– Ufa!

Dia 71 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Estou “moidáço”. Bem cansado mesmo.

Até amanhã.

– Análise da Arbitragem de Paulista de Jundiaí 3×0 União São João e observações.

Para 317 torcedores (sendo 14 vindo de Araras e que estavam no reservado à torcida adversária) e uma renda de R$ 4.490,00, vimos dois tempos de futebol completamente diferentes: um equilibrado, outro em que o Paulista jogou melhor.

A arbitragem foi muito fraca, que deixou muito a desejar tecnicamente (num jogo fácil para apitar).

O árbitro Willians Costa marcou 25 faltas no 1º tempo, sendo 18 do Paulista e 7 do União (3 cartões amarelos para o mandante). No 2º tempo, 11 faltas do Paulista e 10 do União (3 cartões amarelos para o mandate e 2 para o visitante; 1 vermelho para o mandante). E na súmula do jogo, uma mentira: total de 30 faltas na partida inteira, sendo 16 do Paulista e 14 do União. E sabe por que isso acontece? Porque o 4º árbitro não anota direito, e quando avisa o juiz, um número é inventado. Afinal, como explicar o excesso de faltas marcadas num jogo tranquilo? Aqui, a maquiagem foi ridícula: só no 1º tempo já extrapolou o número do jogo inteiro…

Lances não faltosos viraram infração! Por exemplo: Aos 08 minutos, Victor Emerson segurou a camisa do seu adversário, soltou, a jogada continuou sem ser falta, e ele parou e marcou pelo puxão. Não pode…

Aos 12 minutos, já tínhamos 9 faltas marcadas. Encostou ou caiu, marcou (incluindo as que não foram).

Me assustei: aos 27 minutos, o goleiro Felipe Viotti, do Paulista, estava ajeitando a bola e com pressa, pois o time precisava ganhar. Eis que o árbitro fez sinal para ele agilizar, ele não entendeu e… recebeu Cartão Amarelo por retardamento!

Aos 30 minutos, o árbitro ficou “perdido”, pois todo mundo começou a reclamar num jogo fácil. Aos 32m, marcou uma falta inexistente em um lance de impedimento, onde havia acertado o bandeira Risser Jarussi (que acertou vários “fora-de-jogos”).

No segundo tempo, com os times mais cansados e o resultado “sendo aceito” (vitória do Paulista e derrota do União) os times deixaram o jogo ainda mais fácil para apitar – e menos faltas foram marcadas pelo árbitro.

No critério dos cartões, os de reincidência só existiram pelas numerosas faltas marcadas. Correta a advertência para Amarildo por tirar a camisa na comemoração do gol. Mas aos 48 minutos do 2o tempo, deixou de dar o 2º amarelo para o zagueiro do União, que cometeu uma falta idêntica a cometida do lateral Victor Emerson (que levou amarelo e foi expulso).

Demais observações:

1. Na torcida Raça Tricolor, 5 faixas de protesto:

Torcida Traída Jamais será Vendida”
“Fora Diretoria Amadora”
“Cadê a Transparência”
“2 anos e Nada Mudou”.
“Conselho Omisso”

2. O resultado mais justo no 1o tempo seria o empate. E quando o União estava sendo melhor, saiu o gol do Paulista e aí a sorte mudou! Tudo o que estava dando errado (contusões, erros de marcação e passes errados) começou a mudar. Isso significa: questões emocionais afetam demais o Paulista (tanto negativa quanto positivamente).

3. Que coisa o futebol mostrado pelo Victor Emerson… 3 anos depois da sua primeira passagem, regrediu! Ele é ótimo jogador e sempre me pareceu um bom menino. Algo de errado deve estar acontecendo…

– Anoiteceu…

Os reflexos das luzes de Bragança Paulista a noite, no lago. Que final de sábado bonito!

Como não se inspirar com a beleza da natureza?

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– Comida saudável: os Insetos Comestíveis!

Uma nova onda de alimentos nutritivos está surgindo: a dos insetos!

Desde a qualidade proteica dos mesmos até às questões ecológicas, o consumo de grilos, por exemplo, pode ser uma tendência em breve no Brasil.

Compartilho, extraído de: https://revistapesquisa.fapesp.br/2020/04/07/insetos-comestiveis/

INSETOS COMESTÍVEIS

Por Suzel Tunes

Um novo ramo do setor agropecuário está se instalando em Piracicaba. Na cidade paulista que é considerada o vale do agronegócio brasileiro por concentrar cerca de 40% das startups do setor está sendo montada uma biofábrica para a criação de grilos. O projeto de um sistema semiautomatizado para a produção em larga escala de Gryllus assimilis foi criado pela startup Hakkuna. O objetivo da empresa é obter matéria-prima em escala industrial para a produção de barras proteicas à base de farinha de grilo, produzidas de forma artesanal pela Hakkuna desde 2015. “A criação de insetos no Brasil ainda é muito artesanal. Nosso projeto busca reduzir o trabalho humano e padronizar a produção”, conta o sócio-fundador da startup, o engenheiro de materiais Luiz Filipe Carvalho.

A bióloga e doutora em entomologia Patrícia Milano, do Departamento de Entomologia da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), também se prepara para disputar o mercado de insetos comestíveis. Em 2016 ela criou a Ecological Food, cujo negócio é a venda de insetos para fabricação de ração animal. Com suporte do programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresa (Pipe), da FAPESP, e da incubadora EsalqTec, pertencente à Esalq-USP, Milano desenvolveu uma dieta específica para grilos e baratas.

“Os resultados foram excelentes. As melhorias no sistema de produção de insetos resultaram em organismos com maior valor nutricional, sem encarecer a produção”, afirma. Agora, Milano pretende dar continuidade ao projeto, aperfeiçoando a metodologia de criação de algumas espécies com vistas à alimentação humana. A Ecological Food fica em Limeira (SP), a cerca de 40 quilômetros de Piracicaba.

Luiz Filipe Carvalho e Patrícia Milano seguem uma tendência mundial. É crescente o interesse pelos insetos como alternativa alimentar. Segundo o holandês Arnold van Huis, um dos principais pesquisadores no campo da entomofagia (o uso de insetos como alimento por seres humanos), a base internacional de dados Web of Science revela um crescimento exponencial no número de artigos acadêmicos publicados sobre o tema, sobretudo a partir de 2015. Van Huis é professor da Universidade de Wageningen, localizada na cidade holandesa de mesmo nome, e editor da publicação científica Journal of Insects as Food and Feed.

Aumenta também o faturamento das empresas que apostam nos insetos como ingredientes para alimentação animal ou humana. A consultoria Meticulous Research avaliou em US$ 406,3 milhões o valor do mercado de insetos comestíveis em 2018 e prevê que ele deva triplicar até 2023. Um dos negócios mais bem-sucedidos é o da holandesa Protix, que recebeu aportes de investidores de US$ 50 milhões em 2017 para investir na criação de insetos destinados à produção de alimento humano e ração animal.

Insetos integram o cardápio humano há muito tempo. Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas se alimentem desses animais no mundo

No Brasil, a Hakkuna e a Ecological Food pretendem surfar nessa onda. O projeto da Hakkuna para produção em larga escala de Gryllus assimilis iniciou sua primeira fase em março e visa desenvolver controles automáticos das condições ambientais da criação dos insetos, como níveis de temperatura e umidade. O contêiner que a empresa está estabelecendo em Piracicaba também irá dispor de sensores para controle de um alimentador automático – inicialmente, com ração de aves, até que a empresa desenvolva uma alimentação específica.

A Hakkuna, explica Carvalho, nasceu de um interesse pessoal por alimentação esportiva. “Sempre pratiquei esporte e sentia a necessidade de ter no cardápio opções de proteínas mais naturais e saudáveis. Em meados de 2015 comecei a pesquisar o que era feito no exterior e encontrei uma startup norte-americana, a Exoprotein, fabricando barras de proteína com farinha de grilo. Achei a ideia interessante e fui pesquisar quem fazia isso no Brasil. Não encontrei ninguém”, conta. “Então, comprei um curso on-line de criação de insetos, 100 gramas de grilos vivos e passei a testar produtos e o mercado. Assim começou a Hakkuna.”

Desidratados e transformados em farinha, os grilos apresentam-se como alternativa a alimentos e suplementos, como o whey protein, a proteína de soro do leite, bastante consumida por praticantes de atividades físicas. Segundo Carvalho, que tem como sócio no negócio o engenheiro-agrônomo Marcelo Romano Teixeira, os insetos saem ganhando na comparação: além dos mesmos aminoácidos essenciais, a farinha feita a partir deles ainda contém fibras e ácidos graxos ômega-3 e ômega-6, inexistentes no whey protein. Além da farinha proteica e das barrinhas, o empresário pretende comercializar snacks. Assim como a Ecological Food, a Hakkuna conta com suporte do Pipe e da EsalqTec, além do apoio da aceleradora GrowBio.

Apesar da crescente tendência recente, insetos estão no cardápio dos seres humanos há muito tempo. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), pelo menos 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo alimentam-se de insetos. Mais de 1.900 espécies – destacando-se besouros, lagartas, vespas, formigas, gafanhotos e grilos – fazem parte da dieta tradicional de habitantes da Ásia, África e de comunidades indígenas na América Latina. Alguns estudos apontam que o hábito vem desde tempos pré-históricos.

A novidade é que eles começaram a chegar a restaurantes e prateleiras dos supermercados de grandes centros urbanos na Europa, Estados Unidos e, mais recentemente, no Brasil. A francesa Jimini´s foi uma das pioneiras. Criada em 2012, ela produz barras de cereais, massas e granolas à base de farinha de insetos, além de petiscos feitos com insetos desidratados e temperados, como larvas de tenébrio – uma espécie de besouro – com alho e ervas finas. Esses alimentos eram vendidos inicialmente pelo site da empresa. No começo de 2018, após a União Europeia aprovar e regulamentar o consumo de insetos, a Jimini´s passou a vender seus produtos na rede de supermercados Carrefour na Espanha, a preços que variam de € 2 a € 7. Os insetos são criados em fazendas europeias. Já a norte-americana Chirps importa matéria-prima para farinha, snacks e biscoitos da Tailândia, onde se calcula que existam 20 mil “fazendas de grilo” – o país é um dos líderes globais na área.

Com elevados teores de proteína, ferro e cálcio, os insetos apresentam vantagens nutricionais aliadas a um menor impacto ao meio ambiente

Na Alemanha, a BugFoundation vende hambúrgueres que levam 45% de uma mistura proteica feita à base de soja e larvas do besouro Alphitobius diaperinus, conhecido no Brasil como cascudinho. De acordo com os fabricantes, o sabor lembra sementes de girassol ou amendoim. Os animais são criados na Holanda, um dos primeiros países ocidentais a permitir a comercialização e o consumo de produtos alimentícios contendo insetos.

O veterinário alemão Nils Grabowski, chefe do Departamento de Higiene e Tecnologia de Insetos Produtivos da Universidade de Medicina Veterinária de Hannover, no norte do país, atesta que o mercado de insetos comestíveis na Alemanha é pequeno, mas aparentemente está crescendo. “A Alemanha é um país sem tradição real de entomofagia. Comer inseto era considerado um hábito curioso praticado por alguns povos extraeuropeus sem acesso à comida ‘real’ ou que precisam desse tipo de alimento para matar a fome. É claro que isso está longe da realidade. As pessoas não comem insetos porque precisam, mas porque querem”, declarou Grabowski a Pesquisa FAPESP.

Uma pesquisa na Tailândia, segundo ele, mostrou que a maioria das pessoas busca esses animais por causa do paladar. “Os tailandeses adoram comer insetos fritos com cerveja gelada”, conta. E as iguarias podem ser caras. “No México, certas pupas de formigas do gênero Liometopum, também conhecidas como ‘caviar asteca’, custam mais de US$ 50 [R$ 250] a porção de 30 gramas”, diz o veterinário. “Já um percevejo aquático gigante muito popular entre os tailandeses, Lethocerus indicus, é vendido pelo equivalente a € 0,20 [R$ 1,10] a peça. A demanda é tão alta que a Tailândia o importa de nações vizinhas.”

Grabowski coordena o projeto IFNext, em parceria com pesquisadores na Tailândia e no Camboja, cuja finalidade é desenvolver kits para a criação de grilos das espécies Gryllus bimaculatus e Teleogryllus mitratus e bichos-da-seda (Bombyx mori), além de novos produtos com essas matérias-primas.

Em nível mundial, os insetos inteiros ainda representam a maior parcela do mercado, sobretudo devido à maior disponibilidade e ao menor custo em comparação aos processados. No entanto, estima-se que o mercado das farinhas, barras e shakes de proteína de insetos terá maior taxa de crescimento nos próximos anos – o que se atribui à tendência das novas gerações de valorizar um estilo de vida saudável baseado em cardápios balanceados.

Para a FAO, a importância dos insetos é ainda maior. Fundamentais para a existência humana por atuarem como decompositores na cadeia alimentar, reciclando matéria orgânica, e como polinizadores, garantindo a reprodução de plantas, eles começam a ser vistos como uma solução sustentável para a crescente demanda por alimentos no planeta.

O aumento populacional e a escassez de recursos naturais justificam essa percepção. Segundo o documento Edible insects – Future prospects for food and feed security (Insetos comestíveis – Perspectivas futuras para alimentos e segurança alimentar), elaborado pela FAO, o mundo terá em 2050 cerca de 9 bilhões de pessoas e para alimentá-las a produção de alimentos precisará dobrar. Estima-se que a demanda por produtos agropecuários atinja 465 milhões de toneladas em 2050, diante de 229 milhões de toneladas em 2000. O relatório aponta que “alimentar as populações futuras vai exigir o desenvolvimento de fontes alternativas de proteína, como carne cultivada em laboratório, algas, feijões, fungos e insetos”.

Como opção proteica, os insetos apresentam vantagens nutricionais associadas a um menor impacto ambiental. “Eles têm teores de ferro, cálcio e proteínas acima dos valores encontrados em aves, bovinos e suínos. Sua produção requer menos água, emite pouca quantidade de gases de efeito estufa e pode ser realizada em prédios, evitando o desmatamento de grandes áreas”, enumera a entomologista Patrícia Milano. A pesquisadora já incorporou insetos ao cardápio e, sempre que pode, os oferece para degustação, fritos ou banhados no chocolate, a amigos, parentes, alunos e ouvintes das palestras que têm proferido em universidades, congressos e eventos de divulgação científica.

O documento da FAO aponta, ainda, que os insetos têm alta taxa de conversão alimentar, ou seja, conseguem transformar a ração consumida em massa corporal com muito mais eficiência. Gafanhotos convertem 2 quilos (kg) de alimento em um 1 kg de massa corporal, enquanto bois fazem essa mesma conversão na proporção de 10 para um.

Outra vantagem dos insetos na comparação com mamíferos e aves é o baixo risco de transmissão de zoonoses, contrariando o senso comum que os associa a doenças. De maneira geral, eles são seguros, desde que criados em condições controladas e processados corretamente. Foi o que constatou o veterinário Nils Grabowski, que fez uma análise microbiológica desses animais. O pesquisador alemão analisou 38 amostras de insetos em diferentes formas de preparação e concluiu que os secos apresentam maior número de bactérias do que os cozidos ou fritos.

Especialistas dizem que o Brasil pode se tornar um dos grandes produtores globais de insetos, com foco no mercado externo

Todas as amostras foram negativas para patógenos como salmonelas, Listeria monocytogenes, Escherichia coli e Staphylococcus aureus, segundo Grabowski, mas insetos secos e em pó continham alguns patógenos de origem alimentar, como bactérias e fungos. “O aquecimento e a secagem matam muitos tipos de microrganismos do inseto, mas alguns suportam esses tratamentos, especialmente bactérias de formação de esporos. Por isso a importância de um tratamento térmico eficiente para eliminar também os microrganismos que sobrevivem a ambientes quentes e secos”, aconselha o pesquisador.

Precaução extra deve ter quem for alérgico a frutos do mar. Os insetos, tal como os crustáceos – ambos integrantes do filo dos artrópodes –, têm um exoesqueleto à base de quitina, capaz de provocar reações em consumidores sensíveis. Mas quem pode comer, sem susto, camarão ou lagosta não deverá ter problemas ao ingerir gafanhotos ou lagartas – e até achar leve semelhança na textura.

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Alimentos convencionais e grilos desidratados (segundo pote a partir da esquerda): inseto é matéria-prima para nutrição humana

– Há 5 anos, momento de felicidade ímpar!

Exatamente em 14 de maio de 2017, celebrava-se o dia das mães. E celebrávamos também a saída da nossa caçulinha Maria Estela Porcari da UTI do Hospital Santa Elisa, indo para o quarto (como um verdadeiro presente da data comemorada para a mamãe Andréia).

Lembramos a publicação dessa maravilhosa notícia emhttps://professorrafaelporcari.com/2017/05/14/nosso-presente-do-dia-das-maes-foi-a-saida-da-uti-de-nossa-filhinha/

Vejam só como estava tão pequenina na época:

Agora, dois anos depois, tão gordinha! Abaixo:

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A minha foto preferida:

Graças a Deus!

– Sábado é dia dedicado à devoção de Nossa Senhora.

A Igreja Católica devota o sábado às preces marianas. E você sabe por quê?

Abaixo, extraído de: https://arqbrasilia.com.br/a-devocao-a-nossa-senhora-no-sabado/

A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA NO SÁBADO

por Aloísio Parreiras

A Igreja tem por costume dedicar o dia de sábado à devoção a Nossa Senhora. A razão dessa devoção é simples e está relacionada ao evento da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, pois no Sábado, depois da Sexta-Feira Santa, a Virgem Maria foi a única pessoa que permaneceu firme, em sua fé, esperando a ressurreição de Jesus Cristo. Aquele Sábado Santo foi o dia em que Nossa Senhora permaneceu sozinha em oração, sem ter a presença física de Jesus ao seu lado e, por isso, esse dia foi considerado o Sábado da solidão, do deserto, da morte e do luto. Foi o dia em que Maria Santíssima chorou e sofreu pela ausência de seu Filho.

No Sábado que precedeu a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, somente Nossa Senhora, em toda a Terra, personificou a Igreja Católica, pois, como nos contam os Evangelhos, depois da morte de Cristo, os Apóstolos, os Discípulos e as Santas Mulheres titubearam na fé, esqueceram as promessas de Cristo referentes à Sua ressurreição e se trancaram em suas casas com medo de serem perseguidos.

Naquele Sábado Santo, ou melhor, desde a Sexta-Feira Santa, Nossa Senhora não vacilou, em nenhum momento, na firmeza da fé. Ela continuou firme na certeza de que, por ser Deus, Cristo iria ressuscitar no Domingo, anunciando uma nova alvorada. Mesmo tendo conhecimento de que os Apóstolos estavam vivenciando a hora trágica da dúvida, a Virgem Maria continuou meditando, no silêncio e no abandono, esperando o raiar dos primeiros raios da ressurreição do Senhor.

Com o desenvolvimento da História da Igreja, muitos fiéis passaram a celebrar o dia de sábado com muitos atos de piedade cristã, em honra da Santa Mãe de Deus. São João Damasceno, no século VIII, em seus escritos, faz referência à celebração do sábado dedicado a Maria na Igreja do Oriente. Posteriormente, encontramos nos livros litúrgicos dos séculos IX e X missas em honra de Maria no sábado. Nos séculos XII e XIII, os grandes teólogos, tais como São Bernardo, São Tomás de Aquino e São Boaventura, explicavam a dedicação dos sábados a Nossa Senhora, evidenciando o tempo do descanso do Cristo no túmulo. Naquele Sábado, todas as pessoas haviam abandonado Cristo; apenas a Virgem Maria continuou a acreditar e, por isso, este é o seu dia. No século XVI, mais precisamente em 1570, o Missal Romano de São Pio V apresentou uma Liturgia da Missa de Nossa Senhora nos Sábados.

Em pleno século XX, nas aparições de Nossa Senhora, em Fátima, nos dias 13 de junho e 13 de julho de 1917, Nossa Senhora solicitou à vidente Lúcia que divulgasse o costume de dedicar os sábados em sua honra e devoção. Pediu também que, em especial, nos sábados, rezássemos o terço em reparação dos pecados: “Jesus quer estabelecer no mundo a devoção do meu Imaculado Coração. Se fizerem o que eu vos disser, muitas almas serão salvas e haverá paz. Voltarei para pedir a consagração da Rússia ao meu Coração Imaculado e a devoção reparadora dos primeiros sábados”.

Atendendo aos pedidos e clamores de Nossa Senhora de Fátima, muitos fiéis católicos passaram a incluir e valorizar as devoções marianas no dia de sábado, entre outras, as mil Ave-Marias, o Rosário em família, a oração do Ofício da Imaculada, os cinco sábados em devoção à Virgem, a participação na Eucaristia e a realização de obras de misericórdia em favor do próximo.

O Ofício da Imaculada, que rezamos aos sábados, é a Liturgia opcional de devoção a Maria que é rezada pelos sacerdotes, monges e freiras. Na recitação do Ofício da Imaculada, todos nós somos chamados a participar. Nesta prece, recitam-se os salmos, leituras, hinos e orações para honrar a Santa Maria, Mãe de Deus.

Por meio do exercício da oração do Rosário, que nos sábados possui um aroma mais mariano, nós aprendemos com a Virgem Mãe a colocarmos o Cristo no centro de nossas vidas e de todas as coisas. Quando dobramos os nossos joelhos e rezamos o Rosário, nós revivemos os momentos significativos da História da Salvação, percorrendo as várias etapas da vida e da missão de Jesus, ou seja, participamos, de alguma forma, da conversão dos pecados e na construção da paz no mundo.

Hoje, mais do que nunca, o mundo precisa de orações. Hoje, mais do que nunca, devemos recorrer a Nossa Senhora, pois Ela é a cheia de graças, a onipotência suplicante, que nos ensina a caminhar, mesmo em meio às tempestades, com a firmeza da fé. Juntos da Virgem Mãe, nós aprendemos que quem pede uma graça a Deus, deve antes de tudo acreditar que será atendido. Deve ter fé que, no tempo oportuno, Deus ouvirá.

Contemplando a pessoa da Virgem Maria na solidão do Sábado Santo, nós aprendemos que quem tem fé aguarda, não vacila, não se amedronta, ama e espera. Naquele Sábado Santo, Ela confirmou a solidez de sua fé, mesmo diante das trevas da morte e, por isso, contemplou a noite por excelência da fé e da esperança. Enquanto tudo estava mergulhado na escuridão, a Virgem Mãe vigiava. Vigiando, ao chegar os primeiros raios do esperado Domingo da Ressurreição, a Virgem Maria, certamente, se encontrou com o Cristo vivo e Ressuscitado e participou efusivamente da alegria da Ressurreição.

Mãe amada, Nossa Senhora do Sábado, fazei que também nós vigiemos no silêncio das noites escuras, crendo e esperando na Palavra e nas promessas de Cristo. Agindo assim, nós encontraremos, no tempo anunciado, na plenitude da luz e da vida, o nosso Redentor, primícias dos ressuscitados, que reina com o Pai e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém!

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Isso é Marketing! Red Bull Bragantino na Expoagro e outras ações.

Eu não gosto de Festa do Peão ou semelhantes, mas respeito quem tem a preferência. Entretanto, minhas filhas queriam ir na Feira Agrícola que está acontecendo em Bragança Paulista, onde ocorre simultaneamente o Rodeio da cidade. Como estou sozinho com elas (estamos morando aqui, mas nossa família está em Jundiaí – e minha esposa está há algum tempo trabalhando no Exterior – vide em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4), resolvi fazer a vontade delas.

O evento gera muitos empregos na região, apresenta importantes artistas do cenário nacional e gira muito dinheiro. É reconhecidamente uma atração que traz personalidades e políticos para cá, além, claro, de empresas do agronegócio e outros setores (chama-se: 55ª Expoagro e 28ª Festa de Peão de Boiadeiro). Ocorre no “Parque de Monta”, e há atividades durante o dia e  à noite, por 10 dias (apenas 3 registros lúdicos para ilustrar aqui: https://wp.me/p4RTuC-Die).

Pois bem: entre os patrocinadores masters, está o Red Bull Bragantino. E para minha surpresa, não é divulgação da empresa de energéticos Red Bull, mas sim do time de futebol! Todas as iniciativas giram em torno da equipe esportiva dentro do recinto (e acredite: não há a venda de uma lata sequer de bebida da empresa, mas somente de produtos do clube). 

Ressalto: não é uma ação como patrocinador / incentivador local, mas master do evento. 

Muitas camisas do clube por lá (tanto da antiga patrocinadora, a Nike, como da nova, New Balance), além de agasalhos e outros tipos de roupas. Há um grande estande com loja e brincadeiras para as crianças, além de mini-espetáculos. Minha filha caçula, por exemplo, ficou encantada com o mascote e até dançou com ele (e ganhou um chapéu de cowgirl do time; assista que simpatia do Tourinho e o abraço gostoso que ele recebeu: https://youtube.com/shorts/TW19uquMOnA).

Mas vale lembrar: o marketing da empresa (agressivo e inteligente) é uma constante na região. Me recordo de um PT Cruiser estilizado com a marca Red Bull rodando a cidade (com o Toro Loko e o Massa Bruta, o Touro e o Leão que são os mascotes). Há trabalho com crianças nas escolas, ações solidárias como doação de sangue em parceria com o HUSF e visita a pacientes oncológicos por parte dos atletas. Aliás, a Comissão Técnica e os jogadores residem na cidade e convivem por aqui, e podem ser encontrados em pizzarias e lojas locais (e eles curtem: já declararam como é legal serem abordados carinhosamente nos parques e falaram da qualidade de vida).

Além dessas ações, me recordo de um outdoor eletrônico multimídia na entrada da cidade, mostrando pontos turísticos de onde a empresa Red Bull tem clubes, misturando imagens belíssimas de Nova Iorque, Leipzig, Salzburg e Bragança Paulista, dizendo: “Somos todos Red Bulls”. Um válido emponderamento.

Por fim: estudantes e professores da Universidade São Francisco (uma instituição de ensino referencial do Interior Paulista) tem benefícios especiais, pois várias atividades são realizadas em parceira com o clube, Afinal, o “futebol-negócio” é também “futebol-ciência”.

Presenciei várias funcionárias realizando pesquisas de comportamento do torcedor na Praça da Matriz, além da oferta da participação no programa Sócio-Torcedor, com diversos planos e descontos que vão desde os comércios da cidade até outros nacionais. Nos dias de jogos, nas imediações, há vários equipamentos pra as crianças brincarem, além de desafios para os adultos. Uma espécie de “mini-fã-fests”.

Um amigo questionou sobre lotação ou não do estádio nos dias de jogos. Considerando os hábitos da cidade e vários detalhes (município pequeno, com muita extensão territorial, onde boa parte da população mora em fazendas que distam quilômetros do Centro) e com atrações fora do âmbito esportivo, é bom – já que há partidas marcadas, sem bom senso, no domingo à noite.

Escrevo tudo isso porque meu Mestrado foi em marketing Esportivo e não vejo NINGUÉM fazendo essas coisas no país (ops: não estou recebendo por essa postagem nem é um post patrocinado). Lembrando sempre que, o objetivo de uma empresa, não necessariamente é ganhar títulos, mas rejuvenescer uma marca, firmar um conceito de produto, divulgar-se, entre outros. E dentro disso, o case Red Bull Bragantino já é um sucesso, pois imagine: quanto a empresa gastaria anunciando sua marca para ter o mesmo retorno de mídia na grande imprensa? E onde estaria o Bragantino, sem essa mudança?

Uma pena que poucas empresas têm pensado o futebol como Business…

Ops: a Responsabilidade Social também é uma ação muito benquista pelo marketing. Dias atrás, um torcedor teve que assistir o jogo Red Bull Bragantino x Corinthians dentro do restaurante, e ficou insatisfeito (ele era cadeirante e teve dificuldade de acessibilidade naquela oportunidade). Leio que o problema foi resolvido, houve a retratação e o torcedor presenteado pela equipe, como pedido de desculpas. Abaixo:

Ah, se os grandes times brasileiros tivessem a mesma preocupação e aproveitassem o potencial nacional que têm, a fim de explorar suas marcas…

– Cerca de 80% das pessoas são realmente otimistas?

Tali Sharot, uma renomada neurocientista israelense, deu uma entrevista certa vez à seção “Páginas Amarelas” da Revista Veja (ed 04/05/2016). Nela, foi abordado o estudo sobre a predisposição genética do Otimismo!

Para a doutora, 80% da população do planeta adota uma conduta otimista na vida, herdada de seus pais, e isso varia de cultura para cultura.

Em seu livro O Viés Otimista, ela ainda cita que os neurotransmissores da população brasileira são 2,5 vezes mais ativos do que os dos ingleses (explicando a diferença de comportamento latente dos dois povos). Retrata, ainda, o que seria um “cérebro otimista”: ele consegue registrar mais informações positivas do que negativas.

E os demais 20% não-otimistas?

Destes, metade sofre de depressão, e a outra metade são neutros.

Todo trabalho científico-acadêmico deve ser respeitado. Mas, a grosso modo, dá para dizer que há muito mais gente esperançosa no mundo (segundo esse trabalho) do que eu imaginava!

Ou estaria eu entre os 10% negativistas?

Não, não estou… rss

Imagem extraída de: https://forbes.com.br/carreira/2019/09/4-dicas-de-como-o-otimismo-pode-ajudar-sua-carreira/

– A Serra do Japi.

Essa tal de dona Natureza…

Nesse cantinho do Paraíso, exatamente 12h00. Que generoso cenário de beleza nós temos por aqui, não?

O clique é da Serra do Japi, um lugar encantado que vale a pena passear…

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– Azul e Verde!

Estou na divisa de Bragança Paulista com Itatiba, rumo à Jundiaí, contemplando a paisagem muito bonita. Bom demais! 

Ah, o Interior Paulista… veja só: 

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– A campanha portuguesa para higiene das axilas.

Antes da parada da pandemia de Covid-19, a cidade de Lisboa estava fazendo uma campanha bem-humorada para combater o mau cheiro das axilas no metrô público!

Veja só que iniciativa diferente (e bacana):

Extraído de: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/11/campanha-sovaquitos-usa-bom-humor-para-incentivar-higiene-de-usuarios-do-metro-de-lisboa.shtml

CAMPANHA “SOVAQUITOS” USA BOM HUMOR PARA INCENTIVAR HIGUENE DE USUÁRIOS DO METRÔ DE LISBOA

Por Giuliana Miranda

Uma série de animações engraçadinhas, protagonizada por quatro sovacos coloridos e rebolativos, é a nova estratégia publicitária para conscientizar a população sobre a importância dos hábitos de higiene no transporte público de Lisboa.

Com cerca de 160 milhões de passageiros por ano, o metrô da capital portuguesa é muitas vezes criticado por um certo cheirinho persistente entre os usuários —especialmente nos meses mais frios.

A ação, batizada sugestivamente de “Os Sovaquitos”, usa o bom humor como estratégia para chamar a atenção para o impacto do mau cheiro nas axilas durante as viagens.

Com o slogan “por viagens mais agradáveis, cuide dos seus Sovaquitos”, o material publicitário apresenta os bonecos e convida os usuários a visitarem o perfil dos sovacos numa rede social.

Feita pela agência portuguesa Lola Normajean, a campanha tem três brasileiros na ficha técnica.

“Aqui ainda é um problema muito delicado falar que as pessoas estão cheirando mal. Em alguns lugares do mundo, não é, mas em Portugal, assim como no Brasil, esta ainda é uma questão”, avalia o publicitário Sérgio Lobo, diretor de criação. “As nossas culturas ainda tornam isso um pouco mais indelicado.”

Brasileiro radicado em Portugal há pouco mais de dois anos, Sérgio diz que a irreverência foi a aposta para driblar o tabu em torno do tema. “Nós buscamos uma forma de falar isso de um jeito mais delicado, que não agredisse ninguém”, completa.

Apesar de focar os usuários do metrô de Lisboa, a campanha não foi encomendada pela companhia metroviária.

O trabalho é resultado de um desafio feito pela empresa MOP (Multimedia Outdoors de Portugal) para que agências do país criassem propostas inovadoras para outdoors, uma das plataformas mais antigas de publicidade.

Lançada há menos de duas semanas, a campanha tem repercutido entre os usuários, e muitos usam as redes sociais para pedir que a iniciativa educacional seja estendida a outras cidades e aos demais meios de transportes.

“Já temos quatro empresas interessadas em se associar à marca dos Sovaquitos e ajudar a espalhar a mensagem. Há desde marca de higiene pessoal até clínica de tratamento para doenças que causem excesso de suor e mau cheiro”, diz Rodrigo Silva Gomes, CEO da Lola Normajean.

De passagem pelo metrô de Lisboa, a turista paulistana Flávia Dutra, 42, aprovou a iniciativa.

“Acho ótimo. Deviam inclusive levar para outros países da Europa, onde nesta época fria tem muita gente que parece fugir do banho”, diverte-se. “Passei antes por Paris e Londres e foi uma das primeiras coisas que notei.”

Já o estudante de engenharia João Campos, 19, que usa o metrô de Lisboa diariamente, diz que não vê tanta necessidade em enfatizar o uso de desodorantes.

“Não acho ruim, mas creio que há problemas mais urgentes na cidade, como a demora excessiva e a superlotação dos transportes”, diz.

Os personagens da campanha Sovaquitos, criada para orientar usuários do metrô de Lisboa

– Bom dia, sábado (4 de 4).

🌅 06h – Desperte, Bragança Paulista, com o céu ainda dourado.

Que o sábado possa valer a pena!

E há de valer, creiamos nisso.

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

– Bom dia, sábado (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino (além do esforço).

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas. Aliás, que bonitas!

Curta flores! Elas nos desestressam e aliviam a mente.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento 

– Bom dia, sábado (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece ao Imaculado Coração:

“- Ó Virgem Maria, carinhosamente chamada de Nossa Senhora e Nossa Mãe, rogai por nós que recorremos a vós – hoje, especialmente pelos que estão sem esperança, para que sintam o seu colo de mãe. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade 

– Bom dia, sábado (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? S’imbora viver o sabadão?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina (controlando o cortisol)?

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics 

– Eu curto o Foap e seus concursos!

Há uma rede social para fotógrafos amadores chamada FOAP! Muito bacana.

Ela promove concursos diversos, sempre com desafios temáticos bem legais. Já ganhei alguns – e tem uma remuneração por eles.

Se, assim como eu, você curte fotografia e mobgrafia, entre lá. Estou no perfil “@rafaelporcari”.

– Acompanhe o Time Forte do Esporte no AM810!

Já estamos no Estádio Dr Jayme Cintra!

Acompanhe a transmissão de Paulista de Jundiaí x União São João de Araras pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini, comentários de Robinson Berró Machado e análise da arbitragem com Rafael Porcari. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

Nossa equipe:

– Paixões políticas emburrecem!

Não está cansando ler nas Redes Sociais tanta campanha antecipada para a Presidência? Ops: acrescente-se: para o Legislativo também!

Diretas ou indiretas, me assustam a maquiagem e o tom de fanatismo. Há aqueles que enxergam como “Deus” os candidatos que defendem com unhas e dentes (independente quem sejam eles).

O problema é: o radicalismo cega a visão e deturpa a realidade. São paixões que tornam as pessoas, digamos, “menos inteligentes”.