– Já são 5017 mortos por Covid-19 no Brasil (474 hoje). Estamos no pico ou ainda não?

Morreram, somente hoje, 474 pessoas vítimas do Novo Coronavírus. A coisa está ruim. O pico chegou?

Aliás, me admiro ao ver tanta gente inteligente “fazendo de conta” que não entende a subjetividade da data. Se as pessoas não se previnem, a chegada do pico e os números mudam. Se conseguem se resguardar e evitar contato, adia o pico e o número de vítimas diminui devido a concentração de pessoas em casa. Mas ficam na bobagem de ironizar que ninguém acerta o pico. Claro que não! É previsão, não é número exato pois depende do comportamento e engajamento das pessoas.

Pior do que isso: negar a gravidade da doença. Cerca de 759 pessoas morreram de dengue no Brasil no último ano (números oficias). Somente hoje, quase 500 em nosso país de Covid-19. E há quem sugira de que “não se deve divulgar tais dados”… deve sim, uma população consciente é necessária. Ou desejamos ser alienados e desprecavidos?

Vacina contra coronavírus, estimada para setembro, começa a ser ...

– 3 Fatores para sua Empresa Ganhar Credibilidade no Mercado

Compartilho material bacana da Revista Exame sobre o tripé de virtudes que dão crédito às empresas: Bom Atendimento, Qualidade do Produto e Transparência. Abaixo:

Extraído de: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/como-sua-empresa-pode-ganhar-credibilidade-no-mercado

COMO SUA EMPRESA PODE GANHAR CREDIBILIDADE NO MERCADO

Transparência e disposição são atitudes essenciais para que os consumidores acreditem e confiem no seu negócio

por Priscila Zuini

A confiança dos clientes é um dos mais valiosos bens que as pequenas empresas podem ter. Com credibilidade no mercado, a imagem do negócio se espalha e fica mais fácil para o empreendedor crescer. Conquistar esta confiança, no entanto, não é fácil. “A gente acredita muito que a força de vendas no primeiro contato com o cliente é primordial para isso”, diz Tonini Junior, sócio diretor de vendas e varejo da Praxis Business.

Manter vendedores treinados e motivados é essencial para que os clientes sejam tratados de forma adequada. Além disso, a atuação do dono com os consumidores e com a equipe precisa ser próxima para evitar problemas. “O atendimento é a porta de entrada da empresa para todos os clientes”, explica Diego Maia, presidente do Grupo CDPV (Centro do Desenvolvimento do Profissional de Vendas).

1. Atendimento impecável

Dedique algum tempo para treinar os seus funcionários pessoalmente. Isso ajuda a garantir que eles estejam alinhados com os valores e a cultura da empresa. “Vivemos a era do relacionamento e a figura do vendedor ganha cada vez mais corpo”, diz Tonini.

Para Maia, não há dúvidas de que uma imagem de credibilidade está alinhada a um excelente atendimento. “Busque, entenda e atenda as reais necessidades dos clientes. Esteja sempre disponível para melhor atendê-lo e não permita que ela saia de sua empresa insatisfeito ou apenas satisfeito. Ele precisa sair encantado”, ensina Maia.

2. Tenha um bom produto

Não adianta ter um time super treinado, se o seu produto não satisfaz o cliente. “Para que uma empresa mereça credibilidade de seus clientes e, consequentemente do mercado, seu produto ou serviço não pode deixar a desejar. Precisa superar as expectativas dos clientes ou, pelo menos, atender às suas necessidades”, diz Maia.

O primeiro passo é dominar as especificidades dos itens comercializados. “Entender bem o produto é importante”, afirma Tonini. Sem um produto de qualidade, os clientes não voltam nem fazem propaganda do seu negócio.

3. Seja transparente

Com um bom produto e um bom atendimento, falta garantir a ideia de transparência e honestidade. “O cliente quer sentir essa relação de autenticidade e transparência”, conta Tonini.

Isso vale para negociações, vendas ou mesmo na comunicação da empresa. Os negócios criados com conceitos obscuros não se sustentam e ainda prejudicam a carreira do empreendedor. “Seja transparente e autêntico na hora de passar informação”, diz.

– Quem é a sucessora do ditador da Coréia do Norte, caso ele pereça?

Ninguém sabe o que acontece na Coreia do Norte, por ser um país fechado e avesso à democracia. E como toda a informação é controlada, as especulações sobre o ditador Kim Jong Un, que estaria sumido por conta de problemas de saúde, aumentam.

