– Não se culpe!

Não carregue culpas indevidas sobre você!

Reflita na imagem:

– Red Hibiscus.

Tarde florida: o que dizer desse maravilhoso hibisco e seu vermelho tão sedutor?

A natureza e suas cores tão vivas! Uma pintura para qualquer jardim…

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#flowers #flor #garden #inspiração #pictureoftheday

– Cabeça experiente com corpo jovem?

Calma, não é nenhuma analogia a experimento ou metamorfose qualquer que abordarei. Falarei sobre ter a experiência de vida e a sabedoria sensata que se tem quando mais maduro, somada com a disposição, ânimo e vigor da juventude. Para muitos, “cabeça de 40 num corpo de 20”!

Fico pensando: eu não fiz nada grave ou de muito errado na minha fase jovem (embora eu ainda seja jovial de alma). Sempre procurei ser ponderado, mesmo com os impulsos normais da mocidade. Mas com 44 anos, a gente está mais calejado e reflete muitas coisas ao ver jovens radicais, que não viveram ainda nada na vida, debatendo política, por exemplo, como se fossem “senhores da razão”.

Aí eu me auto-questiono: se eu vejo os erros do excesso da imprudência e falta de vivências dos moços, me cobro para ter ouvidos sempre abertos aos mais velhos que já viveram coisas que eu não vivi.

Isso não significa ser antiquado ou retrógrado, mas sábio e prudente. E lembrando: claro que os jovens tem boas ideias, criatividade e visões inspiradoras – e isso deve ser valorizado sempre! Mas conciliar a experiência com a jovialidade é o ideal!

Assim, repito: a maturidade ajuda a otimizar as “visões de mundo” que temos, e a juventude nos dá fôlego / hormônios / ímpeto para colocar as coisas em prática.

É por isso que devemos ter um espírito jovem, hoje e sempre, para nunca nos acomodarmos em nosso conhecimento contínuo e nos propósitos da vida.

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– Os “cinquentões” e a carreira profissional.

O que você pensa sobre os profissionais que atingiram os 50 anos de idade?

Para uns, há o preconceito de que estejam desatualizados. Para outros, o respeito da experiência!

Compartilho essa matéria bem bacana, extraído de: VEJA, edição nº 2642

O CRACHÁ DEPOIS DOS 50

As empresas só têm a perder ao desprezar o talento dos profissionais mais maduros – mas uma melhor diversidade etária também pressupõe a adaptação desses trabalhadores.

Por Mórris Livtak

Em 2017, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo IBGE, mostrou que o Brasil chegou a 30,2 milhões de “idosos”. A Organização Mundial da Saúde estimava até então que o país fosse alcançar esse número somente em 2025. Em cinco anos aumentou em 18% a parcela de pessoas com 60 anos ou mais, e pelo ritmo atual o Brasil ganhará 1 milhão de “idosos” anualmente daqui em diante.

Escrevi a palavra idosos entre aspas porque não conheço ninguém com idade entre 60 e 70 anos que se considere idoso. Esse termo carrega o estereótipo daquele símbolo de vaga para idosos em que há uma pessoa com bengala — o que está longe da realidade da maioria dos que estão nessa faixa etária.

Na década de 80, quando eu nasci, quem tinha 60 anos era considerado um velhinho. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Dizem que os 60 anos são os novos 40. E a pessoa com 50, então? É e se sente (e normalmente está mesmo) jovem, cheia de energia e de planos.

O fato é que muita gente simplesmente parou de ter filhos. Também é fato que, com o avanço da medicina e das demais ciências, hoje conseguimos viver mais e melhor. A idade biológica do ser humano se estende cada vez mais. Assim, boa parte dos nossos filhos atuais será centenária amanhã. Na contramão disso, há quem não tenha se dado conta dessa nova realidade, como é o caso de um grande número de empresas, principalmente no que diz respeito à contratação de talentos 50+.

