– Como se preparar para uma Missa não-presencial, em 10 dicas!

As Missas on-lines serão (de novo) frequentes nas Dioceses que tiveram que suspender as celebrações presenciais devido ao Covid-19.

Mas como se preparar para participar de uma Missa não estando presente na Igreja, de maneira adequada?

A dica vem da nossa Diocese, aqui de Jundiaí:

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– Ninguém à beira do Lago…

Entardecendo ao lado de Orfeu!

Faz dias que não se pode passear à pé nos Lagos do Taboão e Orfeu, em Bragança Paulista, devido à explosão de casos da Covid-19. Hoje, de carro, “saquei” este clique!

Acabe logo, pandemia, para curtirmos as belezas da natureza.

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– Um recado para você:

UNIÃO – Vale a pena brigar com seu amigo por político?

Quanta gente bacana “se matando” por questões ideológicas ou por Lula, Bolsonaro e Dória

Nesta desunião, quem ganha é a Pandemia.

Uma breve reflexão, em: https://youtu.be/7A4pR8Y10Mg

 

– Em que lugar devemos priorizar nossa faxina interior?

Escrevo agora, dentro do lava-rápido de um posto (e a foto abaixo não me deixa mentir):

Se fosse para dar uma “lavagem completa” na gente mesmo, onde se esfregaria mais: na alma, na mente ou no coração?

Trocando em miúdos, ou seja: na fé, na razão ou na emoção?

– Valorização por resultados ou por relacionamentos?

Comumente, discutimos em sala de aula a respeito do ambiente organizacional. Historicamente, as empresas, desde os tempos tayloristas, determinaram valores imprescindíveis às organizações. Esses valores deveriam ser cuidados com atenção, pois eram as variáveis determinantes do sucesso na empresa. No começo do século, tal variável foi a boa realização das tarefas (executar corretamente o serviço era o principal). Na década de 20, surgiu a preocupação com a manutenção da estrutura (estrutura forte, organização perene) . Já nos anos 30/40, surgiu a preocupação com o relacionamento social, e descobriu-se, pasmem, que o grande patrimônio das instituições eram suas pessoas. Nos anos 70 a preocupação começou a se transferir para a harmonia nas relações do trabalho, focando o ambiente. Por fim, a última variável, iniciada nos anos 90, passou a ser tecnologia. Hoje, talvez possamos afirmar que a nova variável é a informação, compartilhada pelos meios de comunicação, mas também por conhecimentos agregados pelos funcionários. Assim, a valorização do empregado e o bom relacionamento estão novamente em voga.

Diante disso, compartilho um artigo interessante, de Adriano Silva, extraído do Blog do Executivo Ingênuo, discutindo onde seria melhor trabalhar: nas empresas que valorizam o relacionamento ou os resultados?

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/blogs/manualdoexecutivo/listar1.shtml

ONDE VOCÊ QUER TRABALHAR?

Há empresas que tem uma cultura baseada no relacionamento. E há empresas que tem uma cultura baseada nos resultados. Claro que nas empresas que priorizam o relacionamento o bottom-line também é importante. Claro que nas empresas que priorizam os resultados o networking também é levado em conta. Mas o que as separa de modo cabal é o estilo que estas escolhas dão à empresa, ao clima interno, ao tipo de gente que conseguem atrair, formar e reter.

Nas culturas de relacionamento, você precisa fazer conexões com todo mundo, precisa ser gostado, precisa ter a confiança absoluta do seu chefe, precisa ser cordato ainda que preferisse discordar, precisa obedecer ainda que preferisse questionar, precisa virar um yesman para não desagradar ninguém. Nesses ambientes, é preciso ser político. Fazer alianças, conchavar, nunca dizer o que está pensando de verdade e nunca dizer nada frontalmente. Em empresas que operam por essa lógica, as árvores estão cheias de cágados. Como você sabe, cágados não sobem em árvores. Antes que você fique intrigado, e às vezes indignado, com o fato de aquele quelônio estar num galho tão alto, num lugar completamente fora das possibilidades concretas daquele animal, lembre de que alguém colocou o cágado lá em cima. E é para ficar lá exatamente porque ele é um cágado.

Nas culturas de resultado, você precisa inovar, fazer acontecer, trazer o número, bater a meta. Precisa expressar as suas divergências para que elas não sejam soterradas, inchem debaixo do tapete, e atrapalhem a sua performance e a do time – o que acaba sendo ruim para todo mundo. Uma amiga me conta que o presidente da Inbev, Carlos Brito, faz uma exigência muito clara a todos os seus colaboradores: “Não tenha dor de estômago.” Significa não guardar nada, para não virar bílis. Significa explicitar as discordâncias, resolvê-las abertamente, e seguir vivendo e produzindo. Em ambientes assim, conversas laterais, amarrações silenciosas e pactos secretos não pegam muito bem. O negócio é ser transparente e exigir transparência, disseminar e consumir informação abertamente, e ganhar dinheiro.

 Onde você prefere trabalhar?

Resultados do varejo aliado a inovação e valorização do shopper

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Dever de casa com diversão.

Como a atividade escolar de hoje era organizar brinquedos, fizemos com muito bom gosto!

