– Ufa!

Dia 87 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Ainda em recuperação do resfriado, meu dia não foi muito fácil não…

Até amanhã.

– Tolerância na Web.

A Internet permitiu coisas muito boas a serem divididas, mas também a livre expressão de intolerantes de todos os assuntos.

Se eu não gosto de A, não quer dizer que eu seja admirador de B. Posso ser de C ou de D, desgostando de todos os outros. Se penso “isso de algo”, respeito se você pensa “aquilo desse mesmo algo”. Mas atenção: respeitar não é impor a sua opinião sobre a minha, é simplesmente compartilhar o ponto de vista alternativo (com educação).

Discordar de uma ideia não quer dizer que se deve sobrepujar a ela; caso contrário, o conceito se confunde!

Li e compartilho essa postagem (não me recordo do autor) que transmite exatamente o que penso (abaixo):

– A Paixão por Fotografar a Natureza.

Eu sempre DETESTEI tirar fotos ou ser fotografado. Mas o tal do “smartphone” com suas incríveis câmeras me conquistou.

Um dos meus hobbys se tornou a mobgrafia (tirar fotos do cotidiano / cenas da natureza / paisagens com um telefone móvel). Isso me desestressa, traz prazer e me permite curtir momentos de beleza.

O número de aplicativos de fotos também ajuda. Abaixo, o amanhecer na Divisa de Jundiaí com Itupeva com a ajuda do Instagram:

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A segunda foto é com o próprio App nativo do iPhone. Demos uma “saturada” para conseguir tal efeito do nascer do sol em frente minha casa:

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A 3a foto vem do brilho do sol editado com o aplicativo Line Câmera, muito bacana e gratuito. Parece “rabiscado”:

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A quarta foto é de nossa rosa vermelha, através da rede social Gaption (sim, é aquele que paga por curtidas mas esqueça a remuneração, pois são míseros centavos). A graça é a inclusão de rápidos e curtos comentários / legendas:

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A 5a e última: fotografar sem filtros ou Apps! Essa, da nossa mini-rosa branca, careceu de paciência para conseguir o foco ideal!

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E você, gosta de fotos também?

– Vem, chuva!

A chuva chegou!

Visível apenas pela iluminação pública… veio mansa e tranquila…

Olhe que beleza:

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📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#paisagem #mobgrafia #fotografia #natureza #rain #light #anoitecer

– Histórico de atleta? Messi e os males da Covid.

Que Lionel Messi é um dos maiores craques da história mundial do futebol, ninguém duvida. Igualmente sobre sua condição de atleta exemplar e dedicado.

Eis que ele falou sobre o momento em que contraiu Covid:

“O Covid acabou comigo. Eu tive muita tosse, dores na garganta e muita febre. Fiquei com sequelas nos pulmões e passei um mês sem conseguir correr direito”.

Se com ele aconteceu isso, imagine conosco, pobres mortais!

Imagem extraída de: https://esportes.yahoo.com/messi-diz-que-real-madrid-164904247.html (Foto AFP)

– Uma vitória pessoal!

Há 6 anos, tive um problema de saúde que me atrapalhou muito (cessado em 30/05/2020).

Tanto no campo profissional quanto o pessoal, ocorreram prejuizos em decorrência dele. Não prejudiquei direta ou indiretamente ninguém por causa disso, mas sacrifiquei por algum tempo meus familiares – que sempre estiveram ao meu lado e me ajudaram em tudo.

No 3o ano, já no desmame das medicações, tudo parecia melhor. Porém, um baque que sofri quando estava muito próximo da liberação (uma situação de trabalho onde existou uma questão deselegante) me ocasionou um revés, afinal, a cura não era terminada! Voltei às doses maiores e, enfim, depois de um período contínuo de diminuição delas (com espaçamento atingindo até mesmo uma semana entre os remédios), ufa, fim de tratamento! Corpo, alma e mente em harmonia, enfim.

Nada de alardear: não tem envolvimento de dependência química / psíquica ou qualquer outra moléstia contagiosa ou comprometedora à honra. “Apenas” um problema que passou (“apenas”, entre aspas, pois quando você está no olho do furacão, tem a noção exata da coisa).

Obrigado, Deus, pela vida. Obrigado, família. Obrigado, médicos!