A questão é: se ele morrer, quem assume?

Extraído de: https://exame.abril.com.br/mundo/quem-e-a-irma-que-suceder-kim-jong-un-na-coreia-do-norte/

COREIA DO NORTE: QUEM É A IRMÃ QUE PODE SUCEDER KIM JONG-UN

Kim Yo Jong, com pouco mais de 30 anos e educada na Suíça, é a mais cotada em meio a notícias desencontradas sobre a morte do líder da Coreia do Norte

As notícias sobre uma possível morte de Kim Jong-Un, o líder da Coreia do Norte, são tudo, menos conclusivas.

É até natural que assim seja, num dos países mais fechados do planeta. Até agora não se sabe sequer se a Coreia do Norte tem casos confirmados do novo coronavírus — o país diz que não. Mas uma probabilidade ganha força entre analistas internacionais. Se Kim estiver mesmo fora de combate, sua provável sucessora deve ser sua irmã, Kim Yo Jong, com pouco mais de 30 anos de idade.

No início da semana passada, um veículo de imprensa da Coreia do Sul noticiou que Kim estaria se recuperando de uma cirurgia no coração, feita no dia 12 de abril. Dias depois, ele não apareceu em uma das mais importantes celebrações do país: o aniversário do fundador do regime, e avô de Kim, Kim Il-Sung, em 15 de abril. De lá pra cá, os rumores só fizeram crescer.

Neste domingo, a agência Reuters noticiou que um trem possivelmente de propriedade do regime foi visto perto de um resort norte-coreano.

Quem é Kim Yo Jong?

Educada na Suíça, nos últimos anos Kim Yo Jong ganhou peso político ao participar ao lado do irmão de encontros com o presidente americano, Donald Trump, e com o chinês Xi Jinping, além de ter representado o país na abertura das Olimpíadas de Inverno, na Coreia do Sul, em 2018. Ela foi a primeira integrante da família que comanda a Coreia do Norte a visitar Seul.

A grande dúvida do momento é se o parentesco vai ser capaz de superar o machismo do país. “Cidadãos comuns poderiam resistir a uma liderança feminina”, disse Yoo Ho-yeol, professor de estudos norte-coreanos na Korea University, à agência Bloomberg.

Uma solução de fora da família, porém, tende a ser ainda mais revolucionária. Os Kim governam a Coreia do Norte desde a fundação do país, logo após Estados Unidos e União Soviética dividirem a província da Coreia em duas, após a Segunda Guerra. O Sul, como se sabe, floresceu para se tornar uma das economias mais desenvolvidas do planeta. E o Norte ficou para trás.

Kim Jong-Un assumiu o país com a morte do pai, em 2011, quando tinha menos de 30 anos de idade, segundo estimativas. De lá para cá, ganhou alguma legitimidade internacional com bem orquestrados teste de mísseis balísticos, aproximando-se, por exemplo, de Donald Trump. Internamente, consolidou o poder eliminando a iminência parda do regime, seu tio Jang Song Thaek, além de ser o principal suspeito de matar o meio-irmão Kim Jong Nam, numa cinematográfica emboscada com um produto químico num aeroporto na Malásia.

Há outros homens na linha de sucessão, como outro irmão mais jovem, Kim Jong Chol, e um sobrinho, Kim Han Sol, mas os dois não têm títulos políticos e nunca foram vistos envolvidos nas grandes questões nacionais. Kim Jong-Un tem três filhos, mas todos eles jovens demais para assumir o poder. E há outra possibilidade, apontada pela Bloomberg: o único filho vivo do fundador do país, Kim Il Sung, que retornou ao país ano passado após 40 anos de serviços no exterior.

Segundo relatório da consultoria política Eurasia, a irmã é de fato a mais provável sucessora — isso, claro, se Kim estiver mesmo morto. Segundo a Eurasia, a China tende a liderar uma necessária cooperação internacional para estabilizar o regime em caso de troca de comando. A Eurasia destaca que Pyongyang costuma ser ágil em eliminar especulações sobre seu líder, o que pode indicar que algo sério está de fato acontecendo.

Para a consultoria, uma possível transição tende a afetar a segurança e a geopolítica da Ásia por anos. Se o regime colapsar, diz a Eurasia, outros países podem intervir de alguma forma para evitar uma catástrofe humanitária e social. seria um cenário que pode ter, de um lado, China e Rússia e, de outro, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.

“Sempre há também a possibilidade de que um colapso na Coreia do Norte leve a China a se mover para controlar o país como um estado satélite e/ou que a Coreia do Sul busque uma reunificação”, diz a Eurasia.

