Disse à Sportv o treinador português Abel:
“Tô mesmo a espera de ser despedido. Minha filha está completando dez anos, Primeira Comunhão, está do outro lado do atlântico e eu estou aqui abrindo mão desses momentos para triunfar”.
Taí algo curioso. Pode ser que na hora que eu tenha publicado esse texto (escrevi ontem à tarde), muita coisa tenha acontecido. Mas como interpretar essa fala?
Você pode entender que ele foi irônico no início da explanação e quis afirmar que, apesar da saudade da família, vai seguir até o final do contrato, dando segurança à diretoria.
Ou…
Pode entender que foi uma desabafo, uma instabilidade emocional que revela a sua real expectativa: de ser demitido.
Talvez o melhor a ser feito era não ter dito nada…
