– Uma verdade sobre “Verdades”:

Nem todas as Verdades são para todos os ouvidos

Umberto Eco

Nem todas as verdades são para todos os... Umberto Eco - Pensador

– Análise Pré-Jogo da Arbitragem para Paulista x Colorado Caieiras.

Gabriel Furlan, de Santa Bárbara do Oeste (parente do árbitro Vinícius Furlan) apitará Paulista versus Colorado.

Ele tem 28 anos, 8 temporadas na FPF e nunca apitou um jogo profissional. Estreará no Jayme Cintra nesta 4a feira (detalhe: é a 3a vez seguida que um juiz fará seu primeiro jogo na 4a divisão estadual de profissionais com o Galo).

Uma incógnita. Torço para que vá bem.

Fábio Baesteiro, piracicabano (que já esteve na A1 e não sei porque deixou de trabalhar nos principais jogos da FPF será o bandeira 1. Leonardo Tadeu Pedro, também experiente, será o bandeira 2. Alester Clauri Tambelli será o quarto árbitro.

Fico feliz pelo observador: Marcelo Rogério, ex-árbitro (dos bons) e atualmente excelente instrutor da CBF, será o observador. Esse entende do riscado.

Campeonato Paulista Sub-23 segunda divisão 2021

– Moreias brancas e sorridentes.

Caprichando na fotografia!

Essa moreia ficou incrível. Olhe só o “rosto” da flor (logo após regar o jardim).

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– Eu gosto de quem trabalha e é honesto!

A vida é uma grande luta.

Pessoas honestas dificilmente lutam sozinhas. São humildes e lutam ao lado da família, dos amigos e de Deus.

Caso se sintam sozinhas na luta, ainda assim nunca deixam de batalhar.

A estas, sempre existirá o sentimento de garra, gana, gratidão e a graça da labuta.

– As coisas proibidas pela Coreia do Norte!

O regime norte-coreano de Kim Jon-un é ditatorial ao extremo. Mas além de assustar o mundo com seu desejo doentio de explodir mísseis, é marcado pelas mais diversas proibições.

Olha só cada maluquice,

Extraído de: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2015/05/21/conheca-13-coisas-que-voce-faz-todo-dia-e-sao-ilegais-na-coreia-do-norte.htm?cmpid=tw-uolnot

CONHEÇA 13 COISAS QUE VOCÊ FAZ TODO DIA E SÃO ILEGAIS NA COREIA DO NORTE:

A Coreia do Norte é um dos países mais isolados do mundo. Comandado desde 2011 por Kim Jong-un, o terceiro “líder supremo”, o país tem uma legislação rigorosa sobre atitudes consideradas simples e corriqueiras em países democráticos.

As atividades consideradas ilegais podem ser punidas com trabalhos forçados, prisão e pena de morte. Muitas das execuções são públicas. Os campos de detenção do país –muitas vezes com trabalhos forçados– são secretos, porém alguns desertores já relataram à ONU (Organização das Nações Unidas) os horrores do que ocorre por lá.

Veja abaixo 13 atividades simples que são consideradas ilegais no país liderado por Kim Jong-un:

1) DORMIR DURANTE UMA REUNIÃO: dormir enquanto o chefe fala? Nada disso. O ministro da Defesa da Coreia do Norte foi executado com um tiro de bateria antiaérea em frente a centenas de pessoas por ter mostrado deslealdade ao presidente. Segundo o serviço secreto sul-coreano, Hyon teria adormecido durante um evento com Kim Jong-un e não cumpriu ordens.

2) TER O MESMO NOME DO LÍDER DA NAÇÃO: chamar-se Luís Inácio, Dilma, Temer ou Jair aqui no Brasil é permitido, por lá ter o nome Kim não pode. A proibição foi emitida há mais de 3 anos –um ano antes de que o ditador assumisse o poder no lugar do pai, Kim Jong-il. O regime totalitário, caracterizado pelo extremo culto à personalidade dos líderes da dinastia Kim, exigiu que todos os cidadãos que se chamam “Kim Jong-un” mudem de nome “voluntariamente”, segundo o decreto, para destacar a personalidade única do “líder supremo”.

