– Nosso entardecer!

Às 17h30, tivemos esse sol maravilhoso em nossa região. Veja se não é digno de aplausos à natureza pela generosa beleza:

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– Curso Livre de Jornalismo Esportivo pela Rede Contínua!

Participe!

Entre no Canal da Rede Contínua no YouTube e se inscreva neste Curso Livre de Jornalismo Esportivo com ótimos temas e boas dicas de pessoas que têm a teoria e a prática.

Eu estarei na 3a feira (15h). Na segunda-feira foi dia do Fernando Fontana e também teremos o competentíssimo Alex Fogaça. Tudo supervisionado pelo jornalista Flávio Prado.

Aproveite, é gratuito!

Em: https://www.youtube.com/watch?v=G4Z2_GDw4fo&feature=youtu.be.

– Política, Coronavírus e Paixão

O mundo anda “pilhado”. Tudo o que você escreve, soa (mesmo que você não tenha dito de tal forma) com tom político e as pessoas interpretam do jeito que querem (às vezes, até no sentido “correto”, da maneira que foi realmente falada / escrita).

Ontem mostrei minha preocupação com o número elevado de mortes do Novo Coronavírus no Brasil, demonstrando medo com a agressividade e força do contágio da Covid-19 e a necessidade de medidas preventivasNão falei nada de Política, mas o tema veio em questão: “esquerdista, comunista, blablablá”.

Ora, detesto rótulos bipolares e não sou de Esquerda ou de Direita – se fosse para dar um título: de Centro. Gosto da ponderação, do bom senso e do não-extremismo. Procuro agir por ciência, coerência e consciência. Por defender que “quem possa ficar em casa, que de fato fique”, muitos acabaram criticando. Se tiver que trabalhar, trabalhe. Se puder ser Home Office, muito melhor. Simples. Mas aí vem o pessoal que consegue direcionar isso em discurso ideológico de Esquerda (Repito: não sou Esquerdista; mas… e se fosse? Mudaria alguma coisa? A dignidade das pessoas se altera se vota no Ciro, no Alckmin, no Haddad ou em outro qualquer de motivação política diferente que seja?).

Longe desse fanatismo (bem longe), trouxe uma matéria da Rádio Jovem Pan, publicada em seu site, sobre as novas covas do Cemitério da Vila Formosa, construídas para exclusivos enterros de vítimas da SARS-COV-2. Também fui detonado: não importa mostrar que era matéria de 6a feira e que as obras seriam iniciadas no sábado... sem ter ao menos trabalho de ler as matérias, lá vem o pessoal dizendo que é Fake News, matéria de 15 dias “sensacionalista do Washington Post”(confundem a matéria do trabalho rotineiro já dito pelo prefeito paulistano Bruno Covas com a outra reportagem atual). Não adianta nem em insistir no pedido de leitura do texto e da data, não se prefere isso.

Por quê tanto desdém? Pela enésima vez: falamos sobre a gravidade dos males do Covid-19, e aí vem o pessoal dizendo que a culpa é da “Globolixo” (não gosto de termos como Bozo, Luladrão ou outros, tenho Educação e respeito as pessoas – o que não me impede de fazer críticas).

É somente fanatismo ou ignorância? As mortes no Amazonas (veja o colapso do sistema de saúde na cidade de Manaus) é fantasia? E em Fortaleza? Estão morrendo “de mentirinha”?

Aí vem o pessoal que diz que “se morre muito mais de outras doenças do que de Covid-19…” Ora, que falácia! Pegue os números oficiais, não montagens de interessados. Também ouviremos: “teremos mais falidos do que falecidos”… ah, que frase nojenta. A vida não tem valor? E eu, que não defendi lockdown, passo a ser criticado por que “não quero que as empresas trabalhem”. Onde escrevi isso? Quem puder ficar em casa, fique. Quem tiver que trabalhar, trabalhe. Mas previna-se, a situação é anormal.

Têm-se ainda a turma do Dória, do Witzel, do Lula e do Bolsonaro… Todos candidatos à Presidência da República em 2022 ou 2026, fazendo seus discursos e cometendo atos para defesa das suas plataformas políticas. Também esses militantes assumidos (quando fanatizados) gostam de escrever um monte de coisas.

E a questão era (de novo, para que fique claro): só falamos da tristeza da morte das pessoas e a agressividade do Novo Coronavírus.

