– Família nunca será problema.

Há 10 anos, uma declaração polêmica de um mestre do humor. Abaixo: 

E a entrevista do Chico Anysio à Revista Veja desta semana? Criticou todo mundo! Esbravejou sobre a Globo, sobre a sua família, sobre suas ex-mulheres, e sobre outras tantas coisas!

Mas um detalhe me chamou a atenção: o porquê dele se separar das esposas. Disse que:

“O casamento é justificado pelo filho, mas é também o filho que acaba com ele. Não há sexo que resista quando a mulher fala ‘acho que o menino acordou, já volto’. Espera aí, já volto? Acabei vários casamentos por causa desse ‘espera aí, já volto’”.

Caramba, hein?

Viúva de Chico Anysio solicita imóvel avaliado em R$ 7 milhões ...

– Todo dia é dia de Reconstrução! Mesmo que não pareça…

Há momentos na vida em que tudo parece difícil. Ficamos pessimistas, ranzinzas e… precisamos de um puxão de orelha ou um tapa na cara para entrarmos no eixo.

Quem nunca teve semanas de ânimo e outras de desânimo? Ou simplesmente variou de humor mais de uma vez por dia? Da euforia à desmotivação, todos somos vítimas. Ao mesmo tempo que o otimismo se divide com o pessimismo. São… fases! Momentos. Instantes!

Calma.

Tudo passa.

Precisamos povoar nossa mente de coisas boas e tomarmos cuidado com a ilusão. Nunca devemos nos precipitar ou nos acomodar. Devemos viver. Lutar, repensar, refazer-se! Ou melhor: acordar cientes de que a RECONSTRUÇÃO / REINVENÇÃO deve ser diária. 

Se um dia está difícil, parece que será sempre triste daquele momento em diante. E não é isso, pois aos poucos vai melhorar. E se está tudo muito bem, tenha a consciência de que não é algo sempre perene.

Insisto neste lembrete derradeiro: entenda que a vida é muito comprida e que instantes não são eternos – especialmente os ruins.

Vivamos. E que Deus nos ajuda nessa luta constante.

Como reconstruir minha vida sendo que eu mesmo a arruinei ...

 

 

– Sun.

Um entardecer magnífico na cidade de Jundiaí-SP!

Agora, 17h, e o brilho do sol vai mostrando toda a sua beleza nesta 5ª feira…

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– Sem sacrifício, tudo é mais difícil…

Por 40 anos, Virginia Rometty foi funcionária da IBM. Muitos deles como a CEO da empresa.

É dela a frase:

“Aprendi a sempre fazer o que nunca tinha tentado antes. Crescimento e conforto não coexistem”.

Taí uma verdade. Precisamos sair da inércia para crescermos, e isso nem sempre é fácil.

Você está disposto a se sacrificar / sair da zona de conforto para crescer?

Qual o problema da zona de conforto? | Fórum da Construção

– A polêmica do 24 nas camisas de futebol: do discurso à prática, o caminho é longo…

Já repararam que nos clubes de futebol no Brasil, a camisa número 24 é deixada, na maior parte das vezes, de lado? Inclusive, na própria Seleção Brasileira, onde a Justiça está questionando a ausência da numeração.

O UOL resumiu bem a pendenga recentemente em um artigo:

“O número 24 está historicamente relacionado ao homem gay no Brasil por causa do Jogo do Bicho, que associa a numeração ao veado — animal é usado de forma homofóbica como ofensa à população LGBT+. Por conta disso, o futebolbrasileiro já viveu diversos episódios de homofobia. O mais recente deles ocorreu na chegada de Cantillo no Corinthians, quando o então diretor de futebol e hoje presidente, Duílio Monteiro Alves, disse “24 aqui não” no meio da apresentação. Ele usava o número no Júnior Barranquilla. Duilio classificou a própria fala como “brincadeira infeliz”. Menos de um mês depois de ser apresentado, Cantillo foi a campo com o 24 nas costas.”

Aqui, temos três situações gerais para entidades e jogadores “não usarem a camisa 24”. Duas aceitáveis e uma não:

  • No mundo comercial, existem atletas que têm em seus números a identificação: R9, CR7, R10, KK22… e por aí vai. Ter algo assim é instrumento de marketing, simplesmente. Seja pela posição de campo ou de mercado, ou ainda por superstição, jogadores escolhem o que melhor convier.
  • A outra é a preocupação em não querer estar com um número do qual seja “chacota”: um heterossexual convicto pode não gostar de estar com o 24 pelas brincadeiras que outros o importunarão. Uma clara comodidade que não precisa ser contestada. A pessoa não é homofóbica, apenas quer evitar situações indevidas ou desconfortáveis a ele.
  • Por fim, a óbvia e a mais comum (lamentavelmente): a do não desejar por homofobia, que, lembremos, é crime.