O cenário macroeconômico de crise, a necessidade de cortar custos e despesas e o avanço da tecnologia no mercado de trabalho potencializam a chamada “juniorização” dos talentos nas empresas. Tal efeito se contrapõe à realidade e à tendência de envelhecimento da população — e da força de trabalho — no Brasil e no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nosso país é um dos que envelhecem mais rápido hoje e será o sexto com maior número de idosos em 2025.

Outra pesquisa, realizada pela FGV e pela Pricewater­houseCoopers em 2013, mostrou que, muito embora se reconheça que os profissionais 50+ sejam bem qualificados, as empresas no Brasil não os contratam. Nesse mesmo sentido, conforme os dados mais recentes sobre o assunto, não chega a 3% a média de funcionários com mais de 50 anos nas 150 melhores empresas para trabalhar no país.

Há quatro anos pesquisando sobre preconceito etário na MaturiJobs, percebi que, especialmente nos cargos mais baixos, fora das posições de gerência ou direção, já se torna difícil conseguir um emprego no Brasil (sobretudo para as mulheres) após os 40 anos. Quando se avança nos 50, fica praticamente impossível. Por isso focamos nosso trabalho a partir dessa faixa etária — que ainda não é “idosa” mas já é considerada velha e desinteressante para o mercado. Para se ter uma ideia, já ultrapassamos a marca de 90 000 profissionais de 50 anos ou mais que se cadastraram em nossa plataforma e conseguimos empregar somente 1% desse total até hoje. Por outro lado, por sorte muitas dessas pessoas começam a se reinventar profissionalmente de diversas maneiras.

“Os empregadores sofrem com a alta rotatividade dos jovens, que saem em busca de outros propósitos”

O que as empresas estão perdendo com isso? Estão perdendo o que é cada vez mais valorizado em tempos de automatização e de inteligência artificial. Ou seja, perdendo parte significativa dos soft skills (predicados comportamentais). As habilidades ligadas às relações intra e interpessoais — que têm muito a ver com autoconhecimento e trato com pessoas — são esferas intangíveis potencializadas com os anos e com a experiência de vida dos profissionais.

Mas não só isso: atualmente as empresas têm sofrido bastante com a alta rotatividade dos jovens, que pedem demissão para procurar diferentes contextos, propósitos, empreendedorismo etc. — e, muitas vezes, falham ao deixar de buscar o comprometimento, a resiliência e a postura dos mais maduros. Alguém viu o filme Um Senhor Estagiário, com Robert De Niro e Anne Hathaway? Além de ser zeloso e dedicado, o personagem de De Niro apresentava uma flexibilidade incomum ante novas situações. No filme ele aprendia com os mais novos, e os mais novos com ele.

Assim, integrar as gerações é o caminho para fundir as aspirações e os olhares de modo a proporcionar equilíbrio ao ambiente de trabalho e trazer à mesa a diversidade etária, assunto ainda raramente discutido nas organizações.

Os 50+ — atualmente mais de 25% da população brasileira —, que enfrentam tanta dificuldade em se recolocar, devem por sua vez buscar continuamente atualização (já ouviu falar do Lifelong learning, o aprendizado pela vida toda?). As capacitações técnica e comportamental são essenciais, assim como o autoconhecimento, o net­working, a integração com os mais jovens e a procura por novos caminhos profissionais como o empreendedorismo, além da manutenção da autoestima, para aproveitar o conhecimento e não temer processos seletivos com jovens nem ter receio de lidar com um chefe mais novo.

Hoje em dia há vários caminhos a ser percorridos e é preciso pensar “fora da caixa” para ir além daquele formato tradicional de trabalho que se aprendeu vinte ou trinta anos atrás. O próprio setor voltado para os 50+, em seus mais diversos segmentos, carece de muitos serviços e melhor atendimento, e essa é uma grande oportunidade para os maduros — que “sentem na pele” essa realidade — perceberem e criarem oportunidades de negócio.

