– Fim do bonito dia!

A cansativa quarta-feira que tive acabou. Mas valeu a pena curtir a paisagem desta tarde.

Veja só as 16h30, que bela imagem:

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Por fim, encerrando a jornada, flores de pétalas bicolores do nosso canteiro:

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– Os números do Covid_19 no Brasil são reais ou irreais?

Se você não tomar cuidado, enlouquece! Nessas horas, a sensatez e serenidade devem andar juntas, especialmente quando entramos nas Redes Sociais.

Os números e fotos a respeito do Novo Coronavírus, essa pandemia que paralisou o planeta e que é altamente contagioso, assustam. E é bom que as pessoas tenham a realidade dos fatos em destaque, a fim de que se previnam.

Porém, no mundo virtual há aqueles que desconfiam de tudo (até da existência do vírus). Outros, mais descrentes, dizem que a pretexto de interesses econômicos, a pessoa morre de câncer e é creditada como Covid_19.

Usando sempre a lógica e o bom senso, a verdade pode ser exatamente o contrário: com a falta de testes para a população, com o descuido de muitas pessoas e a existência de assintomáticos pela natureza do próprio agente contaminador, o número de infectados e de mortos deve ser bem maior do que o divulgado. 

Aliás, nunca se saberá ao certo quantos foram vítimas reais de contaminação – com óbito ou nãojá que se necessitaria testar 210 milhões de brasileiros (algo impraticável). Dessa forma, as subnotificações e os despercebidos engrossariam muito mais as listas diárias, caso fossem contados.

O que não se pode, evidentemente, é: desdenhar do perigo dessa enfermidade. Estão em testes várias medicações: a hidroxicloroquina no Brasil (remédio para malária), o ivermectin na Austrália (remédio para vermes) e outros mundo afora – sem que nenhum desses tenha ainda o aceite UNÂNIME da comunidade médica (que é quem deve dar a palavra final, pois são os médicos especialistas que podem atestá-los, não líderes políticos ou cabos eleitorais fanatizados). Vamos torcer, portanto, para que a Ciência consiga dar seu parecer final o quanto antes, já que a Medicina / Química / Farmacologia estão trabalhando bastante. E, claro, desejando que em breve tenhamos uma vacina.

Enquanto esperamos, vale tomar as providências para que as coisas não saiam do controle. Viram como o caos está imperando em Manaus, por exemplo? Lá, a taxa de mortalidade chega a 8,5%!

Compartilho: https://epoca.globo.com/brasil/muita-chuva-poucos-testes-mais-gente-na-rua-que-levou-amazonas-explosao-de-casos-de-covid-19-24386887?%3Futm_source=twitter&utm_medium=social&utm_campaign=post

MUITA CHUVA, POUCOS TESTES EM MAIS GENTE NA RUA: O QUE LEVOU O AMAZONAS PARA A EXPLOSÃO DE CASOS DE COVID

O primeiro caso de Covid-19 no Amazonas foi confirmado em 13 de março – o Estado foi o 13º do país a identificar um contágio pelo novo coronavírus. Pouco mais de um mês depois, a situação da epidemia no Estado é a mais grave do país.

O Amazonas tem a pior taxa de incidência do Brasil: são 521 casos para cada milhão de habitantes, segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, de 20 de abril.

De acordo com dados de 17 de abril, a taxa no Estado era 2,75 vezes a média nacional. No boletim do dia 20, o Ministério da Saúde não informou a taxa de incidência no Brasil e no Estado.

O Amazonas também tem a pior taxa de mortalidade, com 45 óbitos por cada milhão de habitantes, quase o dobro do registrado nos segundos colocados, Pernambuco e Rio de Janeiro, que têm 24 óbitos por milhão.

Em Manaus, onde estão cerca de 80% dos casos confirmados no Estado até agora, essas taxas são ainda maiores. Houve até agora 762 casos por milhão de habitantes, o quinto pior índice entre as capitais, e 72 mortes por milhão de habitantes, o maior entre todas as capitais.

Foram confirmados até a última terça-feira (21/4) 2.270 casos e 193 mortes – o quarto e quinto maior total do país respectivamente. A taxa de mortalidade do vírus no Amazonas, de 8,5%, também está acima da média nacional, de 6,4%.

A situação se agravou ainda mais porque o Amazonas está perigosamente perto de ter ocupado todos os seus leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública, que ficam, todos, em Manaus.