Como podem, alguns, interpretarem com tanto viés? Tá chato escrever para quem não respeita opinião ou faz questão de só ver um único lado – politizando na marra uma questão que não tinha nada a ver.

Dólar abre sob efeito de coronavírus e política | Remessa Online

 

 

– Compare o calendário da UEFA e pense no início ou não do Brasileirão.

Imaginando que a UEFA planeja sugerir o retorno das Ligas Européias para a segunda metade de Junho / começo de Julho (conforme divulgado neste final de semana) e da volta da Champions League em Agosto, considerando que a Pandemia começou bem antes por lá, comparando com o calendário do Brasil, avalie:

  • Quando poderemos ter o início do Campeonato Brasileiro? 

Claro, ficará a dúvida ainda sobre o término dos Estaduais. Mas tudo isso seria possível de se realizar sem a readaptação do sistema de disputa do Brasileirão?

Tudo está em aberto. É necessário aguardar e não ter atropelos.

CBF divulga tabela do Brasileirão 2020

– A Autossabotagem na Administração de Empresas

Quer pressão maior do que essa?

Robson Viturino e Álvaro Oppermann, da Revista Época Negócios, Ed fevereiro/32, pg 60, escreveram sobre como a própria pressão e erros de conduta podem “autossabotar” um administrador.

Abaixo:

O FANTASMA QUER TE PEGAR

A autossabotagem é hoje o principal inimigo da área de risco. Saiba como tirar esse esqueleto do armário antes dos outros.

A história de Tony Hayward ainda assombra os executivos. O caso do ex-CEO da BP, derrubado pelo desastre no Golfo do México, Estados Unidos, é emblemático de como carreiras brilhantes podem ser abruptamente interrompidas ou sofrer sérios arranhões em consequência de eventos que não estavam no script. Segundo Joseph W. Koletar, ex-diretor de Fraudes e Investigações da consultoria Ernst & Young, histórias como a de Hayward estão muito longe de ser uma exceção. Elas se repetem de tempos em tempos e mostram que, a despeito dos avanços tecnológicos e do aperfeiçoamento das práticas de gestão, as companhias seguem despreparadas para gerenciar riscos. “As empresas infelizmente sofrem com muitas falhas nos sistemas de avaliação”, diz Koletar. No recente Rethinking Risk – How Companies Sabotage Themselves and What They Must Do Differently (“Repensando o risco – como as empresas se sabotam e o que se deve fazer diferente sobre isso”), Koletar também afirma que os dirigentes geralmente contam com informações incompletas ou equivocadas para monitorar as ameaças. “Eles supõem que os dados que lhes são apresentados são precisos. Mas muitas vezes não são”, diz. De acordo com o seu livro, os CEOs precisam lidar com três problemas para gerenciar riscos nas corporações. Saiba quais são eles.

PÉ NO ACELERADOR_ O CEO vive o dilema descrito pelo ex-piloto de Fórmula 1 Mario Andretti: “Se você está em segurança e sob controle, não está correndo suficientemente rápido”. O mercado exige velocidade frenética dos executivos e aplaude aqueles que “pisam fundo”. No entanto, os mecanismos de proteção das empresas, de acordo com Koletar, não são seguros como os carros de F1 do século 21 – mas antiquados como os carros do tempo de Andretti, dos anos 70 e 80. Um exemplo disso está nas vistas grossas com que muitos executivos encaram os processos de auditoria que antecipam as fusões e aquisições. “O temor é de que uma auditoria mais detalhada acabe com o negócio”, diz Koletar. O maior receio não é a descoberta de esqueletos no armário, mas que uma negociação demorada jogue para baixo o preço das ações, tirando o impacto do negócio e atrasando o cronograma de execução das fusões. Como resolver a questão? Nesse caso, as principais defesas de uma companhia estão na sua cultura e no seu nível de governança. Ou seja, os conselheiros, diretores e acionistas devem aprender a ser mais rigorosos.

LABIRINTO_ As empresas estão travando uma guerra contra a complexidade estrutural, simplificando organogramas, eliminando cargos redundantes e horizontalizando a gestão. No entanto, alerta Koletar, ainda há muito a ser feito para que os riscos sejam de fato mitigados. É preciso melhorar a coordenação e o tráfego de informação entre o CEO, o jurídico, o financeiro, o operacional e o setor de TI. Sem isso, a empresa pode se ver desamparada diante de uma crise. “Na maior parte das empresas, não existe sequer um plano de gestão claramente desenhado e articulado”, afirma o especialista.