Conto aqui sobre minha experiência pessoal. Criamos recentemente um programa em que startups estão recebendo alguns 50+ para trabalhar por um curto período para que possam se conhecer e a partir daí estabelecer um modelo de trabalho como empregado, sócio, investidor, estagiário, mentor ou consultor.

Aliás, um estudo recente do MIT Sloan School of Management mostrou que a idade média para o sucesso de um empreendedor nos Estados Unidos é de 45 anos, desfazendo o mito de que startup é coisa só de jovem. A experiência dos “longevos” faz toda a diferença — Google e Airbnb são cases conhecidos de empresas que viram seu negócio crescer exponencialmente após trazerem CEOs mais maduros.

É hora de repensar não apenas o que significa trabalhar, mas a própria natureza do trabalho. A longevidade é um fato que está aí e estará cada vez mais presente, portanto se faz urgente enxergar além dos desafios.

Há muitas oportunidades que os trabalhadores que passaram dos 50 anos e as empresas poderão desfrutar, a partir do momento em que começarmos a entender que a soma da idade não subtrai, só multiplica, e criarmos uma consciência social em torno disso, como diz a espanhola Raquel Roca, pesquisadora desse tema.

Que tal então revermos nossos conceitos a respeito da idade, já que todos nós seremos “idosos”?

* Mórris Litvak, de 36 anos, é engenheiro de software e criador da plataforma digital MaturiJobs

The Intern – Wikipédia, a enciclopédia livre

GERAÇÕES – Cena do filme ‘Um Senhor Estagiário’: o comprometimento acima da média costuma fazer diferença (Divulgação/Warner Bros)

– No desespero, respire fundo e olhe para o infinito.

Quando os dias estão cinzas (metaforicamente falando, em referência às nossas emoções), olhe para o céu anil (literalmente sugerindo).

O azul no infinito nos faz bem! Respire fundo, sinta o ar puro e… vam’bora. Pra frente! Enfrentando e caminhando, tentando ganhar forças para a labuta.


#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– O que esperar de Esteban Ostojich para a final da Copa América?

O uruguaio Esteban Ostojich Daniel Vegah (39 anos de idade, há 5 temporadas no quadro da FIFA) será o responsável pela arbitragem da final da Copa América entre Brasil x Argentina. E uma curiosidade: seu quarto árbitro será o peruano Diego Haro.

Haro, escalado para a final da Libertadores entre Flamengo x River Plate como árbitro de vídeo, deixou vazar um áudio onde ele dava toda a ficha técnica / tática / detalhes dos jogadores e Comissões Técnicas dos envolvidos. Conhecia a fundo cada atleta! E por isso, foi afastado naquela época (eu não vejo nenhum mal em árbitro estudar a equipe que irá arbitrar) e acabou sendo substituído pelo próprio Esteban.

Para refrescar a memória, Esteban Ostojich foi o árbitro da semifinal da Libertadores passada entre Palmeiras x River Plate, e o juizão da final entre Bayern x Tigres pelo Mundial de Clubes da FIFA.

Esteban tem ótimo condicionamento físico, é muito bom disciplinarmente e tem desemprenho técnico razoável (digo isso pois vejo alguns erros evitáveis e muito suporte do VAR em seus jogosmenos do que temos no Brasileirão e mais do que é comum na Europa).

O VAR dessa partida será seu compatriota Andrés Cunha – que para mim, é melhor tecnicamente do que Esteban Ostojich. O assessor dos árbitros será o “inesquecívelUbaldo Aquino (lembram de Palmeiras x Boca Juniors na decisão da Libertadores, no Morumbi)?

