Era “bola cantada” que não teríamos a cidade de Santiago como sede da final da Taça Libertadores, devido aos conflitos que ocorrem no Chile. Especulava-se Assunção(pois a Sulamericana seria decidida por lá), descartava-se Montevideu (pois teremos Eleições no Uruguai naquela proximidade de data) e não se permitia discutir dois jogos (em Buenos Aires e no Rio de Janeiro) por conta do Regulamento.
Surgiu a ótima ideia de Miami, onde poderíamos ter uma boa organização numa aprazível cidade. Mas e o medo dos cartolas corruptos da Sulamericana, depois do FIFAGate, em entrar nos EUA e não conseguirem mais sair de lá?
Enfim: Lima foi escolhida e isso me surpreendeu. Não era o Peru que abriu mão do Mundial Sub 17(que está acontecendo agora no Brasil) por dificuldades no evento?
Creio que organizar a final da Libertadores num prazo tão curto, envolvendo torcidas populares como Flamengo x River Plate, seja mais difícil do que o Mundial Juvenil que não costuma ter muito público…
Que bate-boca feio entre o senador Randolfe Rodrigues e o deputado Marcos Feliciano!
O primeiro, que é professor, dá a entender que o presidente Jair Bolsonaro seria um dos cabeças da morte da vereadora Marielle Franco, num radicalismo absurdo. O segundo, que é pastor, parece que defende com a própria vida o Chefe da República fazendo com que o mesmo seja um Jesus Cristo nesta terra.
Nesse extremismo, coisas indevidas surgem. Para rebater o senador, o deputado foi flagrado numa gravação telefônica pedindo para que amigos promovessem uma enxurrada de manifestações virtuais contra seu adversário, mandando até agredir / bater virtualmente.
O que assusta é que, Feliciano, um homem que se diz cristão e pastor de fiéis, esquece-se do “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”e usa de um tom ameaçador e vingativo que não condiz em nada com o Cristianismo. Em contrapartida, Randolfe, que deveria ensinar os alunos a necessidade de civilidade e sensatez na sociedade, age com uma falta de ponderação muito grande e não ensina as pessoas a não criarem teorias conspiratórias inadequadas.
São esses os governantes e guardiães das leis do Brasil, lamentavelmente.
Puxa, uma decepção. Sempre gostei das músicas deGuilherme Arantes, mas nesta sexta-feira, no Programa “JP Morning Show”, declarou queusava maconha para se inspirar no seu trabalho artístico:
“Na minha geração todo mundo fumou e cheirou (…) Uma coisa eu posso afirmar: a cocaína não é boa para compor, é muito ruim. A maconha é algo altamente positivo para a prospecção e criação das letras”.
Triste demais.Sou contra QUALQUER tipo de drogas. Não precisamos de alucinógenos venenosos para fuga da realidade. Nunca!
1. Acessando a página da arbitragem da CBF, (faço isso com frequência) vi que o Livro de Regras 2019 / 2020 em português (ou seja: as Regras atuais do Brasileirão) foram publicadas / disponibilizadas pela entidade há… 1 semana (mas o Campeonato Brasileiro não começou há 7 dias, e hoje é 05 de novembro).
2. Li um sem-fim de mensagens introdutórias e de saudações de muitos (mas muitos mesmos) cartolas do apito. Sabe aqueles dirigentes que foram demitidos das Comissões de Árbitros? Estão todos lá, remanejados em outros cargos, orientando os juízes.
3. O susto maior: na página 156, há uma circular da International Board, assinada por Lukas Brud, um secretário que por minha ignorância desconheço, e que explica com perfeição como deve funcionar o VAR. Vale a pena ler, em especial os grifos:
PROTOCOLO DO VÍDEO ASSISTANT REFEREE (VAR)
O uso de VARs é apenas para “erros claros e óbvios” e para “sérios incidentes perdidos” (os árbitros não viram o que aconteceu), em situação de gol/não gol, pênalti/não pênalti, incidente de cartão vermelho direto, ou por identificação equivocada relacionada a um Cartão Amarelo-CA ou Cartão Vermelho-CV.
O princípio de que a decisão original de campo deve permanecer, a menos que haja um “erro claro e óbvio”, aplica-se a todas as decisões passíveis de revisão, ou seja, uma decisão de campo só deve ser alterada se for “claramente errada”.
