– WAKE ou não?

Quem quer praticar Wake?

Por curiosidade, parei na Lagoa do Biriçá (em Bragança Paulista) e perguntei: por R$ 130,00, você “anda de skate” sobre as águas por ½ hora!

Eu prefiro andar a mesmo…

– O escárnio da festa de Arthur Lira: teve até minuto de silêncio para as vítimas de Covid!

A festa do deputado Arthur Lira, novo presidente da Câmara, contou com sua base de apoio bolsonarista e até de alguns desafetos. Porém, num clima de “aqui não existe pandemia”, muita badalação e falta de máscaras

O mais curioso: em meio a champanhes, foi realizado um minuto de silêncio em memória das vítimas de Covid.

Pode? Quem desdenha do vírus praticar este ato tipicamente “protocolar”?

O vídeo em: https://www.youtube.com/watch?v=MgLVt28vRZI

– Trabalhar é necessário. Mas lembremo-nos do equilíbrio e de… saber viver!

Achei verdadeiro e sensacional tal alerta sobre ser os cuidados sobre a cobrança de que devemos trabalhar incessantemente (abaixo na imagem), e aqui registro que é a visão de um semi-workaholic (eu).

A imposição de um ritmo frenético e a chamada “ditadura do sucesso”, supostamente necessária a qualquer custo, cansa. É lógico que devemos produzir, estudar, fazer a diferença. Mas o custo disso pode ser muito alto e não compensar.

E a família? E os prazeres? E os momentos de introspecção e calmaria?

Gostei demais dessa mensagem, na figura, de lembrarmos do necessário equilíbrio. Compartilho-a:

JOAO BATISTA

– Adorar o Cordeiro Imolado.

Todas as 5as feiras, na Igreja Católica, são dedicadas à Adoração ao Santíssimo Sacramento – o Corpo de Cristo, Jesus Eucarístico, Pão dos Anjos e Alimento da Alma.

Já fez sua prece hoje e/ou reservou um momento para seu lado espiritual?

🙏🏻#Catolicismo #Eucaristia #Fé #Espiritualidade #Santidade

 

– Afinal: o Palmeiras tem Mundial ou não?

Imagino como o torcedor do Palmeiras deve ficar irritado quando se bolina: “o Palmeiras não tem Mundial”.

Agora, às vésperas do início do Mundial de Clubes do Catar 2020, a FIFA, em seu site, na página promocional do evento, destacou que:

“Palmeiras also won the Copa Rio 1951, the first intercontinental club tournament. The eight-team event featured Austria Vienna, Juventus, Nacional and Sporting.”

Ou seja: a entidade, como já fez anteriormente, entende que o clube é o Primeiro Campeão Intercontinental do Mundo (lembrando que a Copa Rio ocorreu não só em 51, mas em 52 e 53). Mas a expressão “Primeiro Campeão Mundial de Futebol”, como os eventos que tem “carimbo da FIFA”, não aparece.

E para você: o Palmeiras pode ser considerado o Primeiro Campeão Mundial de Clubes (pelo Intercontinental Copa Rio, assim como os Intercontinentais Europa-América do Sul, vencidos pelo Santos de Pelé, que eram Mundiais da Época)?

Minha opinião no texto a seguir, abaixo, há 3 anos, quando houve o primeiro pronunciamento da entidade sobre esses torneios citados:

SÓ VALE O QUE A FIFA DIZ?

A FIFA se pronunciou nesta 6a feira a pedido da Conmebol e aceitou o reconhecimento dos Campeões dos Títulos Intercontinentais da Toyota Cup como Campeões Mundiais de Futebol (coisa que ela não havia feito até então).

Nesta oportunidade, não citou o Palmeiras e o Fluminense (que pleiteavam o mesmo reconhecimento via Taça Rio, um Torneio de Clubes Campeões Mundiais da época, em 1951 e 1952, não organizado pela FIFA na época).

Essa grande discussão, em janeiro, foi instigada sabiamente por Jamil Chade, e nela a FIFA reconheceu os clubes que disputaram torneios fora da sua organização como “campeões de dimensão mundial“.

Abaixo, na época, deste blog:

A FIFA QUIS CRIAR A POLÊMICA DOS TÍTULOS MUNDIAIS DE CLUBES POR INTERESSE PRÓPRIO.