Nos últimos dias, as agremiações fizeram manifestações de apoio à causa LGBTQIA+, e pintaram seus escudos com as cores do arco-íris, além de outras ações. Inclusive, falamos da necessidade de não dizer que é “cidadania de uma causa exclusiva no discurso” e praticar outras ações erradas (vide em: https://wp.me/p4RTuC-vM4).

Muitos clubes, sejamos sinceros, estão se promovendo com as causas e não trabalhando por ela. Entrem nas Redes Sociais deles e vejam os comentários dos torcedores sobre o “pintar o escudo” do time. Existirão barbaridades impressionantes… que não foram contestadas pelos administradores das páginas.

Lembrando sempre: respeitar o direito do próximo não é fazer apologiae é aí que reside o problema do ignorante. Defender alguém pelo direito de se expressar não significa que você concorde com ele, apenas está lhe dando o sagrado direito democrático de fala e de respeito.

Que os clubes que se manifestaram Brasil afora pratiquem o que pregam. Ou será que os gritos homofóbicos das arquibancadas voltarão quando os torcedores retornarem, com a desculpa de que “faz parte da cultura do futebol”?

– A Venda de Trabalhos Acadêmicos

Não é novidade que infelizmente muitos alunos compram trabalhos universitários. Mas o que estarrece é o tamanho desta criminosa indústria dos TCCs, Dissertações e Teses.

Nesta matéria (de redação antiga mas conteúdo atual), se tem a ideia do tamanho deste problema…

Compartilho, extraído do site “Educar para Crescer”: http://educarparacrescer.abril.uol.com.br/comportamento/comercio-trabalhos-universitarios-475098.shtml

ALUNOS NOTA R$ 10,00.

Oito anos depois, a jornalista ainda sorri aliviada ao lembrar da tarde em que deixou seu trabalho de conclusão de curso na secretaria da faculdade. “Não via a hora de entregar a monografia. Primeiro, foram 5 meses de sofrimento tentando fazer aquele troço. Depois, um mês com medo de que o cara que eu paguei para escrever não me entregasse”, diz ela. “Nem me lembro da nota. Só queria me formar.”

De lá pra cá, as coisas mudaram. Em 2001, a jornalista do parágrafo acima (que, por motivos óbvios, pediu anonimato) entregou sua graduação nas mãos de um sujeito que havia posto um disfarçado anúncio de “digitação de monografia” – “e ele nem sabia as regras da ABNT”, recorda ela. Hoje, o aluno sem escrúpulos e com dinheiro no bolso tem a seu dispor dezenas de portais profissionais, com ofertas escancaradas (“Delivery. Sua tese ou trabalho pronto em 96 horas”) e variadas formas de pagamento. Além de universalizar o acesso ao serviço, a internet também globalizou a produção: tem americanos encomendando artigos que serão escritos por indianos.

Desde a virada do século, quando começaram a surgir denúncias contra esse tipo de site, o Ministério da Educação costuma reforçar que a responsabilidade é das faculdades, que deveriam criar ferramentas para detectar esse tipo de fraude. Enquanto isso, no maior site do setor, uma animação faz surgir uma apresentadora se gabando: “Desde 2000, já atendemos mais de 36 mil alunos, com sucesso em 97% dos casos”.

Afinal, pagar para que alguém escreva seu trabalho da faculdade é antiético, mas não é crime. Mas, se o cliente sempre tem razão, o aluno não. Se um professor atento identifica um falso autor, a punição pode ir de uma nota 0 até uma expulsão. Infelizmente, poucos parecem capazes ou dispostos a tanto. Na verdade, ser pego depende principalmente do aluno: há quem não se dê ao trabalho de ler o que comprou, e roda na banca examinadora. Aliás, aliar falta de escrúpulos com preguiça não parece ser muito raro.

PAGANDO E PASSANDO

Na monografia que foi enviada, a parte de gestão da qualidade é muito complexa, de um nível muito elevado. Então, gostaria de pedir que fosse feita uma revisão. Não será preciso fazer novamente: só torná-la mais simples e de fácil entendimento. No máximo, 5 páginas. Aguardo retorno.” Com alguns cortes e várias correções, esse é um e-mail que uma estudante de administração enviou a um site de monografias prontas. Como se vê, capricharam demais na encomenda, obrigando a cliente a requisitar uma piorada no “seu” trabalho de conclusão de curso, deixando-o assim mais de acordo com sua suposta capacidade.

