– A Saída da Ford do Brasil!

Importar carros da Argentina para o mercado brasileiro: com essa decisão, a FORD, que já sinalizava que sairia do Brasil há tempos, concretiza sua vontade.

Nada de escolher um culpado exclusivo (no caso, o Governo Atual). A coisa é muito mais complexa.

Abaixo, extraído de: https://www.infomoney.com.br/negocios/ford-fecha-fabricas-anuncia-fim-da-producao-de-carros-no-brasil-em-2021-e-demite-mais-de-5-mil-funcionarios/?fbclid=IwAR2MgpIIFUQ-OQbAmcdj_avvsWF6tOLOQ6zFut9dGTWRzJFj8x8U0uloZDc

FORD ANUNCIA FIM DA PRODUÇÃO DE CARROS NO BRASIL

A Ford anunciou, nesta segunda-feira (11,) o fechamento de suas fábricas no Brasil, como parte do plano de reestruturação da empresa na América do Sul. Em nota, Jim Farley, presidente e CEO da Ford, afirmou que a decisão foi “muito difícil”, mas necessária para a criação de um negócio saudável e sustentável.

A assessoria de imprensa da Ford confirmou ao InfoMoney que serão encerradas as operações nas plantas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e da Troller (em Horizonte, CE) ainda em 2021. Também informou que as vendas dos modelos Ka, EcoSport e do Troller T4 serão interrompidas quando acabarem os estoques dos veículos.

A assessoria afirmou ainda que a montadora manterá apenas as fábricas na Argentina e no Uruguai na América do Sul, além do Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, o Campo de Provas, em Tatuí (SP), e sua sede regional em São Paulo. Os serviços de assistência ao consumidor seguem funcionando nas operações de vendas, peças de reposição e garantia para os clientes no Brasil.

Com a decisão, a empresa disse que vai demitir 5 mil funcionários no Brasil e na Argentina. A Ford não especificou quantas demissões serão feitas em cada país, mas afirmou que os brasileiros respondem pela maior parte dos desligamentos. A montadora declarou que vai trabalhar “em estreita colaboração com os sindicatos e outros parceiros no desenvolvimento de um plano justo e equilibrado para minimizar os impactos do encerramento da produção”.

“Estamos mudando para um modelo de negócios ágil e enxuto ao encerrar a produção no Brasil, atendendo nossos consumidores com alguns dos produtos mais empolgantes do nosso portfólio global. Vamos também acelerar a disponibilidade dos benefícios trazidos pela conectividade, eletrificação e tecnologias autônomas suprindo, de forma eficaz, a necessidade de veículos ambientalmente mais eficientes e seguros no futuro”, diz a nota divulgada pela Ford.

Crise na indústria automotiva brasileira?

Sergio Vale, economista-chefe e sócio da MB Associados, avalia que a indústria automotiva está passando por grandes desafios nos últimos anos, motivados tantos por fatores estruturais, como o menor desejo das pessoas por automóveis, até questões mais pontuais, como a crise econômica de 2015 e a pandemia.

“Na saída desta crise, especificamente, será certo o aumento da desigualdade de renda e a demora para a queda do desemprego. Haverá menos espaço para compra de automóveis no ritmo que se viu na primeira década do século. Por isso, continuaremos a ver reestruturações na indústria como nesse caso”, diz Vale.

Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, comenta que a Ford já vinha sinalizando que pretendia encerrar a produção no Brasil. “Tanto que em 2019 a empresa encerrou as atividades da fábrica de caminhões no ABC Paulista, mas a pandemia acelerou a saída do país. É uma notícia extremamente ruim para o mercado brasileiro, não só por conta dos empregos diretos que a Ford gera, mas também pelos indiretos, por meio das empresas-satélite, como os fornecedores de autopeças. O impacto vai ser bem significativo”, diz.

Ainda que a Ford tenha mencionado 5 mil demissões, apenas a fábrica de Camaçari tem mais de 4 mil funcionários. Nas três fábricas brasileiras, são 5,3 mil. O governo da Bahia já procura uma nova dona para a fábrica, e está de olho nas empresas chinesas.

Agostini destaca ainda que a montadora deve passar a importar mais veículos para o Brasil de fábricas instaladas em países vizinhos, que possuem ambientes de negócio mais favoráveis que o brasileiro. “A Ford anunciou que vai continuar produzindo carros na Argentina, que tem custos menores de produção, principalmente porque nossos encargos trabalhistas e custos de energia são muito altos. Então, ela deve manter operações no Uruguai e Argentina e os carros da Ford devem passar a ser ainda mais importados desses países”, completa.

