– Diversão com Prevenção.

Aqui tem diversão, mas com prevenção. Em lugares fora de casa, use máscaras. “Mais à vontade”, só em segurança.

Miguel e Maria Estela sabem disso muito bem! Vejam só:

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#família

– A eficácia da Vacina do Butantan.

Sobre a eficácia da vacina do Butantan, já que há tanta FakeNews, vale a pena desenhar para as pessoas que estão confusas entenderem.

Aqui:

Se preferir, em texto explicativo aqui: https://professorrafaelporcari.com/2021/01/12/apesar-de-5038-ainda-assim-e-melhor-tomar-a-vacina-do-que-nao-tomar-diz-a-ciencia/

 

– Você acredita num mundo melhor?

Eu educo minhas filhas para que sempre acreditem na mudança do planeta (para melhor). Insisto que cada um de nós é um agente transformador – e devemos transformar no sentido do bem! Mudar a vida das pessoas; ajudar; incentivar; motivar…

Li essa “frase transformadora” e gostei demais. Veja as 3 etapas da afirmação:

“Eu creio em um mundo melhor / Eu creio em um mundo melhor / Eu crio um mundo melhor”

Se queremos mudanças, sejamos ela!

Estamos fazendo a nossa parte?

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– A solução para a crise é o número menor de prisões?

Ouviram essa?

Para resolver o problema dos presídios é só prender menos, para que se tenha mais dignidade e espaço suficiente!”.

A frase foi dita por uma defensora pública (ouvi na rádio, só peguei o primeiro nome: Vivian), e se refere à situação caótica dos presídios brasileiros.

A solução da crise carcerária, então, é “prender menos”??????

Não seria melhor educar o povo, coibir a bandidagem, fazer campanhas anti-drogas, desestimular a corrupção e a desonestidade…?

A ideia é de, em prendendo menos, dar mais conforto aos presos. Respeito que exista direitos humanos, mas não se pode confundir quem está pagando o preço da criminalidade com um hóspede mimado. Aí não dá.

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– O testemunho tocante e lúcido da conversão de um ateu (outrora católico não-praticante)!

Li a postagem de Guilherme Angra, um escritor que tem dois livros publicados e que mantém um blog muito bacana no link em: https://guilhermeangra.wordpress.com (clique e conheça mais sobre sua obra e seu trabalho),  a respeito das suas inquietações de fé.

Ele aborda sua própria experiência de católico não-praticante (e disserta sobre o que é essa “característica de crença descompromissada”), sua fase de ateu e depois como agnóstico, até o momento em que buscou conhecer mais a fé católica – em momentos decisivos da sua trajetória de vida.

É bastante interessante, de leitura prazerosa e com uma mensagem de busca pelas coisas do Alto. Vale a pena a leitura, abaixo:

Extraído de: https://guilhermeangra.wordpress.com/2021/01/14/to-so-pela-proxima-missa-de-domingo/

TÔ SÓ PELA PRÓXIMA MISSA DE DOMINGO

por Guilherme Angra

Comecei 2021 indo na primeira missa do ano. E fazia tempos que não pisava dentro de uma igreja. Eu usava a desculpa que o meu Deus era pessoal, eu não precisava visitar Sua casa, eu era Sua casa celestial, então bastava eu rezar um Pai Nosso antes de dormir e pronto, dívida paga com o sagrado. E, para ser sincero, raramente eu rezava. Sim, eu sou o legítimo católico não-praticante, ou seja, não sou nada. Por que diabos você diz ser católico se não pratica sua fé? E eu sempre fui este católico não-praticante. Desisti da catequese, não fiz a Sagrada Comunhão, nunca tomei a hóstia, nunca me confessei para um padre. Pelo menos fui batizado. Já é alguma coisa, eu acho.

