergia do time Bragantino com as outras equipes mundo afora, mostrando imagens belíssimas da cidade de Bragança Paulista, mescladas com outras dos diversos pontos do planeta onde há atividade da Red Bull nos esportes em geral.

Não conheço outra iniciativa que leve a comunidade de uma cidade ao patamar global (me referindo ao futebol brasileiro). Conheça o “Red Bull Bragantino Experience”, em: https://youtu.be/1UzefEDzwkU.

– Os Jetsons nunca foram tão atuais!

O trabalho em casa, o ensino remoto e o recolhimento para as tarefas à distância, nos anos 70 e 80, eram retratados como um sonho no desenho “Os Jetsons”, que mostrava o cotidiano de uma família atrapalhada no futuro.

Esse meme mostra: chegamos, forçadamente, a esse tempo?

Olhe só:

– Clareando…

E como não se inspirar com o infinito horizonte?

Já garoou e já saiu o sol neste domingo. Cadê as nuvens de há pouco? E em todas as paisagens, sempre há um pouco de beleza!

Ops: aqui, com a ajuda dos filtros do Instagram.

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– Um domingo de horizonte nublado?

Retratando o céu das seis da manhã, neste domingo tão fresco que despertou.

Há de ser um bom dia!

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– A flor da Vitória-Régia.

Encontramos uma vitória-régia com sua flor bem aberta. Já viram uma? Olhe só: 

Sensacional. A Andréia e a Estela se divertiram com ela:

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– Salmo 115/116 na Liturgia da Missa

Neste Segundo Domingo da Quaresma, somos convidados a seguir Jesus incondicionalmente, pois Ele é o Salvador. E, transfigurado no Monte Tabor, mostra-nos a sua realeza, pureza e divindade.

Salmodiemos ao Pai pelo Filho Amado, desejosos de estarmos em Comunhão:

“ANDAREI NA PRESENÇA DE DEUS, JUNTO A ELE NA TERRA DOS VIVOS” (Salmo 115 e 116).

– No comando do Cérebro?

Leio numa edição da Revista Época (708, pg 65-69, por Marcela Buscato e Bruno Segadilha), uma interessantíssima matéria intitulada “O Cérebro no Banco dos Réus”. Nela, se questiona se realmente somos livres para decidir, ou seja, se somos responsáveis pelas nossas escolhas. O trabalho se baseia no livro do neurocientista Michel Gazzaniga, autor do livro “Who’s in charge”?, onde ele diz que:

A responsabilidade pelos nossos atos não é propriedade do cérebro, mas um acordo estabelecido entre as pessoas”.

A idéia central é: nem sempre estamos no comando de nossos atos; muitas vezes estamos iludidos que comandamos a nós mesmos, pois em diversas oportunidades a sociedade é quem comanda as nossas ações. Assim, teríamos culpa por determinados erros com essa visão de responsabilidade pessoal dos nossos atos, se não somos culpados por algumas ações?

Papo-cabeça, mas inteligente e curioso.

O conceito de “Responsabilidade” surge mais ou menos no ano 1700 a.C., com a lei de Talião: Olho por olho, dente por dente! A punição a um crime seria com a mesma forma da infração.

Porém, o conceito começa a mudar com a Lei de Aquilia, Século III), onde surge o conceito de culpa e o direito romano. A preocupação é responsabilizar em respeito à necessidade de se restituir danos a um prejudicado.

Por volta do ano 400, Santo Agostinho defendeu a idéia que: Deus nos deu autonomia, e nós somos responsáveis pelos atos que nós tomamos. Temos livre arbítrio, e não podemos jogar a culpa em outras coisas / pessoas.

A novidade vem em 1843, com a Regra M’Naghten: insanos mentais não podiam receber responsabilidades, pois, afinal, são pessoas perturbadas.

Agora, o dr Gazzaniga diz que muitas vezes podemos ser também inocentes de erros cometidos, pois somos forçados a praticar coisas por força da sociedade. O que você pensa sobre isso: tal argumento pode nos tornarmos livre de responsabilidades pessoais, ou é um grande exagero? Deixe seu comentário:

Destrave seu cérebro e assuma o comando da sua vida. - Universo Neural