– Devemos repensar sul-americanos diretamente classificados na Copa do Mundo de Clubes?

Eu havia redigido uma postagem dizendo que, se o Palmeiras perdesse do Tigres, “pela equipe que os mexicanos são”, não era vexame (vide em: https://wp.me/p4RTuC-tcJ).

Mas algo preocupante: os clubes da Conmebol já foram eliminados por equipes da Europa (na final), por times da África e da Ásia (semifinal), hoje por equipe da Concacaf – e só não enfrentaram da Oceania para sabermos se existia a possibilidade de derrota (logicamente, utópica).

Será que os sul-americanos entrarem na semifinal direto, como é atualmente, não há de se repensar?

– Há exatos 57 anos, os Beatles eram chamados de Desafinados!

Faz 57 anos tal fato: os Beatles desembarcavam nos EUA pela primeira vez, e… Mesmo  já relativamente famosos, foram chamados de “ridículos” e “caipiras”.

A CBS chegou a dizer, vejam só: “Não-heróis, fazendo não-música, com não-cortes de cabelo”.

Aliás, além das críticas dizerem que eles eram apenas “publicidade europeia”, os americanos adoravam falar sobre os cabelos do pessoal de Liverpool. Veja abaixo a matéria feita sobre os 50 anos da data, em:

http://g1.globo.com/musica/noticia/2014/02/ha-50-anos-ida-dos-beatles-eua-foi-criticada-ridiculos-cabelo-de-tigela.html

BEATLEFOBIA

O primeiro desembarque dos Beatles nos EUA, que completa 50 anos nesta sexta-feira (7), foi criticado e ridicularizado em jornais norte-americanos, mesmo com a crescente “beatlemania” dos fãs no país. O quarteto britânico era um “desastre” com “cabelos de tigela de pudim” para a revista “Newsweek”. “Ridículos”, atacou o jornal “Daily News”.

A chegada da banda a Nova York, em 7 de fevereiro de 1964, foi episódio fundamental na história da música pop. É um marco da “invasão britânica” às paradas americanas. Mas, para o “New York Daily News”, seria apenas “leve entretenimento” passageiro, enquanto não vinham problemas mais pesados, como a Guerra Fria.

No aeroporto, John, Paul, George e Ringo rebateram perguntas maliciosas em entrevista coletiva. “Que acham de Beethoven?”, quis saber um repórter. “Ótimo. Especialmente seus poemas”, troçou Ringo. “Já decidiram quando vão se aposentar?“, atacou outro. “Semana que vem”, disse Lennon. A banda seguiu por mais seis anos e nunca mais foi tratada com tanto desdém.

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– E imitamos Jesus verdadeiramente?

Na liturgia da Santa Missa deste domingo, nós vemos Jesus curando pessoas, chamando e incentivando seus discípulos e, principalmente, conforme São Marcos no Evangelho deste domingo, Ele dizendo:

“‘Vamos a outros lugares, às aldeias da redondeza! Devo pregar também ali, pois foi para isso que eu vim’. E andava por toda a Galileia, pregando em suas sinagogas e expulsando os demônios.

Ficamos, então, instigados: se somos cristãos de verdade (ou seja: imitadores dEle, “novos Cristos”), praticamos sua Palavra e O imitamos?

Se queremos ser bons católicos, precisamos pregar e agir. Os “milagres dos dias modernos” mais necessários são o acolhimento, a paz, a coesão e a concórdia.

Ter empatia e amor ao próximo, cá entre nós, são verdadeiras proezas nestes tempos tão materialista e pouco espiritualizado

– Árbitras brasileiras em campo: o simbolismo da escala de um trio feminino em competição masculina da FIFA.

Quando selecionadas as brasileiras Edna Alves e Neuza Back pela FIFA para o Mundial de Clubes do Catar 2020, tal fato causou muita surpresa para muitos – devido ao ineditismo. Também houve ciúmes e, lamentavelmente, até torcida contra. Abordamos isso em: https://wp.me/p4RTuC-sLt.   

Agora, finalmente, as juízes brasileiras são escaladas para a disputa do 5o x 6o lugar entre Al Duhail (Catar) vs Ulsan Hyundai (Coreia do Sul). Uma vitória!
Alguns amigos acham que é uma medida apenas para “fazer média”, devido a insignificância da importância do jogo (cá entre nós, jogo que vale o “título de 5o colocado” é realmente sem graça), dizendo que, se é para quebrar tabu, que seja em algo que tenha maior valor (como uma semifinal ou final).
Respeito tais pontos de vista, mas penso e reforço: é uma vitória para elas

Quando foi que a FIFA escalou num torneio global um trio inteiramente feminino em evento mundial masculino entre profissionais? É uma “primeira vez”, uma quebra de paradigmas – que, tomara, seja “pra valer” – onde a meritocracia independerá de gênero.

O simbolismo disso é mais amplo: estarão em campo num local machista culturalmente, onde as mulheres daquela região do mundo são marginalizadas em boa parte das atividades.

Torcerei por elas, representando as mulheres competentes e um novo momento da própria FIFA.

Se corresponderem à altura, não terá sido relevante a ideia de “fazer média”, pois a demonstração de competência terá falado mais alto e aberto uma porta que não se fechará.

A equipe de arbitragem será composta por:

ARB: Edna Alves Batista (BRA).
Bd1: Neuza Back (BRA).
Bd2: Marianna de Almeida (ARG).
4ºArb: Abdelkader Zitouni (TUN).
5ºArb: Humberto Panjoj (GUA).
VAR: Nicollas Gallo (COL).
AVAR: Julio Bascunan (CHI).

Boa sorte a elas!

– Bom dia, Domingo.

Despertando, Bragança Paulista, com esse gigantesco e brilhante sol.

Que o domingo possa valer a pena, seja neste lugar tão bonito, ou em qualquer outro rincão.

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