– Boa sorte ao Bruno Covas! Eu não queria estar no lugar dele…

Não dá um frio na espinha ao ver um cara jovem e saudável como o Bruno Covas, prefeito de São Paulo, descobrindo que tem câncer? Especialmente quando ele é atleta e regula de idade com você?

E não dá ainda mais preocupação ao saber que, ele tendo algo grave e estando nos melhores centros médicos do mundo, terá que ter muita paciência e ânimo, e nós não temos essa mesma oportunidade (caso aconteça com “mortais” como a gente que se socorrer aos burocráticos planos de saúde ou ao SUS)?

A doença não escolhe cor, sexo, religião, idade ou condição financeira. Que Deus o ajude nessa luta e socorra principalmente os menos favorecidos.

Sobre sua enfermidade, abaixo, extraído de: https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,cancer-que-atinge-bruno-covas-aumenta-entre-os-jovens,70003069075

CÂNCER QUE ATINGE BRUNO COVAS AUMENTA ENTRE OS JOVENS

Embora mais comum entre idosos, o câncer de estômago, tipo de tumor que acomete o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), tem sido observado com cada vez mais frequência em pacientes jovens, segundo especialistas ouvidos pelo Estado.

Uma das hipóteses é de que a piora na alimentação e em outros hábitos de vida colabore para o crescimento, mesmo entre jovens, dos tumores que acometem a região de transição entre esôfago e estômago. No caso do prefeito, o câncer foi detectado na cárdia, espécie de válvula entre os dois órgãos. Embora não seja considerado um câncer raro, ele historicamente costuma ser diagnosticado em maiores de 55 anos e não na faixa etária do prefeito, que tem 39 anos.

Cirurgião oncológico e diretor do centro de referência de tumores gastrointestinais do A.C. Camargo Cancer Center, Felipe Coimbra diz que casos de pessoas mais jovens têm aparecido com mais frequência no dia a dia de profissionais da oncologia.

“A gente observa um aumento. Tem a ver com os maus hábitos adotados em grandes cidades. Os fatores mais relacionados são tabagismo, refluxo gastroesofágico, consumo exagerado de bebidas alcoólicas e obesidade. Também tem fatores hereditários, mas é possível ocorrer sem nenhum fator de risco, de forma aleatória”, explica o especialista.

Coordenadora dos tumores gastrointestinais e neuroendócrinos do Centro Especializado em Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Renata D’Alpino também relata aumento no número de pacientes jovens com esse tipo de câncer.

“Estamos vendo um aumento de tumores de estômago na cárdia provavelmente por causa das questões de comportamento, enquanto outros tumores de estômago, os mais localizados na parte inferior do órgão, estão menos frequentes”, diz.

Renata destaca como principal fator de risco o refluxo crônico.

Quando o alimento não fica no estômago e fica retornando para o esôfago, vai causando uma inflamação que pode gerar mutações e o aparecimento do câncer​”, diz ela.

O excesso de gordura corporal também aumenta os processos inflamatórios no sistema digestivo.

Bruno Covas

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