Para decisões factuais (ex: local de uma infração; posição de jogadores em situações de impedimento; adiantamento de goleiro em um pênalti ou tiro livre da marca penal; bola em campo/fora de campo etc.) o VAR deve informar ao árbitro se houver prova clara da situação. Se a situação não estiver clara (devido à posição/ângulo de câmera, dificuldade em determinar o momento exato em que a bola é jogada, etc.) o VAR não intervém.
O protocolo não permite que os árbitros “revejam” incidentes em que a decisão original de campo não seja um erro “claro e óbvio”.Não são permitidas “revisões” para uma “segunda chance”; para analisar um incidente ou confirmar / “vender” uma decisão que não seja claramente errada.
Esperamos que estes esclarecimentos ajudem na aplicação das Leis do Jogo 2019/20 e que os árbitros, demais participantes e a mídia sejam instruídos e informados o mais rápido possível.
Sendo necessários mais esclarecimentos, envie um e-mail para lawenquiries@theifab.com.
Sinceramente, The IFAB Lukas Brud – Secretário
Repararam que é exatamente o CONTRÁRIO do que está sendo feito? Aqui, os erros graves ou de interpretação, dúvidas escabrosas ou ajustadas, lances importantes e irrelevantes… tudo é jogado para o VAR! Se faz uma conferência e o árbitro praticamente “delega” a decisão.
Tá explicado o motivo do Árbitro de Vídeo ser tão falho em nosso país. Mas onde estão as pessoas responsáveis para corrigi-lo?
Respondo: DENTRO das cabines do VAR, errado junto! É só ver nas escalas.
Em tempos nos quais nos esquecemos da preservação do mundo e não encaramos a criação de Deus como presente para a humanidade, falar da Ecologia é fundamental!
Compartilho essa bela canção para uma boa reflexão. O Clip é dos “Cantores de Deus”, banda católica que acompanhava o padre Zezinho, SCJ, e fala magnificamente dessa relação de Meio Ambiente e Amor do Pai. Chama-se: “De olho no mundo“.
A rede americana McDonald’s faz de tudo para mudar a imagem de vilã da saúde que lhe foi imposta. Já tentou mudar o cardápio, patrocinar ações esportivas e outras coisas. Agora, radicalizou: na Índia, onde a carne de vaca é proibida pelo fato do animal ser sagrado pela religião hinduísta, seus restaurantes já servem frango e peixe ao invés de hambúrgueres bovinos. Porém, algumas lojas se tornarão 100% vegetarianas!
O novo cardápio será: McVeggie (sanduiche com hambúrguer de cenoura e ervilha), VegPizza McPf (massa / torta de feijão e molho de tomate) e Hashbrown (como nuggets, só que de batata).
O restaurante sinônimo de hambúrguer de boi, na prática, abandonará seu carro-chefe.
Bom dia pessoal! A semana está começando e vamos buscar ter pique para vencê-la.
Dessa forma, que tal suar a camisa com um cooper bem bacana agora cedo?
Clique 1:
Durante o exercício, pensando no Alto e conversando com Deus. Dessa vez, pedindo a intercessão de São João Batista, primo de Jesus e precursor do Cristo Salvador.
Clique 2:
Depois de suar… alongar! E fazer isso no jardim, ao lado das flores bonitas, é muito bom. Os hibiscos amarelosnos permitem essa alegria.
Clique 3:
Nos costumeiros 5 minutos de relaxamento depois da atividade física, ganhando energia com esse sol muito bonito da segunda-feira (06h20).
Clique 4:
E antes de começar a jornada no “Turno 2”, desejando que hoje fosse como ontem: ou seja, disposto a pedalar com minha caçulinha…Tem como não ser feliz?
Clique 5:
E já que essa publicação é para mostrar fotografias, um clique derradeiro do sorriso canino da nossa Pepita! Os bichinhos também sabem se expressar…
Felipe Fernandes de Lima, o novato árbitro mineiro da partida entre Palmeiras 1×0 Ceará, não pode ser responsabilizado sozinho pela sua má atuação. Em que pese não ter sido ajudado na invasão de área pelo bandeira 1 na cobrança de pênalti defendido por Weverton (deveria voltar o pênalti, pois o time que defendeu teve atletas invasores), ou pelo impedimento ajustado marcado com erro pelo bandeira 2, ou ainda pela péssima ajuda do pessoal de vídeo, a culpa é da CBF e dos clubes.
A má preparação da equipe de arbitragem (9 pessoas para uma partida ontem), entre elas, o chefe do VAR Sérgio Correa da Silva, é problema da CBF. Há pessoas que por décadas estão lá migrando de cargos na arbitragem, e mesmo quando incompetentes, são remanejados para outros departamentos que envolvam os árbitros – e sempre muito bem remunerados.
Já os clubes são culpados pela incoerência. O Palmeiras, há 3 rodadas, foi ao Rio de Janeiro e detonou o VAR em seus jogos. Fará o mesmo agora, que ao invés de erros contrários, os teve a favor?
Por fim: nem é preciso falar que é inexplicável o erro do impedimento decisivo contra o Ceará: se não tivesse o VAR, seria aceitável. Mas com o uso dos recursos eletrônicos, como explicar tal erro?
Isso fomenta as teorias das conspirações, como as de que: se o Palmeiras perder pontos em casa, o Flamengo será campeão muito cedo; ou de que o erro contra o Ceará ajudaria o Fluminense a fugir do rebaixamento.Claro, não podemos acreditar na desonestidade e nestas ideias. Mas…
Enfim: é questão de mudar TUDO no futebol brasileiro, urgentemente.
Mário Balotellifoi vítima de racismo durante a partida de futebol entre Verona x Brescia. Mais um dos muitos casos que ocorrem na Europa, especialmente na Itália. O Protocolo FIFA contra a discriminação foi acionado, mas… não cansa ler que o time vai ser punido e blablablá, e os atos racistas continuam?
Que raio de civilização estamos vivendo, onde idiotas julgam que a cor da pele distingue pessoas em dignidade?
E aqui confesso: tentei passar um dia inteiro sem acessar Twitter, Facebook, Instagram ou demais redes sociais. E como é difícil…
Para mim, não são canais de entretenimento:são de trabalho e multimídia; contatos pessoais e profissionais estão lá, e por elas se comunicam.
Hei de chegar em um dia de descanso, sem computador, celular e… relógio! Somos reféns do horário e da tecnologia.
O pior de tudo: as redes sociais nos consomem tempo. Mesmo quando não as queremos, damos uma olhadela em algo que não é prioritário. Sem contar aqueles que acham que você está a disposição 24 horas, te mandam mensagens por Messenger, Viber ou WhatsApp e ainda aguardam resposta no exato momento! E ainda há os que enviam repetitivas perguntas sobre repetitivo assunto repetitivamente!!!
Ok, ando sem paciência por diversos motivos, desde maltratos da vida até desrespeitos e desprezos de outrem, além da economia cambaleante. Mas que estou fugindo aos poucos das redes sociais (tornei-me antissocial?), estou. Melhor otimizar o tempo com coisas e pessoas que não estressem…
Em tempo: grupos de WhatsApp? Tô fora.
Compreendam, amigos: o mundo real estressa demais; o virtual não pode ser complemento cansativo dele…
Pela 1ª vez, não vou terminar minha publicação com a análise completa da arbitragem da decisão da 4ª divisão. O árbitro Douglas Marques das Flores se perdeu no 2º tempo, precisou de ajuda do policiamento para terminar o jogo sem a bola rolando e desagradou ambas as equipes.
A quem possa interessar, o rascunho até os 84 minutos de jogo(quando tivemos futebol). Lamento demais as situações de conflito vistos, espero que os jogadores e pessoal da Comissão Técnica que tumultuaram a partida sejam punidos na medida justa. Uma arbitragem que começou boa e sucumbiu ao nervosismo no final do jogo. Abaixo:
Em tempo: no final da publicação, o apito final na voz de Rafael Mainini. Parabéns Paulista Futebol Clube e torcedores, pela bonita festa realizada!