Ali pelos meus vinte e um anos tornei-me ateu. Era fácil: “Eu vivo em um mundo sem sentido, repleto de sofrimento e maldade, e ainda vou morrer no final. Que tipo de Deus faria um mundo assim? Ou é um Deus mau, ou Deus não existe!” Fiquei com a segunda opção. E como eu me achava inteligente por ser ateu! Me achava o diferentão da galera. Lembro-me de ler Richard Dawkins, Sam Harris, Carl Sagan, Charles Darwin. Depois disso, quem iria me segurar? Tornei-me o ateu militante. Gozava em debates onde ateus massacravam cristãos com seus argumentos cientificistas irrefutáveis. Ficava a pensar, dentro de minha arrogância de jovem que acha que sabe tudo: “Imagine viver se reprimindo por causa de um Deus que não existe?” Esta ideia, vez ou outra, passava pela minha cabeça.

Não me entendam mal. Eu não era o sujeito que chegava na cara de um cristão e o chamava de “burro”. Eu nunca fui esse cara. Porém, por dentro, este pensamento pairava sobre minha consciência. O máximo que cheguei a fazer nesta época, foi entrar em um debate sobre o aborto, no qual, obviamente, defendi o aborto em qualquer fase da gestação, pois, na minha visão cientificista, colocar uma criança no mundo para passar fome, era pior do que lhe tirar a vida; ter um filho deficiente, era pior do que lhe tirar a vida; a mulher ter uma criança cujo nascimento fosse lhe causar mal-estar, era pior do que ceifar a vida do bebê. Lembrar disso me causa estranheza e pudor, graças a Deus.

Este pensamento de que “nada importa, somos todos um acidente da matéria”, me fez cair em hedonismo e niilismo, ou seja, nada tem sentido, preciso sentir prazer o máximo que eu puder. Na época traí minha namorada inúmeras vezes. Aquele namoro perdera o significado. Meu ideal de fidelidade fora destruído, assim como outros valores. Minha vida era uma bagunça. Morava em um apartamento, onde raramente eu o limpava. Escrevia pouco, lia pouco e estudava pouco. Passei a preencher meu vazio com pecados. E, de todos eles, a luxúria era o meu vício. Marcava encontros durante o dia para realizá-los à noite. Vez ou outra, eu precisava caminhar quilômetros para satisfazer o meu desejo. E eu caminhava, pois não tinha carro. Ao voltar para casa, sentia-me vazio, sentia-me em uma vida insignificante. Eu tinha consciência que estava me afundando, e pasmem! No outro dia eu fazia tudo novamente. Em meu livro, Ninguém Deveria Envelhecer Sozinho, explico em detalhes toda esta fase sombria da minha vida.

Resumindo: saí deste buraco. A vida me sorriu, ou eu sorri para ela, não sei dizer, só sei que foi uma troca mútua. Consegui sair daquele lugar sombrio e pude recomeçar a minha vida, pude ressignificá-la em outra cidade, com novas rotinas, novas pessoas, novas atitudes. Aquela fase de ateuzinho de internet havia passado, graças a Deus! Dizia-me que era um agnóstico: “Sei lá se Deus existe, é impossível provar, então ficarei aqui em cima do muro.” Nesta época eu comecei a ler de maneira obsessiva autores como Nelson Rodrigues, Santo Agostinho, Luiz Felipe Pondé e Dostoiévski. A visão destes autores diante do cristianismo, me enterneceu, principalmente a de Nelson e a de Dostoiévski.

A virada de agnóstico para um cristão aconteceu em uma terça-feira à noite. Juro! Estava finalizando uma biografia de Nelson Rodrigues. Aquela leitura confessional fez-me sentir coisas que eu nunca havia sentido antes. Eu só pude atribuir este sentimento a Deus. Eu senti Deus! Eu senti algo transcendente. E a cada frase lida era um soco na alma. Era como se o Nelson estivesse ali comigo, do meu lado; e através disto tudo, pairava um sentimento inexplicável, forte e insano. Não é demagogia, aconteceu, eu senti tudo, e foi uma das sensações mais profundas que tive na vida. “Ah, Guilherme, mas por que o Deus cristão?” Talvez porque o cristianismo tem, pelo menos, dois mil anos de existência no currículo. Talvez porque as pessoas mais admiráveis que conheci e que sigo atualmente, possuem uma relação direta com o cristianismo, talvez porque o cristianismo formou a cultura ocidental e nos deu um norte. Acho que é por isso.