MEDO E PARANÓIA_ Essa é a pior postura. Sucede que é mais frequente do que se admite. “O risco deve motivar o CEO a desenvolver um sistema coerente e prático para lidar com crises e problemas”, diz Koletar. Sua recomendação: esqueça políticas duras, do tipo “tolerância zero”. Nas empresas, um estado policialesco costuma fomentar culturas pouco abertas, em que somente os espertalhões prosperam. Uma boa gestão nasce da cultura transparente: “Beba no conhecimento dos seus funcionários, pois eles são a mais rica fonte de informação com relação ao risco”.

– Mansidão e Pobreza de Espírito

Existe uma expressão popular na qual chamamos as pessoas insensíveis e/ou desumanas de “pobres de espírito”.

Na Bíblia, especialmente no Sermão da Montanha, Jesus se refere aos pobres de espírito como mansos, abertos e confiantes à mensagem do Pai. Pobreza no sentido de humildade, aceitação e confiança!

Nas tribulações, estamos seguros de que Deus nos ajudará? Já passamos em nossas vidas tantos percalços e superamos os mesmos – com a ajuda do Criador. Por quê seria diferente agora?

Nos momentos de dificuldades, dando a mão para Nossa Senhora (intercessora junto a Jesus), agarremo-nos na Providência Divina. Sem desespero, com a certeza do amparo celestial, caminhemos!

E você: confia o suficiente na Ajuda do Alto, é manso e sereno? A oração em local calmo e sem dispersão espiritual é um grande auxílio para ser Pobre de Espírito no sentido religioso.

Jesus é Deus: TERCEIRO SERMÃO DA MONTANHA

– Flamengo fazendo empréstimo?

Ao ler que o Flamengo confirmou ter feito um empréstimo de 50 milhões de reais para ter uma segurança financeira, você pode interpretar de duas formas:

  • A medida é cautelar, tentando cobrir as não-entradas financeiras (como os pagamentos atrasados da Adidas) decorrentes da paralisação do futebol mundial e da crise pandêmica, ou,
  • O cálculo das despesas altas e contratos milionários não foi prudente o suficiente para um momento de queda nas receitas e a coisa não era tão boa quanto aparentava.

Eu creio na primeira hipótese, mas sabendo que não seria ilusão considerar a segunda. Enfim: que os clubes brasileiros consigam vencer a contento esse momento.

Sobre esse empréstimo, do Globoesporte.com em: https://globoesporte.globo.com/blogs/blog-do-pvc/post/2020/04/18/emprestimo-do-flamengo-e-retrato-da-crise-que-chegou-ao-futebol-brasileiro.ghtml

Artigo | O 'não é só | Uma visão popular do Brasil e do mundo

– A “Voz do Povo” saiu às ruas ontem?

O que é a “voz do povo”?

Ditadura, Nazismo, Comunismo, Capitalismo Selvagem… nada disso é voz ou pedido popular. Num país de 210 milhões de pessoas não tem voz uníssona. Portanto, há de se respeitar as parcelas de toda a terra e a “gente diferente”. O que não vale é impor a opinião de um sobre o outro, criar discursos de “nós contra eles”, “luz ou trevas” ou ainda “brasileiros contra não-patrióticos”.

Tudo bobagem. Somos um país heterogêneo, com diversidade e riqueza de culturas. Repito: temos que respeitar a todos.

Lamento muito que há de se escrever algo assim, bem como ainda dizer: ditadura militar em pleno 2020? Que sandice…

Lembremo-nos:

A democracia é o pior dos regimes políticos, mas não há nenhum sistema melhor que ela…

Winston Churchill

Lágrimas em excesso | VisionCor

– Começando a Labuta!

Bom dia!
A semana está começando e as atividades continuam. Para dar conta de tudo, s’imbora correr logo cedinho?
Clique 1:

Correndo e Meditando com Santa Inês de Montepulciano, que dizia às prostitutas convertidas:
“Minhas filhas, amai-vos umas às outras, porque a caridade é o sinal dos filhos de Deus!”.
Clique 2:

Fim de cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das flores. Inspiradoras ou não?
Clique 3:

Desperte, Jundiaí.
Que a segunda-feira possa valer a pena!
Clique 4:

Ótima jornada para todos.

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