A taxa de ocupação chegou a 95% no início de abril e levou os governos federal e estadual a mobilizar verbas, equipamentos, profissionais e a abrir novos hospitais em regime de emergência para tentar impedir o colapso total do sistema de saúde.

Na terça-feira passada (14), a Prefeitura de Manaus anunciou em nota que, por causa do grande aumento do número de sepultamentos no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, decidiu abrir valas comuns para enterrar as vítimas do novo coronavírus.

A gravidade da crise levou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), a se reunir na segunda-feira (20/4) com o vice-presidente, Hamilton Mourão, para pedir ajuda ao governo federal para uma situação, que, segundo disse em entrevista à Folha de S. Paulo, deixou de ser de emergência para se tornar um “estado de calamidade”.

Na entrevista, Virgílio criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter respondido “não sou coveiro” ao ser questionado sobre o número aceitável de mortes nesta pandemia.

“Não sei se ele serviria para coveiro. Talvez não servisse. Tomara que ele assuma as funções de verdadeiro presidente da República. Uma delas é respeitar os coveiros”, disse Virgílio, que chorou ao falar do assunto, segundo a Folha.

A BBC News Brasil conversou com profissionais de saúde que atuam no Amazonas para entender o que levou situação a se agravar tão rápido ali, e eles apontaram alguns dos motivos que contribuíram para o Estado ter o quadro mais crítico do país nesta pandemia.

O primeiro motivo é o clima. Os meses de novembro e abril concentram o maior volume de chuvas no Estado, e isso favorece a proliferação de vírus que causam síndromes respiratórias, explica a imunologista Bárbara Baptista, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Amazonas.

“Na época de chuvas, as pessoas ficam mais em ambientes fechados, com pouca ventilação, respirando o mesmo ar, o que gera um aumento de infecções virais”, diz Baptista.

A temporada de chuvas coincidiu justamente com a época em que o novo coronavírus, descoberto em dezembro na China, começou a se espalhar pelo mundo.

E, neste ano, choveu acima da média, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em Manaus, foram 441,9 mm em janeiro, bem mais do que os 270 a 300 mm que normalmente chovem neste mês. Em fevereiro, foram mais 232,1 mm, abaixo da média para o mês.

Mas o acumulado de 674 mm em janeiro e fevereiro fez do primeiro bimestre de 2020 o mais chuvoso dos últimos quatro anos. E, em março, voltou a chover mais do que de costume.

A temporada de chuvas aumenta a circulação de vírus que causam problemas respiratórios – como influenza comum, adenovírus e H1N1 -, e eleva o número de pessoas internadas nos hospitais pelas doenças que causam.

O Estado tem um sistema de saúde com capacidade limitada. Até meados de março, havia 533 leitos de UTI nas redes pública e privada, segundo o governo estadual. Isso corresponde a 13 leitos para cada 100 mil habitantes, 40% abaixo da média nacional, de 20 leitos a cada 100 mil habitantes.

Em uma época em que há ainda menos leitos disponíveis por causa de outras doenças, aumenta muito a chance de um hospital lotar com o fluxo de pacientes extra gerado pela pandemia de um vírus altamente contagioso.

Um estudo recente apontou que uma pessoa é capaz de infectar outras 2,79, mas sua rápida disseminação tem levado epidemiologistas a revisar o índice para mais de 3.

“O sistema de saúde da região pode não estar dando conta não só por causa da Covid-19, mas por outras doenças que circulam na região nesta época”, afirma Baptista.

A BBC News Brasil pediu uma entrevista à Secretaria de Saúde do Amazonas sobre o aumento do número de casos no Estado, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Baptista também aponta que muitos amazonenses, em especial em Manaus, não cumpriram devidamente as recomendações de isolamento social.

“O governo começou a fazer campanhas no início de março, mas não houve resposta. A gente via muitas pessoas nos mercados, farmácias, e não se respeitava as regras de distanciamento neste lugares para evitar a disseminação”, diz a pesquisadora.

“Talvez as pessoas tenham pensado que estavam lidando com algo distante, que estava acontecendo nas grandes metrópoles, mas se esqueceram que Manaus tem tudo que estas cidades têm.”

Essa também é a opinião de Guilherme Pivoto, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia no Estado.

“Manaus é a capital financeira da região Norte, com um fluxo grande de pessoas de fora do país, principalmente da América do Norte. Temos voo direto para Miami, por exemplo.”

O médico diz que ele e seus colegas costumam circular bastante pela cidade, porque trabalham em vários hospitais, e a percepção comum é de que havia muito movimento nas ruas com o comércio aberto, mesmo após os primeiros casos serem confirmados.

“Conforme as medidas foram sendo reforçadas, as pessoas foram aos poucos aderindo mais, até mesmo nos bairros periféricos, mas, no meu ponto de vista, tinha mais gente na rua do que deveria”, diz Pivoto.

O monitoramento da adesão ao isolamento social feito por empresas de tecnologia aponta na mesma direção, segundo apurou a BBC News Brasil.

O Google acompanha, com base nos sinais de GPS de celulares, a queda de circulação em estabelecimentos comerciais e de recreação, supermercados e farmácias, parques, estações de transporte público e locais de trabalho, em 26 Estados e no Distrito Federal.

A empresa já divulgou dois relatórios sobre o assunto, ambos feitos depois dos decretos estaduais de isolamento social – no Amazonas, a decisão começou a valer em 23 de março. Os índices destas datas – 29 de março e 5 de abril – foram comparados com a circulação média registrada nas semanas de 3 de janeiro a 6 de fevereiro.

Nos dois levantamentos, a circulação no Amazonas caiu menos do que na média do país em todas as cinco categorias.

Em 29 de março, o Estado teve a menor redução do país no movimento das estações de transporte público, e a sexta menor em comércio e recreação.

Uma semana depois, o Amazonas registrou a segunda menor queda nas estações, atrás só de Goiás, e a nona menor em comércio e recreação.

Por sua vez, a empresa In Loco criou um índice de isolamento social próprio, com base nas informações de 60 milhões de celulares, coletadas desde 1º de março.

Os dados mostram que, na primeira semana após o decreto de isolamento social entrar em vigor no Amazonas, o índice de adesão no Estado foi de 51%, cinco pontos percentuais a menos do que a média brasileira, de 56% – e essa diferença chegou a um pico de 11 pontos percentuais em 25 de março.

O Amazonas ficou naquela semana muito abaixo de algumas das maiores adesões do país, como por exemplo no Ceará e no Rio Grande do Sul (60%), em Goiás (61%), em Santa Catarina (62%) e no Distrito Federal (64%).

Tamanho real da epidemia

Bernardino Albuquerque, da Ufam, diz também que a testagem é insuficiente no Estado – um problema comum em todo o país.

“A confirmação de casos foi muito seletiva e demorada, em um velocidade muito menor do que a da propagação do vírus”, afirma o infectologista.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 16 de abril, 8.072, ou 1,69% dos 476.272 testes laboratoriais para covid-19 distribuídos aos Estados, foram destinados ao Amazonas.

Com muitos casos suspeitos e poucos exames, a testagem em todo o Brasil foi restrita aos casos mais graves.

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Taxa de mortalidade de covid-19 no Amazonas está acima da média nacional Foto: Reuters

 

– O Sistema 996 resiste na China e explica muita coisa…

Antes da paralisação do planeta pelo Coronavírus, uma discussão na China era: o sistema 996 de trabalho! Relembrando:

Leio que o sistema de trabalho conhecido pelo nome de “996” (significa: trabalhar das 9h da manhã às 9 h da noite, por 6 dias da semana), praticado na China e condenado mundo afora, continua em alta por lá. Ao menos, entre os empreendedores chineses privados neste novo momento do país.

Criticado pelo desrespeito aos Direitos Humanos, pela Ditadura Comunista do Partido Único, de exploração trabalhista e de outras tantas coisas, o Ocidente Capitalista fecha os olhos por conta dos sino-dólares e pela compra de produtos baratos, à custa da mão-de-obra contestada pela extenuante cobrança.

Devido a isso, uma divisão da Microsoft, o Github, criou um projeto de compartilhamento de depoimentos com pessoas que sofrem com as péssimas condições de trabalho. E sabe, qual a motivação? A declaração do presidente do gigante global de e-commerce Alibaba, Jack Ma, que se referiu ao “996” como “uma ‘grande benção’ para os jovens da China”.

Veja sua declaração no Estadão – link em: https://link.estadao.com.br/noticias/empresas,fundador-da-alibaba-diz-que-jornada-de-trabalho-de-12-horas-e-grande-bencao-para-jovens,70002789022

996.iCU惊动Python之父:我们能为中国的“996”程序员做什么? - 知乎

– Festeiro, mas profissional: Helguera conta sobre Ronaldo Fenômeno

Quem é da minha geração sabe o quanto jogou bola Ronaldo Nazário, que era o Fenômeno mas nasceu simplesmente como Ronaldinho. Talvez tenha sido no Barcelona o seu auge que impressionou o mundo; também a comoção das suas contusas e a brilhante volta por cima em 2002.

Agora, leio algo curioso e sabido do craque: sobre como gostava de festas, dando até mesmo “dor-de-cabeça” aos companheiros.

Vejam só que relato incrível de Helguera, que jogou com o brasileiro no time dos Galáticos,

Extraído de: https://sportbuzz.uol.com.br/noticias/futebol/ex-real-madrid-detalha-festas-ao-lado-de-ronaldo-fenomeno-e-dispara-minha-esposa-disse-para-eu-voltar-para-casa.phtml

EX-REAL MADRID DETALHA AS FESTAS DE RONALDO

Por Lucas Miluzzi

Ivan Helguera, ex-jogador e companheiro de Ronaldo no Real Madrid, concedeu uma entrevista ao jornalista Mister Chip, pelo Instagram, e revelou algumas histórias curiosas sobre o atacante brasileiro.

O craque espanhol contou detalhes de uma festa que o craque brasileiro fez em sua casa. Segundo ele, desembarcou um ônibus cheio de mulheres jovens em frente a residência de Ronaldo e tal momento desencadeou certo ciúmes entre Helguera e sua esposa.

“Eu estive em uma festa de aniversário com a minha mulher. Quando começaram a aparecer vários ônibus com jovens mulheres, a minha esposa disse para a gente voltar para casa. A (esposa) do Figo fez igual. A festa aconteceu na casa do Ronaldo”, contou.

Helguera ainda contou que tanto Roberto Carlos quanto Ronaldo adoravam sair aos finais de semana, mas que mantinham o profissionalismo em primeiro lugar. Ele elegeu os dois como os maiores “festeiros” daquele elenco de atletas galáticos do Real Madrid.

“Beckham, Zidane e Figo eram grandes profissionais. Roberto Carlos e Ronaldo gostavam mais de sair, mas não saiam todos os dias. Se jogássemos ao sábado e ganhássemos podiam sair, mas sair no sábado para jogar no domingo… Não faziam isso”, explicou.

Com a camisa do Madrid, Ronaldo fez 177 jogos e marcou 104 gols. Para contratá-lo, os madrilenhos desembolsaram, na época, 45 milhões de euros pelo craque brasileiro. Vale lembrar que ele foi eleito melhor do mundo em três oportunidades, nos anos de 1996, 1997 e 2002.

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– A vida dos padres que visitam doentes durante a pandemia

Dar a vida ao irmão, visitar os doentes, correr risco pelo próximo… isso é santidade!

Um exemplo concreto nos dias atuais, abaixo, que vale a pena ser lido:

Extraído de: https://www.vaticannews.va/pt/igreja/news/2020-04/coronavirus-frade-capuchinho-angelo-hospital-bergamo.html

A HISTÓRIA DE FREI PIERGIÁCOMO, UM ANJO COM HÁBITO PARA CURAR ALMAS DENTRO DO HOSPITAL

O frade capuchinho, junto a quatro dos seus coirmãos, não se cansa de percorrer as alas do Hospital Papa João XXIII, em Bérgamo, na Itália, para dar esperança aos médicos e enfermeiros, mas sobretudo aos doentes: “ficam felizes quando descobrem que, embaixo do jaleco e atrás da máscara, se esconde um religioso. Até se reanimam e entendem que a nossa presença representa o fato que Deus está com eles”, afirma Frei Piergiacomo em entrevista ao Vatican News.

Por Federico Piana e Andressa Collet

No Hospital Papa João XXIII, em Bérgamo, cidade ao norte de Milão, na Lombardia – a região mais afetada pela emergência do coronavírus, os anjos têm rosto de médicos, enfermeiros e de frades capuchinhos que todos os dias levam conforto e esperança aos doentes de Covid-19, colocando em risco a própria vida. Entre eles está o Frei Piergiacomo, junto a seus quatro coirmãos.

O grupo percorre todas as alas do hospital para dar uma palavra de solidariedade, para fazer uma oração: “não fazemos só com os doentes”, explica o frade, “mas com todos os funcionários da estrutura: dos enfermeiros àqueles da limpeza. A nossa presença quer realmente ser uma proximidade orante”. Muitas vezes, conta Frei Piergiacomo em entrevista ao Vatican News, são os próprios profissionais da saúde que buscam esse apoio.

Frei Piergiacomo – “Sim. Às vezes são as enfermeiras-chefes que nos chamam para ir até os colegas: assim nos reunimos alguns minutos para rezar uma Ave Maria ou um Pai Nosso. Neste período de pandemia, infelizmente, podemos entrar poucas vezes nas unidades de terapia intensiva e nas alas que recebem infectados por causa da escassez dos equipamentos de proteção. Mas, estamos sempre prontos para as urgências: levar o óleo sagrado a quem está morrendo.”

Vocês não deixam de ir nem ao necrotério onde nenhum dos familiares das vítimas pode ir para se despedir…

Frei Piergiacomo – “Sempre tem um frade que, todos os dias, oferece uma oração e uma bênção aos mortos que estão ali. E, se não estão os parentes para chorar os próprios queridos defuntos, geralmente estão os médicos e os enfermeiros: eu vi muitos se padecerem de dor, os mesmos que acompanharam à morte quem não conseguiu resistir à pandemia.”

Embaixo do jaleco, esperança e fé

Como reagem os doentes que recebem esse conforto?

Frei Piergiacomo – “Antes de mais nada, eles estranham um pouco, porque depois de muitos dias internados veem uma pessoa que não é nem médico e nem enfermeiro. Ficam felizes quando descobrem que, embaixo do jaleco e atrás da máscara, se esconde um religioso. Eu os vejo inclusive um pouco reanimados, e entendem que a nossa presença representa o fato que Deus está com eles e próximo no sofrimento, como o bom samaritano. Quando posso, peço-lhes também a possibilidade de conceder a unção dos enfermos, que representa uma consolação no momento da provação.”

Alguém consegue também fazer a confissão?

Frei Piergiacomo – “Não, porque falta o caráter confidencial. Geralmente, dizemos a eles para fazer um ato de profunda contrição e uma oração de arrependimento com o propósito, de quando a emergência terminar, de ir se confessar com um sacerdote. Esperamos que aconteça logo.”

Capuchinhos, homens de oração – Seja Capuchinho

– Você acredita que o Brasil foi “descoberto”?

Neste dia 22, a história conta que em 1500 foi Descoberto o Brasil. Pedro Álvares Cabral chegou nas nossas terras e fincou posse.

Ora, é sabido que já se conhecia sobre a existência das terras. Os portugueses apenas marcaram território. No Brasil, haviam pequenas colônias de navegadores aventureiros.

Mas aí vem um problema atual: as terras eram dos indígenas, e os colonizadores a tomaramHoje, nos confins do nosso território, os índios querem a demarcação de terras para fazer delas o que bem entenderem.

Cá entre nós: eles não são os verdadeiros donos do território? Vale refletir…

– Boa Quarta-Feira, Parte 3: a fruta!

Cores fortes e sabor único: esse é o Mini Jambo (ou Jambo Pink) que acabo de comer agora cedo em nosso pomar.

A natureza nos reserva cada boa surpresa… Não conhecia e estou admirado com a fertilidade desse pezinho-de-mini-jambo, com suas folhas brilhantes e frutos saborosos.

Tudo o que vem da terra e que se cuida bem, frutifica coisa boa!

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– Boa Quarta-Feira, Parte 2: a flor!

Sem filtros, nossa rosa de cor vermelha desabrochando tão viva.

As vibrantes pétalas não trazem uma sensação de potência da natureza? Nos dá a percepção até mesmo de que podemos sentir seu perfume.

Que com essa simplicidade possamos estar motivados para a jornada.

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– Boa Quarta-Feira, Parte 1: o sol!

Se o entardecer da terça-feira foi belo… que sol inspirador nesta 4a, mesmo com as nuvens o atrapalhando!

Olhe só o amanhecer em Jundiaí como está bonito no clique abaixo:

Viva a Natureza!

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