Depois de 30 anos de confisco da Caderneta de Poupança pelo então presidente Collor (Zélia Cardoso de Melo, a ministra da Economia, havido falado no Jornal Nacional momentos antes que todas as suas reservas estariam na Poupança e que era um investimento seguro), eis que o agora senador pediu desculpas, dizendo que era algo necessário.
Cá entre nós: depois de toda a corrupção cometida, vê-lo como Senador da República é algo inimaginável para mim. É como se Lula se candidatasse e fosse eleito.
Que país é ese que dá vez e voz para tantos corruptos?
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