E vida que segue!

– Razões para cair fora das redes sociais: o Facebookcídio.

Essa reportagem tem quase 10 anos, e, ao mesmo tempo, é atual! Leia,

Extraído de: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI104579-15224,00-O+FACEBOOKICIDIO.html

O FACEBOOKCIDIO

5 razões para cair fora da rede, por Andres Vera

Quando o Orkut estourou como ferramenta de relacionamento social, muitos expuseram demais a privacidade e tardaram a notar os riscos. Acreditava-se que no Facebook, de certa forma “sucessor” do Orkut, os excessos seriam evitados. Engano. Seja por razões parecidas com as do Orkut, seja por outras específicas do Facebook, já existem na internet páginas inteiras dedicadas a orientar o “Facebookicídio”. ÉPOCA listou cinco bons motivos para apagar para sempre seu perfil.

1. As amizades indesejadas. Em abril, uma coluna de fofocas disse que o cantor Roberto Carlos queria ter 1 milhão de amigos no Facebook (uma alusão à letra do antigo sucesso “Eu quero apenas”). Hoje, ele tem perfis falsos até no Chile. Assim como no Orkut e no MySpace, quem coleciona centenas de nomes na lista de amizades no Facebook costuma não se lembrar de onde veio boa parte daquele álbum de figurinhas. Estranhos o importunam a todo instante pedindo “amizade”. “Todas essas ferramentas tecnológicas nos fazem perder tempo, se não tomarmos cuidado”, afirmou – logo quem – o cofundador da Microsoft, Bill Gates. Em julho, ele desistiu do Facebook porque notou “10 mil pessoas” disputando sua amizade virtual.

2. A invasão de privacidade. No Facebook, sua vida é bisbilhotada enquanto você descobre inutilidades sobre a vida do vizinho. Um tenente da Marinha americana contou ao jornal espanhol El País que, antes de se alistar, em 2008, mantinha uma vida agitada na rede social. Suas fotos, vídeos e mensagens deixavam claro: ele era gay. Para não ter problemas com os colegas de caserna, o militar gay passou a recusar os convites de amizade que vinham de militares. Isso pode ter protegido sua preferência sexual, mas muitos soldados passaram a considerá-lo esnobe.

3. O cutucão. Quem criou o Facebook deve ter achado graça numa ferramenta que consiste em “cutucar” os amigos. Para que os “amigos” não fiquem indiferentes, ela envia uma provocação. É a versão on-line do bullying – termo criado nos Estados Unidos para descrever intimidação e humilhação entre adolescentes. Em outubro, uma mulher foi presa nos EUA por “cutucar” outra pessoa no Facebook. Shannon Jackson, de 36 anos, violou uma ordem de proteção que a impedia de tentar qualquer comunicação com uma mulher que a havia denunciado por assédio virtual. Jackson foi condenada a um ano de prisão e a pagar uma multa de US$ 2.500. Ela cutucou a pessoa errada.

4. O rastreamento 24 horas. Com novas ferramentas para descobrir o gosto do usuário e vender publicidade, as redes sociais se transformaram no verdadeiro Big Brother do século XXI. Não são poucas as reclamações de quem se sentiu monitorado de perto pelo Facebook. Em agosto de 2008, uma ação coletiva acusou a rede social de violação de privacidade. O Facebook teria coletado informações pessoais de milhares de usuários e repassado os dados à empresa sem o consentimento desses usuários.

5. O risco de demissão. Quem entra no Facebook na tentativa de expandir seus contatos profissionais pode acabar demitido. Nos Estados Unidos, quase um terço das empresas usa o Facebook para descobrir se um candidato é apto ou não a uma vaga. Ninguém quer contratar um sujeito que exibe comportamento questionável nas fotos ou mensagens. Uma pesquisa da consultoria Proofpoint revelou que 8% das empresas americanas já despediram alguém pela divulgação de informações privadas comprometedoras pela internet. “Saí do Facebook ao conseguir uma boa lista de e-mails de profissionais de minha área”, diz o cineasta Gregório Graziosi, que mantinha no Facebook contatos com colegas de profissão no Brasil e no exterior. Há quem acredite que num futuro próximo as redes sociais se tornarão cemitérios de perfis abandonados. Antes de ser cutucado ou demitido, pondere a opção de deletar sua conta.