Uma discussão provocativa ou até mesmo desnecessária, causada intencionalmente pela FIFA: a pedido do jornalista Jamil Chade do jornal O Estado de São Paulo, a entidade se manifestou sobre quem são os campeões mundiais de futebol nos torneios entre clubes.

Para ela, são reconhecidamente campeões, de maneira oficial, os vencedores dos torneios organizados em 2000 e de 2005 em diante (até hoje). Os da Copa Rio e os do Torneio Intercontinental Europa – América do Sul, segundo ela, são reconhecidamente vencedores de torneios de dimensão mundial.

Ora, e muda o quê?

NADA, embora ela queira instigar o valor dos torneios, sem desvalorizá-los diretamente. E existe uma lógica na “estratégia” da FIFA, pois ela cita em seu pronunciamento, e o faz de maneira escrita e nominal, que a Copa Rio de 1951 e 1952, além do Intercontinental disputado entre os campeões europeus e sulamericanos (via UEFA pela Champions League e CONMEBOL pela Libertadores da América) são iniciativas de “torneios de dimensões mundiais” nas quais não pode dar sua chancela. E isso é evidente, já que não foi ela quem os organizou!

Mais do que isso: ela acaba ratificando que o Palmeiras (vencedor da Copa Rio 51) é o 1o campeão de dimensão mundial de um torneio entre clubes (no qual ela se recusa a chamar de campeão mundial unicamente por não ter sido de sua promoção), aceita o Fluminense tão campeão mundial quanto o Palmeiras (afinal, ela fala do torneio vencido pelos cariocas em 52) e assume que os jogos intercontinentais da década de 60 até o último do ano 2000, organizados pela Toyota (não cita explicitamente a montadora japonesa já que coreanos da Hyundai, parceiros atuais da FIFA, não ficariam à vontade) são da mesma importância. Por fim, destaca, disfarçadamente, que só pode reconhecer os que ela criou.

Trocando em miúdos: a FIFA admite a existência de torneios mundiais em outros tempos antes do dela, mas se recusa a reconhecê-los, pois, afinal, ela só valida o que ela mesmo criou.

Vaidade e necessidade de valorizar seu torneio. Simples. Afinal, como sugeriria australianos, japoneses, africanos e outros times do mundo para dar caráter global, se não fosse por essa competição? Tanto que ela não consegue dizer aberta e claramente que o Santos de Pelé, o São Paulo de Telê, o Flamengo de Zico ou qualquer time argentino que venceu o Intercontinental não são campeões mundiais de futebol via outros organizadores. Ou alguém um dia conseguiu registrar tal afirmação, ou melhor, negação?

E sabe de quem é a culpa de tudo isso? Dos INGLESES, os “pais” do futebol! Eles relutaram em aceitar a FIFA como instituição “dona do esporte” (na época, repleta de franceses, seus arquirrivais), se filiando em 1906 mas saindo em 1928, se recusando a participar das Copas do Mundo até 1950 (ficaram mais de 20 anos fora da FIFA). Quase montaram uma instituição concorrente, o que não se concretizou. Lembre-se, a FIFA é uma empresa privada, não uma ONG solidária de ciência e cultura esportiva.

Objetivamente: quer dizer que o futebol, em geral, inexistia antes da FIFA? É claro que não, mas pelo seu peso e importância, ela forçosamente quer criar tal situação. Portanto, esqueça tal balela de botequim e reconheça: existem os Campeões Mundiais de Clubes dos torneios oficiais da FIFA e outros Campeões Mundiais de Clubes dos torneios não promovidos por ela (pois ela não tinha interesse comercial de fazê-lo até aquele momento). E nem diga que o fato de não ter todos os continentes nas edições não-FIFA não é algo mundial, pois também na Copa do Mundo de Seleções nem sempre tivemos também todos os 5 continentes (que para ela são 6)!

Abaixo, o “print” do comunicado oficial da FIFA gentilmente publicado por Jamil Chade em seu twitter:

bomba.jpg

– Carta ao Gato.

Caro senhor gatinho,

Venho por esta, escrever o meu descontentamento por estar fazendo xixi na minha garagem, além do mal estar em te ver dormindo em cima do meu carro.

Eu sei que você é um felino sem lar. Eu sei que todos colocam comida pra você com carinho (incluindo quem vos escreve). Eu sei também que a natureza nos pede para cuidarmos dos bichinhos abandonados. Mas colabore, né?

Obrigado, amigo gato.

Att,
O cara que limpa a garagem (eu).