Em vídeo, aqui: https://youtu.be/nu0H352mj3g

Sobre Diego Haro e os comentários, aqui: https://professorrafaelporcari.com/2019/11/19/arbitro-nao-pode-criticar-nem-elogiar-mas-o-profissionalismo-esta-em-falta/

Sobre Esteban Ostojich como VAR de Flamengo x River Plate, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2019/11/20/o-novo-var-para-a-final-da-libertadores-entre-river-plate-x-flamengo/

Sobre Palmeiras x River Plate, aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/01/13/os-semelhante-desvios-nos-gols-anulados-em-river-plate-0x3-palmeiras-e-palmeiras-0x2-river-plate/

Sobre Bayern x Tigres (como gol, pela Regra da época, irregular), aqui: https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/2021/02/11/o-gol-do-titulo-no-jogo-bayern-1×0-tigres-de-fato-foi-irregular/

– Sensitivity Reader (as pessoas que trabalham como leitores sensíveis) são cada vez mais comuns no Brasil

Nos tempos do politicamente correto, muitos cuidados se deve tomar para não ofender minorias sociais. E creia: isso tem sido um tema relevante à indústria editorial.
Extraído de: http://temas.folha.uol.com.br/liberdade-de-opiniao-x-discurso-de-odio/liberdade-de-expressao/mercado-editorial-adota-funcao-do-leitor-sensivel-para-evitar-boicotes.shtml

MERCADO EDITORIAL ADOTA FUNÇÃO DO ‘LEITOR SENSÍVEL’ PARA EVITAR BOICOTES

Por Amanda Ribeiro Marques

A sensibilidade dos tempos de causas identitárias gerou uma profissão no mercado editorial: o “leitor sensível”.

Surgido nos países de língua inglesa e atuando ainda de forma incipiente no Brasil, o “sensitivity reader” é, normalmente, um integrante de grupos sociais contratado para apontar, ainda no manuscrito, conteúdos que possam provocar pressões e boicotes.

A maioria se qualifica por características como cor da pele, nacionalidade, orientação sexual, vícios, histórico de abuso sexual e problemas psiquiátricos. Parte tem formação literária, mas importa pouco. O principal é a experiência pessoal, que permite identificar conteúdos suscetíveis a afrontar minorias.

Dois exemplos de desagrado militante foram registrados nos Estados Unidos em 2015 e 2016, quando as autoras Emily Jenkins (“A Fine Dessert”) e Ramin Ganeshram (“A Birthday Cake to George Washington”) foram criticadas por ilustrarem seus livros infantis com escravos sorridentes.

Jenkins, americana loira de olhos claros, foi acusada de retratar a escravidão como “desagradável, mas não horrenda”. Desculpou-se e doou os lucros a uma organização de incentivo à diversidade literária.

No caso de Ganeshram, americana cujos pais são de Trinidad e Tobago e do Irã, a obra saiu de circulação e recebeu diversas resenhas negativas.

Críticas a obras e autores não são novidade nem o que mais preocupa a PEN America, organização que promove a liberdade de expressão.

Mais grave, diz Sarah Edkins, diretora de comunicação da entidade, é a alta dos “book challenges”, pedidos de retirada de livros considerados impróprios de bibliotecas e escolas. Segundo relatório da PEN America em 2016, obras com personagens negros, LGBT ou portadores de deficiência são as maiores vítimas.

As solicitações são feitas tanto por grupos sociais que se sentem representados de maneira insensível quanto por grupos conservadores, que se opõem à apresentação dessas temáticas a crianças.

Como os pedidos são feitos a nível local, não há estimativas precisas sobre o total de requerimentos. A decisão do banimento cabe a cada uma das bibliotecas.

É esse cerco que o “leitor sensível” visa evitar. Como não existe curso ou linha de orientação, cada um tem seu método de trabalho. Parte produz um relatório sobre a obra como um todo. Outros comentam trecho a trecho, apontando por que tal termo é ofensivo ou tal passagem desrespeita determinada identidade.

“Com esse trabalho, transformo em força aquilo que me colocaria em desvantagem em uma sociedade que só valoriza homens brancos, heterossexuais e cisgênero, e recebo compensação financeira por algo que antes só servia para me discriminar”, diz o canadense Sharmake Bouraleh, 22.

Gay, negro, muçulmano e diagnosticado com transtornos de ansiedade, Bouraleh tem formação em escrita criativa. Ele diz ter sido atraído para a função por ter suas identidades marginalizadas e mal caracterizadas na literatura.

A americana Ashley Mitchell, revisora que decidiu atuar como “leitora sensível”, partilha desse objetivo. Ela afirma querer alertar escritores brancos sobre equívocos em personagens negros.

“Era visível para leitores politicamente corretos que essas representações não eram precisas e que isso poderia ser facilmente resolvido com o feedback de grupos marginalizados representados nas obras”.

MERCADO NACIONAL

No Brasil, a função dá seus primeiros passos. A Seguinte, segmento jovem do grupo Companhia das Letras, tomou a dianteira e contratou a advogada travesti Terra Johari, 25, para colaborar no processo de tradução de “Fera”, da americana Brie Spangler (ed. Seguinte, 384 págs., R$ 27,90). Uma das personagens é trans.

Johari avaliou a tradução de termos e diálogos e ajudou a elaborar um glossário de conceitos relacionados à transgeneridade. Pela produção de um parecer de nove páginas embasado em teorias de gênero e experiências pessoais, recebeu R$ 500. No mercado anglófono, esse serviço rende cerca de US$ 250 (R$ 825).

Para Nathalia Dimambro, editora da Seguinte, a experiência deve ser repetida. “Quando um autor escreve sobre uma minoria da qual não faz parte, pode sem querer reforçar estereótipos ou usar termos que sejam mal interpretados.”

Há quem enxergue o processo como tentativa de censura ou de impedir o escritor de apresentar sua visão de mundo, ainda que esta seja tachada de politicamente incorreta.

Stacy Whitman, editora da americana Lee and Low Books, discorda. Para ela, o processo de edição não pode ser confundido com censura.

Sarah Edkins, da PEN America, defende tanto o direito à liberdade de expressão quanto o de os editores rejeitarem o que não quiserem publicar. “Autores e editores sempre fizeram considerações individuais sobre a recepção das mensagens e a potencial repercussão social das obras.”

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– A Oração do Doador de Sangue.

Sou doador voluntário de sangue e hemoderivados (uma causa esquecida por muitos: a doação de plaquetas). Por conta da pandemia e de outras questões de saúde, precisei “dar um tempo” nas minhas doações (o que me pesa muito).

Poucos tem a consciência do quanto é necessário ajudar o próximo, pois o sangue é um elemento essencial à vida e INSUBSTITUÍVEL! A tão moderna tecnologia não conseguiu ainda substituir esse líquido precioso.

Recebi, e compartilho com outros doadores-leitores a Oração do Doador de Sangue, que achei sensacional!

Abaixo:

ORAÇÃO DO DOADOR DE SANGUE

Senhor, Bom Jesus, que para Salvação derramastes Vosso Precioso Sangue, olhai para mim que lembrando da Vossa Palavra… “todas as vezes que fizestes isto ao menor de meus irmãos, foi a mim que o fizestes” (cf Mt 25,40) desejo oferecer parte do meu sangue. E a Vós, Senhor, que faço esta oferta, em reconhecimento e gratidão pelo Dom do Vosso Sangue, que me concedestes sem merecimento algum de minha parte. Que a dádiva de vida que agora faço, resulte em saúde e felicidade para os irmãos e irmãs que dela vão se beneficiar, bem como em bênçãos para mim e aqueles que me são queridos. Assim seja.

– Cores do infinito.

Uma árvore solitária na divisa entre Jundiaí e Itupeva. Ao fundo, um cenário colorido do céu.

Como não ter inspiração?

É esse o desafio de quem curte mobgrafia: com um celular, registrar / eternizar um momento…

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– 7 anos do 7×1. E o que mudou?

Hoje faz exatamente 7 anos que a Seleção Brasileira foi humilhada e perdeu para a Alemanha por 7×1 na semifinal da Copa do Mundo.