Outro momento que marcou-me o espírito, foi quando eu e minha mulher fomos ao cemitério visitar o pai dela. O cemitério estava vazio, éramos apenas eu e ela andando entre os milhares de túmulos. Não há como não sentir a limitação da existência, não há como sair daquele lugar sem refletir sobre vida, morte e transcendência. Esta experiência gerou-me uma das melhores coisas que já escrevi na vida: Deus Visita Apenas Cemitérios Vazios. Quando puder, leia.

No fim de 2019, eu e minha mulher se juntamos com as famílias do bairro para a Novena de Natal. Eu nunca tinha participado de algo assim antes. Eu não conhecia quase ninguém que estava ali. A maioria das famílias eram de casais velhinhos, daqueles que fazem bodas de ouro. Rezávamos, refletíamos sobre algumas passagens da Bíblia, cantávamos e trocávamos experiências de vida. Aquilo me gerou um sentimento de união e paz de espírito. Era como se a esperança na humanidade renascesse dentro de mim. Mas o que marcou-me foram os casais de velhinhos, unidos, rezando. Eles olhavam para mim e para a Adeline com brilho nos olhos, como se estivessem se enxergando em nós, na juventude, quando se conheceram. Eram todos educadíssimos e com um bom senso de humor.

Eis o que eu queria dizer: comecei 2021 me propondo ir à missa todo o domingo. Já fui nas duas que aconteceram este ano. Ao adentrar na igreja, é impossível não admirar-se com a casa de Deus. Só de contemplá-la, você se sente bem. Há uma crônica em que Nelson escreve: “Dentro da igreja, mesmo a tosse, mesmo o pigarro, eram diferentes. O sujeito que ia à missa entrava em relação direta, fulminante, com o Sobrenatural. Até o mau-caráter prostrava-se em adoração.” É isso: nos prostramos em adoração a algo maior.

Em minha ingenuidade, achei que chegaria lá e a igreja estaria vazia. “Ora, quem vai à missa ainda?” Ledo engano. Estava abarrotada de gente, gente de todas as cores, classes e até credos diferentes. Enfim, tive o mesmo sentimento da Novena de Natal: união e paz de espírito. É isso! O cristianismo une as pessoas. O nazismo também unia pessoas, o comunismo une pessoas até hoje, entretanto, o cristianismo as une e as coloca na busca do maior bem possível. Vez ou outra eu escrevo por aqui que temos de mirar neste “maior bem possível”. O cristianismo é um ótimo alvo: dois mil anos no currículo, lembram? Que alvo seria melhor que este? Há uma entrevista com Jordan Peterson, onde o entrevistador lhe faz a pergunta monumental: “— Você acredita em Deus?” E ele responde, lacônico: “— Eu ajo como se Deus existisse.” Isso martelou na minha cabeça. Ora, o que Peterson de fato quis dizer com sua resposta objetiva, foi algo como: você não precisa acreditar em Deus para seguir os valores cristãos. Há mais conhecimento humano na Bíblia do que em qualquer outro livro. Dois mil anos, lembram?

Deixe-me voltar à missa. Descobri que não sei bulhufas sobre a prática da igreja, sobre a prática de uma missa. Momentos onde todas as pessoas precisavam repetir aquelas frases prontas após a fala do padre, eu boiava; nas belas canções tocadas, eu boiava; perguntava-me o que diabos significa “Hosana nas alturas”, “Kyrie eleison” ou se o Cordeiro de Deus é Jesus Cristo. Enquanto eu estava lá, de joelhos sobre o estrado de madeira, com a cabeça baixa, passou todo este filme pela minha consciência. Eis o milagre: mesmo eu me dedicando tanto ao ateísmo, lendo os autores, entendendo os argumentos, vencendo debates; mesmo eu me dedicando ao agnosticismo, acreditando que o muro era o melhor lugar para se ficar; mesmo diante de tudo isso, o cristianismo me resgatou, mesmo eu tendo lutado contra ele durante anos, ele me resgatou. Por que eu não daria uma chance? Por que não me dedicar a ele como me dediquei a milhares de coisas fúteis e mesquinhas em minha vida?