Tem de tudo: Lols, Shopinks, Minions, Hello Kits…

Não foi fácil para o pai, mas para a filha, pura (e demorada) diversão.

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– Eu queria ser o piloto!

Flagrei esse avião às 06h40. Que bicho barulhento! Mas confesso: eu queria ser o piloto para ter a vista tão bonita da paisagem de Bragança Paulista…

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– E se o futebol brasileiro imitar a NBA na Flórida?

No ano passado, durante a explosão de casos de Covid-19 na primeira-onda, a Liga de Basquetebol Norte-Americana escolheu a Disney como “cidade-sede” e realizou seus jogos por lá. Testou todos os atletas, os isolou e resolveu a pendenga.

Aqui, testa-se atletas e os mesmos ficam dando “bobeira” até o próximo jogo / concentração. Vide os atletas do Corinthians que foram flagrados em um resort…

Se é para continuar o futebol e não parar na Pandemia, por quê não se fazer de maneira racional, diferente do que se faz hoje, com protocolo falhos e irresponsabilidade dos atletas (além, das longas viagens)?

Escolha-se uma cidade “menos problemática”, a faça de sede e isole todo mundo. Assim será possível ter futebol. O quanto menos se viajar, melhor.

NBA poderá ter Walt Disney World como sede única em retomada

– Empatia e Profissionalismo

Compartilho ótimo artigo do professor José Renato Sátiro Santiago a respeito dos delicados cuidados com a Empatia no mundo organizacional. Vale a pena dar uma conferida! Abaixo:

Extraído de: http://fb.me/2CISbo93z

EMPATIA, TOME CUIDADO! ELA TAMBÉM PODE ESCONDER SÉRIOS PROBLEMAS E DEFEITOS

Quantas vezes – creio que muitas – usamos a palavra empatia para qualificar pessoas que demonstram de uma forma natural algo bom, positivo e até amigo. Pois bem, não há duvida que a empatia é algo positivo.

Muitas vezes, quando não achamos palavras para qualificar alguém, costumamos falar: “Fulano tem uma empatia… fora do comum.”. Algo que, às vezes, procuramos ter também principalmente em nossas primeiras impressões, quer sejam com amigos ou, até mesmo, desconhecidos.

Costumamos gostar, facilmente, de pessoas que têm empatia, mostrar certa proximidade ou até certa dose de alinhamento com as nossas crenças. E normalmente isto ocorre de forma rápida, quase imediata, uma vez que a empatia é algo que “ou o sicrano tem ou não tem…”, isto é, acredita-se que seja algo difícil de desenvolver como se fosse alguma coisa que já viesse naturalmente com a pessoa.

Pois bem, infelizmente esta empatia, muitas vezes, por não ser algo construído sob os fortes alicerces da confiança e dos valores pode esconder sérios problemas, muitos defeitos, até mesmo destrutivos.

Gostamos de pessoas que tem empatia. No entanto, precisamos fundamentar esta empatia em fatos e ações que estas pessoas costumam tomar, em seus valores, nas suas atitudes, nas suas formas de agir.

Ter um pé atrás talvez não seja o termo mais adequado, mas sim, estabelecermos motivos e razões que possam transformar esta empatia em algo muito mais importante: confiança. Esta sim, coisa de grande valor em que podemos suportar e mais, algo com que realmente podemos qualificar uma pessoa. E que ela, certamente, irá apreciar muita mais ser confiável a ter empatia, simplesmente.

Resultado de imagem para empatia

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

– Bom dia, 5a feira.

👊🏻 Olá amigos!
Um novo dia (que há de ser próspero) surgiu. Vamos aproveitá-ló?
Para ter #ânimo, s’imbora correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina.
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #training #corrida #sport #esporte #running #asics #nike
Clique 1:

🙏🏻 Correndo e Meditando:
Ó #NossaSenhoraDeFátima, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Maria #NossaSenhora #Fátima #PorUmMundoDePaz #VirgemMaria #Peace #Tolerância #Fraternidade
Clique 2:

Imagem extraída da Internet, autoria desconhecida.

🌺 Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza da #natureza.
Hoje, com essas #lantanas coloridas.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #flores #garden #flora #run #running #esporte #alongamento
Clique 3:

🌅 06h30 – Desperte, #BragançaPaulista, com essas #nuvens povoando o infinito #céu no #amanhecer.
Que a #QuintaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia
Clique 4:

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #tbt3: Ensolarado.

E já que é dia recordar fotos… o #tbt derradeiro de Jundiaí, há 3 anos, com esse incrível sol:

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby

– #tbt2: Viva a família!

A vida precisa ser alicerçada na família. Nela, pequena comunidade de amor, nasce a Educação, o Carinho e a Compreensão.

Estruturemos e louvemos as famílias!

– #tbt1: Ser bicho ou ser gente?

Há 1 ano…

Ao tratar do nosso burrinho Teobaldo hoje, “caí em tentação” com o seguinte pensamento:‬

‪- Será que “ser um animal” como ele é, não é melhor do que ser gente e se preocupar com Saúde, Contas a Pagar, Violência, Política…?‬

‪Aí me lembrei das pessoas que amo. Nem precisei pensar mais, pela obviedade.

A vida é um desafio que vale a pena!