No Nordeste brasileiro, historicamente a penetração do futebol carioca foi muito grande, graças ao rádio e às transmissões dos times do Rio de Janeiro pela TV Aberta. Dava (e ainda dá) muita audiência. Disso, surgiu o termo “torcedor misto” para se referir aos que torcem para mais de um clube. Por exemplo: Botafogo da Paraíba e Botafogo FR; Treze de Campina Grande e Fluminense FC, ou CRB e CR Vasco da Gama! Claro, o Flamengo tem uma massa muito grande por toda a região.
Dito isso, vale lembrar que quando jogaram Fortaleza x Flamengo pelo Campeonato Brasileiro, houve uma campanha “contra o torcedor misto”, que dizia:
“Você pode torcer até para o rival, mas que seu coração tenha um único dono.”
A ideia é que em jogos do Fortaleza em casa, os torcedores fossem com as camisas apenas do time cearense, não do “time grande do eixo Rio-SP”.
É evidente que na maioria do Interior de São Paulo costumeiramente o torcedor torça para o time local, da sua cidade, e para um dos 4 grandes paulistas. É normal! Se vê com naturalidade camisas dos times grandes em jogos de divisões menores.
Mas… é claro que isso não funciona em alguns clubes, sabidamente nos estádios Moisés Lucarelli e no Brinco de Ouro da Princesa.
A questão é: e em Jundiaí? Como se deve tratar o tema? O que você pensa sobre isso?
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Eu considero isso uma idiotice, nem mesmo em Campinas, onde se dizem torcedores de um único clube, a quantidade de torcedores que frequentam o estádio é de no máximo 6 mil pessoas, considerando que campinas tem 2 milhões de habitantes e que o Guarani leva ao Brinco de Ouro 3 mil temos em média 0,45% de torcedores dedicados. Em Jundiaí temos levado ao estádio 900 torcedores, nossa população é de 450mil habitantes temos 0,20% de torcedores dedicados. Considerando o interesse das competições disputadas, não vejo diferença. Nada é diferente num país com milhares de times mendigando dinheiro e poucos mamando em tetas gordas.
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