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– Respeitem o Negueba, senhores críticos.

Uma das coisas mais recentes – e irritantes – é usar uma comparação pessoal para criticar alguém. E o grande exemplo disso: falar que Vinícius Jr seria um “Neguebinha”, em referência ao Negueba.

  • Primeiro: Vinícius Jr, menino humilde com apenas 21 anos, venceu na Europa. Torci por ele, pois jogou contra o preconceito e a má vontade de muitos (falamos aqui: https://professorrafaelporcari.com/2022/05/28/parabens-real-madrid-campeao-da-champions-league-parabens-liverpool-um-otimo-vice-campeao/).
  • Segundo: Mesmo que Vinícius Jr não tivesse triunfado nos campos europeus, que raio de adjetivo é esse de “Neguebinha”? Você pode usar a comparação de maneira respeitosa, por exemplo: “Vejo uma semelhança na carreira com Negueba, acredito que terá dificuldade e blablablá”. Mas usar o diminutivo com tom irônico, é de fato, pejorativo.
  • Terceiro: Negueba é um profissional de futebol (atualmente no Criciúma). Ele tem parentes e amigos, que devem estar chateados com o termo criado. Como nós podemos dizer que alguém não passa ou passará de “Neguebinha” na carreira? Respeite-se o jogador Negueba (que é um trabalhador como qualquer um de nós, que luta todos os dias atrás do seu sustento e de maneira honesta). Respeite-se, ainda mais, Guilherme Ferreira Pinto (seu nome de batismo), que não tem nenhuma culpa de quando jovem dizerem que ele seria um novo Paulo Isidoro (como feito à época), e sofrer a pressão de se tornar um craque.

Eu não entendo tais bolas-foras humanas… ninguém gostaria de ser comparado como “mais um Joãozinho”, ou “mais um Tiaguinho, Mateuszinho, Luquinha…”

Imagem extraída de: https://br.bolavip.com/futebol/Negueba-e-mais-um-de-olho-na-Serie-B-Criciuma-prepara-contratacao-de-atacante-ex-Flamengo-e-volante-ex-Avai-20220309-0162.html. Por Pedro Martins/AGIF).

– Machos e o machismo: mulheres não são as únicas vítimas.

Um texto para o “homem moderno”. Na verdade, para uma sociedade justa, não preconceituosa, respeitosa, digna e de equidade aos homens e mulheres:

“O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.”

Na íntegra, abaixo, extraído de: https://emais.estadao.com.br/blogs/ruth-manus/o-quanto-o-machismo-tambem-reprime-os-homens/

O QUANTO O MACHISMO TAMBÉM REPRIME O HOMEM

por Ruth Manus

Como todos sabemos o comportamento machista não é exclusividade masculina. Há homens machistas, mulheres machistas, músicas machistas, livros machistas, doutrinas machistas. Da mesma forma, o feminismo não é uma luta apenas das mulheres. O feminismo, como já mencionamos aqui no blog, não é o contrário de machismo, mas é a luta por igualdade entre homens e mulheres. E isso interessa todos nós.

A mentalidade machista mata, fere, humilha e reprime mulheres todos os dias, em todos os cantos do mundo. E nós precisamos lutar diariamente contra esse tipo de comportamento, mesmo quando ele se apresenta de forma sutil, disfarçado de piada, de pequena censura.

Mas não são só as mulheres que são vítimas do machismo. Obviamente não estamos comparando dores, nem nivelando os potenciais das agressões. As maiores vítimas do machismo sempre serão as mulheres. Mas talvez esteja na hora de entendermos que a vida de todo mundo seria melhor sem ele.

Começa muito cedo. O antiquado “menino não chora” ainda circula por aí. Por vezes ele se traveste de “vai ficar chorando que nem uma menina?”. O machismo tenta enfiar as lágrimas de volta nos olhos dos meninos, que já crescem com duas ideias erradas: a de que eles não podem ter fragilidades e a de que toda menina é frágil por natureza.

