– Vê as conquistas, mas não o sacrifício?

Vi essa imagem no LinkedIn e tive que recortá-la: não é uma verdade o que ela representa sobre “ver a vitória e não ver o esforço”?

Abaixo: 

– De novo, Lula fala em “regular a mídia”. Isso não incomoda?

Me admiro em ver tanta gente acomodada, quieta, sem levantar um “A” sobre a enésima fala de Lula sobre “regular a mídia”.

Ora, que negócio é esse de controlar a imprensa? Com todos os “defeitos que tem” e “as groselhas que fala”, Bolsonaro não fala tal barbaridade. Ele ofende lamentavelmente os profissionais, ameaça tirar a concessão da Globo mas… já imaginaram se é ele quem diz tal idiotice?

E o que é regular a imprensa? É dizer o que o Governo quer, no melhor estilo chinês, norte-coreano ou cubano?

Isso é censura, e deve-se alertar desse risco e cobrar Lula de tais bobagens. Aliás, repararam que até as denúncias do Petrolão, Lula não falava disso. Quando a Revista Veja conseguiu mostrar os constantes desvios de dinheiro, veio o “lenga-lenga”. Com o impeachment de Dilma, os petistas começaram a chamar a Globo de “Globolixo” (igual ao que fazem os bolsonaristas quando as manchetes mostram erros do Governo atual).

Não deixe essa ideia macabra – de regular a mídia – prosperar. A não ser se você quiser uma ditadura de esquerda na imprensa.

– E vai acabando mais um dia…

E o dia (ufa) vai acabando

Tô cansado hoje! Mas a paisagem me ajuda a animar para o restinho de 4a.

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– A Síndrome da Vítima Eterna.

Vivemos dias difíceis, de eternos desafios e muitas dúvidas. A “cabeça” muitas vezes não funciona legal, e há aqueles que acabam se vitimizando.

Entre ser vítima e permanecer vítima, há algumas diferenças. Compartilho esse artigo interessantíssimo, abaixo, extraído de: https://psicologaheloisalima.com/2021/08/30/a-sindrome-da-eterna-vitima/

A SÍNDROME DA ETERNA VÍTIMA

Por Heloísa Lima

“Quem esperou, como eu,
Por um novo carinho
E viveu tão sozinho,
Tem que agradecer.
Quando consegue do peito
Tirar um espinho,
É que a velha esperança
Já não pode morrer
.”

In: Onde a Dor Não Tem Razão– de Paulinho da Viola

Imagem Movimento Psicopata 2

Uma das relações mais difíceis e corrosivas que existem, no meu ponto de vista, é aquela que envolve um inesquecível tipo denominado Eterna Vítima.

Certamente todos nós já nos deparamos com uma Eterna Vítima de algo, de alguém ou de alguma circunstância.

Dentre as várias que conheci, teve uma amiga que perdeu o marido de forma inesperada e trágica. Ele estava indo visitar os pais e os irmãos, em uma outra cidade, quando teve o carro colhido de frente por uma carreta desgovernada. O fato da morte ter sido instantânea não aplacou a descomunal dor que alcançou todos nós.

Como eram bastante próximos, compareci ao velório e pude observar algo provavelmente imperceptível aos olhares menos atentos.

Minha amiga, ali, tornara-se o centro de todas as atenções e, ainda que pudesse compreender seu padecimento, percebi que só ela se lamentava. E apenas sobre a própria dor.

Parentes se revezavam para lhe fazer companhia, preocupados e solícitos. Traziam água, lanches, cafezinhos e abraços a todo o momento, enquanto ela, descontrolada, chorava pelo companheiro.

Notei que ali, próximos a ela, permaneciam solitários os pais e os dois irmãos da vítima. Pareciam contidos numa dor profunda, interna e desprovida de alardes. Silenciosos diante daquela espécie de histeria demonstrada pela esposa logo ao lado.

Nos dias e meses seguintes as coisas apenas pioraram. Era impossível ligar para saber da família, sem que ela tomasse o telefone para contar o quanto ainda sofria e tudo o que tinha que organizar e deixar em dia. Reclamava que ninguém a ajudava, que a família dele teimava em lhe criar problemas, que sua mãe resolvera adoecer justo naquele período, que o frio estava insuportável e que ninguém deveria ser obrigado a ter força como ela.

Do parceiro perdido, nenhum comentário. Nada sobre saudade, amor ou falta.

Seu nome e suas histórias simplesmente desapareceram das conversas, a não ser para recordar datas de missas que, por sinal, foram todas encomendadas.

Outro casal, conhecido meu, perdeu o filho para um suicídio que ocorreu diante de toda a família, quando o jovem, de 18 anos, se jogou da janela da sala, enquanto todos, desesperados, tentavam segurá-lo. Infelizmente, não foi possível impedir seu gesto.

O fato é que, apenas durante o funeral, foi possível comentar sobre o ocorrido que atingiu todos de maneira brutal. Pais, irmãos, tios, tias, avós, enfim, todos os familiares e amigos ficaram chocados com o trágico desfecho e demonstravam total empatia em relação aos pais e irmão do garoto.

Ocorre que, poucos dias depois, o assunto foi transformado num verdadeiro e estranho tabu. Uns foram avisando aos outros sobre a proibição de mencionar o ocorrido ou o nome do primogênito.

E a partir daquilo, por ordem dos pais, sua morte tornava-se assunto absolutamente proibido.

Ocorre que a avó paterna, última a falar com ele – já que o mesmo tentara conversar com o avô, que estava no banho, minutos antes de se atirar para a morte – permanecia inconsolável.

Ela, por ser idosa e se encontrar bastante doente, não parava de falar sobre a ocorrência, culpando-se por não ter interrompido o banho do marido. Na sua fantasia, aquele contato teria salvado a vida do rapaz.

Deste modo, aonde estivesse, expunha seu sofrimento aos prantos e falava, sempre com muito amor, sobre este que fora seu primeiro neto, talvez como um jeito de expiar o próprio pesar ou de tentar entender tão radical atitude.

Porém, a nora vivia como quem possuía o poder de controlar tudo, censurando qualquer menção ao fato.

Quando soube que a sogra – justamente no dia em que ela e o marido a acompanhavam no exame de mapeamento do câncer – havia contado a triste passagem à enfermeira ali presente, o casal imediatamente decidiu cortar contato com a velha senhora e com seu pobre marido também.

Portanto, pelos anos seguintes o casal deixou de se relacionar com os velhos e, anteriormente, tão próximos parentes, largando o cuidado destes nas mãos de sua única filha.

Por anos a fio os avós sofreram com a ausência do filho querido, provocada por uma incompreensível falta de empatia.

No final, o tão almejado reencontro só ocorreu quando do falecimento de ambos, com poucos dias de diferença.

O que vemos de semelhante nestes dois exemplos é uma notável supressão de humanidade.

A verdade é que ninguém gosta de ficar perto de pessoas que se fazem de vítimas. Ainda que não seja legal julgá-las ou condená-las, confesso que, pessoalmente, acho difícil demais este tipo de convivência.

Todos entendemos que coisas indesejáveis ou muito ruins, lamentavelmente, podem acontecer na vida de qualquer um de nós. E ninguém deseja isso nem para si, muito menos para aqueles que amam.

O fato é que você pode vir ser vítima de uma fraude, por exemplo, ou de um crime ou, até mesmo, de uma agressão sexual. Pode ter sofrido traumas na infância ou no decorrer da vida. Ninguém escapa de tempos ruins.

E se, por alguma razão, você imaginar que podia ter evitado a dor e que toda a responsabilidade dela cabe à você, saiba que está redondamente enganado/a.

Também será perfeitamente normal sentir pena de si mesmo de vez em quando ou, ainda, sentir-se impotente diante de um desafio como uma perda ou um divórcio.

O nome deste sentimento é auto piedade. 

Contudo, permanecer grudado/a ao status de vítima, ainda que de forma velada, pode significar que você se tornou dependente da pena das outras pessoas e que se acostumou de ver todas as suas faltas justificadas e todos os seus deslizes perdoados.

Isto pode parecer altamente viciante, não é?

Afinal, se ninguém tem coragem de lhe criticar quando até você sabe que merece, se não lhe cobram o que está claro que deve, se não precisa ter obrigação de fazer coisa alguma e tudo passa a ser legitimado pela eterna dor que talvez nem sequer sinta e que finge tentar esconder, então você, decididamente, é deveras manipulador/a e sabe muito bem disto, certo?

O trauma não aconteceu apenas com você, ele se converteu em quemvocê é.

Logo, você não pretende sair do trauma porque escolheu se apegar a ele feito um náufrago diante de um pedaço de isopor.

O tornou parte da história que você vive para contar e recontar incansavelmente.

A Eterna Vítima, no fundo, decidiu paralisar sua própria história, se concebendo incapaz de caminhar em frente, embora finja que segue adiante.

Aprendeu que só obterá atenção e amor se continuar sendo objeto de compaixão.

Seu indisfarçado ‘pobre de mim‘ inegavelmente continuará sendo usado para que os outros sejam forçados a aceitá-lo/a como é, mesmo se isto não for nada justo. 

E quem deseja ter pessoas ligadas a si por pena ou culpa? Quem vai querer viver algo tão insuportavelmente exigente, onde um drena enquanto o outro se deixará sugar?

Pode nascer uma relação saudável daí? Eu, honestamente, mantenho sérias e profundas dúvidas acerca desta possibilidade.

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– 40 dias de folia no Carnaval Carioca?

A Prefeitura do Rio de Janeiro pretende realizar um Carnaval de 40 dias se a pandemia “der uma trégua”.

Cá entre nós: para um país que precisa voltar a viver, trabalhar, passear e respirar com normalidade, um evento de 40 dias não é muita coisa?

Extraído de: https://vejario.abril.com.br/cidade/carnaval-2022-40-dias-festa-rio/

FOLIA DE 40 DIAS

Prefeitura planeja evento para o período entre os dias 27 de janeiro e 6 de março, com uma condição: desde que haja melhora no cenário epidemiológico

Por Luiza Maia

Mesmo com o atual avanço da variante Delta no Rio, os planos para o carnaval de rua de 2022 preveem 40 dias de cortejo pela cidade a partir do fim de janeiro. As orientações de como deve ocorrer o evento foram publicadas na última sexta (20) pela Riotur, no Caderno de Encargos dos Desfiles dos Blocos de Rua.

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Segundo a prefeitura, a festa irá ocorrer desde que o cenário da pandemia esteja controlado, com a diminuição expressiva no número de casos de Covid-19, internações e óbitos. Na divulgação do último boletim epidemiológico da cidade, na sexta (20), o prefeito Eduardo Paes afirmou que o Rio atualmente apresenta o maior índice de casos da doença deste ano.

Divulgado no Diário Oficial do Rio, o caderno orienta as empresas que pretendem fazer propostas de suporte e infraestrutura para os blocos de ruae as áreas de entorno. Os interessados deverão enviá-las até o dia 21 de setembro pelo e-mail riotur.selecaopublica@gmail.com.

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O documento prevê a realização do evento entre os dias 27 de janeiro e 6 de março. A programação deverá ser disponibilizada aos foliões por meio de um aplicativo, que terá também recursos de acessibilidade, como Libras, descrição de imagens, conversor de conteúdo escrito para áudio, e outros. Nas ruas da cidade, deverão ser espalhados 34 000 banheiros químicos, 10% deles com acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

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Serão distribuídos também QR Codes com informações para ajudar mulheres vítimas de assédio sexual e outros tipos de violência, assim como adesivos e tatuagens temporárias com mensagens contra o assédio. Para que o evento aconteça, a prefeitura antes aposta no avanço da vacinação. Segundo o painel da Secretaria municipal de Saúde, 73,4% da população total já recebeu a primeira dose ou dose única do imunizante contra a Covid-19 – o que corresponde a 93,9% dos adultos. Já 35% tomaram a segunda dose ou dose única – 44,9% da população adulta.

Imagem mostra foliões aglomerados em um bloco de carnaval no aterro do flamengo

– Pedestres e ciclovia: um problema de fácil resolução em Bragança Paulista.

É muito prazeroso passear no Lago do Taboão. Seja uma corrida ou uma pedalada, o ambiente é ótimo e tudo conspira para uma atividade física muito salutar.

Porém…

Existem usos e costumes em diversas cidades. Se você for ao Litoral, em Santos, não há um pedestre sequer transitando na ciclovia. Em Jundiaí no Parque da Cidade, outro exemplo: as pessoas respeitam a ciclovia (pintada com as laterais vermelhas) e andam na calçada (pintada com as laterais azuis). Aqui em Bragança Paulista, no Lago do Taboão (um incrível cartão-postal do município), você tem que implorar para as pessoas saírem da ciclovia e andarem na calçada (ambas são largas e espaçosas).

O problema é: se pegar um ciclista desatento ou impaciente, e coincidir de ter um pedestre teimoso (ou que, sem maldade mas por ingenuidade) esteja na ciclovia, pode ocorrer acidentes. E acidentes são evitáveis!

  • Alô, Prefeitura: que tal uma campanha de conscientização para que “lugar de bike seja na ciclovia e de pedestre na calçada”? Aproveite que estão sendo pintadas as lixeiras e outras construções ali, e demarque a calçada de azul nas laterais.

É somente uma crítica construtiva, que evita acidentes e pode contribuir para maior harmonia no maravilhoso local. Aliás, é só dar uma passada no domingo de manhã, em dia de sol, e ver os conflitos que poderiam ser evitáveis se alguns pedestres desavisados não andassem na ciclovia (imagine uma bicicleta em alta velocidade freando em cima de um cidadão…).

– Coragem.

Para os que estão desesperançosos, eis que a Palavra de Deus traz uma mensagem de ânimo nesta rápida compilação litúrgica!

“Àqueles que têm o coração perturbado: ‘Tomai ânimo, não temais! Eis o vosso Deus’ (Is35,4) (…). ‘Porventura não escolheu Deus os pobres deste mundo para que fossem ricos na fé e herdeiros do Reino de Deus aos que o amam?’ (Tg2, 4-5) (…). ‘[E Jesus] fez bem todas as coisas. Fez ouvir os surdos e falar os mudos’ (Mc7,37) (…)! [Assim,] Louvarei o Senhor por toda a vida (Salmo 145,2)”.

Encorajador e belo, não?

Tenha coragem de abrir-se ao amor incondicional de Deus

– Imensidão.

13h. Que céu imenso! O infinito azul sempre nos contagia…

Olhe para o horizonte e se inspire (aqui, Rodovia Dom Pedro, em Atibaia).

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– É possível separar representantes da FIFA e ela própria? E da CBF?

Repost de 6 anos:

Joseph Blatter, ex-presidente da FIFA, em entrevista arquivada no dia 26 de agosto de 2015 à inglesa BBC, declarou sobre a corrupção que notabilizou a entidade:

A instituição (FIFA) não é corrupta. Não há corrupção no futebol, mas sim nos indivíduos. São as pessoas que praticam a corrupção.

Mas essas mesmas pessoas não representam a instituição? Não são elas a própria FIFA?  Idem à CBF e Marco Polo Del Nero. Ou não?

Para mim, são indissociáveis. E a você?

bomba.jpg

– Qual (ou como) é o seu melhor?

“Nosso melhor” é sempre variável e questionável. Dependemos de muitos fatores, e nem sempre conseguimos que o máximo de hoje seja o máximo de ontem.

O “gráfico do nosso máximo” é mais ou menos como o retratado abaixo:

– Bom dia, 4ª feira (4 de 4).

🌅 Desperte, Interior Paulista, com esse belo amanhecer.

Que a quarta-feira possa valer a pena!

(E há de valer- desejemos isso!).

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– Bom dia, 4ª feira (3 de 4).

🌺 Fim de cooper! Valeu o treino e o esforço.

Estou suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da natureza. Hoje, com essas delicadas plantas (roseiras vermelhas clicadas ontem):

Curta flores! Elas nos desestressam.

 

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– Bom dia, 4ª feira (2 de 4).

🙏🏻 Enquanto vou correndo, fico meditando e faço uma prece:

“- Ó Virgem Maria, invocada como Nossa Senhora da Esperança, rogai por nós que recorremos a vós – em especial àqueles que sofrem de depressão. Amém.”

Reze, e se o que você pediu for para seu bem, Deus atenderá.

⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Esperança

– Bom dia, 4ª feira (1 de 4).

👊🏻 Olá amigos. Tudo bem? Que vento chato lá fora!

Não importa. Por aqui, tudo pronto para suar mais uma vez em busca de saúde. Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária endorfina?

Pratique esportes. Sempre!

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