Tô só pela próxima missa de domingo.

Publicado por Guilherme Angra

Me chamo Guilherme Angra, sou um escritor com dois livros publicados e diversos textos postados na internet. (Crônicas, artigos, contos, poemas). Me formei em Administração, pós-graduei-me em Gerenciamento de Projetos e atualmente estudo Psicanálise. Além disso, crio conteúdo nas plataformas do YouTube, Facebook e Instagram. Meu conteúdo baseia-se em reflexões filosóficas sobre as várias nuances da vida: relacionamento, felicidade, tristezas, angústias, trabalho, finanças, intelecto e etc. Espero poder ajudá-lo de alguma forma.

– Os melhores árbitros de futebol do mundo, segundo a IFFHS.

Muita gente contesta as estatísticas divulgadas pela IFFHS (a Federação Internacional de Estatística e História do Futebol). Até mesmo sobre a importância da entidade, existe controvérsia. Mas uma coisa não se pode reclamar: da ausência de árbitros brasileiros importantes em sua lista dos melhores da última década!

Um país que já teve nomes frequentes como os mais gabaritados, com importância indiscutível em Copas do Mundo (Romualdo Arpi Filho, Arnaldo César Coelho, José Roberto Wright, Renato Marsiglia, Carlos Eugênio Simon, para citar alguns), não pode cair no ostracismo internacional.

Abaixo, a relação dos melhores da última década (19 nomes divulgados) e os melhores de 2020 (14 juízes na lista, de acordo com o site da IFFHS):

RANKING IFFHS WORLD’S BEST MAN REFEREE OF THE DECADE 2011-2020

Name / Country 

1. Felix BRYCH / Germany
2. Cuneyt CAKIR / Turkey 
3. Bjorn KUIPERS / Netherlands 
4. Niccola RIZZOLI / Italy 
5. Nestor PITANA / Argentina
6. Howard WEBB / England 
7. Damir SKOMINA / Slovenia
8. Martin ATKINSON / England
9. Viktor KASSAI / Hungary 
10. Antonio MATEU LAHOZ / Spain 
11. Gianluca ROCCHI / Italy
12. Marc CLATTENBURG / England 
13. Pedro PROENCA / Portugal 
14. Carlos V. CARBALLO / Spain
15. Milorad MAZIC / Serbia 
16. Ravshan IRMATOV / Uzbekistan 
17. Jonas ERIKSSON / Sweden 
18.Clement TURPIN / France 
19. Alireza FAGHANI / Iran 

RANKING THE WORLD’S BEST MAN REFEREE 2020

Name / Country 

1. Daniele ORSATO / Italy
2. Felix BRYCH / Germany
3. Björn KUIPERS / Netherlands
4. Damir SKOMINA / Slovenia
5. Antonio Mateu LAHOZ / Spain
6. Anthony TAYLOR / England
7. Nestor PITANA / Argentina
8. Cüneyt CAKIR / Turkey
9. Mike DEAN / England
10. Clement TURPIN / France
11. Danny MAKKELIE / Netherlands
12. Ovidiu HATEGAN / Romania
13. Slavko VINCIC / Slovenia
14. Jose Maria MARTINEZ / Spain

Na imagem, o grande e saudoso Dulcídio Wanderley Boschilia, que nunca foi a uma Copa do Mundo mas era sensacional dentro de campo. Sobravam talentos no Brasil…

– Um novo (e sério) distúrbio: Gordorexia.

Um interessante tema foi tratado dias atrás: o distúrbio de imagem onde as pessoas se recusam a aceitar que estão gordas: a gordorexia. Ela é exatamente o contrário da aneroxia! Aliás, a matéria fala sobre outros distúrbios: a Tenorexia (exposição ao sol), Alcoolrexia (bebida) e Vigorexia (exercícios físicos).

Compartilho abaixo. Clique acima do título para citação (matéria da IstoÉ).

AS GORDORÉXICAS

Neste novo distúrbio de imagem, pessoas obesas não percebem que estão muito acima do peso

por Cláudia Jordão

A empresária britânica Sara Bird, 45 anos, é um caso a ser estudado, literalmente. É da natureza feminina, independentemente de suas medidas, se olhar no espelho e se achar acima do peso – dois ou três quilos que sejam. Com ela, a história foi outra. Sempre que via seu reflexo, achava que estava com um corpo ótimo. Só que, há cinco anos, quase por acaso, ela descobriu que pesava 123 quilos. A revelação se deu durante uma consulta médica, quando foi convidada a subir na balança – aparelho que não encarava havia anos. “Eu sabia que não era magra”, disse ela à IstoÉ. “Mas nem de longe imaginava estar 30 quilos acima do meu peso.” Ao chegar em casa, arrasada com o diagnóstico, Sara tirou toda a roupa e se obrigou a enfrentar o espelho. “Fiquei paralisada, extremamente chocada”, conta. “Ao mesmo tempo que as anoréxicas parecem um pirulito, com aquela cabeçona e aquele corpinho, eu parecia um pirulito às avessas, com aquele corpão e aquela cabecinha.”

Como Sara pôde estar tão equivocada? Depois de muito se perguntar, pesquisar e consultar especialistas, ela chegou à conclusão de que sofria de uma espécie de anorexia invertida. Da mesma forma que um anoréxico se olha no espelho e se vê gordo, mesmo estando excessivamente magro, ela se enxergava magra, mesmo sendo extremamente gorda. A esse distúrbio de imagem ela deu o nome de fatorexia, ou gordorexia, numa tradução livre. “Quando eu me olhava no espelho, eu via um rosto atraente, com uma pele impecável e cabelos perfeitos. Estava sempre de unhas feitas e usava sapatos charmosos e roupas elegantes”, diz ela. Sara, no entanto, raramente buscava o seu reflexo em espelhos de corpo inteiro – bem diferente do que fazem os anoréxicos típicos – e costumava usar roupas de elástico na cintura. “Eu vinha de 20 anos de dietas, convivia com o efeito ioiô e tinha uma ideia equivocada do meu peso porque, inconscientemente, fugia desse assunto.” Sua experiência resultou no livro “Fatorexia – What do You See When You Look at Mirror?” (Gordorexia – O Que Você Vê Quando Olha no Espelho?). Lançada no mês passado no Reino Unido – sem previsão de chegada ao Brasil –, a obra esgotou das prateleiras em três semanas e uma segunda edição já está chegando às livrarias.

O objetivo de Sara ao publicar o livro era chamar a atenção da comunidade médica e de pessoas com experiências semelhantes à dela para que seu distúrbio de imagem fosse estudado e catalogado clinicamente. E ela está conseguindo. Até o momento, a gordorexia ainda não encontra respaldo científico, pois nunca se pesquisou a fundo tal questão. No entanto, segundo especialistas ouvidos por IstoÉ, ela é plausível. “todas as questões que envolvem imagem corporal ainda são muito novas para a medicina”, explica o psiquiatra Táki Cordas, coordenador do Ambulatório de transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. “É, provavelmente, mais um distúrbio de imagem que surge no mundo contemporâneo”, diz Gisele Prado, psicóloga do Centro de Cirurgia da obesidade do Hospital Israelita Albert Einstein. Além da anorexia nervosa, a única reconhecida como doença pela organização Mundial de Saúde (oMS), há outros transtornos, fenômenos mais recentes que começam a receber atenção da medicina (leia quadro). todos eles têm o componente do distúrbio de imagem em comum e podem ser amenizados com terapia psicanalítica ou cognitivo-comportamental. Mas só a anorexia pode levar à morte.