Para Milad Kalume Neto, diretor de novos negócios da consultoria automotiva Jato Dynamics, a decisão da Ford tem como principal objetivo manter operações que tenham finanças melhores – como as de Argentina e Uruguai. O grande complicador nas contas brasileiras são fábricas que não operam com capacidade plena, segundo ele.

“Argentina e Uruguai têm produções menores, então vemos uma maior acomodação em termos de volume. Não é mais necessário ter plantas no mercado brasileiro. A indústria automotiva não tem mais o volume das décadas anteriores, ainda que seja bastante relevante”, diz Kalume Neto, que acrescenta que o mercado automotivo brasileiro tem capacidade para produzir 5 milhões de veículos anualmente – mas a projeção de vendas internas de veículos novos está em cerca de 2,4 milhões para 2021. As demissões vêm acontecendo no setor há algum tempo.

A pandemia afetou o mercado automotivo principalmente entre março e abril de 2020 – mas o segmento já ensaiou uma recuperação no final do último ano. “Temos uma tendência satisfatória, então não creditaria essa decisão apenas à pandemia. A Ford vem perdendo fatia de mercado, com uma gama de lançamentos bastante desatualizada. Sim, ela ainda vende modelos como o Ka, mas é uma venda principalmente para a pessoa jurídica [como locadoras]. Não é uma venda tão lucrativa como a para a pessoa física.”

Decisão inédita

Em 2020, a Ford representou 7,4% do mercado de automóveis no Brasil, segundo dados da Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de veículos.

O Ford Ka foi o 5º carro mais vendido no Brasil em 2020. Se somados os emplacamentos das versões hatch e sedã (Ka Plus) do Ka, o modelo teria sido o 2º mais vendido do país no ano passado. A marca torna a notícia ainda mais impressionante, já que é uma das primeiras vezes na história da indústria automotiva brasileira que uma montadora anuncia o fechamento da produção no país, mesmo com seus modelos figurando entre os top 5 mais vendidos no Brasil.

Ainda segundo os especialistas, o EcoSport, que também não será mais produzido em território nacional, foi um dos carros que inaugurou no Brasil e no mundo o conceito de SUV compacto – um dos modelos de maior sucesso de vendas na atualidade, não só no caso da Ford, como de outras montadoras.

Para Raphael Galante, economista que trabalha no setor automotivo há 14 anos e consultor na Oikonomia Consultoria Automotiva, apesar das sinalizações anteriores da Ford, conforme mencionou Agostini, uma decisão dessa magnitude não era esperada. “Havia uma série de conversas de concessionários e empresários com diretores da Ford sobre expansão, com a chegada de produtos como a van comercial Transit e o SUV Bronco. A impressão da indústria é que foi uma decisão de cima para baixo, vinda de Detroit [sede da montadora nos EUA] e que ninguém por aqui estava esperando”, afirmou.

Além disso, ele comenta que o impacto nas redes de concessionários será gigante. “São cerca de 350 concessionárias da Ford no país, que viram hoje seus negócios naufragarem. A grande maioria deles vende o Ka sedan e hatch e a EcoSport. Haverá um enxugamento radical dessas redes”, diz.

Em nota enviada à imprensa, o Ministério da Economia lamentou a decisão da Ford. “A decisão da montadora destoa da forte recuperação observada na maioria dos setores da indústria no país, muitos já registrando resultados superiores ao período pré-crise. O ministério trabalha intensamente na redução do Custo Brasil com iniciativas que já promoveram avanços importantes. Isto reforça a necessidade de rápida implementação das medidas de melhoria do ambiente de negócios e de avançar nas reformas estruturais”, diz o comunicado.

O que muda para o consumidor?

Para Kalume Neto, é difícil dizer se os preços dos carros da Ford irão subir e quanto. “Ficamos sujeitos à variação cambial e aos custos internacionais de logística agora. Ao mesmo tempo, temos um mercado extremamente competitivo para automóveis no Brasil. Não dá para colocar preços descolados da concorrência.”

Em termos de estoque, existe o risco de faltar veículos no curto prazo, até o fluxo proveniente de Argentina e Uruguai se estabelecer. “Pode haver um tempo de espera. Mas a tendência é termos veículos suficientes para o mercado em médio e longo prazo”, diz o diretor da Jato Dynamics. Vale lembrar o que o estoque de venda de veículos no país já está no menor nível da história.