Seria uma tremenda bagunça, como reconhece a consultoria. Caso venha a ser a escolhida, Kim Yo Jong assumiria um dos trabalhos mais difíceis do planeta.

Kim Yo Jong, irmã de Kim Jong Un: líder norte-coreano desapareceu dos olhos do público em abril

 

– A ideia das 5 substituições da FIFA por conta do calendário Pós-Covid.

Atenção: não é uma proposta de mudança definitiva da Regra 3 do Futebol (número de jogadores), mas uma atitude emergencial. Falamos do aumento de substituições que a FIFA sugere para a IFAB (International Board, as donas das Regras do Jogo) a fim de que os jogadores aguentem a maratona de confrontos pós-Covid.

Imagine a maratona de partidas que ocorrerão (por exemplo, no Brasil) se todas as partidas pendentes no calendário forem jogadas num espaço de tempo bem menor do o “saudável”, a fim de não atrasar competições futuras! Não há condição física que aguente… Dessa forma, além de 3 substituições durante a partida, a FIFA deseja que possam ocorrer mais 2 exclusivamente no Intervalo.

Eu acho uma ótima ideia. E você?

Tudo parado: último estadual em andamento, Roraimense é suspenso ...

– As mortes de Covid_19 já superam o bate-papo dos incrédulos Terra e Lorenzoni…

Osmar Terra e Onyx Lorenzoni: lembram da conversa desses dois senhores, dizendo que o Novo Coronavírus causaria 3000, no máximo 4000 mortes no Brasil?

Pois é… nem estamos no pico e já morreram mais de 4500 pessoas (sem contar as subnotificações). Quantas outras morrerão de Covid-19 em nosso país?

Fico muito triste quando vejo tal insensibilidade persistindo entre as pessoas, especialmente nas Redes Sociais. Talvez o pior vírus seja o da prepotência, desdenho e falta de humildade em assumir os erros.

Saída de Osmar Terra do Ministério da Cidadania é confirmada

– Dia de Santa Gianna Beretta Molla

Hoje é dia de uma mártire da causa contra o Aborto: celebra-se a festa da italiana Santa Gianna Beretta Molla, canonizada há pouco tempo. Abaixo, sua história e oração:

SANTA GIANNA BERETTA MOLLA (1922-1962) 

Gianna Beretta Molla, o décimo segundo filho do casal Alberto Bereta e Maria de Micheli, ambos da Ordem Terceira Franciscana, nasceu em Magenta (Milão,Itália), no dia 4 de outubro de 1922, dia de São Francisco. Desde sua primeira juventude, acolhe plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus ótimos pais. Esta formação religiosa ensina-lhe a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança na Providência e a estimar a necessidade e a eficácia da oração.