Que os alemães eram melhores, tudo bem. Mas levar 7 em casa, e do jeito que foi, aí não tem desculpa.

Tenho certeza que tal vexame nos fez esquecer a perda da Copa de 50. Superamos um trauma com outro pior!

E o que mais assusta é o fato dos cartolas serem os mesmos, a estrutura idem e, por incrível que possa parecer, Neymar, que era a referência única, praticamente continua solitariamente tendo o mesmo fator de protagonismo…

Será que o 7×1 foi pouco para que existam mudanças de fato?

Talvez ficar fora de uma Copa do Mundo, não se classificando pelas Eliminatórias, seja o nosso ápice de incompetência e o start para as mudanças começarem de verdade. Mas ficará para 2026 essa situação, pois Tite superou tudo isso em 2018, levando o time para a Rússia – e repete essa superação em 2022, praticamente classificando para o Catar. Conseguirá fazer o mesmo para a Copa do Mundo na América do Norte?

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– 5a feira de beleza.

Como amo mexer no jardim e aprecio a beleza das flores, nada melhor do que colorir a timeline com essas maravilhas floridas, abaixo.

Não ficou ótima a “pose da roseira”, com o céu ao fundo?

Dois passatempos baratos e prazerosos: mobgrafia e jardinagem.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– E que vista…

🪟 Da #janela, vejo o #sol muito vivo de #natureza e #beleza indescritíveis.

Obrigado, #MãeTerra, pela paisagem inspiradora.

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🌱📸🌞 #FOTOGRAFIAéNOSSOhobby #inspiração #amanhecer #morning #BragançaPaulista #fotografia #landscape #sun #céu #landscapes 

– Adoremos o Santíssimo Sacramento, que é o Cristo Eucarístico – o Pão Celestial!

Quinta-feira é dia reservado pela Igreja Católica à Adoração ao Santíssimo Sacramento. Sendo assim, rezemos:

ORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO por Santo Afonso de Ligório.

Senhor meu Jesus Cristo, que pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-Vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar.

Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tem feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento; por me terdes concedido como advogada vossa Mãe Santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.

Eu vos saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração, e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de graças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adorar-Vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental está menos reverenciada e em maior abandono.

Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.

Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.

E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a Vós e renuncio toda a própria vontade.

Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do Santíssimo Sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.

Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atender. Amém.

Foto do interior da Capela do Santíssimo Sacramento da Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição (Bragança Paulista/ SP). Que linda pintura!

– #tbt 3: Criança sendo criança.

Nessa época de invasão digital em nossas casas, as antigas e pueris brincadeiras se tornam escassas.

Bolinha de gude? Pião? Boneca de Pano?

Cada vez mais essas diversões são trocadas pelos Tablets e Smartphones, sem praticar exercícios físicos nem relacionamento humano real, ao invés do virtual.

É por isso que subir em árvores, como minha filha Estelinha e meu sobrinho Miguelzinho estão fazendo na foto abaixo, deve ser algo a ser incentivado cada vez mais! Devemos sair do conforto do sofá e nos “sujarmos de terra”, ter contato com a natureza e com os amigos.

– #tbt 2: Einstein em SP.

Repost de #tbt:

Há pouco encontrei esse senhorzinho sentado num lounge paulistano (foto abaixo). Jeitão de maluco, cara de louco, um pouco teimoso. Mas parece ser gente boa. Apelido de “Bertinho”.

Acho que tem alguma coisa acima da média nele… Talvez o QI?

#AlbertEinsteinestátua do Hospital Israelita Albert Einstein, no bloco A, no Morumbi.

– Bom dia, 5a feira.

👊🏻 Olá amigos!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #Adidas #Asics
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NosssSenhoraAparecida, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade #Aparecida #Padroeira
Clique 2:

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com essas delicadezas amarelas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 Desperte, #BragançaPaulista.
Que a #QuintaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby