– Insônia e frio? Ninguém merece…

Entrando “quase no sábado”, cansado, sem sono e com frio. O que fazer?

Essa tal de insônia que vem atrapalhar a noite /madrugada… de onde veio e por que me atormenta?

Para ajudar: o frio que não gosto!

Fico pensando: se no calor de nossas casas (ao lado da família e cheios de cobertores) ainda lamentamos a baixa temperatura, o que dizer dos pobres moradores de rua, não?

Complicado.

– Reféns do relógio e do tempo.

Olhe só que crônica bacana e real: a respeito da necessidade de termos paciência em tempos que somos sufocados pela falta de tempo.

Não tem hora em que tudo parece que vai explodir?

DINAMITE

O relógio rápido se vai todo em minutos.
Ano virando mês… Por que o tempo está com pressa?
Rotinas maiores, porém períodos cada vez mais diminutos.
Prédios de estresse, cidade que por ninguém mais se interessa.

E quando alguém fala que devemos relaxar,
que vemos que isso nem cabe mais na agenda.
Uma dica que já vira motivo para se estressar.
A lei que define um dia de 24 horas precisa de urgente emenda.

Mas antes que a nossa falta de paciência exploda feito dinamite,
de fato temos que aprender a enxugar a vida e tirar o excesso.
Com mais organização, não haverá mais o que tanto te irrite,
porque sem paciência e calma não há nenhum progresso.

– Quando nos cansamos das reuniões virtuais de trabalho…

Um tema bem pertinente: em tempos de plataformas virtuais para as reuniões de trabalho, alguns estresses são muito grandes. 

E como evitá-los?

Vale a pena a leitura, extraída de: https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2021/06/como-gestores-devem-lidar-com-fadiga-do-zoom.html

COMO GESTORES DEVEM LIDAR COM A FADIGA DO ZOOM

Reuniões virtuais agilizam o trabalho, mas também podem ser estressantes. Veja como sobreviver a elas

A pandemia consagrou o trabalho remoto e fez com que reuniões, aulas e palestras migrassem das salas de conferência para as videochamadas. Foi preciso aprender a trabalhar de forma colaborativa, discutir projetos em grupo e enfrentar horas de exposição em plataformas digitais como Zoom, Meet e Teams. Isso cansa e provoca efeitos colaterais, como dores de cabeça ou nos olhos, sensação de esgotamento após as reuniões online e, em alguns casos, depressão e crises de ansiedade. O assunto exige atenção de coordenadores de equipes em geral e de responsáveis por gestão de pessoas e saúde na organização.

As mulheres são as que mais sofrem com essa superexposição, segundo um estudo qualitativo com mais de 10 mil pessoas, realizado por especialistas das universidades Stanford, nos Estados Unidos, e de Gotemburgo, na Suécia, que classificou a “fadiga do Zoom” nas dimensões física, social, emocional, visual e motivacional. Uma entre sete mulheres consultadas relatou se sentir “muito” ou “extremamente” cansada após as videochamadas, enquanto a proporção de homens que se declararam afetados foi de um para 20. Olhar para o próprio rosto leva as mulheres a refletirem mais sobre sua aparência e associá-la a emoções e pensamentos negativos, mostra o estudo.

Para o fundador do Laboratório Virtual de Interação Humana da Universidade Stanford (VHIL), Jeremy Bailenson, a experiência perceptiva de ter constantemente os olhos das pessoas em seu campo de visão traz um estado prolongado de hiperexcitação e ansiedade. O especialista observa que a permanência no campo de visão da câmera por muito tempo inibe os gestos espontâneos do corpo, o que compromete tanto a postura física quanto o desempenho intelectual.

Empresas dispostas a evitar esses problemas devem difundir as recomendações de Bailenson. São iniciativas simples, como intercalar essas reuniões virtuais com telefonemas e mensagens por e-mail e estimular a execução de tarefas em documentos compartilhados. É importante incluir pausas regulares entre as videochamadas e dar descanso aos olhos. Para avaliar o seu nível de “fadiga Zoom”, faça o teste desenvolvido pelos pesquisadores de Stanford.

O que fazer quando…

… o contato visual é excessivo 
Nas videochamadas, todos olham para todos o tempo todo, e os ouvintes se tornam oradores, mesmo que calados. A sensação é de que todos estão encarando seu rosto, o que o cérebro interpreta como uma situação de conflito.
Solução: Reduza a imagem dos interlocutores e da tela.

… você se cansa de ver a própria imagem
As plataformas de videochamada são como um espelho. Enxergar o próprio reflexo eleva o nível de autocrítica, o que é um problema.
Solução: Oculte a própria imagem e evite o modo galeria. Deixe na tela apenas a imagem de quem estiver com a palavra e desligue a câmera periodicamente.

… está há tempo demais na mesma posição
Na videoconferência, a pessoa fica no mesmo lugar para manter a cabeça emoldurada no centro do vídeo, o que é cansativo.
Solução: Use câmera externa para ter maior flexibilidade. E faça intervalos para alongar o corpo e descansar os olhos.

…tiver de gesticular para alguém à sua volta
Como os movimentos não são naturais nas videochamadas, gestos como um olhar de soslaio para o filho ou para evitar que o gato suba no teclado podem ser mal interpretados.
Solução: Desligue a câmera e mantenha só o áudio quando precisar fazer algum aceno que possa causar confusão.

– Bandido Pobre e Bandido Rico, Criação e Educação.

O que difere um bandido pobre de um rico, se ambos cometem crimes?

Talvez, apenas a sua condição econômica.

Dias atrás, ouvi uma autoridade policial (na Rádio Bandeirantes, mas não consegui ouvir seu nome e patente) falando sobre os menores delinquentes, provindos de periferia. Sobre eles, ponderou que:

Há uma geração de adolescentes e jovens criados com valores de bandidos. Eram crianças que se acostumaram a frequentar cadeia, vendo os parentes detidos lá e que viam no ato do banditismo um caminho a ser herói. Ser ladrão se tornou sonho para alguns! Onde estariam os valores morais que deveriam ser ensinados em casa?

Pois é: muitas vezes, quem deveria ensinar os bons valores talvez não esteja por lá, sendo que se torna preocupante o futuro dos filhos de pais e mães bandidos.

Entretanto, como justificar o aumento de criminosos na classe média? Alguns, erroneamente creditam a criminalidade a um fator econômico ao invés de educacional. Porém, vê-se em destaque as chamadas “gangues de playboys”: adolescentes e jovens que cresceram com boas condições financeiras, e que enveredam para o crime a fim de se sustentarem com prazeres e vaidades: dinheiro para ostentação de carros, participação em baladas e consumo de drogas.

Estes mais abastados financeiramente caíram em desgraça por qual motivo?

Fica nítido que o problema é educacional. Não adianta caros colégios se a primeira educação, a básica, formadora e influenciadora – a do lar – possui falhas gravíssimas ou inexiste. E que tantos batedores de carteira, playboys ou políticos corruptos cometem o mesmo crime: o de desrespeitar a dignidade humana.

Do mesmo jeito que um criminoso atira gratuitamente simplesmente pelo medo de reação da vítima, criminosos do colarinho branco sugam as verbas de hospitais carentes e já capengas. A estes, a vida do cidadão de bem nada vale.

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– Simone Biles, saúde mental e… nós! Na vida pessoal e profissional.

Não tive tempo para escrever no dia oportuno, mas quero muito fazê-lo agora: a ginasta mais condecorada dos EUA (25 medalhas em diversos torneios, sendo 19 de ouro), Simone Biles, desistiu de participar dos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 em nome da saúde mental.

Ora, se uma esportista tão vencedora passa por essa necessidade (a de ter melhor equilíbrio da mente), é porque a pressão foi extrema – e isso não quer dizer que vencedores, perdedores, famosos ou anônimos estejam blindados dos males da mente, pois a questão emocional independe de riqueza, pobreza, profissão, etnia ou gênero.

Antes de uma abordagem para a nossa realidade, gostaria de pontuar: é triste ver pessoas dizendo que, em meio a pressão, a americana “pipocou”. Ora, com apenas 24 anos, tendo conquistado todas as honrarias citadas acima, possuindo em casa uma mãe dependente química, tendo sido abusada sexualmente na infância por um médico, e em uma das provas vencido com uma crise de pedras nos ruins, como alguém pode dizer que Simone é “fraca mentalmente” ou que “afinou” na competição?

Casos de desequilíbrio mental no esporte (como Adriano Imperador ou Nilmar) são conhecidos no esporte. A pressão diária, os rumos que a vida toma e os percalços particulares podem tirar a pessoa do eixo, por melhor que ela seja ou esteja.

No nosso cotidiano, passamos por situações delicadas também! No trabalho, em casa ou no convívio social,  temos nossos dias ruins e, a nossa diferença quanto aos citados acima, é que não se repercute na mídia tais crises (por motivos óbvios). E nesses momentos, ter uma família estruturada, procurar auxílio na medicina, encontrar-se espiritualmente e procurar arejar a mente com coisas boas, se faz fundamental. Muitas vezes, precisamos até nos ausentarmos do emprego ou de participações em eventos públicos, pois o reequilíbrio emocional não é “do dia para a noite”.

Estudantes, profissionais gabaritados, cidadãos desconhecidos… qualquer um de nós pode sofrer com crises de ansiedade, depressão, pânico ou outros males mentais. Cuidar da saúde nesse aspecto é tão importante quanto qualquer outra enfermidade do corpo. Porém, quando se vê pessoas de sucesso sofrendo disso, se espanta pois as crendices populares taxam os astros e estrelas como “super-humanos”, invioláveis e insofríveis.

Há pouco, a Seleção Feminina de Futebol foi eliminada das Olimpíadas. Meninas guerreiras que vencem diariamente o preconceito e, sem apoio que mereciam, fazem bonito contra tudo e contra todos. Certamente haverá o pobre de espírito que chamará Marta e seus companheiras, infelizmente, de pipoqueiras (como se fosse obrigação no esporte a vitória).

E é isso que o mundo me assusta (especialmente nas redes sociais): a obrigação da vitória! No esporte (e na vida), ganhar ou perder é algo constante e natural. O anormal é ganhar sempre.

Boa sorte a todos que passam por desequilíbrios mentais e estão se reinventando.

Simone Biles desiste de competição individual geral em Tóquio 2020 |  Agência Brasil

– Passando frio junto aos Manacás.

Junto aos manacás 11oC na hora do almoço!

Como eu não sou amigo do frio… Falta muito para chegar o verão? Prometo não reclamar do calor!

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby
#flores #manacás #inspiration #frio #BragançaPaulista #natureza

– Não me ufano com políticos…

Se por um lado Bolsonaro não me agrada em competência e diplomacia (e não vejo nenhum candidato honesto e com credibilidade para 2022), me deixando espantado por seus defensores que não conseguem ver defeito algum nele, por outro fico igualmente indignado com os adoradores de Lula.

Como crer que ele, depois de tantos podres revelados, é uma solução?

Esqueça a Lava-Jato, se você usar tal argumento, e justifique: e o Petrolão? Ou o Mensalão?

Resgatando a postagem de 2012, desse mesmo blog:

O CHEFE DO MENSALÃO?

E o ex-presidente Lula, quando questionado se acompanharia o julgamento do Mensalão? Respondeu que:

Tenho coisas mais importantes pra fazer”.

Ora, não podemos esquecer que um dia ele negou tudo e defendeu os mesmos companheiros que serão julgados. E, depois, contraditoriamente, pediu desculpas pelo ocorrido.

Quer se blindar do imbróglio? É claro que sim. Não dá para acreditar que ele nada sabia, se os seus principais partidários – e amigos – estavam envolvidos até o pescoço.

A propósito, o relator do Mensalão, na leitura do processo, acusou: o mentor do Mensalão foi José Dirceu.

Minha restrição: e o Ministro Dias Tófoli? Não deveria deixar de votar, já que sua namorada é advogada de envolvidos, e ele próprio foi advogado de Dirceu e do PT?

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– Pai sofre… mas se diverte!

Ser pai é algo maravilhoso! De adolescente e de criança (que é a nossa experiência).

Neste último dia de férias escolares, em meio a tanto frio, eu e minha caçulinha arranjamos um jeito de nos divertimos. E ela se desmancha de alegria…

No vídeo:

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– Pimentão contra cãibras!

Olha que interessante: leio na Women’s Health sobre o Prêmio Nobel de Química Rod Mackinnon, que descobriu sobre a solução habitual de comer bananas para evitar cãibras não ser o método mais eficaz.

Segundo ele,

Não são os músculos que precisam de ajuda do potássio, mas o problema vem do sistema nervoso. Ingerir alimentos apimentados antes ou durante o exercício é a solução para confundir os receptores, como gengibre, canela e pimentão“.

Já imaginou você na esteira comendo pimentão? Acho que vou tentar kkk…

Pimentão recheado com purê e bacalhau - Guia da Cozinha

– Esquentando.

E nesse dia tão gelado, somente para aquecer nossa mente, um clique de outra alvorada mais quente.

Volte logo, calor!

Aqui: Jundiaí, no Interior Paulista.

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– Faça a sua parte!

Muita gente reclama das dificuldades da vida e pouco faz. Critica, mas não age para solucionar o que desgosta.

Achei fantástica essa reflexão do Padre Zezinho que postou em foto tal pensamento abaixo:

Deus não resolve tudo. Muitas coisas Ele deixa para nós resolvermos. Por quê você acha que ele nos deu cérebro, mãos e pernas? Não entregue tudo nas mãos de Deus, assuma a sua parte! Fé não é dar tudo para Deus e depois dormir numa rede, esperando que ele faça o resto por nós.”

Pois é… Direto, na ferida e preciso!

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– Esquente logo, sol. Mas sem vento.

Se não bastasse o frio da madrugada com sensação térmica negativa, agora é o vento que atormenta…

– Não vai fazer nada para esquentar, amigo Sol? Ou ficará só olhando?

De onde veio esse vendaval chato e gelado, pessoal?

Esquente o dia, dona Natureza, por favor…

Na foto, o tímido brilho do Astro-Rei, há pouco.

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#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Flamengo: a diferença era Rogério Ceni vs Renato Gaúcho ou os jogadores?

Sobre o Flamengo: a sequência de vitórias convincentes e com goleadas, mostrando bom futebol seja com titulares ou reservas, traz a inevitável discussão:

1. Rogério Ceni é treinador limitado e não soube trabalhar com o time,
2. Renato Gaúcho é treinador acima da média e faz a diferença, ou,
3. Os jogadores boicotaram o trabalho anterior?

A mudança de comportamento em campo é visível e impressionante (e em pouco tempo de nova comissão técnica). Como explicar?

– Bom dia, 6ª feira gelada!

👊🏻 Olá amigos! Hoje a coisa tá “braba”. Que #frio…
Sem ter #preguiça, vamos correr? Vai que dá um arrependimento e me “destroco” e volto para o #pijama?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #adidas #nike
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraMedianeiraDasGraças, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com as #primaveras tão bonitas clicadas ontem.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #BragançaPaulista, bem fria mas bonita!
Que a #SextaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Brasil x Canadá no futebol feminino olímpico? Republico:

Jogos Olímpicos e Futebol – Dias atrás, fizemos algumas considerações sobre a Seleção das Meninas e o Futebol Feminino em geral, abordando o caso da atleta canadense Quinn (na oportunidade, houve a questão polêmica do pronome neutro). Hoje, teremos Brasil x Canadá. Sendo assim, compartilho o repost: https://professorrafaelporcari.com/2021/07/26/o-futebol-feminino-olimpico-e-suas-diversas-nuances/

O FUTEBOL FEMININO E SUAS NUANCES

Sou torcedor das jogadoras da Seleção Feminina de Futebol! Moças esforçadas, onde algumas venceram as dificuldades da vida (e outras ainda lutam contra os percalços). Inclua-se discriminação pelo sexismo e outros preconceitos.

Porém…

É um outro “tipo” de futebol. Se aceite como ele é. Não pode-se comparar com o masculino em vários aspectos: o condicionamento físico, por exemplo, que é uma situação fisiológica (homens e mulheres são iguais em dignidade, mas diferentes obviamente na fisiologia). A questão das goleiras, outro caso latente (pelos mesmos motivos). E, evidentemente, das condições técnicas (inclua-se a arbitragem, pois existe a necessidade de desenvolvimento).

Aliás, viram (ou tentaram ver) o pênalti contra a Holanda? Difícil dizer que após o salto da atacante brasileira (que tentou cavar uma falta fora da área), o toque da mão da zagueira holandesa sobre ela (dentro da área) foi ou não infracional. Até pela péssima geração de imagens da empresa contratada para a transmissão de TV.

Dito tudo isso, insisto: torçamos para as meninas, mas não a cobremos mais do que se deve.

Em tempo: fui instigado sobre a canadense Quinn, e gostaria de respeitosamente opinar. Houve a polêmica durante a partida da sua equipe pois ela era um homem que fez a transição de gênero, portanto, é uma mulher trans. Porém, ela própria se intitulou uma pessoa não-binária (que não se reconhece nem como homem ou mulher – por isso o uso do discutido pronome neutro). Mas se é não-binária (pela Quinn mesma), como a encaixar no futebol feminino ou masculino?

Não estou preconceituando, apenas levando a discussão sensata, pois outros casos surgirão: de homens e mulheres héteros, homos e trans, além dos “não se encaixam nem em um ou outro” (por iniciativa própria).

Quinn (à esquerda, com a camisa nº 5) se autodeclara transexual “não-binária”, isto é, não se reconhece nem como homem nem como mulher| Foto: Canadian Soccer Association