Nesta última semana, um exemplo maravilhoso de respeito ao consumidor, humanidade e “sensibilidade corporativa”: o Boticário produziu frascos com um perfume, o “Annete”, que estava descontinuado há algum tempo, para consolar uma mãe que chorava a morte de seu filho.
A fragrância do perfume era a recordação de dona Wanda, uma senhora de 76 anos (veja no link abaixo a história dela).
Fica a reflexão: é tão sacrificante para algumas organizações humanizar o relacionamento? Quantas empresas não se dedicam exclusivamente a métodos fechados, automatizados, frios e burocráticos de relacionamento com seus consumidores?