No dia 4 de abril de 1928, com cinco anos e meio, fez a Primeira Comunhão. Desde esse dia, mesmo muito pequena, todos os dias acompanhava sua mãe à Santa Missa. Foi Crismada dois anos depois na Catedral de Bérgamo.
Durante os anos de estudos e na Universidade, enquanto se dedicava diligentemente aos seus deveres, vincula sua fé com um compromisso generoso de apostolado entre os jovens da Ação Católica e de caridade para com os idosos e os necessitados nas Conferências de São Vicente. Formou-se com louvor em medicina e cirurgia em 30 de novembro de 1949 pela Universidade de Pavia (Itália), em 1950 abre seu consultório médico em Mêsero (nos arredores de Milão). Entre seus clientes, demonstra especial cuidado para as mães, crianças, idosos e pobres.
Especializou-se em Pediatria na Universidade de Milão em 1952, mas freqüentou a Clínica Obstétrica Mangiagalli, pois por seu grande amor às crianças e às mães pretendia unir-se ao seu irmão, Padre Alberto, médico e missionário no Brasil que, com a ajuda do seu outro irmão engenheiro, Francesco, construíram um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. A Beata Gianna, por sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo Dom Bernareggi em vir ao Brasil.
Enquanto exercia sua profissão médica, que a considerava como uma «missão», aumenta seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagra-se intensivamente em ajudar as adolescentes. Através do alpinismo e do esqui, manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial, que a abraça com entusiasmo, assumindo total doação «para formar uma família realmente cristã».
Em 1954 conheceu o engenheiro Pietro Molla. Noivaram em 11 de abril de 1955. Prepara-se ao matrimônio com expansiva alegria e sorriso. Ao Senhor tudo agradece, e ora. Na basílica de São Martinho, em Magenta, casa aos 24 de setembro de 1955, tendo a cerimônia sido presidida por seu outro irmão Padre Giuseppe. Transforma-se em mulher totalmente feliz. Em novembro de 1956, já é a radiosa mãe de Pedro Luís (Pierluigi); em dezembro de 1957 de Mariolina (Maria Zita) e, em julho de 1959, de Laura. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, de esposa, de médica e da grande alegria de viver.
Na quarta gravidez, aos 39 anos em setembro de 1961 no final do segundo mês de gravidez, vê-se atingida pelo sofrimento e pela dor. Aparece um fibroma no útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança, abortar o feto, ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Antes de ser operada, embora sabendo o grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” , então, entrega-se à Divina Providência e à oração. Submeteu-se à cirurgia no dia 6 de setembro de 1961. Com o feliz sucesso da cirurgia, agradece intensamente a Deus a salvação da vida do filho. Passa os sete meses que a distanciam do parto com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isto não aconteça.
Alguns dias antes do parto, sempre com grande confiança na Providência, demonstra-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a”. Deu entrada, para o parto, no hospital de Monza, na sexta-feira da Semana Santa de 1962. Na manhã do dia seguinte, 21 de abril de 1962, nasce Joana Manuela (Gianna Emanuela). Apenas teve a filha por breves instantes nos braços. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambos, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus eu te amo, eu te amo” morre santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de profunda comoção, de fé e de oração. A Serva de Deus repousa no cemitério de Mêsero, distante 4 quilômetros de Magenta, nos arredores de Milão (Itália).
“Meditata immolazione” (imolação meditada), assim Paulo VI definiu o gesto da Beata Gianna recordando, no Ângelus dominical de 23 de setembro de 1973, “uma jovem mãe da Diocese de Milão que, para dar a vida à sua filha sacrificava, com imolação meditada, a própria”. É evidente, nas palavras do Santo Padre, a referência cristológica ao Calvário e à Eucaristia.
O milagre da beatificação aconteceu no Brasil, em 1977, na cidade de Grajaú, no Maranhão, naquele hospital onde queria ser missionária, onde foi beneficiada uma jovem protestante que tinha dado à luz.
Foi Beatificada pelo Papa João Paulo II, em 24 de abril de 1994 no Ano Internacional da Família, tendo sido considerada esposa amorosa, médica dedicada e mãe heróica, que renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Oração à Santa Gianna Beretta Molla

– Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Deus Pai, que nos deste a Santa GIANNA como exemplo de esposa amorosa, que cercou de amor a sua família construindo uma verdadeira “Igreja Doméstica”, faz-me assimilar esse mesmo amor incondicional, consagrando minha vida ao Teu serviço junto aos que me cercam.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…,GLÓRIA AO PAI…
Jesus, Redentor da humanidade, que chamaste à Santa GIANNA à missão de médica do corpo e da alma, vendo o Teu sofrimento no irmão doente, fazei que, seguindo o exemplo da Tua serva, possa eu entender a minha dor e a do meu irmão, participando do sacrifício da Tua Santa Cruz.
PAI NOSSO… ,AVE MARIA…, GLÓRIA AO PAI…
Espírito Santo, fonte de todo o Amor, que infundiu no coração de Mãe da Santa GIANNA a coragem dos mártires, de testemunhar com a própria vida o amor à criança que trazia no seu ventre, colaborando de maneira extraordinária no Teu plano de criação, e, que durante toda a sua vida foi um exemplo de cristã de fé, esperança e caridade, faz-me torná-la com o exemplo para um autêntico caminho rumo à santidade.
PAI NOSSO… , AVE MARIA.., GLÓRIA AO PAI…
Ó Deus, Amante da Vida, que doaste à Santa GIANNA BERETTA MOLLA responder com plena generosidade à vocação cristã de esposa e mãe, concede também a mim (pessoa para quem quer obter a Graça), por sua intercessão (… FAZER O PEDIDO…) e também seguir fielmente os Teus Desígnios, para que resplandeça sempre nas nossas famílias a Graça que consagra o amor eterno e à vida humana. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Teu Filho, que é Deus, e vive e reina Contigo na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. AMÉM.
Rezemos, também, pela intercessão da Santa GIANNA.

Oração com Aprovação Eclesiástica
DOM DIÓGENES SILVA MATTHES
BISPO DIOCESANO DE FRANCA-SP
Patrona Diocesana da Pastoral Familiar Franca-SP

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– E se jogadores virassem árbitros?

