– Criando o Amanhã nas Empresas e no Campo Profissional.

Um dos mais notáveis consultores em Administração de Empresas, Peter Drucker, disse e assino embaixo:

A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo

Não serve apenas para o mundo dos negóciosmas para a vida!

Planejamos tanto, criamos até mesmo planos B e C, mas… os percalços do dia-a-dia podem mudar tudo. Hoje você está bem; amanhã você enlouquece e depois entristece. Ao mesmo tempo, você pode estar no limo, e, quando menos espera, eis a sorte grande! 

É melhor viver cada dia de uma única veznunca se desesperar

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– Cuidado se você fez os testes do “Gênero Oposto” ou “Com qual Celebridade você se Parece”!

Você entrou na febre desses aplicativos do Facebook chamados “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” ou “Qual Celebridade Você se Parece”?

Cuidado: seus dados estão nas mãos de uma empresa que pode vendê-los (e você não ganhar nada com isso).

Extraído de UOL Tecnologia (em: https://tecnologia.uol.com.br/noticias/redacao/2018/02/20/fez-o-teste-do-genero-oposto-no-facebook-voce-pode-ter-cometido-um-erro.htm)

FEZ O TESTE DO GÊNERO OPOSTO NO FACEBOOK? VOCÊ PODE TER COMETIDO UM ERRO

O “Como Você Seria Se Fosse Do Gênero Oposto?” é o teste da vez no Facebook. Se você entrou na onda, saiba que deu seus dados a uma empresa pouco conhecida, e sabe-se lá o que ela fará com eles.

O gancho para atrair usuários é mostrar como a pessoa ficaria se fosse do gênero oposto, com imagens bem reais. Mas, para realizar o teste, a empresa Kueez solicita que você clique em “Conectar-se ao Facebook” para ver o resultado.

Só que, ao fazer isso, você entrega para a empresa as seguintes informações públicas do seu perfil:

  • nome
  • imagem de perfil
  • data de nascimento
  • todas as suas fotos e imagens no Facebook
  • lista de amigos
  • informações de contato
  • e endereço de e-mail usado para logar na rede social

A Kueez não é a primeira nem será a última empresa a criar um aplicativo/jogo/quiz de Facebook para conseguir isso. No ano passado, falamos do “Qual Celebridade Você Se Parece”, um caso bem similar.

E, se achou pouco, a política de privacidade da empresa ainda diz que coleta informações não pessoais de usuários, como o modelo do seu celular ou PC com o qual fez o teste, localização e áreas de interesse (no Facebook), entre várias outras coisinhas.

PARA QUE TUDO ISSO?

O de sempre: transformar esse monte de informações em dinheiro. Ou, nas palavras da empresa, para “melhorar o site com base em suas preferências e experiências”, “oferecer conteúdos promocionais”, “criar dados estatísticos, modelos comportamentais e tendências”, etc.

Como tudo é descrito de forma bastante vaga, esses dados podem ser usados de muitos jeitos. Normalmente, servem para gerar anúncios personalizados –chatinhos, porém inofensivos.

Mas, neste caso aqui, algumas coisas chamam a atenção. A Kueez diz que pode compartilhar seus dados com “terceiros interessados em lhe fornecer determinados conteúdos promocionais” ou que sua foto de perfil pode aparecer “como parte integrante dos serviços que oferecemos (ou seja, sua imagem aparecerá em certos questionários ou jogos, MESMO para pessoas que você não conhece)” –sim, eles colocaram o “MESMO” em caixa alta.

A Kueez pertence ao Yoto Media Group, da Israel. Então, se surgir algum problema jurídico, vai ser complicado de resolver por se tratar de um negócio fora do Brasil.

JÁ FIZ O TESTE, ME FERREI?

Não exatamente. A Kueez disponibiliza uma ferramenta em seu site para você remover todos os seus dados pessoais do banco de dados deles, embora não haja nenhuma garantia de que isso será cumprido.

O melhor é desatrelar seu perfil do app no Facebook. Para isso, vá nas Configurações de Aplicativos do Facebook (por este link), ache o Kueez e delete o app, clicando no “X”.

Novamente: essas informações não serão apagadas do banco de dados da empresa. Mas, se você apaga o app, pelo menos garante que novos dados e arquivos gerados por você a partir de então não sejam mais capturados.

NINGUÉM LÊ COM O QUE CONCORDA

Uma pesquisa da Kaspersky diz que 63% dos entrevistados dizem não ler o contrato de licença antes de instalar um novo aplicativo.

Alguns desses aplicativos podem afetar a privacidade do usuário, instalar outros apps ou mesmo alterar a configuração do sistema operacional de um aparelho celular ou tablet. E o próprio usuário permitiu isso ao clicar em “aceito” durante o processo de instalação.