3) TER UMA BÍBLIA: em 2014, o americano Jeffrey Fowle, ficou preso por cinco meses na Coreia do Norte depois de deixar uma Bíblia no banheiro de um restaurante. Fowle, 56, foi preso por violar as regras de pregação religiosa do regime. Embora haja igrejas na Coreia do Norte, elas estão todas sob controle do Estado e o regime totalitário proíbe manifestações independentes de religiosidade.

4) TER UM PARENTE CRIMINOSO: segundo a lei norte-coreana, os familiares de alguém acusado por um crime são automaticamente considerados corresponsáveis. Como no conceito de Sippenhaft da Alemanha nazista, a argumentação é que em suas veias corre o sangue do criminoso.

5) ESCOLHER SUA PROFISSÃO: após concluir o estudo secundário e o serviço militar, com apenas 18 anos, Ahn Myeong Cheol, atualmente morando na Coreia do Sul, foi designado guarda de um campo de prisioneiros políticos, onde as regras eram extremamente rígidas.

6) USAR BIQUÍNI: as mulheres são proibidas de mostrar o umbigo no país de Kim Jong-un, mostrando o profundo conservadorismo que impregna esta sociedade comunista na qual a retidão moral é tão sagrada quanto a revolução.

7) ASSISTIR FILME OU OUVIR MÚSICA DE FORA DO PAÍS: na Coreia do Norte, assistir ou ouvir mídia estrangeira é considerado crime contra o Estado, passível de trabalhos forçados, prisão e até morte. A despeito disso, a popularidade dos filmes e programas de TV internacionais –contrabandeados para o país em pendrives e CDs e vendidos no mercado negro– não para de crescer. Existem níveis diferentes de punição. Se você for apanhado com um filme russo ou de Bollywood [Índia], é enviado para a prisão por três anos, mas, se o filme for sul-coreano ou americano, você é executado.

8) SORRIR, BEBER E FALAR ALTO EM DATAS ESPECÍFICAS: desde 1994, quando os norte-coreanos perderam seu primeiro líder, a cada 8 de julho está proibido sorrir, levantar a voz na rua, beber álcool ou dançar, embora ninguém cogite fazê-lo “porque todo o país está de luto”.

9) PORNOGRAFIA: pessoas são executadas publicamente por distribuir material pornográfico ou se prostituir. As execuções públicas são usadas como medida extrema do governo para suprimir as chamadas desordens públicas ou “formas aceleradas de capitalismo” no país.

10) DIRIGIR: só funcionários do governo têm permissão para ter um carro. É estimado que apenas uma a cada 100 pessoas no país tenha carro. As mulheres também são proibidas de dirigir, apesar de serem as guardas de trânsito.

11) LIGAR PARA FORA DO PAÍS: fazer uma ligação para alguém fora do Coreia do Norte pode levar à morte. Em 2007, um homem foi morto a tiros dentro de um estádio por fazer inúmeras chamadas internacionais.

12) DEIXAR O PAÍS: os norte-coreanos são proibidos de deixar o país sem permissão. Nem sequer passar um feriado na vizinha Coreia do Sul: certamente você será caçado.

13) ENTRAR NA INTERNET: Facebook? Mandar um inocente e-mail? Tuítar? Nada disso é possível no país de Kim Jong-un, que não tem internet livre, apenas um portal de propaganda estatal. Somente o governo, a elite, estrangeiros e jornalistas a trabalho têm acesso a conteúdo online, mas em uma rede com velocidade bem baixa.

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– Ype’s bouquet?

Consegui um “buquê das flores de ipê rosa”. Que incrível obra da natureza…

Como não se inspirar?

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– Nino deveria ser expulso após o pênalti em Luciano, no Fluminense 2×1 São Paulo?

Muita reclamação do São Paulo pela não expulsão do zagueiro Nino, do Fluminense, após pênalti em Luciano, que poderia ter marcado o gol. Acertou ou errou o árbitro?

A Regra atual é antipática! Não se esqueça que ela mudou em 2016 (experimentalmente) e ficou valendo como definitiva em 2017: quando um jogador fazia uma falta contra um adversário dentro da área – e que ele estava prestes a marcar um gol – você marcava o pênalti e o expulsava. A FIFA achava que a punição era muito rigorosa, e passou a distinguir a aplicação do Vermelho: se a falta for em disputa de bola, quando um jogador praticar uma infração tentando roubar a mesma ou até sendo temerária, não caracterizando-se como jogo brusco grave, deve-se aplicar o Cartão Amarelo (mesmo se for para evitar o gol). Porém, se a infração for por usar a mão para evitar o gol, praticar jogo brusco grave ou agredir o adversário, continua valendo o Vermelho.