No começo do futebol (em 1863), não existiam árbitros! Eram os jogadores que discutiam o que fazer entre si. Com o tempo, como muitos atletas queriam reclamar, determinou-se que apenas um atleta de cada equipe poderia debater com o adversário. Esses utilizavam bonés para se diferenciarem. Boné, em inglês, se chama “cap”. Em alguns países de língua latina, o “cap” virou capitão (e, como sabemos, os capitães de cada equipe pararam de usar boné). O árbitro surgiu quase duas décadas depois, a fim de apenas resolver as discussões entre os atletas (era um mero mediador). Bem no final do século XIX o árbitro entrou em campo (e passou a existir oficialmente na Regra de Jogo) e começou a apitar as partidas (e os capitães perderam o direito de reclamar, já que hoje esse “direito antigo” é proibido). Hoje, o capitão apenas representa a equipe perante o árbitro.

No começo do século XX, os árbitros de futebol eram formados pela “Escola da Bola”, ou seja, pela experiência que tinham dentro de campo atuando como atletas, pois boa parte deles eram ex-jogadores. O próprio Charles Muller, depois de encerrar a carreira de jogador, se tornou árbitro.

Claro, não tivemos nenhum grande craque que se tornou árbitro expressivo, pois, afinal, a identidade entre eles e seus clubes no futebol romântico os impedia. Apenas atletas medíocres viravam árbitros.

Com o profissionalismo, isso mudou! Árbitros passaram a ser independentes e formados pelas escolas de arbitragem (destaca-se a famosa EAFI – Escola de Árbitros Flávio Iazzetti, da FPF, pioneira no Brasil).

Já imaginaram hoje Rogério Ceni apitando Corinthians x Palmeiras? Ou Marcelinho Carioca arbitrando Santos x São Paulo? Não ia dar certo

E depois de tudo isso e de todo tempo, vale o lembrete: o árbitro é o único elemento dentro do universo do futebol que não é profissional de fato!

Desculpem-me: esqueci dos gandulas. Também eles não são profissionais…

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– Como fica a Embraer sem a Boeing?

A Boeing gastaria até 20 bilhões de reais com a parceria junto a Embraer, separando em 80% as ações para ela no mercado comercial e uma fatia minoritária na área militar.

Com a saída da Boeing do negócio (pela crise mundial aérea e também motivada com a queda de valor das ações da empresa por conta do novo 737 MAX não ter “vingado”), como ficará a empresa brasileira agora?

Extraído de: https://www.infomoney.com.br/mercados/embraer-sem-boeing-os-caminhos-da-brasileira-sem-o-acordo-de-us-42-bi-e-o-que-esperar-para-as-acoes/

EMBRAER SEM BOEING

Parceria com chinesa e até ajuda do governo são alternativas aventadas pelo mercado; no curto prazo, mais pressão em cenário já complicado com coronavírus

Por Laza Rizério

SÃO PAULO – Ainda mais nebuloso. É assim que se define o futuro da Embraer (EMBR3) após a Boeing anunciar o fim do acordo de joint venture com a companhia brasileira no valor de US$ 4,2 bilhões, mais de um ano após o enlace inicial entre as empresas. Com isso, após uma queda de 10,68% das ações na última sexta-feira, quando as notícias ganharam forças, os ativos EMBR3 chegaram a cair até 16,55% na sessão desta segunda-feira (27), a R$ 6,91. Os papéis fecharam em uma baixa bem menos expressiva, de 7,49%, a R$ 7,66, mas, ainda assim, sendo a maior baixa do Ibovespa.

Boeing e Embraer planejavam uma joint venture composta pelo negócio de aviação comercial da Embraer e uma segunda joint venture para desenvolver novos mercados para a aeronave de transporte aéreo médio e mobilidade C-390 Millenium (as companhias, porém, manterão um acordo para que a Boeing faça a comercialização e manutenção conjunta do C-390).

Apesar do fim da joint venture, o desenrolar dos acontecimentos para as duas fabricantes de aeronoves está longe do fim.

Para justificar a desistência, a Boeing afirmou, entre outros motivos, que a brasileira não cumpriu as condições necessárias para que a data inicial de rescisão do acordo (24 de abril) fosse prorrogada. Contudo, horas depois que a americana anunciou a desistência, a Embraer classificou a medida como indevida e afirmou que a empresa americana fabricou falsas alegações para não pagar o preço de compra de US$ 4,2 bilhões acertado, e que buscará todas as medidas cabíveis pelos danos sofridos.

