Ontem abordamos o que era esperado da arbitragem de Flávio R Souza para o Choque-Rei de ida: jogo “picado”, faltoso, pouco tempo de bola rolando e com muitas reclamações e pouco rigor disciplinar nos cartões (de fato, baixíssimo número de advertências para um alto número de faltas). Vide em: https://wp.me/p4RTuC-uY2. A previsão e concretizou.
E para o jogo de volta?
Em poucas horas a FPF deve confirmar Raphael Claus como árbitro da finalíssima (correndo por fora Luiz Flávio de Oliveira e imagino que com pouca chance para Edina Alves Batista – os 3 possíveis e disponíveis para a escala). Independente do nome, o árbitro terá possibilidade de, sendo o último jogo, cumprir a regra sem recalques ou precauções: expulsar e/ou amarelar quem for necessário, aplicar a lei da vantagem fazendo o jogo fluir, não marcar qualquer faltinha para matar o tempo e ter “carta branca” para não mediar, mas sim apitar.
Como dissemos anteriormente, o cenário do 1o jogo, relatado no link da postagem acima, era esperado. Assim como para o 2o jogo é esperado que as equipes busquem o gol e o árbitro tenha facilidade de apitar “sem rédeas” ou medo de veto.
Desejo boa sorte aos clubes e grande arbitragem.
