Repost de 4 anos, mas oportuno atualmente…
O episódio do maluco que foi morto ao assediar a modelo Ana Hickmann (um fã desloucado) mostra como o fanatismo e a paixão trazem à loucura. Depois do episódio de sábado, outro aconteceu nesta 3a feira: um cidadão apaixonado pela cantora Anitta pulou para dentro da casa dela para conhecê-la.
É difícil ser “um rosto conhecido”?
Claro que é. Certa vez li uma crítica da presidente Dilma Rousseff a respeito da dificuldade em poder pedalar sua bicicleta com tranquilidade (hobby que ela mantém). Ela disse:
“Você não sabe o valor do anonimato“.
Ora, ser presidente, ator, cantor, jogador de futebol e outras atividades tem um custo social.
A privacidade torna-se menor, bem como a exposição se torna perigosa (como os acontecidos acima, infelizmente). Nem todos sabem lidar com o assédio do público e da imprensa. Cito como exemplo no meio artístico Tony Ramos, sempre solícito e carismático.
A questão é: a perda do anonimato por causa positiva traz seus incômodos mas massageia o ego. Mas e os demais infortúnios?
Vale pensar…

