– Legalizar a prostituição não é solução indigna para as mulheres?

Há 3 anos, deparávamos com essa situação desagradável que merece sempre a reflexão: a legalização da prostituição?

Abaixo, deste mesmo blog:

LEGALIZAR OU NÃO?

Fiquei estarrecido com a proposta do Deputado Jean Willys (PSOL-RJ), sobre questões que envolvem a venda de sexo.

O nobre parlamentar quer legalizar a prostituição, e usou até um argumento condenável: disse que 60% do Congresso Nacional utiliza-se das profissionais do sexo.

Ora, não é muito melhor (e mais correto) combater a exploração sexual, prender os cafetões, e lutar pela dignidade da mulher?

Cada vez mais vejo que ao invés de resolvermos os problemas da sociedade brasileira, queremos contorná-los dando soluções que nada ajudam!

Turismo sexual é crime. Agora passa a ser legalizado?

Devemos lutar pelas oportunidades de trabalho e fim da escravização absurda pela sexualidade. Não é uma questão puritana, religiosa ou conservadora, mas social!

Fico imaginando como o pessoal voluntário da Casa Maria de Magdala, entidade jundiaiense que luta pela dignidade da mulher e realiza muitas e meritórias ações, deve estar recebendo tal indecente proposta…

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– Não teremos Árbitro de Vídeo no Brasileirão 2018. E alguém achava que teríamos?

Era bola cantada: a CBF não queria o árbitro de vídeo no Brasileirão (na verdade, NUNCA QUÍS). 

Quando Marco Polo Del Nero criou o “Departamento de Desenvolvimento de Árbitro de Vídeo” e realocou Sérgio Correa da Silva, o ex-chefão do apito, para presidir essa nova seção, era visível que não queria perder seu homem de confiança que estava na Comissão de Árbitros até aquele momento. Trouxe então o Cel Marcos Marinho, outro braço direito dele, para mandar na arbitragem nacional, e assim poder ter o controle dos rumos da categoria (que é totalmente submissa à CBF, embora ela não reconheça os árbitros como funcionários).

A verdade é: há dois anos a CBF diz ser pioneira na idealização do Árbitro de Vídeo, prometeu por inúmeras vezes colocá-lo na ativa e fez isso para tergiversar outros problemas que realmente deveriam ser discutidos.

Nesta segunda-feira, ao propor que os clubes arcassem com as despesas do árbitro de vídeo, era lógico que teria a negativa das agremiações. E foi isso o que aconteceu: pelas enésima vez, adiou-se o árbitro de vídeo!

Quem acompanha nosso blog, está cansado de saber: a cada anúncio de VAR, dizemos que é mentira. E, de fato, tem sido.

Veja esse cronograma de mentiras proferidas faz tempo e entenda bem os motivos reais da não-implantação,

em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2018/01/17/o-blablabla-do-arbitro-de-video-brasileiro-sobrara-para-os-clubes-pagarem-a-conta/ 

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– Flanelinha em São Paulo levará multa de R$ 1.000,00. E em Jundiaí?

O combate aos flanelinhas começou na Capital. Os que intimam os motoristas quando estacionam seus carros podem até ser multados em um mil reais. Ótimo.

Enquanto isso, recordo-me do acontecido comigo em Jundiaí: flanelinha, agente de trânsito e funcionário do parquímetro em…

Leia você mesmo: https://professorrafaelporcari.com/2018/01/13/parquimetro-e-flanelinha-tudo-junto-e-misturado/

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– O gol irregular do Peixe no Palmeiras 2×1 Santos: o que fazer?

Fui questionado por amigos se o erro no lance que culminou no gol santista no “Clássico da Saudade”, jogado na Allianz Arena neste domingo, era evitável ou não.

Para quem não viu, uma bola saiu à direita do goleiro Jailson, portanto no trecho oposto da linha de meta do árbitro assistente 2 Daniel Luís Marques e à frente do árbitro Flávio Luís de Souza. A arbitragem não marcou essa saída de bola e na sequência o Santos FC, que perdia da SE Palmeiras por 2×0, diminuiu.

Das câmeras do alto, parece fácil tal marcação, mas de dentro do campo, não é. Avalie:

  1. O bandeira tem que estar na linha da bola ou do penúltimo adversário (o que “dá condição” em caso da existência de impedimento). É impossível ele acompanhar a linha da bola concomitante e instantaneamente ao chute e à ultrapassagem dela pelo defensor. Só a alcançará quando a bola perder velocidade, e ainda assim é do seu lado contrário. Seria muito complicado Daniel Luís Marques ver e ter certeza se saiu ou não.
  2. O juiz estava bem posicionado no lance, fez certinho o “be-a-bá” naquela situação. O problema é o sem-número de jogadores à sua frente e a rapidez da recuperação da bola, fatos nos quais Flávio Rodrigues de Souza é prejudicado em seu campo de visão.

Concordo que dirão que a arbitragem não deve errar. Claro que não deve e nem pode! Mas os erros acontecem e, no caso desse, é o chamado erro “entendível, aceitável, não-condenável” à equipe de árbitros.

Sabe o que resolveria isso? Os antigos AAA (Árbitros Assistentes Adicionais da linha de fundo), se localizados naquele local. O problema é que, se eles trabalharem só para tais lances, ficará caro bancar o custo…

E a “tecnologia da linha de meta”, o Goal Control? Neste caso não funcionaria, pois os sensores que identificam se a bola passou pela linha de meta ou não a fim de confirmar o gol se caracterizam pela percepção da ultrapassagem da bola pelo chão e pelo ar, fazendo uso de postes e travessão. Como fazer isso nas linhas demarcadas no solo, sem o apoio de postes ao longo da linha de meta? Somente se existisse uma barreira virtual ultramoderna que “brotasse” do chão até o alto. Ou que se mudasse a regra, como no tênis, basquetebol ou voleibol: “salvou pelo alto”, segue o lance.

Insisto: árbitro e bandeira erraram, mas não é o típico erro para condená-los ou enviá-los para a geladeira. Mas se estivesse 0x0 o jogo… ai, ai, ai! Esse post não seria aceito por muitos!

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– Inovar e Copiar

Inovar e Copiar andam conjuntamente. Quer exemplos? Abaixo, extraído de Época Negócios, fev/2012, pg 50, por Álvaro Oppermann e Karla Spotorno:

Na corrida entre INOVADORES e COPIADORES, a vantagem é quase sempre de segundos. De acordo com um estudo recente, 97,8% do valor criado pelas inovações fica com os imitadores. É o que Peter Durcker chamava de ‘imitação criativa’.

Inventor do bife de hambúrguer, o dinamarquês Louis Lassen, não enriqueceu com sua descoberta, feita em 1900. Hoje em dia, a simpática lanchonete Louis’Lunch, fundada por ele em 1895 em New Haven, no estado de Connecticut, nos EUA, é tocada pelo seu tataraneto, Jeff, como um pequeno negócio familiar. Quem ficou rico foi Edgar Waldo Ingram, fundador da rede White Castle, em 1921 [que copiou a idéia e montou lanchonetes limpíssimas].”

E o que o Mc Donald’s faz hoje?

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