– Ufa!

Dia 69 de aproximadamente 150 vencidos. Graças a Deus.

Tentando ser “pãe” na ausência da mamãe, que está se sacrificando por todos nós (motivo em: https://wp.me/p4RTuC-Bm4).

Dia cansativo, mas ainda assim valeu.

Até amanhã.

– O Drama de ser Filha de Pai Viciado em Drogas.

Um depoimento que assusta: neta do fundador da Supergasbrás e filha do maior revendedor da Scania no Brasil, jovem conta como é o drama de ter um pai viciado em Drogas!

E tem gente que curte…

Extraído de: Revista Época, ed 08/04/2013, pg 80-82

COMO SOBREVIVI AO VÍCIO DO MEU PAI

As pessoas dizem não entender por que eu, “bonita e de boa família”, morando em Beverly Hills, tive bulimia e depressão. Estava tentando salvar meu pai do crack

Por Ana Luiza Cardoso e Marcela Buscato

Tinha 14 anos quando descobri que meu pai, o empresário João Flávio Lemos de Moraes, fumava crack. Ali, minha infância acabou. Só pensava em como poderia tirá-Io daquela situação. Os especialistas chamam isso de codependência. Eu e toda a minha famÍlia – meus avôs paternos, minha mãe, meus três irmãos – sofremos com isso. Você anula sua vida para cuidar da outra pessoa, e é frustrante porque não se pode fazer muito. O codependente também fica problemático. Cada filho adoeceu de alguma maneira. Comecei a desenvolver bulirnia aos 12 anos. Aprendi com meu pai o que ele chamava de truque: provocar vômito para não absorver calorias. Ele tinha bulimia desde os 18 anos, e sempre o vi vomitando. Aos 17 anos, fiquei três meses internada para me tratar. Cheguei a pesar 47 quilos, muito pouco para o meu 1,69 metro.Ainda tenho pensamentos obsessivos com magreza, mas consigo me controlar. Aos 33 anos, pedi para ser internada numa clínica psiquiátrica porque achava estar deprimida. As pessoas não entendiam: “Por que você está assim? É bonita, de boa fanúlia!’: Sofri preconceito. Não escolhi ter esses problemas.

Minha família é bem-sucedida há três gerações. Meu avô, Wilson Lemos de Moraes, morto em 2011, fundou a Supergasbras, empresa de distribuição de gás de cozinha. Hoje, minha família não é mais a dona. Agora, temos a WLM, a maior representante de veículos Scania da América Latina. Temos fazendas, agronomia, pecuária. Por causa do vício e de outros transtornos p9iquiátricos, meu pai torrou milhões. Não sei quantos, mas foram muitos. Hoje, ele está longe das drogas, e a mãe dele o ajuda a administrar seus bens.

O primeiro contato dele com as drogas foi com 31 anos. Havia fundado uma empresa distribuidora de titulos, a Universal, e ficou em evidência. Como sempre foi tímido, começou a usar cocaína para ficar desenvolto. Desde os 10 anos, eu desconfiava que tinha algo errado em casa. Sentia que tinha perdido aquele pai carinhoso. Quase não o via trabalhando, ele vivia trancado no quarto. Até que, aos 14 anos, achei dentro do carro um estojo de maquiagem com cocaína pura. Hoje, as pessoas compram a pedra de crack pronta. Mas, em 1989, cozinhavam a cocaína e fumavam a pedra. Naquela época, morávamos nos Estados Unidos, para onde tínhamos nos mudado em 1983. Um pouco era para fugir de ameaças de sequestro. E era também uma tentativa dos meus avós de manter meu pai afastado das drogas. Mas foi pior.

Entre idas e vindas, moramos 14 anos na Califórnia, em Bever1y Hills, conhecida por suas mansões. Foi lá que meu pai conheceu o crack. Ele tinha amizade com muitos artistas de cinema, com o ator e cantor Sammy Davis Jr., o pessoal todo da droga. Meu pai também andava muito com Sylvester Stallone, Julio Iglesias e Alain Delon, mas não sei se eles se drogavam.

A gente sempre passava as férias no Brasil, e às vezes meu pai esticava o período aqui. Eu e meus irmãos perdíamos aula. Meus pais nos deram muito amor, mas nunca limites. Tínhamos um ônibus casa, com dois quartos, sala, micro-ondas, televisão. Fazíamos muitas viagens a Brasília, para as fazendas. Ficávamos naquele mundo de fantasia. No Rio de Janeiro, tínhamos um barco ancorado no Iate Clube. Saíamos para o mar junto com o Lady Laura, de Roberto Carlos, padrinho do meu irmão. Parávamos os barcos lado a lado e ficávamos mergulhando.

Meu pai e Roberto Carlos se conheceram antes de ele ser famoso. Ele ficava em nossa fazenda em Itaipava, onde escrevia músicas. Quando morávamos nos Estados Unidos, fazia muitos shows lá. Roberto sabia do vício do meu pai e sempre tentou ajudar. Inclusive escreveu para ele a música “O careta” (talvez você ache uma droga essas coisas que eu falo/Mas certas verdades nem sempre são fáceis de ouvir/Não custa pensar no que eu digo/Eu só quero ser seu amigo/Mas pense no grande barato de ser um careta). Roberto acabou se afastando porque era uma pessoa pública. Não podia andar com meu pai, principalmente porque o comportamento dele piorou. Ele começou a ter alucinações. A droga potencializou outros distúrbios psiquiátricos. Meu pai achava que falava com Elvis Presley, o ídolo americano morto em 1977. Ele dizia perceber nas músicas frases como “God gave João Flávio daughter”.

Numa de suas crises de paranoia lá nos EUA, meu pai cismou que minha mãe tinha fugido com meus irmãos. Dizia que iria matá-Ia quando a encontrasse. Como nessa época eu já estava morando sozinha – tinha saído de casa aos 16 anos, porque não suportava ver meu pai levar suas amantes -, ele achou que minha mãe estava escondida lá. Arrombou a porta e encostou o revólver em minha barriga. Eu sabia que aquela explosão de raiva tinha um limite. Não queria acreditar que ele fosse capaz de algo tão violento com a própria filha. Eu e meus irmãos crescemos acostumados com ele armado pela casa. Tín amos medo de ele nos machucar sem querer.

Aos 17 anos, eu não aguentava mais aquele estresse todo nos EUA e voltei para o Brasil. O resto da família ficou nos EUA, e um dia minha mãe descobriu que minha irmã, então com 13 anos, estava usando drogas com meu pai. Ele ficou com medo de que ela exigisse a guarda dos filhos e resolveu (ugir. Saiu de casa num Rolls- Royce cheio de drogas levando meus três irmãos. Viajou sem rumo pela Califórnia por 14 dias. Minha mãe havia dado queixa, e ele foi preso quando o carro quebrou. Ele ficou pouco tempo preso, porque foi considerado um dependente químico, não traficante. Meus irmãos ficaram sob tutela do Estado americano por 15 dias, até nossa mãe conseguir provar que era seguro eles ficarem sob a responsabilidade dela.

Meu pai parou de usar drogas há cinco anos, depois de 25 anos. Foi quando ele realmente percebeu que tinha perdido a família e resolveu mudar. Hoje, ele está com 62 anos. Minha mãe se casou há dez anos com um cara superlegal, está feliz. Moro num apartamento com meu filho de 17 anos, do namorado que conheci aos 19 na clínica para tratar a bulimia. Minha família me deu o apartamento em 2006 e me ajuda ainda, mas eu controlo minha vida. Por muito tempo, morei com meu filho no apartamento do meu pai. Vivia com medo de que o menino, então com 6 anos, sofresse o que eu sofri e se tornasse uma pessoa insegura como fui, com problemas de identidade e medos. Parti para o ataque, escrevendo cartas para vovó e mamãe, telefonando todos os dias, implorando que me dessem uma condição de sair dali. Minha avó finalmente comprou um apartamento em meu nome. Consegui minha independência e passei a ter noção do que era ter uma vida real, com limites, compromissos, responsabilidades. Foi como acordar para a realidade.

Acordei ainda mais quando comecei a fazer psicanálise, há quatro anos. Minha avó não queria, porque não tinha noção de quanto a história de meu pai fizera mal aos netos. Achava que tínhamos de ajudar meu pai, não a nós mesmos. No desespero, ameacei: se não me ajudasse a pagar, iria aos jornais dizer tudo o que passei. Comecei a fazer psicanálise cinco vezes por semana. Finalmente, pensava em mim. Só recentemente passei a prestar atenção a minha cor preferida, ao barzinho aonde eu gosto de ir, livros, discos e decoração da casa. Eu não sabia nada do meu gosto pessoal. Se a empregada perguntava o que meus irmãos queriam comer, eu explicava minuciosamente. Se perguntavam sobre mim, não sabia direito.

Nunca gostei de depender dos outros. Trabalhei muito como modelo, período em que conheci meu ex-marido, Eduardo Rodrigues, com quem fui casada por cinco anos. Entrei para a faculdade, cursei quatro anos de Direito, dois de moda. Eu seria uma ótima advogada, mas não consegui levar para a frente. Tive de parar tudo e cuidar de mim. Agora, quero terminar a faculdade de jornalismo e fazer pós em psicanálise. Penso em criar uma clínica para dependentes químicos. Só consigo ver meu pai umas duas vezes por semana para não me envolver na vida dele de novo. Não que eu não queira, mas não posso. Amo meu pai mais do que tudo, ele é meu amor. Mas também preciso cuidar de mim.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O Viagra como fortificante para flores!

Está na Superinteressante (http://is.gd/12cxo2): contra flores que estão murchas… Viagra é a solução.

VIAGRA REVITALIZA FLORES MURCHAS

Óxido nítrico, componente que ajuda a tratar a disfunção erétil, também deixa as flores em pé.

Por Thiago Perin

Para que suas flores vivam 1 semana a mais, basta diluir 1 mg de Viagra (o comprimido tem 50 mg) na água do vaso. A sugestão é de pesquisadores de Israel e da Austrália, que testaram os efeitos do medicamento em vegetais e descobriram que o óxido nítrico, componente que ajuda a tratar a disfunção erétil, também deixa as flores em pé.

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Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– O fim de tarde de hoje!

O dia está acabando, e o entardecer desta 5a feira foi escuro e frio! Façamos o seguinte: postemos o da semana passada, espetacular!

Olhe só que clique bacana a natureza nos proporcionou

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– E se você conseguisse parar de reclamar?

Reclamar pode se tornar um vício. O hábito de lamentar é ruim para todos: desde a quem se convive até ao próprio queixoso.

Compartilho esse bom texto sobre “como conseguir mudar tal comportamento” e uma reflexão sobre novas posturas.

Abaixo, extraído de: https://pt.aleteia.org/cp1/2020/04/11/murmuracao-e-se-voce-conseguisse-parar-de-reclamar/

MURMURAÇÃO: E SE VOCÊ CONSEGUISSE PARAR DE RECLAMAR?

Você é um reclamão profissional? Esse mau hábito certamente cansa a você mesmo e àqueles que estão ao seu redor! E se você pudesse se livrar dele em 21 dias?

“Eu não aguento mais essa bagunça”, “Mas você sabe desde quando que precisa dar essa palestra?”, “Que mal eu fiz a Deus? “,”Estou cansado”, “Mas por que esse computador é tão lento?!”

Tempo, trabalho, filhos, cônjuge… Há muitas razões para reclamar durante o dia, mesmo durante a quarentena. E se você mudar um pouco o disco? E se você finalmente desistir desse hábito ruim e estéril de murmurar que envenena sua vida e a das pessoas ao seu redor?

A conselheira familiar Christine Lewicki compartilha os segredos de um método simples que ela mesma testou a eficácia: pare de reclamar em 21 dias. Mãe de três filhos, ela admite ter se lançado nesse desafio numa certa noite de depressão:

Eu caí na cama pensando que meu dia tinha sido realmente horrível. E então refleti melhor e percebi que na verdade tinha sido um dia normal e comum da minha vida, e que terei ainda muito mais a viver! Percebi que tinha que encontrar uma maneira de parar de sofrer com o meu dia a dia e que, se quisesse uma vida mais agradável, teria que mudar. Pensando nisso, percebi que o que estava me minando eram todos aqueles momentos em que eu mais murmurava e reclamava.

Reclamar é culpar o outro por nos colocar em uma situação frustrante“, explica a especialista. “Parar de reclamar é decidir não desempenhar mais o papel de vítima e, portanto, assumir o controle da vida”. Mas por que vinte e um dias?

Os pesquisadores americanos são enfáticos: nosso cérebro precisa de 20 dias para se livrar de um hábito e substituí-lo por outro. Mas cuidado, deve ser vinte e um dias consecutivos, incluindo domingos e sem recaídas.

Para se motivar, Christine Lewicki sugere usar uma pulseira que deve permanecer pendurada no mesmo pulso durante todo o período de cura ou desintoxicação. À menor murmuração, a pulseira muda de braço e você precisa começar a contar os dias do zero novamente.

Vamos lá para um lifting comportamental!

Para começar, faça uma lista das suas reclamações habituais. Depois, pergunte a si mesmo se não tende a exagerar os fatos só para ser ouvido ou para chamar a atenção. “Não aguento mais”, “Sempre sou eu quem cuida de tudo”.

Repetindo essas pequenas frases, você acaba se convencendo de falsas verdades.

Quando reclamamos, deixamos nossas ideias negativas ganharem vida. Elas interferem em nossas conversas, em nossos relacionamentos, em nossa vida cotidiana… e pouco a pouco elas se tornam nossa vida, nossa identidade. Nós acabamos acreditando naquilo que é negativo, adverte a conselheira. Primeira resolução: pare de dramatizar e encontre justiça em suas palavras em cada situação.

Então dê uma olhada na sua famosa lista. Você perceberá que algumas das razões pelas quais você está reclamando podem ser simplesmente removidas. Só é preciso um pouco de vontade e organização.

É muito fácil, por exemplo, abolir o clássico “venham para a mesa agora!“, convidando todos os membros da família à mesa quinze minutinhos antes do início da refeição. Reuniões, trabalhos escolares das crianças, refeições, dentre outras atividades. É importante antecipar tudo para não ser pego de surpresa no último momento. Segunda resolução: evite perder o controle.

E se você escolhesse a felicidade?

Ao analisar com mais profundidade o reflexo da reclamação face a uma contrariedade, Christine Lewiciki também observa que tendemos a acreditar que tudo seria melhor se nosso ambiente mudasse

Que a vida seria melhor sem todas as obrigações diárias. No entanto, “nossa felicidade depende de nós e não das circunstâncias externas. Ela vem da maneira como encaramos as pequenas coisas a cada dia”, diz a especialista. Essa é a história do copo meio vazio ou meio cheio: escolher um ao invés do outro é uma questão de vontade.

Santa Teresa de Lisieux explicou isso de forma magnífica: “A única felicidade na Terra é de se aplicar em sempre achar deliciosa a parte que Jesus nos dá“. Essa capacidade de ser feliz, de acordo com especialistas em cérebro americanos, não é mais difícil de aprender do que jogar tênis ou tocar um instrumento musical! Terceira resolução, portanto: escolha voluntariamente a felicidade.

Celebre, agradeça, renda graças ao invés de reclamar

Tudo bem, mas quando somos viciados em reclamar, não corremos o risco de entrar em abstinência?! Será que existe um equipamento anti-murmuração? “Aqueles que tentaram parar de reclamar logo perceberam que de repente havia um branco em sua conversa“, disse Christine Lewicki.

Ora, sabemos bem que a nossa natureza abomina o vazio, o vácuo.

Portanto, é importante substituir suas palavras negativas por palavras de comemoração, conclui a conselheira.

Celebrar, agradecer, dar graças por tudo que temos e pela sorte de ter. Não é isso que podemos finalmente chamar de “a melodia da felicidade”?

Élisabeth Caillemer

5 Maneiras de lidar com as reclamações dos clientes | NeoAssist

Imagem extraída de: https://www.neoassist.com/blog/5-maneiras-de-lidar-com-as-reclamacoes-dos-clientes/

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista de Jundiaí x União São João de Araras.

Escala divulgada para o jogo do Galo! Abaixo:

Árbitro: Willians Costa Rocha
Árbitro Assistente 1: Risser Jarussi Corrêa
Árbitro Assistente 2: Alison Alberto dos Santos
Quarto Árbitro: Leandro Carvalho de Oliveira
Analista de Video: Eduardo César Coronado Coelho

Em outros tempos, quando Paulista e União eram protagonistas no futebol do Interior, tal escala seria inimaginável: o árbitro Willians, 36 anos de idade, professor em Educação Física, formado pela FPF em 2017, vai fazer o seu primeiro jogo profissional na carreira em Jayme Cintra! De 2018 a 2019, só trabalhou nos subs 15 e 17. Em 2020, apitou 3 partidas da Copa SP no ano inteiro. Em 2021, não foi escalado em nenhum jogo! Nesse ano, apitou um Sub 15 e um Sub 20…

Respeitosamente… que desprestigio tal escala às equipes tão tradicionais.

O bandeira 1 será o experientíssimo (e bom) Risser Jarussi, que trabalhou em importantes jogos. Aliás, um fato curioso: foi contra ele que cuspiram (sem merecimento) na non sense “invasão de Amparo”, acarretando dores de cabeça ao Paulista. Relembre em: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/09/17/agora-nao-torcedor/

O bandeira 2, Alison, já trabalhou em algumas partidas Sub 23 nos anos anteriores, mas também com pouca experiência. Estreará em jogos profissionais nesse ano na partida de sábado.

Torço para uma boa arbitragem e um ótimo jogo!

Acompanhe a transmissão de Paulista x União pela Rádio Difusora Jundiaiense AM 810, com o comando de Adilson Freddo. Narração de Rafael Mainini; comentários de Robinson Berró Machado; análise da arbitragem com Rafael Porcari; reportagens de Luiz Antonio “Cobrinha” de Oliveira. Sábado, às 15h00 – mas a jornada esportiva começa a partir das 14h00 para você ter a melhor informação com o Time Forte do Esporte!

– O que é essa hepatite de causa desconhecida?

Uma hepatite “misteriosa”, de origem desconhecida, causando vômitos, diarreias e dores abdominais fortes, está intrigando a comunidade médica e assustando pessoas.

Ela ataca crianças e apareceu em 200 países até agora, sendo 28 casos no Brasil. Em 10%, a severidade obrigou a transplantes.

Sobre ela, mais informações aqui, da Agência Brasil: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2022-05/brasil-tem-28-casos-suspeitos-de-hepatite-de-causa-desconhecida?amp.

O medo é: como fazer a prevenção, se não sabemos quase nada sobre ela?

Uma nova pandemia, não!

– Nos socorramos junto a Maria!

Amanhã celebramos a festa de Nossa Senhora de Fátima. E o católico tem carinho especial pela Mãe de Jesus, seja qual for o título que ela carregue!

Na dor, no dia-a-dia, na alegria, nos momentos de dúvidas… peçamos socorro àquela que nunca deixa de nos lançar um olhar materno!

Uma breve oração:

– Os 10 atletas mais bem pagos do mundo:

Abaixo, a lista dos 10 atletas mais bem pagos do mundo, em valores anuais, divulgada pela Forbes:

1 – Lionel Messi – US$ 130 milhões (R$ 668 milhões)

2 – Lebron James – US$ 121,2 milhões (R$ 622,74 milhões)

3 – Cristiano Ronaldo – US$ 115 milhões (R$ 591 milhões)

4 – Neymar – US$ 95 milhões (R$ 488 milhões)

5 – Stephen Curry – US$ 92,8 milhões (R$ 477 milhões)

6 – Kevin Durant – US$ 92,1 milhões (R$ 473,2 milhões)

7 – Roger Federer – US$ 90,7 milhões (R$ 466 milhões)

8 – Carmelo Alvarez – US$ 90 milhões (R$ 462,4 milhões)

9 – Tom Brady – US$ 83,9 milhões (R$ 431 milhões)

10 – Giannis Antetokounmpo – US$ 80,9 milhões (R$ 415,5 milhões)

Imagem extraída de: ANNE-CHRISTINE POUJOULAT / AFP

– Reclamar ou Encarar?

Jeff Bezos, o fundador da Amazon, disse dias atrás que:

“Reclamar não é uma boa estratégia. Temos que lidar com o mundo como ele é, e não como gostaríamos que ele fosse”.

E não está coberto de razão? Queremos que a mudança aconteça, reclamamos por ela e ficamos esperando, ou encaramos o mundo de maneira realista e nós protagonizamos as ações para sermos os artífices da mudança?

Jeff Bezos: a trajetória do fundador da Amazon | InfoMoney

Imagem extraída de: https://www.infomoney.com.br/perfil/jeff-bezos/

– Red Flowers!

Flores do nosso jardim, para alegrar e embelezar nosso dia!

Jardinagem é um ótimo passatempo. E não custa caro.

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– Adoremos o Santíssimo Sacramento.

Toda 5a feira é dia dedicado à Adoração do Cristo Eucarístico pela Igreja Católica. Sendo assim, façamos como os anjos: nos prostremos diante do Senhor!

Peça. Agradeça. Abra seu coração à Ele, o Pão Celestial, o Cordeiro Imolado.

ALMA DE CRISTO
Alma de Cristo, santificai-me. 
Corpo de Cristo, salvai-me. 
Sangue de Cristo, inebriai-me. 
Água do lado de Cristo, lavai-me 
Paixão de Cristo, confortai-me. 
Ó bom Jesus, ouvi-me. 
Dentro das Vossas chagas, escondei-me. 
Não permitais que eu me separe de Vós. 
Do inimigo maligno defendei-me. 
Na hora da minha morte, chamai-me. 
Mandai-me ir para Vós, 
Para que Vos louve com os Vossos Santos 
Pelos séculos dos séculos. Amém.

Foto: Arquivo Pessoal, clicada na Capela Nossa Senhora de Fátima – Jundiaí / SP

– Abel Ferreira não quer a Seleção?

Quando questionado, o treinador palmeirense Abel Ferreira disse não desejar ser técnico da Seleção Brasileira.

No íntimo: verdade ou mentira?

Penso ser verdade, pois abrir mão do que que ganha (que é bem mais do que a CBF paga) e tornar-se vidraça de 240 milhões de torcedores, não é fácil.

Melhor ficar quieto no Verdão, onde está com moral.

– Colorindo o dia.

Depois da garoa, do escuro e do cinza… cores!

Dias mais claros e com azul são melhores, não?

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