Depois os meninos são tolhidos nos brinquedos. Uma menina jogando bola ou brincando de carrinho pode até ser aceita (embora o mundo prefira vê-la com uma cozinha de plástico cor de rosa). Mas um menino com uma Barbie jamais passará ileso. Um menino que queira brincar de ser pai de uma boneca será motivo de preocupação. Um menino com um bambolê. Um menino que se divirta penteando cabelos.

Mais tarde são os cursos universitários: Nutrição? Enfermagem? Psicologia? Pedagogia? Design de interiores? Gastronomia? O machismo está pronto para mandá-los para a engenharia, para o direito e para administração de empresas. Nas profissões não é diferente. Um amigo que estuda em Barcelona é excelente com crianças, pensou em se oferecer para cuidar de algumas. Mas quem aceitará “um” baby-sitter? Será um pedófilo? Um pervertido? Além disso, misturam-se conceitos, associando profissões a orientação sexual e, de repente, o simples fato de um homem gostar de cortar cabelos ou desenhar roupas já torna-o gay aos olhos dos machismo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra, mas o machismo é muito burro.

O machismo convence o mundo de que um homem deve sentir-se vexado por ganhar menos que a mulher. Convence o mundo de que um homem que abra mão da carreira para cuidar dos filhos é um fracassado disfarçando sua incompetência profissional. Convence-nos de que o homem, sexualmente, deve funcionar como uma máquina que nunca poderá ter falha alguma, seja no porte, na performance ou na vida útil. Que o homem precisa dirigir bem, manobrar com facilidade, saber trocar pneu, desentupir ralo e trocar resistência de chuveiro. Que o homem não deve usar antirrugas, nem corretivo para acne e olheiras, nem filtro solar. Que o homem não deve ter medo de barata, de escuro, de altura, de ficar solteiro, de não poder ter filhos, de se aposentar e sentir-se inútil.

O machismo não costuma matar homens. (a não ser que esse homem beije outro homem no meio da Avenida Paulista). O machismo prefere matar mulheres. O machismo odeia todas as mulheres que não se encaixam em seu asqueroso e pobre padrão. Mas também odeia os homens que não correspondem às suas tristes expectativas. E reprime-os. Julga-os. Condena-os. Não os mata com armas de fogo, não os espanca no chão da cozinha, não os violenta nos becos escuros. Mas mata, sim, a cada dia, um pouco das sua liberdade, da sua paz, dos seus sonhos.

Morte grande e sangrenta ou morte pequena e sutil, somos todos vítimas do mesmo machismo. E a luta contra ele é uma só: uma luta sem gênero, protagonizada por todos os que sabem que não queremos seguir caminhando por caminhos trilhados por uma mentalidade tão pobre, tão atrasada e tão carregada de ódio.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Descanse em paz, Dr Péricles.

Que pena… o rádio jundiaiense amanhece de luto. Dr Péricles Barranqueiros, da Rádio Cidade, faleceu.

Que possa descansar em paz!

por RS Notícias
LUTO 🕊
O falecimento ocorreu na madrugada desta segunda-feira (30)
Morreu aos 79 anos o diretor presidente da Rádio Cidade Jundiaí 730 AM, dr. Péricles Barranqueiros.
A causa da morte não foi informada, mas dr. Péricles estava tratando de um câncer.
Dr. Péricles deixa esposa, filhos e netos.
O horário e local do sepultamento ainda não foram informados.

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– O discurso de paz do Papa Francisco com os budistas da Mongólia. Que inspiração!

O Papa Francisco recebeu no Vaticano uma delegação de líderes religiosos budistas da Mongólia, onde pode falar do ecumenismo, da co-existência das religiões e fez a analogia do Evangelho cristão à mensagem budista, lembrando da necessidade de promover a cultura da paz e a não-violência.

Ser católico não implica em rejeitar a cordialidade pacífica de quem crê em algo diferente do que você acredita, mas unir as forças, respeitando o diferente, em busca de um mundo mais fraterno!

Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-05/papa-francisco-audiencia-budismo-mongolia-dialogo-interreligioso.html

PAPA AOS BUDISTAS DA MONGÓLIA: COM O DIÁLOGO, PROMOVER A CULTURA DA PAZ

Por Manoel Tavarez

Em um mundo devastado por conflitos em que muitas vezes se abusa da religião para justificar atos de violência, o forte apelo de Francisco na audiência com representantes do país asiático: temos o dever de promover uma cultura diferente baseada no perdão e na não violência, como os mestres das respectivas fés, Jesus e Buda, ensinaram. A paz é o anseio da humanidade.

O Santo Padre recebeu na manhã deste sábado, 18, no Vaticano, uma delegação de líderes budistas da Mongólia, acompanhada por Dom Giorgio Marengo, prefeito apostólico de Ulaanbaatar, por ocasião do 30º aniversário da Prefeitura Apostólica no país e para consolidar as relações diplomáticas entre a Santa Sé e a Mongólia.

Em sua saudação aos ilustres visitantes, o Pontífice expressou sua sentida gratidão por esta primeira visita ao Vaticano de representantes oficiais do budismo mongol. Tal visita, disse ele, tem o objetivo de aprofundar as relações de amizade com a Igreja Católica, promover a compreensão mútua e a colaboração para a construção de uma sociedade pacífica. Neste sentido afirmou:

“A paz representa, hoje, o ardente desejo da humanidade. Por meio do diálogo, em todos os níveis, é urgente promover uma cultura da paz e da não violência. O diálogo deve levar todos a rejeitar a violência, em todas as suas formas, inclusive a violência contra o meio ambiente. Infelizmente, ainda há pessoas que continuam a abusar e utilizar a religião para justificar atos de violência e de ódio. Jesus e Buda eram construtores de paz e promotores da não violência. Jesus também viveu em tempos de violência. Não obstante, ensinava que o verdadeiro campo de batalha, em que a violência e a paz se defrontam, é o coração humano. Ele pregou, sem cessar, o amor incondicional de Deus, que acolhe e perdoa, e ensinou os discípulos a amar seus inimigos.”

Por isso, recordou, “ser verdadeiros discípulos de Jesus, hoje, significa aderir à sua proposta de não violência”. E acrescentou:

A mensagem central de Buda era a não violência e paz. Ele ensinou que ‘a vitória deixa um rastro de ódio, porque o derrotado sofre. Deixem, pois, de lado todos os pensamentos de vitória e derrota e vivam em paz e na alegria’. Buda ressaltou ainda que a conquista de si é bem maior que a dos outros: ‘É melhor vencer a si mesmo do que mil batalhas contra milhares de homens”.

Neste sentido, falando de um mundo, devastado por conflitos e guerras, Francisco frisou: “Como líderes religiosos, profundamente arraigados em nossas respectivas doutrinas religiosas, temos o dever de despertar na humanidade o desejo de renunciar à violência e construir uma cultura de paz”.

Embora a presença de comunidades mais formais de fiéis católicos em seu país seja bastante recente, com um número exíguo, mas significativo, a Igreja está plenamente comprometida em promover a cultura do encontro, sob o exemplo do seu Mestre e Fundador, Jesus Cristo, que disse: “Amai-vos uns aos outros como vos amei”. E o Papa exortou:

Fortaleçamos a nossa amizade para o bem de todos. A Mongólia tem uma longa tradição de coexistência pacífica entre as diferentes religiões. Faço votos de que esta antiga história de unidade na diversidade possa continuar, hoje, com uma efetiva implementação da liberdade religiosa e a promoção de iniciativas conjuntas para o bem comum”.

O Papa concluiu seu pronunciamento à delegação de budistas da Mongólia, dizendo que a sua presença no Vaticano constitui um sinal de esperança. Por isso, convidou os presentes a continuar o diálogo fraterno e as boas relações com a Igreja Católica em seu país, em prol da paz e da concórdia. Desejo a todos os mosteiros budistas da Mongólia, que vocês representam, muita paz e prosperidade.

Imagem extraída do link acima citado.

– Neymar na boate na Coreia do Sul: ele poderia evitar…

Cuidar da imagem é importante em qualquer seara profissional. E nesta semana, Neymar foi bombardeado por sua conduta.

No programa do Fausto Silva, na TV Bandeirantes, Paulo Roberto Falcão criticou o atacante. Disse ele:

“Uma das coisas que eu sempre procurei na minha vida foi ter amigos que não dependessem viver no meu guarda-chuva. Nunca quis ter ‘parça’. Eu queria gente do meu lado que me criticasse quando eu fizesse alguma coisa errada”.

Também o ex-jogador e treinador francês, atualmente comentarista, Rolland Courbius, ao programa esportivo “RMC Foot”, declarou que:

“Já faz quatro anos que Neymar está sendo testado [no PSG]. (…) Nós não nos importamos com seus últimos dois bons meses. Ouvi algo que me fez rir ultimamente, que Neymar é mais novo que Messi, mas ele tem 45 anos fisiologicamente (…) Visto de fora, mas também de dentro, Neymar é bobo e ridículo. Se tivesse um comportamento exemplar e não jogasse pôquer até 4 horas da manhã, talvez pudesse ser superior a Messi”.

Diante de tudo isso, eis que o jogador brasileiro é visto na madrugada, gastando R$ 450 mil em bebidas alcoólicas, lá em Seul, onde a Seleção Brasileira jogará. Não dava para evitar tal situação após essas críticas, ou ninguém lhe avisou que estava sendo criticado por situações como essa?

O Staff dele deve ser enorme. Impossível que não lhe dêem um “toque”. Eu entendo que ele é uma celebridade, começou cedo demais e não teve infância. Mas a atividade de jogador de futebol profissional têm suas exigências (mesmo quando em horário de folga, pela natureza do seu ofício).

Extraído de: https://extra.globo.com/famosos/neymar-deixa-boate-na-coreia-do-sul-as-5h-da-manha-segundo-imprensa-local-25519624.html

NEYMAR DEIXA BOATE NA COREIA DO SUL ÀS 5H DA MANHÃ.

A passagem de Neymar por Seul, na Coreia do Sul, está dando o que falar. O jogador do Paris Saint-Germain foi filmado pela imprensa local entrando de madrugada na boate Race, em Seocho-gu, por volta da 1h do último domingo. Ele deixou o local às 5h30, com seguranças e cobrindo o rosto com um moletom, como mostra um vídeo feito pelo MoneyTwo Day, que publicou a notícia.

Segundo informações da imprensa local, ele estava acompanhado de outros jogadores, e o grupo teria gastado R$ 12 milhões de wons (moeda local) em bebidas alcoólicas caríssimas, como o champanhe da marca Domperigno, que custa R$ 1,5 milhão de wons.

A seleção brasileira de futebol terá um amistoso com a seleção sul-coreana liderada por Son Heung-min (Tottenham Hotspur) no Estádio da Copa do Mundo de Seul no próximo dia 2.

Na última sexta-feira, Neymar publicou uma foto se divertindo com outros jogadores da seleção brasileira em uma montanha-russa por lá.

Foto: Reprodução-MoneyTwo Day

– Que pena! Quanta gente se perde…

Fico sinceramente triste quando pessoas se perdem nas Redes Sociais! Por viverem dentro de uma bolha virtual, seja ela de qual assunto for, passam a postar críticas pelo simples fato de caçar cliques ou “causar”, abrindo mão do bom senso e da razoabilidade.

Normalmente, são pessoas sozinhas, que se afastaram de amigos ou das pessoas que queriam lhe ajudar. Atacam jornalistas, celebridades ou ainda pessoas comuns, passam vergonha e não percebem o papel ridículo que fazem. Difamam o trabalho alheio achando que todos são porcaria e que nada presta. Ousam atacar profissionais bem-sucedidos. Por inveja? Talvez…

Viram “Stalkers”, e depois “Haters”, e aí a credibilidade vai embora mesmo…

É difícil para elas reconstruir uma carreira. Tornam-se amargas (e porque querem), não aceitam críticas e se acham melhores e mais inteligentes do que outras. Precisam criar novos perfis, novos avatares e mudar até mesmo o “nome de guerra”.

O que a teimosia, a arrogância e o menosprezo à ajuda fazem, não? E não percebem o quão mal fazem a si próprias, não entendendo que a opinião diversa de alguém deve ser respeitada. Perdem emprego e respeito, lamentavelmente.

Imagem extraída de: https://www.significadodossonhosonline.com/5-habitos-que-tornam-as-pessoas-amargas-como-evitar/amp/

– Cinza ou Verde?

Vendo o cinza do céu?

Não… admirando a paisagem verdejante da foto.

Daqui a pouco, vem chuva. E que venha mansa!

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