Esse tipo de pedido é comum. Afinal de contas, é de imaginar que alguém que compra um texto que deveria ter escrito não tem muito jogo de cintura para fingir ter feito um trabalho muito bom, ou simplesmente não está disposto a estudar para entender o que seu ghost-writer quis dizer. “Na verdade, a maioria dos clientes é simplesmente idiota”, diz o escritor americano Nick Mamatas (sim, o nome é real), que durante anos viveu de escrever trabalhos acadêmicos para outros. “Eles não deveriam estar na faculdade. Eles precisam comprar trabalhos prontos porque eles basicamente não entendem o que é uma monografia, muito menos o que os professores pedem que seja feito nela”, diz Nick, que ficou conhecido ao publicar na rede um artigo detalhando suas atividades. Segundo ele, existem outros dois perfis secundários de clientes: bons alunos que, vítimas das circunstâncias, não conseguiram fazer algum trabalho específico, e estrangeiros que não dominam o idioma do país em que estão e precisam de uma mão na tradução.

Para uma advogada que há dois anos faz trabalhos por encomenda no interior de São Paulo, o problema é maior porque o mercado acaba obrigando profissionais sem interesse ou talento para a pesquisa acadêmica a buscar um título de pós-graduado, mestre, doutorações. “São pessoas que não querem aprender nada, mas precisam daquele diploma. Para eles, encomendar um trabalho é driblar um incômodo, os fins justificam os meios.”

OMBRO AMIGO

“A confiança é peça fundamental das relações. Oferecemos toda a segurança para nossos clientes. Assim sendo, estamos habilitados para o cumprimento e a correspondência de toda confiança depositada em nossas mãos.” Parece anúncio de banco, mas é de um portal de trabalhos prontos. Espertamente, eles se vendem como amigos (“ajudamos você a fazer seu sonho acontecer”) e colocam os clientes como vítimas, que “encontram-se em um período atribulado de sua vida”.

Além de um ombro amigo e do sigilo, outra característica fundamental oferecida pelos sites é o “certificado Google-free”: caso alguém encasquete com o texto recebido, não vai encontrar na rede nada semelhante – é um trabalho original. Pagando um extra, também se consegue um “seguro-DDD”: aquela empresa se compromete a não vender aquele trabalho para universidades da mesma região. Ah, claro: todos dizem contar com um time de especialistas.

Uma vez aceitas as condições, chega a hora de fazer o orçamento. A média para um trabalho de graduação antigo é R$ 4 por página, e um novo, customizado, fica em R$ 7. Pós, doutorado e mestrado são gradualmente mais caros. Aí é só passar no caixa: todos operam com depósitos em conta dos maiores bancos, cartão de crédito e até boleto bancário.

AUTO-ENGANO

Diante dessa máfia globalizada e escancarada, argumentos éticos parecem não estar fazendo efeito. Professores mais espertos já estão vacinados contra mecanismos de busca, mas é difícil identificar encomendas feitas sob medida. Melhorar os exames orais é um caminho, mas isso só pegaria os desleixados que não leram direito o que pagaram.

Nessa situação, o aluno que busca a sensação de dever cumprido com o dever comprado fica se achando o malandrão. Mas pode se dar mal: uma graduação sem méritos pode até colocar alguém em um emprego bom, mas não segura a pessoa lá, principalmente se envolver o dia-a-dia da profissão. Uma lição grátis: pagar para resolver problemas no presente pode comprometer o futuro.

Saiba como evitar o plágio em trabalhos acadêmicos - Notícias UFJF

– Natureza belíssima.

🇺🇸 An extremely beautiful dawn in Jundiaí, interior of Brazil. Cheer the nature!

🇧🇷 Um amanhecer extremamente bonito em Jundiaí, interior do Brasil. Viva a natureza!

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– “Santo de casa não faz milagre”?

Se você não sabe de onde vem tal dito popular acima, saiba que é inspirado no Evangelho! (Mc 6, 1-6). Abaixo:

Naquele tempo, Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam. Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga.

Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: ‘De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres realizados por suas mãos? Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?’ E ficaram escandalizados por causa dele.

Jesus lhes dizia: ‘Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares’. E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. E admirou-se com a falta de fé deles.

Jesus percorria os povoados da redondeza, ensinando.

Pois é: muitas vezes, não valorizamos o que está próximo de nós, ou desconfiamos de alguém pela proximidade que temos dela.

Na verdade, há aqueles que ainda nos dias de hoje discriminam pessoas pela sua origem, condição financeira, geográfica, raça ou sexo.