REDIGINDO – Tivemos duas arbitragens na partida: boa no 1º tempo e ruim no 2º. Vamos à análise? Na primeira etapa, uma arbitragem intensa, conforme foi a partida. Douglas Marques das Flores precisou correr bastante e utilizar muito do auxílio dos bandeiras (especialmente do assistente 1, Gustavo Rodrigues de Oliveira) para ter o total controle da partida. Um trabalho de equipe, verdadeiramente. Disciplinarmente, não há o que criticar – pois dois lances um pouco mais duros (cometidos por Pedro Demarchi, do PFC, e Mikaell, do MAC) ele usou o mesmo critério e não aplicou o cartão amarelo. Tecnicamente, me chamou a atenção em dois lances de vantagens: não deu aos 2 minutos em Ednan (PFC), já que o adversário sentia uma contusão próxima a jogada e optou por parar (acertou também) aos 13m, quando deu vantagem em falta recebida por Jefferson (PFC) onde o lance virou um bom contra-ataque. Uma situação que não gostei ocorreu aos 26m do 1º tempo, onde foi marcado de maneira duvidosa um tiro de meta ao Marília, e após uma dúvida entre bandeira 1 e árbitro, mudou-se a marcação para escanteio. Durante a cobrança, optou-se por marcar o famoso “perigo de gol”… ou seja: na falta de certeza e para evitar confusão, achou-se uma falta que ninguém viu. A polêmica do jogo: o 2º gol do Paulista, aos 8 minutos do segundo tempo: Matheus Moraes se aproveitou da lambança do time de Marília (houve uma trombada de dois jogadores do mesmo time e se pediu falta). O árbitro e o bandeira não confirmaram com convicção o tento e a confusão se instaurou. O gol foi normal, mas foi nítido que Evandro de Melo Lima (o bandeira 2) e Douglas Flores sentiram. E aí, conforme a partida foi se desenrolando, claramente o juizão se perdeu por uma boa prte da segunda etapa. Tanto que aos 65 minutos Mikaell comete uma falta na mesma intensidade que Gabriel Terra (que foi amarelado) e nessa oportunidade não foi. Mas no final da partida (tumulto, explicar, baderna) Enfim, há de se falar sobre o excelente condicionamento físico, pois o jogo foi extremamente corrido e o árbitro se posicionou muito bem. Quanto a isso, não há o que questionar. Obs: gostaria de relatar um lance de desconhecimento de regra: aos 6 minutos do segundo tempo, a bola bateu no árbitro e corretamente foi marcado o bola ao chão. Sem saber da mudança da regra (antes, o árbitro era neutro e o jogo seguia), nenhum atleta do Galo foi disputar o Bola ao Chão, dando a posse de bola “de graça” ao Tigre. Cont: Quarto Árbitro bobeou com o treinador Ricardo Costa. Até mesmo Agnaldo Vieira, que tem uma função burocrática, precisou segurar o banco do MAC (e não era função dele). Incluindo o jogador 17, que estava no banco. Público 7.895 R$ 126.260,00
Tudo deve ser sempre ponderado: se muitos criticam o presidente Bolsonaro em se reunir com o príncipe árabe Mohammad bin Salman (acusado de mandar matar um jornalista) e outro tanto de pessoas defendem que foi uma reunião de negócios, deve-se fazer a mesma correlação das vezes em que Lula se reuniu com o sanguinário ditador líbio Kadafi e o atual mandatário sírio Bashar al-Assad.
A diferença do populismo dos dois governos (ambos detonam a Globo, chega a ser hilário) é que os filhos do petista faziam negócios / negociatas sem aparecer; os do pesselista escancaram no microfone, como a idiotice que fez Eduardo Bolsonaro ao defender um AI – 5!
Tenha a santa paciência… coitada da nossa democracia!
No Nordeste brasileiro, historicamente a penetração do futebol carioca foi muito grande, graças ao rádio e às transmissões dos times do Rio de Janeiro pela TV Aberta. Dava (e ainda dá) muita audiência. Disso, surgiu o termo “torcedor misto”para se referir aos que torcem para mais de um clube. Por exemplo: Botafogo da Paraíba e Botafogo FR; Treze de Campina Grande e Fluminense FC, ou CRB e CR Vasco da Gama! Claro, o Flamengo tem uma massa muito grande por toda a região.
Dito isso, vale lembrar que quando jogaram Fortaleza x Flamengo pelo Campeonato Brasileiro, houve uma campanha “contra o torcedor misto”, que dizia:
“Você pode torcer até para o rival, mas que seu coração tenha um único dono.”
A ideia é que em jogos do Fortaleza em casa, os torcedores fossem com as camisas apenas do time cearense, não do “time grande do eixo Rio-SP”.
É evidente que na maioria do Interior de São Paulo costumeiramente o torcedor torça para o time local, da sua cidade, e para um dos 4 grandes paulistas. É normal! Se vê com naturalidade camisas dos times grandes em jogos de divisões menores.
Mas… é claro que isso não funciona em alguns clubes, sabidamente nos estádios Moisés Lucarelli e no Brinco de Ouro da Princesa.
A questão é: e em Jundiaí? Como se deve tratar o tema? O que você pensa sobre isso?