Motivo: Gianni Infantino declarou à época que: marcar um pênalti, expulsar um jogador e deixar ele de fora para o próximo jogo (o chamado “triplo castigo”) era “pesado demais”.

Extraído de: https://brasil.elpais.com/brasil/2016/03/05/deportes/1457194386_397583.html

FIFA ANUNCIA FIM DO PÊNALTI SEGUIDO DE EXPULSÃO

Cartão vermelho não será mais aplicado em caso de falta do goleiro ou defensor em ocasião clara de gol dentro da área.

A FIFA anunciou neste sábado que acabará, de maneira experimental, com o chamado triplo castigo -pênalti, expulsão e multa-, além de assegurar que utilizará como experimento o uso do vídeo para os árbitros durante as partidas.

O novo presidente da FIFA, o suíço Gianni Infantino, informou as novidades que terão inicío nas próximas datas depois da Assembleia Geral Anual do Conselho Internacional de Associações de Futebol (IFAB), organismo responsável pelas regras do jogo. Todas elas entrarão em vigor a partir de 1 de junho e a etapa experimental se prolongará durante dois anos, a partir dos quais, poderão ou não ser aprovadas.

“Tomamos uma decisão histórica para o futebol“, falou Infantino. “Demonstramos que estamos escutando o futebol e aplicando o senso comum. Temos que ser cauteloso porque estamos tomando medidas concretas para demonstrar que começou uma nova era na FIFA e na IFAB”, continuou.

As duas grandes novidades

Após uma falta do goleiro ou do defesor em uma ocasião clara de gol na área, não se mostrará o cartão vermelho, mas sim o amarelo, a não ser que a falta se caracterize por sua violência ou em quando a infração for fora da disputa de bola.

O vídeo poderá ser utilizado pelo árbitro para analisar quatro situações: determinar se a bola ultrapassou a linha de gol, para revisar as expulsões, para os pênaltis e para esclarecer qual jogador realizou uma falta. Não entram em pauta, portanto, os impedimentos.

Um dos problemas abordados será o triplo castigo, que implica pênalti, cartão vermelho e suspensão para a próxima partida, diante de uma falta do goleiro ou do defensor em uma ocasião clara de gol dentro da área. Após um longo debate, o IFAB aprovou por unanimidade uma nova redação da Lei 12 da UEFA e lembrou que deveria ser implementada uma variação a nível mundial por um período de testes de dois anos, seguida de uma revisão.

Infantino explicou que não será mais mostrado o cartão vermelho, mas sim o amarelo, a não ser que a falta se caracterize por sua violência ou em caso em que a infração seja fora da disputa de bola. Assim, a modificação da norma poderia ser aplicada “no começo de junho”, possivelmente na Eurocopa da França.

A outra grande novidade será a assistência do vídeo para ajudar os árbitros durante as partidas, também de forma experimental e sob certas condições a partir da próxima temporada. Será a segunda abertura do futebol à entrada de tecnologia depois da introdução da tecnologia da linha de gol, autorizada em 2012 e utilizada pela primeira vez durante a Copa do Mundo do Brasil 2014.

O vídeo servirá para analisar quatro situações: determinar se a bola ultrapassou a linha de gol, para revisar as expulsões, para os pênaltis e para esclarecer qual jogador realizou uma falta. Não entram em pauta, portanto, os impedimentos.

Em vídeo, explico em: https://youtu.be/A_Z7Va8M5ho

Fluminense x São Paulo: local, horário, escalação e transmissão

– Não desperdice seu talento. Como anda a sua melhor versão de si mesmo?

Ótimo artigo para profissionais de qualquer ramo: o quanto “você confia no seu taco?”

Compartilho esse comprido, irreverente, diferente e ótimo texto!

UM PAPO SOBRE CONFIANÇA E BUNDAS-MOLES

Por Matheus de Souza (https://www.linkedin.com/in/matheusdesouza)

Tem tantas pessoas talentosas por aí desperdiçando seu potencial por falta de confiança. Elas esperam que os outros acreditem nelas, mas não acreditam em si mesmas. Isso dói, cara.

A confiança é a base onde nossas vidas estão construídas. A confiança deve estar presente em relacionamentos, parcerias de negócio, lançamentos de produtos. Deve estar no botão enviar. No publicar. A confiança leva as coisas adiante.

Viver socialmente requer que, na maioria das vezes, não compartilhemos nossas opiniões, pensamentos e pontos de vida sobre o mundo. A sociedade quer que você seja um trabalhador dócil. Que escute as regras e faça seu trabalho para que as engrenagens continuem rodando.

Ah, e não podemos esquecer de bater o ponto. A sociedade pira quando não o fazemos. Já que, pra ela, o que importa são as horas trabalhadas, não o resultado entregue. E os prazos? Amigo e amiga, foda-se a criatividade quando se tem um prazo. É engraçado que a palavra inglesa pra isso seja deadline. Numa tradução literal, data limite. Pra nossa criatividade, a data da morte. Aos poucos os deadlines, cada vez mais apertados, vão nos corroendo por dentro. E nos matando.

Só há uma versão de você — por que desperdiçar seu talento?

Pra começar, saiba que você é um ser singular. Não há ninguém como você no mundo. Ninguém com suas experiências de vida, suas vivências ou seus pontos de vista.

Eu sei que isso soa meio insosso, mas é verdade, parceiro. Ninguém sabe a merda que você passou e acredito que você deva ter algum dom para compartilhar com o mundo.

O meu eu acho que é a escrita. Ela tem me proporcionado momentos únicos cada vez que clico em publicar. Das trocas de experiências nos comentários à mais recente loucura que a internet me proporcionou: hermano traduziu texto meu pro espanhol e saí numa revista de negócios gringa. E aí te/me questiono: se no primeiro comentário negativo — e acredite, mano, tem uma galera que não pega leve — eu tivesse abandonado a escrita?

Para ter uma confiança inabalável em si mesmo, você precisa ser razoável. E você precisa violar algumas normas sociais. Provavelmente uma das melhores coisas que aprendi na faculdade foi que muitas dessas regras nos são autoimpostas. E aí te digo que nossos destinos podem ser controlados se alterarmos essas regras. Pise fora da zona de conforto e você nunca mais terá vontade de voltar pra ela. Desafie os outros, desafie os conceitos de certo e errado.

Eu meio que tô fazendo isso nesse texto. O padrão imposto pelas normas de marketing de conteúdo, ou melhor, pelos algoritmos dos mecanismos de busca, é que eu use um conjunto de técnicas de SEO. Sabe aqueles textos que eu e muitos por aí fazemos do tipo “X dicas pra você”? Fazemos isso porque é mais fácil você clicar no texto com um título desses. As dicas numeradas, inclusive, utilizam um recurso chamado heading tags. São esses subtítulos que garantem que você nos encontre no Google quando faz uma pesquisa.

Me pergunta se curto escrever nesse estilo? Acho uma bosta. Meu autor favorito é o Jack Kerouac, não o insira o autor mais vendido de autoajuda do momento. Mas a parada é que eu tô no jogo, sacou? Meu negócio é o texto corrido, uns palavrões, umas gírias. Não tenho paciência pra esses artigos enlatados — o que pode soar completamente contraditório, já que também faço isso e, inclusive, vendo isso —, mas é como falei: eu tô no jogo. Não fossem esses padrões (veja eles aí novamente), você provavelmente não teria lido meus outros textos. E talvez nem leia esse, já que tô fugindo do padrão.

O ponto é que tem muita gente querendo passar uma mensagem legal, mas essa galera acaba sendo obrigada a se colocar dentro de um padrão para que o seu trabalho chegue a um público maior. Pode nos chamar de vendidos, se você se sentir melhor com esse termo. E aí, cara, acabamos todos no mesmo balaio. Essa é a real. Você sai no G1, as pessoas te elogiam, seu ego vai nas alturas, todo mundo fica feliz. E vão surgindo as alcunhas. Guru do empreendedorismo, empreendedor de palco, meninos e meninas do Vale. E quando rola uma treta tipo o lance da Bel Pesce, toda uma geração é posta em xeque. A sociedade não perdoa.

Mas vamos falar sobre empreendedorismo. E vou mudar de assunto sem colocar uma tag h3 como subtítulo. Vemos as notícias e histórias do Vale do Silício e tentamos replicá-las aqui. Mas é foda, cara. São poucas as sociedades que incentivam o empreendedorismo. E o Brasil não é uma delas. Os americanos, com quem temos uma relação de amor e ódio, desde pequenos são incentivados a pensarem por conta própria e expressarem seus talentos para o mundo. É por isso que eles são fodas em várias áreas. Tem os melhores atores, os melhores esportistas, os melhores tudo — tá, não é só por isso, mas ajuda muito.

Sem falar das leis fiscais. Tenta abrir uma empresa nos EUA e uma no Brasil. E os programas de apoio e fomento à startups? Ah, mas no Brasil tem vários editais. Vou contar um caso pra vocês, então. Sou sócio do Projeto CR.U.SH, uma startup de mobiliário digital open source. Na metade do ano fomos contemplados no Sinapse da Inovação, um programa de incentivo a criação de empresas de tecnologia do estado de Santa Catarina. Prêmio de R$60 mil e uma bolsa de R$2.500,00 durante 1 ano. Estamos em meados de setembro. Pergunta se já recebemos? Três meses de atraso — até agora. Cê acha que os gringos iam dar um mole desse?

A real sobre confiança

Tem outro princípio sobre o uso das heading tags que é a escaneabilidade. Essa não tem haver com os mecanismos de busca. O negócio é com o elemento humano atrás da tela. Esses subtítulos ajudam o leitor a escanear o texto em busca de informações relevantes. Do contrário, há o risco do cara pensar “ah, não tô com saco pra textão”. E aí ele clica no x e aquelas horas que você passou escrevendo não valeram 10 segundos do tempo dele.

Mas voltemos pra confiança. Eu tenho uma troca muito legal com o meu público no LinkedIn e sempre rolam alguns insights lendo os comentários. Uma coisa que notei esses tempos é que muitos de nós somos extremamente idealistas quando jovens, mas com o passar do tempo, quando precisamos nos estabelecer num trabalho comum das 08h às 18h e, principalmente, que pague nossas contas, muitos dos nossos sonhos e esperanças desaparecem e começamos a perder a confiança em nós mesmos. Perdemos aquele brilho nos olhos, saca? Nossos dias ficam cinzentos, você entra em modo automático e apenas torce para que o final de semana chegue logo.

Mas, cara, é seu dever ter confiança em si. Quando você tem um forte senso de dever, seus medos tornam-se menos reais e fica mais fácil compartilhar seus dons com os outros. Eu morria de medo de publicar meus textos online. Nos 20 primeiros, por aí, fechei a seção de comentários. Não estava preparado para o feedback. Aí um dia recebi um e-mail de um cara dizendo que adorava meus textos, mas nunca teve a oportunidade de comentar isso neles. Pensei: porra, cara! Ó o que eu tô perdendo.

Cada vez que me sento nessa cadeira é uma luta pra escrever e fazer o trabalho criativo. Tem vários dias que sento aqui, fico olhando o cursor do editor de texto piscar e não acontece nada. Pego um café, perco um tempo procurando uma playlist com o termo concentração no Spotify e tento de novo. O tempo passa e vou me frustrando. Será que não tenho mais nada para contribuir com os outros? A fonte secou? Secou nada, cara. Tu és foda. Eu sou foda. Cadê a confiança?

Minha confiança aumentou muito quando percebi que fragmentos do que eu escrevo podem ajudar alguma situação vivida por alguma pessoa em algum lugar do mundo. Sim, em algum lugar do mundo. Tenho leitores de toda a comunidade que compartilha a língua portuguesa. Angola, Moçambique, Cabo Verde, Timor Leste, Macau, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e, claro, Portugal. Esqueci de alguém? Escrevi de cabeça, hoje acordei meio puto com o Google. Ah, tem também a galera que leu aquele meu texto em espanhol. A AmerícaEconomía circula em toda a América Latina, então o texto chegou pra muita gente.

E aí me perguntam: Tá, Matheus, mas estás ganhando dinheiro com o blog? Mas porque o foco de tudo o que fazemos é o dinheiro, porra? Não sou hipócrita, gosto de dinheiro, mas pô… Não tem dinheiro que pague a sensação de ver que, de alguma maneira, você fez a diferença na vida de alguma pessoa. E isso é o tipo de coisa que só rola quando você destrói seus medos e tem confiança em si. No meu caso, só rolou quando permiti que as pessoas comentassem em meus textos.

Muitos de nós não deixamos um legado porque temos medo de que nossas necessidades básicas, ou melhor, as necessidades básicas impostas pela sociedade não sejam atendidas. O carro novo, a casa maior, as roupas de marca. E digo legado porque você sabe, né, um dia todos nós vamos embora dessa vida. Serião. Ou seja, cê tem uma chance, parceiro.

Seja um tolo

Tô sendo tolo ao pensar que terei quase 1 milhão de visualizações com este escrito igual tive neste texto. Mas eu precisava disso. Qualquer um que vai contra as regras da sociedade é visto como um tolo. Foi assim com vários caras fodões que fizeram coisas grandiosas. Pra nossa geração o mito dessa descrição é, certamente, Steve Jobs. Mas vamos voltar um pouco e deixar a tecnologia de lado. Vamos falar de caras que pensaram na coletividade. Vamos falar de Gandhi, Mandela, Luther King Jr. Muitos heróis, santos ou mártires colocaram suas vidas em risco para defenderem suas crenças. Sacrificaram suas vidas pelo coletivo e conduziram a raça humana adiante.

Para qualquer trabalho criativo que você faça ou qualquer coisa que você faça fora das normas, tenha a certeza de que será ridicularizado. Os caras que citei foram. As pessoas não gostam de outras pessoas que fazem coisas diferentes. Já contei aqui da vez em que fui ao Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York e achei tudo aquilo uma merda. O fato é que cheguei lá cheio de preconceitos e com a ideia pré-concebida de que qualquer risco é arte. Ignorância. Mesmo.

Agora te encorajo a ser um desajustado — não vou copiar e colar a propaganda épica da Apple, relaxa. Não siga o rebanho, abra seu próprio caminho. É meio loko eu escrever isso porque eu realmente estava seguindo o rebanho. Quero dizer, eu tô no jogo, mas eu posso ter meu próprio estilo. Uns headlines tags aqui e ali, mas eu posso fazer o meu trampo, não apenas seguir uma fórmula mágica de sucesso que promete máximo engajamento e trocentas mil curtidas. Eu não quero só visualizações, curtidas e o caralho à quatro, eu quero dar tapas na cara das pessoas. Tapas metafóricos, evidentemente.

Haters

A internet é foda. A linha tênue entre sucesso e fracasso é realmente fina por aqui. Uma palavra mal colocada e pronto. Já era. A galera cai de pau. E dói. Se meu texto tem 100 comentários, sendo 98 positivos e 2 negativos, aqueles 2 filhos da puta mexem comigo. Mas aí entra a confiança. Aprendi a me apegar aos 98 e ignorar os 2. Porque pô… São 98. Independente da sua proporção de haters, se apegue aos comentários positivos da galera que te quer bem. Críticas? Só se forem construtivas. O resto deixa pra lá.

A melhor maneira de lidar com esses caras? Fazendo um trabalho melhor ainda. Confiança, mano.

Onde está a sua rebeldia natural?

Ontem enviei um e-mail pro pessoal da minha newsletter perguntando qual o maior desafio profissional que as pessoas tem enfrentado. A galera se engajou e já recebi mais de 100 respostas — agora quero ver dar conta de responder todo mundo, haha.

Esse meu texto é sobre confiança por dois motivos:

Percebi que tem muita gente na pior justamente pela falta dela.

Teve um cara, que vou chamar carinhosamente de Leo Tolstoy, que me respondeu de volta com algumas sugestões e questionamentos. Na real, ele me abriu os olhos.

Em determinado trecho ele chama minha geração de bundas-moles e diz para eu fugir do politicamente correto. O Tolstoy tem razão. O sucesso por vezes nos cega. É muito cômodo pra mim fazer um texto caça-níquel de cliques com um título “X dicas para você” ou “Como fazer tal coisa” e 500 palavras do que este meu manifesto com mais de 2000 palavras.

Tolstoy cita, com razão, nossa falta de culhões. Nosso medo de tocar o dedo na ferida e deixar de fazer parte do clubinho.

Por isso a necessidade desse texto. Ele foi escrito pra aumentar a minha confiança, a sua e a do Tolstoy em nossa geração.

Vamos ter mais confiança em nós mesmos. Vamos fazer a diferença nessa porra de mundo. Vamos deixar um legado.

Não quero mais ser um bunda-mole.

Boa semana.

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– Como deve ser o comportamento de um cristão? Ser sal da terra e luz do mundo!

O cristão deve se questionar, quando refletindo sobre sua missão:

  1. O quanto posso fazer?
  2. O que se pode fazer!
  3. E do que se pode fazer, DEVE-SE FAZER!

Resumindo: sempre querer fazer, nunca se omitindo. E fazer o máximo do que se consegue! É a base do Cristianismo: tentar imitar o Cristo crucificado pelos pecadores, agir como o Cirineu que carregou a cruz de outros culpados e sempre confiando como Nossa Senhora fez!

Entende a imagem abaixo? Ela representa muito bem isso. Caso exista dúvida, Leia o Evangelho de São Mateus, 5, 13-16.

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– Tão sereno e bonito…

A natureza e o seu esplendor!

Tão simples num clique; tão bonita a alvorada…

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– Ter tempo para treinar não ajudou os clubes?

Os treinadores Abel Ferreira e Hernán Crespo tiveram bastante tempo para ajeitar suas equipes durante os últimos dias (coisa rara a ambos). Porém, tanto nas escalações quantos nas substituições, eles estão sendo contestados.

O português e o argentino são novatos na carreira (embora experientes no mundo da bola). Mas me lembro de Vanderlei Luxemburgo “no auge”: com 3 minutos de “parada técnica” inventada por Eduardo José Farah no Paulistão, ele mudava o jogo! Os citados aqui, respeitosamente, estão “complicando” ao invés de “melhorando” suas equipes nos períodos que têm.

Será que suas diretorias (Palmeiras e São Paulo) darão a eles segurança ao longo do Brasileirão, ou correm risco de demissão?

– Começando a semana com as cores das flores!

Como jardinagem é um hobby que cultuo, e, pelo trocadilho lógico, cultivo, vale postar a beleza das flores que desabrocharam magnificamente. Essa, de dias atrás, postada hoje para embelezar a tela.

Uma pintura da natureza. Abaixo:

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Uma vitória ao recomeço da Qualidade de Vida.

Fiz há três anos. Vale a pena esse exercício que conto abaixo (e que preciso refazer):

Somos reféns dia-a-dia dos relógios, smartphones, computadores e, principalmente, dos afazeres em horários marcados e de outros inesperados.

Talvez a maior dificuldade que eu sinta é: administrar o tempo! Não que eu não o faça, mas cansa fazer.

Pois bem: em busca da qualidade de vida e de poder tentar o gozo de uma jornada mais “vivida” e menos “tão trabalhada”, dei-me ao luxo (sim, é ironia) de passar o dia de ontem sem relógio!

Ufa, que alívio. Tentar viver o dia sem se preocupar com “que horas são”, é maravilhoso!

A próxima etapa a ser vencida: passar um dia sem telefone!!!

– Atlético Goianiense 1×1 Corinthians: Brian estava impedido ou não no gol de Zé Roberto?

Para quem ainda tem dúvida sobre se “foi legal ou não” o gol de empate do Dragão contra o Timão, neste domingo, falamos sobre ele aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/09/12/o-gol-dos-goianos-foi-legal-em-atletico-goianiense-1×1-corinthians/.

Em vídeo, explico com outros detalhes. Assista em: https://www.youtube.com/watch?v=b_AmizAIFCM&feature=youtu.be

– Bom dia, 2ª feira (4 de 4).

🌅 Desperte, Bragança Paulista, com seu horizonte colorido.

Que a segunda-feira possa valer a pena!

(E há de valer, veja essas cores…).

🍃🙌🏻 📸 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
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– Bom dia, 2ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essa delicada planta: um amarelo Amor-Perfeito!

Curta flores! Elas nos desestressam.

🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

– Bom dia, 2ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, invocada carinhosamente como Nossa Senhora Aparecida (Padroeira do Brasil), rogai por nós que recorremos a vós. Socorrei nosso país e nossas famílias. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Padroeira #Aparecida

– Bom dia, 2ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos! Tudo bem? Vamos começar a semana?

Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde (e isso é muiiiiito importante). S’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina e controlar o cortisol? Não tenhamos preguiça!

Pratique esportes. Sempre!

🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running