Ações da Ford sobem em Nova York

As ações da Ford, listadas na Nyse, a bolsa de valores de Nova York, apresentavam alta de mais de 3% por volta das 17h20, em meio à queda dos principais índices acionários do mercado americano.

Andres Castro, analista de ações da Berkana Patrimônio, afirma que a receita gerada pela Ford na América do Sul vinha caindo ao longo dos últimos anos. “Já chegou a representar quase 10% em 2010 e hoje em dia não passa de 3% do total gerado pelo grupo. Além disso, a rentabilidade operacional das operações na América do Sul é muito volátil e baixa quando comparada à rentabilidade da unidade da América do Norte. Logo, como uma operação pequena e baixa rentabilidade, os investidores gostaram da medida”, comenta.

Apesar do ânimo dos investidores, com o fechamento das operações, a Ford prevê um impacto de aproximadamente US$ 4,1 bilhões em despesas não recorrentes, incluindo cerca de US$ 2,5 bilhões em 2020 e US$ 1,6 bilhão em 2021.

Próximos passos

A Ford seguirá atendendo a região com seu portfólio global de produtos, incluindo alguns dos veículos mais conhecidos da marca, como a nova picape Ranger produzida na Argentina, a nova Transit, o Bronco, o Mustang Mach 1, e planeja acelerar o lançamento de diversos novos modelos conectados e eletrificados.

“Os consumidores na América do Sul terão acesso a um portfólio de veículos conectados, e cada vez mais eletrificados, incluindo SUVs, picapes e veículos comerciais, provenientes da Argentina, Uruguai e outros mercados, ao mesmo tempo em que a Ford Brasil encerra as operações de manufatura em 2021”, disse a empresa em nota.

O InfoMoney contatou a Anfavea, a associação que representa as montadoras, mas a entidade apenas respondeu que não vai fazer comentários sobre a saída da Ford no Brasil. “Trata-se de uma decisão estratégica global de uma das nossas associadas. Respeitamos e lamentamos. Isso corrobora o que a entidade vem alertando há mais de um ano sobre a ociosidade local, global e a falta de medidas que reduzam o Custo Brasil”.

Ford Ka – Wikipédia, a enciclopédia livre

– Nuvens escuras.

Um entardecer com detalhes escuros: recordando o clique em Jundiaí com nuvens negras e silhueta marcante!

An evening with dark details: remembering the click on Jundiaí with black clouds and a striking silhouette!

 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Como é difícil demitir alguém!

Para quem já passou a experiência de ter que demitir alguém, eis um artigo que registra bem o sentimento ruim de quem tem essa designação.

Extraído de: https://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2017/09/18/angustia-de-quem-demite-seus-funcionarios.htm

CHEFE CONTA COMO SE ANGUSTIA AO DEMITIR FUNCIONÁRIOS E TEME IR TAMBÉM

Teresa* trabalha há anos na área de call center, onde hoje atua como supervisora. Em sua experiência profissional, passou por algumas ondas de corte –sendo que, nas duas mais recentes, escolheu quem seria demitido e comunicou para essas pessoas a decisão. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente há 13,3 milhões de desempregados no país. 

O peso dessa responsabilidade é muito grande, certamente maior que o salário que recebo. É um preço muito alto a se pagar
Teresa*, supervisora de call center

O mal-estar, diz, começa muito antes da demissão –na primeira vez em que precisou definir os nomes, calcula ter chorado por duas semanas. Na ocasião, era muito próxima de seus funcionários, conhecia suas histórias de vida, dificuldades, planos, sonhos. Sabia, portanto, o impacto que aquele corte teria para cada uma daquelas pessoas.

“Você fica muitos dias pensando neste assunto, avaliando quem vai mandar embora”, conta, expondo a ansiedade e a angústia de quem encara o “lado de lá” da demissão. Depois de informar a decisão, o estresse e o cansaço físico lhe dão a sensação de ter sido atropelada por um caminhão, diz. Também se sente impotente: recebeu uma ordem de corte e teve de executá-la, sem poder fazer nada para reverter o quadro.

Relata um ambiente pesado nos dias seguintes –“clima de velório”–, com um nítido desconforto causado por sua presença. Uma tentativa de minimizar isso, segundo ela, é conversar também com quem fica para explicar a situação.

Quando entro na sala, as pessoas ficam tensas, achando que podem ser as próximas. Fica um clima de medo, insegurança
Teresa* 

CORTES NA ÁREA DE CALL CENTER

Teresa diz temer por seu próprio emprego: “Neste contexto de redução, talvez chegue uma hora em que não precisem mais de minha figura”. Ela diz entender e concordar com as demissões do ponto de vista operacional –o objetivo é reduzir a quantidade de pessoas trabalhando e, consequentemente, os gastos. Mas se entristece quando pensa no fator humano dessa questão.

De acordo com a ABT (Associação Brasileira de Telesserviços), que reúne empresas responsáveis por 550 mil vagas em um universo estimado em 1,4 milhão de postos, as contratações na área de call center cresceram anualmente na casa de dois dígitos até 2014. Em 2015, o número ficou estável. E, em 2016, caiu pela primeira vez: foram 50 mil demissões. A previsão é que a quantidade de vagas se mantenha em 2017, mas as perspectivas não são boas para o próximo ano. 

“Existe uma proposta de reoneração da folha de pagamentos, prevista para 2018, que é catastrófica. Se aprovada, deve eliminar 120 mil postos de trabalho somente entre as empresas ligadas à ABT”, afirmou Cássio Azevedo, presidente da associação. Ele explica que, nesse setor, os funcionários respondem por 72% dos custos da empresa e, por isso, o impacto de voltar a cobrar impostos seria tão alto.
No cenário de crise, o Sintetel (Sindicato dos Trabalhadores de Telecomunicações no Estado de São Paulo) aponta para uma queda na rotatividade de funcionários, considerando que estão mais receosos de deixar seus empregos. Antes, diz o sindicato, essa média era de 8% ao mês entre call centers terceirizados. Hoje, o número caiu para 4%. Nas empresas com call center próprio (caso de algumas operadoras), esta mesma taxa caiu de 4% para 1% ao mês. 

A FORMA CERTA DE FALAR

Teresa diz ter sido preparada por sua empresa para efetuar demissões, em cursos oferecidos a ocupantes de cargos de liderança. O principal, em sua visão, é manter o respeito durante a conversa e nunca surpreender o funcionário com uma crítica que ele até então desconhecia –atrasos, faltas, dificuldades técnicas ou comportamento inapropriado, por exemplo. Ela reforça que tudo isso conta na hora de escolher quem vai embora, mas deve ser informado em retornos (feedbacks) anteriores.

“O primeiro corte é mais fácil, porque a equipe está maior e nele vão aqueles que já apresentam algum tipo de problema. Depois, a dor é maior. O pior cenário é mexer em uma equipe de profissionais bons, aquele time com os melhores, a melhor fatia do seu bolo”, conta. Na reestruturação anterior, há alguns anos e em outra filial da mesma companhia, dispensou 80% do quadro. Na mais recente, teve de realocar cerca de um terço de sua equipe e eliminar 10% das vagas.

Entre elas, estava uma funcionária de quem gostava muito: “Quis chorar e foi ela quem me disse que daria tudo certo. Acho que fiquei mais triste que ela por ter de fazer isso”. Houve também quem levantasse e fosse embora, quem ficasse com raiva ou irritado. A demissão mais marcante foi a de um jovem que tinha filho pequeno e era o único provedor em sua casa.

Apesar dos cursos de liderança, Teresa lembra de um caso registrado na filial de sua empresa. O corte na ocasião era muito grande, e a supervisora subiu na cadeira para fazer o anúncio de forma coletiva. Algo como: “A partir de agora, estão todos demitidos. Passem no RH [departamento de recursos humanos] para resolver a papelada”. Desceu, virou as costas e foi embora.
“É uma questão de preparo emocional. Ela devia estar muito chateada, mas fez isso desta forma que deixou as pessoas muito machucadas.” Essas situações, pontua, reforçam o peso dos cargos de chefia.  

Muitos querem o salário, o status, mas não percebem o ônus de ser chefe. Essa posição permite que você ajude os profissionais a se desenvolverem. Mas também obriga a tomar decisões que impactam diretamente suas vidas. É uma responsabilidade gigante
Teresa*

* O nome foi trocado para preservar a identidade da entrevistada.

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– Rivalidades entre clubes: qual o maior rival do seu time, considerando o presente e o passado?

Participei dias atrás de uma mesa redonda sobre a Libertadores da América, onde uma interessante discussão surgiu: se Santos x Palmeiras forem à decisão, para quem são-paulinos e corintianos torcerão?

Difícil responder com exatidão, mas o São Paulo (que tem 3 títulos) torceria para o Palmeiras, a fim de que o Santos (que tem 3 como o Tricolor) não tornar-se o único Tetracampeão brasileiro?

Por outro lado, o Corinthians (que tem 1 título) torceria para o Santos, a fim de que o Palmeiras (que igualmente ao Timão tem 1) não o superasse com o Bicampeonato?

Desse debate sem resposta, surgiu a questão: pela história e pela atualidade, qual seria o maior rival de cada clube?

Aqui em Jundiaí, o Paulista FC teve como adversários históricos várias equipes do Interior. Por exemplo, na metade do século XX, embates (entre clubes e torcedores) contra o XV de Piracicaba e o Bragantino. Nos anos 80, por conta do acesso à 1a divisão e a luta contra a 2a, o Marília, o Comercial de Ribeirão Preto e o Noroeste de Bauru foram as equipes mais competitivas enfrentadas. Posteriormente, o Ituano, numa sequência de jogos pelo Paulistão e Copa Paulista, passou a ter mais frequência na rivalidade.

No começo do século XXI, a fase “mais áurea” do Galo da Japi, o São Caetano na final da A2 (ah, Túlio Maravilha e aquele gol tão maroto) e na final da A1 (o vice-campeonato de 2004, com Zetti no comando do Tricolor Jundiaiense contra Muricy no Azulão) fez com que ambos protagonizassem a pujança do Interior versus o dinheiro do ABC. O time emergente daquele período passou a ser o clube a ser batido.

Mais recentemente, o “vilão” a ser colocado na lista negra tornou-se o Batatais, pelos imbrolhos da Copa São Paulo e provocações diversas, mas de magnitude histórica menor.

O que não mudou durante todo esse período, foi a rivalidade histórica entre diretorias e torcedores contra a Ponte Preta de Campinas. Muito se viu entre brigas dentro e fora de campo, casos e causos diversos. Quem não se lembra do Celso Teixeira, largando o clube e indo ao rival na semana do jogo? Ou a Semifinal do Paulistão de 2004, no 4×3 apitado por Paulo César de Oliveira (cotado na época para ir à Copa da Alemanha em 2006 – veja a importância do jogo), no qual torcedores da Macaca depredaram a Avenida Nove de Julho?

Por fim: qual é, para você que torce para o Paulista de Jundiaí, o maior rival do Galo?

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– O direito de se expressar nas Redes Sociais deve ser assegurado. Mas tenha-se ciência do que se fala!

Não gosto do estilo Trump de se relacionar. Como presidente, acertou em vários aspectos econômicos mas pecou em inúmeros outros sociais. A “sede do poder” demonstrada nos últimos dias assustou.

Porém, vejo que as Redes Sociais estão bloqueando suas contas, como Instagram, Twitter e Facebook. Aí eu não concordo, pois passa a ser censura.

Tanto a Extrema Direita quanto a Extrema Esquerda as usam. Porém, a liberdade de expressão e o direito de se manifestar devem ser sagrados (pois isso é democracia), e tirado do ar (ou processado criminalmente) quando a fala torna-se um crime. Por exemplo: mandar invadir uma instituição, determinar o ataque orquestrado contra a vida de alguém ou algo que o valha. Por posicionamento ideológico, seja qual for, nunca.

Se assim fosse, muitos adoradores das ditaduras cubanas e venezuelanas estariam fora das Redes Sociais, bem como os fanáticos teocráticos do Oriente Médio (incluindo líderes iranianos que escrevem sobre o fim do Estado de Israel).

Repito: não gosto do Trump (isso não quer dizer que eu goste do Biden), mas censurar, não. Punições somente nos casos citados, por se tornar crime.

Bloqueado das redes sociais, Donald Trump considera criar a sua própria rede  – O Jornal Económico

– Aplaudamos o Papa contra o negacionismo suicida dos anti-vacina.

O Papa Francisco, no último sábado, anunciou que começará a vacinação contra a Covid no Vaticano, e criticou o egoísmo de quem é contra as vacinas, chamando de negacionismo suicida.

Disse o Pontífice:

“Na próxima semana começaremos [a vacinação], já tenho minha data. Temos que fazê-la, pois há um negacionismo suicida que não consigo explicar. Acredito que do ponto de vista ético, todos devem ser vacinados, porque você não só põe em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a dos outros. Não sei por que alguns dizem ‘não, a vacina é perigosa’, mas se os médicos a apresentam como algo que pode ser bom, que não apresenta riscos particulares, por que não fazê-lo?”.

Taí. Neste momento tão triste da humanidade, onde o mundo está parado e travado em alguns pontos do planeta, ter consciência no coletivo passa a ser uma questão humanitária.

Particularmente, insisto em questionar: os movimentos “anti-vacina” são incompreensíveis em nosso tempo e servem pra quê?

Papa anuncia que se vacinará na próxima semana e denuncia 'negacionismo  suicida' ~ Blog do Prof. Escolástico :: Sua fonte de informação!

– O futuro de Ceni e Jorge Jesus será um “revival”?

A palavra revival tem o sentido de “reviver”, “renascer”, reavivar / reanimar.

Seria isso, um revival, que Rogério Ceni precisa em sua carreira (talvez no São Paulo) e o próprio Flamengo (com Jorge Jesus)?

Vamos a algumas observações:

Ceni definitivamente não ornou no Flamengo. O que houve? Conceitos técnicos divergentes, ruim relacionamento com atletas ou visões de trabalho diferentes?

Paralelamente, Fernando Diniz volta a sofrer uma imensa pressão no Morumbi pelos maus resultados (perdendo a “gordura na tabela” que ele próprio ganhou), especialmente sabendo que quem comanda o São Paulo (o presidente Julio Cazares) publicamente manifestou interesse em trabalhar com Ceni um dia. 

Enquanto isso, em Portugal, Jorge Jesus (a cada entrevista no Benfica) cita o Flamengo e mostra-se irritado por lá e saudoso por cá. 

Será que teremos uma volta ao passado e veremos novamente o goleiro artilheiro no Tricolor Paulista, além do treinador português na Gávea?

Aguardemos o revival ou não!

Flamengo pós-Jorge Jesus: qual é o saldo de Rogério Ceni e Dome? | Goal.com

– Tenha o hábito de romper hábitos para melhorar o aprendizado!

A dificuldade de aprendizado é um grande problema para muitas pessoas. E para você?

Talvez a questão seja simples: apenas mudar o hábito!

Compartilho ótimo texto, extraído de Época Negócios, ed Janeiro, pg 90

TENHA O HÁBITO DE ROMPER HÁBITOS

O cérebro precisa de situações variadas para entender e lembrar

por Márcio Ferrari

Seguir horários fixos, fazer os mesmos itinerários, ter uma mesa de trabalho, comer nas horas certas e curtir os amigos de sempre pode dar conforto. Mas, segundo Benedict Carey, reporter de ciência do The New York Times e autor do recém-lançado “Como Aprendemos”, a rotina limita a habilidade cerebral de desenvolver conhecimentos e habilidades.

Como é impraticável jogar tudo para o alto e viver cada dia de um modo diferente, Carey sugere que estejamos atentos para variar hábitos – como mudar o caminho de casa para o trabalho de quando em quando – e para isso, três regras:

1) Dividir o tempo de aprendizado em dois – Em vez de estudar duas horas hoje, melhor estudar uma hora hoje e uma amanhã – a capacidade de lembrar das informações dobra, diz. A ideia por trás disso é que o cérebro só retém o que parece útil. Se voltarmos ao tema de ontem, é sinal de que não queremos que aquele conhecimento fique “trancado” na mente.

2) Mudar o ambiente de trabalho – Levar o material de leitura ou estudo para a mesa de um café, por exemplo, fará o cérebro “acordar” de novo para o aprendizado

3) Distrair-se quando houver um bloqueio de entendimento – Em geral, o bloqueio acontece porque o cérebro está insistindo na tecla errada. É melhor parar e começar de novo mais tarde.

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– Bom dia, Segunda-feira.

👊🏻 Olá amigos.
Uma #semana que nos convida a sair para a rua e ir praticar exercícios!
Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #adidas
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #SagradaFamília de #Nazaré, socorrei-nos e nos ajudai – e que imitemos sempre #Jesus, #Maria e #SãoJosé. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com a bela #rosa vermelha.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #BragançaPaulista, com esse belo #amanhecer bucólico.
Que a #SegundaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby