– Diálogo inocente!

Crianças sempre nos surpreendem com coisas que aprendem sabe-lá-Deus-como! Hoje, minha caçula disse: 

Maria Estela: “Papi, vamos mostrar pra todo mundo que eu sou ‘mais grandona’ que você?”

Eu: “Como vamos fazer isso?”

Maria Estela: “Você fica sentado e daí vai dar certo, vai mostrar que eu cresci muito e você tira a foto!”

Como a vida é tão simples e maravilhosa para as crianças…

– Por quê uma pessoa rotula a outra? Anti-lulista, Anti-bolsonarista ou Isentão?

O Fanatismo cega. Quando eu criticava as picaretagens do ex-presidente Lula (antes da justa prisão), automaticamente recebia o adjetivo de antipetista. Quando faço críticas a algumas atitudes “transloucadas” do presidente Bolsonaro, aí viro petista. Mas quando as publicações elogiam ou elogiavam um ou outro, neca.

Dá para o leitor mais apaixonado decidir?

Seriam os algoritmos do Facebook os grandes culpados? Será que toda vez teremos que postar dizendo que não somos comunista, coxinha, mortadela, bolsodória, blablablá? Ou ainda assim o radicalismo de quem lê faz questão em não entender?

Cada vez mais crente que sim: a paixão por política vicia e domina a pessoa.

Abordei esse desrespeito em: https://professorrafaelporcari.com/2020/04/03/saudade-do-orkut-faca-o-teste-e-comprove-lula-bolsonaro-coronavirus-e-outros-temas-espinhosos-ganham-corpo-com-os-algoritmos-do-facebook/

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– Pandemia: não é hora de brigar!

As redes sociais estão um inferno com as discussões de pessoas com opiniões diferentes sobre como lidar com o surto do Novo Coronavírus. Desde a politização, passando pela questão econômica e social, terminando no pânico de quem tem familiares no grupo de risco.

Acima de tudo, é hora de fazer valer algo muito maior do que a discórdia e individualidade: a solidariedade entre os brasileiros!

Não é hora de divisão, mas de união! Será que a conseguiremos? Para isso: precisamos deixar as paixões de lado e usar a racionalidade (um desafio muito grande a todos nós).

– Uma das poucas “consequências positivas” da reclusão: o maior convívio entre as pessoas da família!

Nossa educação em casa sempre foi voltada para os valores familiares. Estar juntos (marido, esposa e filhos) é um costume que prezamos ao extremo, junto com nossos pais e demais parentes.

Entretanto, com a vida corrida, muitas famílias que antes se viam “todas juntas” somente aos domingos (e às vezes, em alguns casos), passaram a conviver mais umas com as outras. E isso é ótimo!

Quantos não são os casos onde homem e mulher desconheciam algumas intimidades e particularidades dos próprios filhos? Quantas vezes não faziam as refeições diárias todos juntos? E o mais raro: quantas vezes não realizavam tarefas juntas, sem estarem conectados em smartphones ou preocupados com a Internet?

De certo, a pandemia mundial transformará as famílias. Tomara que, em muitos casos, para melhor (se bem que, em alguns casos pós-quarentena, se registrou um grande número de divórcios nas cidades…)

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Hoje, juntos, na Missa do Domingo de Ramos em nosso lar, mantendo a reclusão!

– A Felicidade Organizacional depende de quem?

Compartilho o ótimo artigo sobre bem-estar e clima organizacional, produzido pela i9 Consultoria Empresarial. Nele, a boa e inteligente discussão sobre crenças e mitos do ambiente de trabalho, bem como relacionamentos e condutas.

Vale a pena ler!

Extraído de: http://i9consultoriaempresarial.blogspot.com.br/2014/01/o-cracha-da-felicidade.html

O CRACHÁ DA FELICIDADE

por Cristiana Almeida, psicóloga

Será que a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? Se você já conversou com pessoas cujo repertório resume-se a reclamações e a angústias quanto ao ambiente corporativo, certamente notou que, para elas, a satisfação profissional é utopia. Mas será possível viver esse sentimento em um contexto onde as subjetividades caminham juntas às metas a cumprir?

Onde é preciso atuar diante de incertezas e de exigências de desempenho cada vez mais elevadas? No qual os relacionamentos são pautados pela diversidade de pensamentos e de valores pessoais e em que são necessários inúmeros malabarismos para prover o mínimo de dedicação à vida pessoal?

A resposta para essas questões dependerá das percepções que temos a respeito da nossa vida profissional que, muitas vezes, estão posicionadas sobre destrutivos paradigmas. Dentre as várias crenças que impedem o bem-estar no ambiente de trabalho, existem três muito comuns. Desde já, pense em deletá-las!

A primeira é a de que “Trabalho serve para ganhar dinheiro e só!”. Ela também pode ser observada em frases como “A parte boa do trabalho é o dia 5 e o dia 20” ou “eu sou somente um número”. Por essa ótica, é evidente que a pessoa não enxerga o significado nem a importância do trabalho que executa, porque sua visão está “embaçada”. É necessário romper essa barreira para recobrar a consciência em relação ao significado dele. O trabalho deve ser emancipador, mas não apenas sob a ótica financeira e sim pelo crescimento que traz ao nos colocar diante de desafios e de situações inesperadas. Lembre-se de que a atividade profissional deve ter o sentido de contribuição e de prestígio para a própria pessoa que a desenvolve. Isso traz felicidade!

A segunda crença a ser eliminada é aquela em que se condiciona a felicidade profissional a fatores sobre os quais não é possível exercer controle. Os portadores desse tipo de convicção manifestam seus sintomas por frases assim: “Esse trabalho seria muito bom, não fosse o meu chefe, o colega, o sistema, o cliente etc.” ou por falas como: “Se as coisas voltassem a ser como antes, aí sim”.

Tais profissionais posicionam-se como vítimas das circunstâncias e vivem em função de suas próprias reclamações. Eles se esquecem de que sempre há pelo que agradecer, a começar pela própria oportunidade de trabalho, passando pelo convívio com os colegas, pelos impasses que geram aprendizado, pelo salário e pela saúde para trabalhar. A gratidão desperta a felicidade! Além do que, não há tempo mais apropriado do que agora para mudar sua história. Desavenças não podem ser prioritárias ao ponto de desestimular a satisfação no contexto profissional. Se havia maior felicidade no início da carreira, é preciso refletir sobre quais elementos eram responsáveis por esse sentimento, a fim de que ele seja rapidamente resgatado.

A terceira crença leva seu adepto a imaginar que as pessoas são coadjuvantes de sua própria história. O chamado “perfil conformista” é notado em falas como “O meu tempo já passou, olha a minha idade!”; “Aqui é difícil crescer, não vou perder tempo me esforçando, nem dinheiro com estudos”; “Eu não penso em sair daqui porque todo lugar é a mesma coisa” ou ainda “O sol brilha somente para alguns”.

Os antídotos para os efeitos dessa crença estagnante são posicionar-se como protagonista de sua trajetória, assumir o controle, não se dar prazo de validade, ousar se desconfortar, pensar em mudanças, e, principalmente, provocá-las. Quando a pessoa acredita ser a única responsável por “fazer acontecer”, percebe que o crescimento no ambiente de trabalho depende de suas próprias atitudes e entende que os limites são impostos por ela mesma, a satisfação profissional aparece, sem demora!

A felicidade no ambiente de trabalho existe e é uma responsabilidade pessoal, que não pode ser delegada a terceiros ou atribuída a todo tipo de circunstâncias, como a sorte. Então, quanto à pergunta: a felicidade tem crachá para adentrar os portões das empresas? A resposta é simples: depende de você!

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– Dia de relembrar e festejar: Galo 2×1 River Plate

Há 14 anos, o Paulista vencia o River Plate pela Libertadores da América.

Teria sido essa a vitória mais “significativa” do Paulista (em jogo único) por ter sido em um torneio internacional oficial? Em importância, não há o que se discutir que a Copa do Brasil seja a maior conquista (em campeonatos).

Sobre o jogo, aqui:

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Veja o vídeo pela Fox en Español: https://www.youtube.com/watch?v=tm0PVDKv_co&feature=youtu.be

– Domingo de Ramos

Começamos a Semana Santa com esse abençoado Domingo de Ramos, festividade em que lembramos a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, saudado pelos fiéis com ramos de palmeiras, humildemente montado em um jumentinho, pronto para seus derradeiros dias.

A pergunta é: próximo da Festa Maior da Cristandade, a Páscoa da Ressurreição, você aproveitou e fez valer bem o Tempo da Quaresma para a sua vida? O que mudou nesse tempo forte de introspecção e reflexão?

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