Para evitar que suas informações sejam usadas e até mesmo compartilhado por empresas, recomenda-se não aceitar todos os convites para jogos e aplicativos que aparecem nas redes sociais. Também leia bem o contrato de termos de uso, verifique frequentemente as configurações de apps de sua conta do Facebook e elimine os que não são mais usados.

VIROU PROBLEMA POLÍTICO

A empresa de dados Cambridge Analytica, contratada pela campanha de Donald Trump à presidência dos EUA e do Brexit para o Reino Unido deixar a União Europeia, é conhecida por usar o Facebook para criar perfis psicológicos de milhões de pessoas. E faz isso semeando a rede social com esses populares quizzes de personalidade. A informação é do “New York Times”.

Segundo uma entrevista do pesquisador Michal Kosinski à revista “Vice”, nossos smartphones são “um vasto questionário psicológico que estamos constantemente preenchendo, conscientemente e inconscientemente”.

Kosinski estuda “big data”, área da computação que lida com imensos e variados bancos de dados gerados por usuários. Ele criou em 2012 o experimento MyPersonality para determinar perfis psicológicos com base nos dados do Facebook, embrião da tecnologia por trás desses quizzes atuais.

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Até a Glória Pires fez o teste!

– E alguém precisa defender o Wanderley? Já a licença do Congresso…

Há coisas incomparáveis. E, quando se tenta comparar, tornam-se risíveis.

Lembram da polêmica da delação de J Hawilla, citando Andrés Sanches como um dos operadores de um esquema de corrupção no futebol, revelada brilhantemente pelo jornalista Wanderley Nogueira?

Pois é, Andrés negou. Claro que negaria. Ou alguém acredita que ele afirmaria ser corrupto?

O advogado de J Hawilla refutou que seu cliente houvera dito o que foi mostrado. Ué, e ele diria que foi aquilo mesmo?

Lembremo-nos que aqui no Brasil os delatores dão entrevistas exclusivas às revistas de grande circulação, jornais e TV. Se bobear, viram celebridades!

Nos Estados Unidos é diferente: tudo tem que ser em segredo de Justiça, o delator não pode falar nada publicamente (nem deixar vazar) e o que falou em delação deve ser comprovado. Não tem moleza, tampouco publicidade (ou melhor: tornado público).

A partir do momento em que uma relevante e importante fonte consegue soltar algo e, ótimos repórteres como Wanderley Nogueira tem a oportunidade de divulgar, o delator “geme”. Claro, ele tem que fazer de tudo para não dar veracidade aos documentos (no furo de J Hawilla, há até mesmo as páginas em que o documento está no processo, com riqueza de detalhes), pois, afinal, a Justiça americana o obriga a silenciar e a refutar tudo.

Dessa forma, não há motivo para crer que o advogado de J Hawilla ousaria dizer que tudo é verdade. Quanto mais ele incentivar o descrédito público, melhor para Hawilla na corte dos EUA.

Compare: você acredita na informação do Wanderley Nogueira (que não precisa de defesa minha ou de qualquer outro) ou em Andrés Sanches, acusado de tanta coisa? São incomparáveis quanto ao crédito.

A propósito, Andrés Sanches havia prometido deixar Brasília imediatamente caso se elegesse presidente do Corinthians. Não se licenciou ainda, mas continua sendo presidente do Corinthians, que fica em São Paulo, e concomitantemente deputado federal, na Capital do país. Trabalha nos dois lugares simultaneamente?

Se Andrés se licenciar, deixa de receber o salário mas seu staff / gabinete continua existindo. Se ele RENUNCIAR, perde os benefícios além do FORO PRIVILEGIADO (licenciando mantém ainda o foro).

Portanto: esqueça uma renúncia!

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– Que seja uma boa 4a feira para todos nós (em 5 fotos)!

Olá queridos amigos. Mais um dia surgiu; mais uma oportunidade para viver nos é dada.

Logo cedo, buscando ter ânimo na caminhada diária da vida, fui correr para buscar a sensação de bem-estar provocada pela endorfina.
Nossa foto-motivação:

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Durante o cooper, conversando com Deus, pensando em Jesus Cristo, alimento da alma! Nossa foto-meditação:

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Pós-treino, alongando entre as flores do jardim. Hoje, contemplando nossa roseira lilás. Nossa foto-inspiração:

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Enfim, hora de trabalhar! E no caminho, olha só o céu nossa foto-contemplação:

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Ótima jornada para todos, pois, creio eu, precisamos!

Ops: aproveitando a postagem – e o fenômeno maravilhoso da natureza proporcionado no final da tarde de ontem? Entre as nuvens, os raios de sol rasgaram o céu escuro (eles estão no meio; nas laterais, obviamente, estão os postes de iluminação “camuflados”):

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Demais, né?