– Quando você está na balsa…

Relembrando um dia na balsa: quem frequenta o Litoral Paulista, não vacila em descer do carro na travessia Santos-Guarujá e registrar um bom clique!

Olhe aqui, do ano passado, o sol brilhando no Atlântico…

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– Uruguai será declarado Tetracampeão Mundial, sinaliza a FIFA. E outras entidades, se quiserem co-existir?

O Uruguai é conhecido como “Celeste Olímpica”, pois foi medalhista de ouro nas Olimpíadas de 1924 e 1928. Depois, venceu as Copas do Mundo de 1930 e 1950.

A FIFA, segundo o importante jornal “A Bola”, reconhecerá os uruguaios como Tetracampeões Mundiais, considerando as conquistas olímpicas com o valor de Copa do Mundo, já que não existia a competição na época e os torneios de futebol durante os Jogos Olímpicos foram organizados por ela própria, FIFA.

O que isso significa?

Que fora da FIFA, “não existe futebol reconhecido por ela”. Para os mesmos torneios olímpicos de outras edições não valem esse critério, pois ela não estava na organização.

Sendo assim, temos dois mundos: o “Mundo FIFA” e o “Fora da FIFA”. Se Brasil, Argentina, Uruguai, Alemanha, Itália, Inglaterra, Espanha e França resolverem jogar por um mês entre si em 2024 numa competição promovida por eles próprios e for chamada “Desafio dos Campeões Mundiais”, o campeão desse torneio de altíssimo nível não será reconhecido pela entidade.

A FIFA tem poder “cartorial”. Se ela bater o martelo, vale – como um carimbo de cartório. Na prática, isso ainda funciona…

Será que no futuro teremos “concorrentes da FIFA” (como Confederação Mundial de Futebol, Federação de Futebol Mundial ou algo que o valha, concorrendo em torneios de importância? Nas tabelas históricas, veremos Seleções campeões da “Copa do Mundo FIFA” e “Copa do Mundo Entidade XYZ” ou de outra federação de futebol?

Diante disso, o Palmeiras, se vencesse o Mundial de Clubes 2020, poderia dizer que seria Bicampeão Mundial – uma vez pela Word Cup FIFA e outra pela Taça Rio? Se surgir outra entidade (por exemplo, a “Federação Mundial de Futebol de Campo – FMFC“), e o São Paulo FC disputasse e vencesse, seria Tetracampeão do Mundo (Duas pela Copa Intercontinental Toyota, um pela Word Cup FIFA e outra pela Copa do Mundo de Clubes da FMFC)?

Veremos como será o futuro.

Afinal de contas, o Uruguai é tetracampeão mundial? Entenda a história, e a  'resolução' do problema | Goal.com

– Praia da Bruna, litoral alagoano.

Ô, saudade de curtir uma preguiça!

Relembrando um dia bom: 28/12/2018, Praia da Bruna – Maragogi/AL.

Quando terei:
– tempo,
– dinheiro e
– segurança pós-pandemia?

Vontade de ir pra lá de novo é grande, mas me carecem os itens acima…

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– A Preparação Mental contra o Medo e a Ansiedade

Treinar a mente contra os fantasmas do dia-a-dia é fácil? Claro que não. Idem ao superar traumas que remanescem em nossas cabeças.

Leio como a surfista Maya Gabeira (a brasileira que caiu de uma onda de 20 metros em Nazaré, Portugal, ficando 9 minutos se debatendo nas ondas e sofrendo duas cirurgias complicadas na coluna) venceu as dificuldades com um misto de preparação mental à base de MEDO e CONFIANÇA. Todo o processo levou 2 anos!

Abaixo, extraído de: Época Negócios, coluna Insights, pg 122-123, Maio 2016.

A MESMA ONDA, SÓ QUE DIFERENTE

Maya Gabeira conta que a ansiedade e o medo quase a fizeram desistir de voltar ao mar. Acompanhe algumas dicas da surfista para treinar a mente e superar o trauma.

1- SEJA PRIMITIVO

Confiar nos seus instintos de sobrevivência é fundamental para se sair bem numa situação extrema.

2- PERMITA-SE SENTIR MEDO

O medo é o combustível para a superação. Permite que se corram riscos, mas riscos controlados.

3- DÊ TEMPO AO TEMPO

Para voltar à forma e superar o trauma, é preciso retomar a confiança em si mesmo. O segredo é recomeçar com desafios menores e ir aumentando as dificuldades aos poucos.

4- VALORIZE O TREINAMENTO

É impossível controlar as forças da natureza. Mas é possível simular os contratempos e treinar o corpo a agir rápido e se proteger.

Quando usar MAIS ou MAS: dicas para sua preparação