Nesta segunda, a brasileira comunicou ter iniciado procedimentos arbitrais por conta da rescisão de contrato.

Vale destacar que o anúncio da Boeing se deu em meio a maior crise de sua história, que envolve dois acidentes com seu principal avião, o 737 MAX, e a paralisação do setor aéreo em decorrência do coronavírus. Nos Estados Unidos, são debatidas formas do governo americano ajudar a companhia, mas que o auxílio, caso fosse concedido, não deveria ser utilizado para fechar a compra da Embraer.

O rompimento do contrato, apesar de ser mal recebido no mercado, não foi visto exatamente como uma surpresa, pelo menos não dentro do governo brasileiro, que já tratava o desfecho como esperado, diante da crise enfrentada pela empresa americana e pelo baque que a pandemia do novo coronavírus provocou no setor aéreo. Na ala militar, conforme ressaltou o jornal O Estado de S. Paulo, o negócio não era unanimidade e, por esse motivo, o desmanche do acerto não foi lamentado, pelo contrário, foi até comemorado.

Isso ocorre por conta da expectativa de que a companhia recupere o controle de sua nova geração de aviões E2, o que pode dar um impulso a longo prazo. “A Embraer se sentiu um pouco apática sem a franquia de E-Jets”, destacou George Ferguson, analista da Bloomberg Intelligence. “Vai ser um ano difícil para todo mundo, mas esse é um gerador de caixa da Embraer”, avaliou à Bloomberg.

Porém, enquanto isso, o fim das negociações adicionam mais incertezas para a companhia, em um cenário que já era bastante complicado para ela. Após investimentos de R$ 485,5 milhões em 2019 no processo de separação do braço de aviação comercial, que iria para a Boeing, a demanda pelo E2, da sua nova família de aviões, está fraca. O setor aéreo, que enfrenta dificuldades por conta da pandemia do coronavírus, agrava a situação de baixa demanda para a companhia.

Assim, como impacto inicial do cancelamento do negócio, a fabricante de aeronaves deve ajustar os níveis de produção e as despesas de capital. Durante teleconferência aberta ao mercado na manhã desta segunda, os executivos disseram que a Embraer está trabalhando em iniciativas de redução de custos para preservar e reduzir as saídas de caixa em US $ 1 bilhão, o que foi visto como excessivamente otimista pelo Bradesco BBI, apesar dos analistas destacarem que a companhia tem caixa suficiente para 2020 e 2021.

Victor Mizusaki e Gabriel Rezende, analistas do banco, cortaram a projeção para encomendas de jatos comerciais e executivos em 49% e 10%, respectivamente, para 2020 levando a uma redução nas expectativas para a receita em 22%. Para 2021, a queda esperada é de 44% e 14%, também levando a uma baixa nas expectativas de receita em 22%. ” Em nossa opinião, a Covid-19 levará ao adiamento de entregas de aeronaves e novos pedidos. Além disso, a Embraer precisará competir com a Airbus no mercado de jatos regionais”, apontam.

Alguns caminhos são destacados para a Embraer após o fracasso da joint venture, uma delas sendo apontada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, o governo pode negociar a venda da Embraer com outra companhia e que a decisão cabe a ele, já que o governo federal tem a chamada golden share, que dá ao governo poder de veto em decisões estratégicas na empresa.

De acordo com o Bradesco BBI, um acordo de venda poderia acontecer na China, que quer crescer na aviação com a estatal China Commercial Aircraft (Comac), colocando o setor aeroespacial como de valor estratégico.

A Comac, cabe lembrar, enfrentou várias dificuldades com a certificação de seus dois modelos de aeronaves ARJ21 (70 a 80 assentos) e C919 (158 a 168 assentos) nos EUA e na Europa. A fabricante chinesa também analisou um possível acordo com a Bombardier em 2017, mas o governo canadense preferiu a união com a Airbus. “A Embraer possui um histórico comprovado em desenvolvimento e certificação de produtos, o que poderia explicar o interesse da Comac em buscar uma joint venture com a brasileira, nos mesmos moldes da usada pela Boeing”, avalia o Bradesco BBI. Para os analistas, essa transação não enfrentaria dificuldades para ser aprovada pelo Antitrust autoridades, pois deve fortalecer um terceiro ator para quebrar o duopólio da Boeing-Airbus.

O banco suíço também aponta que, com o acordo agora quebrado e a lógica de reforçar seus negócios de aviação comercial ainda como meta, não é estranho que outras empresas conversem com a brasileira. Os analistas também apontam a China como uma possível interessada, destacando que a Embraer traria talento para o design e desenvolvimento mas, o que é mais importante, a experiência e a capacidade global em uma rede de serviços globais e suporte.

Outras possibilidades são aventadas pelo mercado, mas de mais curto prazo, e que envolveriam o governo: a brasileira pode precisar de socorro governamental em meio à crise (seguindo o exemplo da Boeing, que pediu ajuda de Washington).

Em vídeo enviado no sábado a funcionários, porém, o presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto, afirma que a empresa tem liquidez “suficiente e acesso a fontes de financiamento para alavancar seus negócios”.

O Bradesco BBI aponta que a Embraer tem US$ 2,8 bilhões em caixa, suficiente para sobreviver a dois anos de zero encomendas. “Apesar da situação financeira confortável, a Embraer precisará reduzir seus custos fixos para superar o novo cenário, que pode reduzir o interesse das companhias aéreas em fazer pedidos com a Embraer, uma situação semelhante ao vivido pela Bombardier até o fechamento da parceria com a Airbus”, avaliam os analistas.

Mais pressão no curto prazo

Como já observado na sessão em que o rumor ganhou força no mercado e também no pregão desta segunda, a expectativa é de que os papéis da companhia sejam fortemente impactados no curto prazo por conta do enfraquecimento competitivo da Embraer sem a parceria com a Boeing, já somado ao cenário dificil com o coronavírus. Um dos argumentos para a união entre as duas companhias era de que a Embraer tinha ficado muito pequena em um mercado com grandes empresas se consolidando, o que tornava necessário o apoio da Boeing.

A empresa vai enfrentar uma competição ainda maior com a Airbus no segmento de aviões comerciais, empresa de maior escala e com amplo portfólio de clientes.

Desde que a Airbus comprou o controle do programa de aeronaves CSeries, da Bombardier (renomeado posteriormente para A220), a participação da Airbus atingiu 88%, ante os 12% do jato E2 da Embraer, apontam Mizusabi e Rezende.

“A Airbus utilizará seu relacionamento com companhias aéreas para conseguir novas encomendas pelo A220. Além disso, em sua intensa competição com a Boeing, a Airbus pode vender com desconto os A220 para conseguir novas encomendas, o que deve resultar em efeitos colaterais para a Embraer”, avaliam.

Em meio a esse cenário, somado ao impacto do coronavírus, o Bradesco BBI cortou a projeção de US$ 179 milhões para o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) para um valor negativo de R$ 217 milhões.

“Se as aéreas globais já estão ‘sangrando’ com o coronavírus, os efeitos para a Embraer são ainda mais sérios”, apontam os analistas.

Eles lembram ainda que a Covid-19 também tem implicações em novos pedidos de aeronaves com as fabricantes devido a: 1) excesso de aeronaves no mercado secundário e 2) baixos preços do petróleo reduzindo necessidade de comprar uma nova aeronave com baixo consumo de combustível. Por fim, as restrições regulatórias impostas para o setor de companhias aéreas, como a configuração do assento da aeronave, podem mudar substancialmente a economia de jatos regionais. A Aeromexico, por exemplo, reduziu a capacidade de assento dos jatos Embraer e aeronaves B737 em 50% e 33%, respectivamente, devido à necessidade de distanciamento de passageiros.

Com todo esse cenário no radar, os analistas do banco fizeram um corte duplo na recomendação para os American Depositary Receipts (ADRs na sigla em inglês, ou recebido de ações) negociados na bolsa americana, de outperform (desempenho acima da média do mercado) para underperform (desempenho abaixo da média do mercado), além de um corte no preço-alvo em 84%, passando de US$ 25 para US$ 4, uma queda de 31% frente o fechamento de US$ 5,82 da última sexta-feira (24).

O corte incorpora uma previsão de queda de 49% nas entregas de aviões comerciais em 2020 e de 50% no longo prazo. “Nossa recomendação de venda está baseada na covid-19 levando companhias aéreas a atrasar, em 2020 e 2021, recebimentos e novas encomendas, na intensa competição com a Airbus e um ‘valuation’ considerado pouco atrativo”, afirmam.

O UBS, por sua vez, segue com recomendação neutra e preço-alvo de US$ 9 para os ADRs (com potencial de alta de 54%), também avaliando verem queda nos pedidos, com destaque para os E-Jets – a projeção atual é de 65 pedidos ante 89 em 2020. O Morgan Stanley, que tinha como cenário uma redução dos valores do acordo em 25% levando em conta os fracos resultados comerciais nos últimos dois anos, mas não uma suspensão, também possui recomendação equivalente à neutra e preço-alvo de US$ 9.

Apesar da pressão de curto prazo, o Morgan avalia que o que poderia limitar a queda das ações é que ela não possui grandes preocupações de liquidez a médio e longo prazo. Além disso, um pequeno fator atenuante do cancelamento do negócio é que o governo brasileiro poderia fornecer mais apoio ao a ela e efetuar pagamentos para o setor de defesa de maneira mais oportuna no futuro.

“Será um desafio, pois esse ambiente será um desafio para todos “, disse Ron Epstein, analista do Bank of America, acrescentando que não espera que o tráfego aéreo global volte aos níveis do ano passado até 2023. “Mas eu esperaria que eles [a Embraer] sobrevivessem e seguissem em frente”, avalia.

A Embraer ainda apontou um outro caminho após o fim da parceria. “Nosso negócio da aviação comercial continua forte, somos líderes no mercado de jatos regionais com mais de 60% de participação de mercado e acreditamos que os jatos regionais liderarão a recuperação do setor de aviação, à medida que as companhias aéreas retomarem suas operações por meio de rotas regionais e domésticas, que são nossos principais mercados. Outra vantagem para a Embraer é a exposição nos Estados Unidos que representa quase dois terços das nossas entregas no curto prazo”, disse a Embraer, em entrevista por escrito ao Broadcast.

Enquanto isso, outras questões estão no radar para a companhia. Entre os quase R$ 500 milhões gastos para completar o negócio com a Boeing, houve despesas com assessores financeiros e jurídicos, a criação de novas empresas para acomodar a parceria, adaptação de suas fábricas e migração de funcionários. Com a revisão de tudo isso, provavelmente haverá custos extras nas operações.

Além disso, uma questão pendente é que, se acordo fosse concretizado, previa-se o pagamento de um dividendo especial de US$ 1,6 bilhão aos acionistas da Embraer, o que não irá acontecer.

Também ganha destaque como será a disputa na Justiça entre as duas companhias, que terá como palco o Distrito Sul de Nova York, conforme as partes definiram no memorando de entendimentos.

A aplicação da lei de Nova York na disputa seria desfavorável para a brasileira, conforme apontaram fontes ao Broadcast. “A lei de NY tende a proteger o que está no contrato. É muito mais difícil declarar nula uma cláusula. No Brasil, caso se provasse que a Boeing agiu com culpa grave ou dolo, haveria uma chance muito grande que possíveis cláusulas de limitação de dano fossem revertidas”, afirmou uma das fontes. Todas as cláusulas do contrato, entretanto, ainda são desconhecidas. “Há alguns contratos em que até os custos com a operação de M&A não podem ser cobrados caso o acordo não aconteça”, explicou a fonte. De qualquer forma, a expectativa, conforme especialistas, é de um longo processo de litígio entre as concorrentes.

O cenário é de incertezas para os acionistas da Embraer, que ficarão de olho nas disputas entre a Boeing e a brasileira e também sobre uma possível ajuda do governo para o setor, assim como interesses de outras companhias em sua operação comercial. Até que mais definições aconteçam, a expectativa dos analistas é de maior pressão no curto prazo para os ativos.

– É crítica. Mas, ao mesmo tempo, elogio.

Disse Renan Calheiros sobre Sergio Moro, via twitter, ontem:

“Moro é transgressor confesso. Vazou áudios ilegais, grampeou advogados, escalou quem perseguir, desobedeceu soltura judicial, conspirou contra democracia. Invocar estado de direito agora é hipocrisia”.

Quando alguém com histórico em negociações políticas complicadas, denúncias e escândalos (como tem Renan) resolve atacar alguém, não se encare como ofensa. O suposto ofendido deve encarar como elogio, pois é indicador de que está no caminho certo, incomodando quem sempre foi suspeito.

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– Boa 3a feira

👊🏻Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir a tão necessária #endorfina?
🏃🏻👟 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDasLágrimas, rogai por nós que recorremos a vós. #Amém.”
⛪😇 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores.
🏁 🙆‍♂️ #corrida #treino #flor #flower #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌅Desperte, #Jundiaí.
Que a #TerçaFeira possa valer a pena!
🍃🙌🏻 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia

Ótima jornada para todos!

#FOTOGRAFIAéNOSSOhobby