Durante os cinco anos em que se debruçou sobre o assunto, Sara afirma ter conversado com centenas de pessoas que viveram experiências semelhantes. “Em sua grande maioria, eram mulheres que evitavam o espelho e descobriram estar obesas depois de um longo tempo de ilusão”, conta. A americana Shelley Bowman não conhece a autora, mas se encaixa perfeitamente no perfil. Em maio de 2008, no mesmo dia em que decidiu eliminar seus muitos quilos a mais, ela lançou o blog My Journey to Fit (Minha Jornada ao Emagrecimento). Nove meses depois, muito antes de Sara lançar o seu livro, Shelley postou na sua página uma reflexão com o título “fatorexia” (ou gordorexia). Coincidentemente, a americana teve o mesmo insight que a britânica ao descrever sua experiência com o espelho. Ao se deparar com uma fotografia sua, junto de sua bicicleta nova, tirada à época pelo marido, a ficha de Shelley caiu. “Eu sabia que estava acima do peso, tanto que havia iniciado um combinado de dietas e exercícios, mas não tinha noção de que era tão grande! Acho que os espelhos estão enfeitiçados… ou eu sofro de gordorexia”, escreveu na época no blog. Shelley levou um ano e seis meses para perder 45 quilos. Hoje, pesa 69 quilos, mas ainda não confia no seu reflexo. “Tenho medo de não estar vendo o que de fato sou”, diz.

Sara acredita que o reconhecimento da gordorexia como distúrbio de imagem – ou até mesmo como doença – ajudaria outros obesos a encarar a sua situação e a se tratar. “Sem saber que estava tão gorda, eu não tinha amarras à mesa, comia demais, e sem culpa”, diz. Atualmente, ela pesa 112,5 quilos. Desde a constatação de sua obesidade, não perdeu o peso que precisa, mas agora tem consciência de suas medidas e as vigia. “Há dois anos peso a mesma coisa e isso é uma grande vitória para mim”, diz. Como se vê, conhecer o problema é o primeiro passo para solucioná-lo.

– Networking: Arte ou Interesseira Relação?

Compartilho texto extremamente inteligente do prof José Reanto Santiago Sátiro, extraído do “Blog do Conhecimento”, a respeito do Networking, tão falado em nossos dias e poucas vezes bem aproveitado.

Vale a pena conferir:

Extraído de: http://www.jrsantiago.com.br/area_de_conhecimento/_Editorial/A_nobre_e_as_vezes_esquecida_arte_do_Networking_ou_puro_Interesse

A NOBRE, E AS VEZES ESQUECIDA, ARTE DO NETWORKING, OU PURO INTERESSE

Palavra originada justamente de nosso atual tempo onde as tecnologias passaram a fazer parte de nosso dia a dia, o ato de desenvolver networking, no entanto, tem sua origem datada dos primórdios dos tempos de nossa sociedade.

Foi exatamente a necessidade de todo e qualquer ser humano possui de viver em sociedade, em grupo seja qual for seu tamanho, é que sinalizou algo similar a ser feito dentro de nosso ambiente profissional.

A princípio o fato de desenvolvermos relações pessoais interessantes, serve para nos auxiliar a busca por eventuais oportunidades. Sim, pois a lembrança de conversas e trocas de informações nos auxilia a manter em nossa mente, a imagem e nome de pessoas que poderão atender eventuais demandas existentes.

Pode parecer um pouco brusco afirmar, mas a razão principal do networking se fundamenta justamente do interesse. E não há mal algum nisso. Infelizmente, alguns segmentos de nossa sociedade enxergam apenas o significado egoísta que está atrelado a palavra interesse, e que envolve questões de outra natureza.

Ledo engano, pois até mesmo quando nos envolvemos com a pessoa amada, isto apenas ocorre devido a existência do interesse, no caso, pela parceira. O amor envolve interesse…

O interesse, digamos, do mal, que envolve o networking, é quando ele ocorre simplesmente pela necessidade. Quando um dos lados precisa atender a um problema pontual existente, e aí, não é networking, apenas oportunismo, ou melhor, uma mera tentativa.

O efetivo networking existe em cada dia, em nossa rotina, ao longo das mais simples e cotidianas ações que tomamos, desde um simples bom dia, ao bom humor e alegria que emanamos para todos, e até mesmo do compartilhamento de eventuais e futuras oportunidades.

Devemos esquecer, no entanto, que haja algum problema, de haver o interesse nestes atos. É legítimo e justo que ele exista. Chocado?

Pois bem, alguns meses atrás, ao desenvolver um projeto em uma organização, tive contato com uma pessoa que depois de aproximadamente alguns dias, teve que se afastar por questões médicas, para se submeter a uma cirurgia contra um câncer.

Muito possivelmente, ela não voltaria mais a organização, tão severa parecia ser a cirurgia. Como é um hábito na minha família, sobretudo com o meu pai, que reza um terço para cada um de seus amigos e parentes (pode acreditar!!), comprei um terço para ela, e pedi que a entregassem, tendo como único objetivo, servir de uma lembrança e sinal de que haveria alguém, mesmo não próximo, torcendo por ela.

De longe, fiquei sabendo da evolução de seu tratamento, e esta semana, fui presenteado com um afetuoso abraço dela, que “voltou ao batente”, devidamente curada. Sim, quero sempre receber gestos como este, na verdade estas coisas é que me mantem forte, são meus combustíveis, é por meu interesse.

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– Você costuma acender velas?

Uma crendice católica: acender velas!

Fazia tempo que eu não praticava esse costume: ir ao velário e oferecer uma vela por uma causa. A chama é como a oração que sobe aos céus, deve ser como Cristo a iluminar nossa vida, deve-se consumir como nós devemos no altar!

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– 3 pontos de vista sobre o VAR do Allianz Arena:

Ainda sobre as polêmicas do jogo Palmeiras x River Plate, para apreciação dos amigos leitores, compartilho uma entrevista que dei ao Lance! / Nosso Palestra, juntamente com os ex-árbitros FIFA Alfredo dos Santos Loebeling e Renato Marsiglia, sobre a atuação do VAR.

Disponível em: https://www.lance.com.br/palmeiras/arbitros-analisam-var-river-plate-uma-aula.html

EX-ÁRBITROS ANALISAM VAR DE PALMEIRAS X RIVER PLATE

Apesar de todas as dificuldades, o Palmeiras conseguiu se classificar para a final da Copa Libertadores da América pela primeira vez em mais de 20 anos. A partida decisiva da semifinal, que terminou em 2 a 0 para o River Plate, no entanto, ficou marcada por erros palestrinos e atuações decisivas do VAR. Para entender se as marcações no decorrer do jogo foram corretas, o NOSSO PALESTRA/LANCE! conversou com ex-árbitros que elogiaram a utilização da tecnologia.

O primeiro nome contactado pela reportagem foi Alfredo Loebeling, que fez parte do quadro da Fifa entre 2001 e 2002 e elogiou a participação do VAR na partida.

– O VAR veio pra isso. O torcedor tem que entender que o VAR um dia vai salvar a arbitragem prejudicando o seu time de coração, e noutro dia vai salvar ajudando o seu time, como foi ontem. O que nós tivemos ontem foi a correção de equívocos da arbitragem em lances muito difíceis. No segundo pênalti, o cara tava nitidamente impedido. O que não pode acontecer é as pessoas falarem que o VAR ficou procurando uma imagem para salvar o Palmeiras, isso é papo de boteco. Ele tem uma série de imagens, que vão dizer se o árbitro acertou, ou se precisa de correção. Não é o VAR que anula o gol, o pênalti. Ele informa o árbitro e sugere uma revisão – declarou Loebeling, que completou:

– A decisão final é do árbitro de campo. No lance do gol, tinha um jogador impedido. A bola tocou no jogador do Palmeiras, mas pra tirar o impedimento o toque tem que ser de forma deliberada, o que não foi o caso. Foi bem anulado. A expulsão foi, na minha visão, exagerada, porque o árbitro não vinha com esse critério o jogo inteiro. Eu não teria expulsado, acho que o árbitro mudou o critério dele. No primeiro pênalti anulado, o toque existe, mas foi provocado pelo jogador do River. A discussão é que o jogador do River provoca o toque, aí o árbitro não pode marcar. O árbitro acertou nas decisões graças ao VAR. Eram situações que não tem como você olhar sem as câmeras, é muito difícil.

Outro que falou com o NP/L! foi Rafael Porcari, que é ex-árbitro, consultor de arbitragem, comentarista na Rádio Difusora, tem o blog ‘Pergunte ao Árbitro’ e, também, exaltou a atuação do árbitro de vídeo, descrevendo-o como algo necessário para o futebol.

– Ontem foi a prova de que o VAR é uma ferramenta necessária para o futebol, que legitima placares e precisa de pessoas competentes usando. Nos três lances, o árbitro de vídeo foi muito bem nas intervenções. A única falha foi a demora, mas as intervenções foram corretas. O lance do gol anulado foi sensacional, é um lance didático. Foi a mesma coisa que aconteceu no gol do Scarpa na partida de ida, que gerou uma polêmica sobre o desvio tirar ou não o impedimento. No lance teve o desvio, mas não é o tipo que tira o impedimento – disse Rafael, que prosseguiu:

– O último pênalti estava impedido, não tem dúvida, mas, mesmo assim, foi um choque de jogo. A expulsão foi correta, é lance pra cartão amarelo. Tendo amarelo, tem que dar o segundo. O que eu acho mais interessante é a questão do desvio tirar ou não o impedimento. Alguns tipos de desvios, de fato, tiram o impedimento, mas só os que têm um toque deliberado. Se você tem um jogador impedido, o atacante vai lançar a bola pra ele e você quer interceptar a bola, você manifesta a vontade de disputar e não deixar o cara receber a bola, você tirou o impedimento, porque você se jogou pro lance. Agora, você estar posicionado e o seu corpo serve como tabela, não tira o impedimento. Você tem que ter a intenção clara e manifesta de interceptar a bola. Bater por bater não tira o impedimento.

Além destes, o ex-árbitro e ex-comentarista Renato Marsiglia afirmou ter se rendido à tecnologia, deixando evidente que esta fez justiça no confronto da última terça-feira (12).

– Eu diria que o VAR ontem influenciou no resultado da partida de maneira justa. São lances que, num primeiro momento, eu não vi irregularidade. O VAR trouxe justiça e salvou a arbitragem, mesmo sendo lances que seriam muito discutidos depois do jogo. Não tenho dúvidas de que o torcedor do River Plate está indignado, assim como se fosse o contrário o do Palmeiras ficaria – afirmou Marsiglia, que seguiu:

– Eu acabei me rendendo à tecnologia. Com a quantidade de recursos eletrônicos que existem, nada mais natural que estes sejam colocados à disposição da arbitragem pra diminuir os erros gritantes. O árbitro de vídeo acertou. No último lance, tenho certeza que o árbitro de vídeo chamou o de campo para analisar uma possível penalidade máxima e, no tempo que ele foi lá, eles pegaram o impedimento, que matou a possibilidade do pênalti. E o impedimento existiu, assim como no primeiro lance, que teve como consequência o que seria o terceiro gol do River Plate. As decisões foram corretas. Não vou dizer que o Palmeiras foi favorecido. A regra foi aplicada corretamente. O árbitro iria errar se não fosse o VAR. Sobre o primeiro pênalti, na hora eu achei que tinha sido. Vendo por outros ângulos, porém, fica claro que o jogador do River Plate abre a perna, dobra o joelho e provoca o tropeço pra cair. Foi mais um lance capital em que o árbitro de vídeo interferiu de forma positiva para trazer justiça ao resultado da partida.

Por fim, o NP/L! conversou também com outro ex-árbitro FIFA, que pediu para não ser identificado e descreveu a partida do Verdão como uma “aula de VAR”, afirmando que ele “acertou em todas as decisões”.

O uruguaio Esteban Ostojich tomou decisões cruciais pra definição do resultado (Foto: Cesar Greco/Palmeiras)

– Boa 6a feira!

👊🏻 Olá amigos!
Para controlar o #cortisol, s’imbora correr?
Nada melhor do que #corpo, #alma e #mente em harmonia.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #reebok #mizuno
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #VirgemMaria, #MãeDeDeus e nossa também, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com essa #lantana tão delicada.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #InteriorPaulista.
Que a #SextaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #BragançaPaulista #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby