– Por hoje, não!

Devido a algumas dores de cabeça e outros compromissos assumidos, sem postagem hoje.

Apenas o desejo de um bom sábado, previamente agendado com a paisagem de ontem.

Alás, o entardecer é para ajudar a relaxar (para quem pode). Abaixo:

– O Craque da Foto ou o Craque de Bola?

Quem tem mais genialidade: o volante Paulinho, em seu ofício, ao marcar de maneira oportuna o 1o gol do jogo entre Brasil 2×0 Sérvia, ou o fotógrafo brasileiro Eugênio Sávio, que mostrou muita categoria em sua profissão como o clique abaixo?

Veja que baita foto:

– Tenhamos uma excelente 6a feira!

👊🏻Bom dia!
Tudo pronto para suar mais uma vez em busca de #saúde.
Vamos correr a fim de produzir e curtir #endorfina?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó #SãoJoséMariaEscrivá, rogai por nós para que sejamos operários do #Senhor Jesus. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores colhidas no nosso #jardim.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅Desperte, Jundiaí.
Que a jornada possa valer a pena!
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

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❤️Terminando com o riso da minha florzinha Maria Estela – está gordinha, sorridente, esperta e muito amorosa.
Devo agradecer todos os dias a Deus pela vida dela!
👨‍👩‍👧‍👧 #PaiDeMenina #Criança #Bebê #Amor #Paternidade #Carinho #Sorriso #Vida

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Ótima #SextaFeira para todos nós!

– Senador Datena?

O jornalista José Luiz Datena será candidato ao Senado Federal por SP.

Vai conseguir se eleger? Eu acho que terá chance, pois entram 2 nessas eleições.

Se é uma boa?

Aí é outro papo. Ser popular / populista são coisas distintas; ter competência é outro assunto…

Aliás, ele não disse que seria um péssimo político quando justificou sua desistência à candidatura de ser prefeito na Capital Paulista?

Eu o acho uma incógnita e me questiono: o que o fez mudar de opinião?

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– O Fair Play Japonês valeu a pena!

Quer dizer que o “jogo limpo”, menos faltoso e mais respeitoso do Japão fez com que, por ter menor número de cartões, avançasse às oitavas de Final da Copa do Mundo da Rússia?

Viva o futebol! Gosto demais desse critério de desempate, pois, afinal, o esporte é disciplina, ludismo, diversão e não guerra!

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– Catequese do Crisma a respeito do Bullying

Nas salas de aula onde lecionei nas turmas de Administração de Empresas, em diversas atividades falamos sobre as questões de ética, igualdade, equidade e respeito nas organizações. Porém, tal tema extrapola o ambiente de trabalho e deve ser discutido na sociedade em geral.

Dentro dos nossos encontros de Catequese do Sacramento do Crisma, aos nossos crismandos preparamos um material sobre o qual podem refletir as diversas formas de bullying.

A propósito, se tentarmos catalogar “o que é motivo de bullying”, teremos como mote (alguns exemplos):

etnia (nordestino, nortista), raça (negro, amarelo), religião (cristão, muçulmano), condição social (rico, pobre), estética (alto, magro, gordo, baixo), gênero (másculo, afeminado), idade (jovem, velho), ideologia (esquerda, direita), comportamento (extrovertido, tímido) e outras tantas questões que podem constranger por preconceito, gerando gozações e apelidos.

Compartilho um compilado adaptado pela equipe de catequistas da Paróquia São João Bosco – Jundiaí/SP, a partir de dois bons textos extraídos de brasilescola.com.br e pesformosos.com.br.

BULLYNG

Você tem vergonha de ser o que você realmente é?

Bullying é um termo da língua inglesa (bully= valentão) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas. Verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa, que não tem a possibilidade ou capacidade de se defender. São atitudes realizadas dentro de uma relação desigual de forças e poder. Na prática, traduz-se em atos de covardia, tirania, agressão, opressão, maus tratos, ironias. Essas agressões possuem um caráter intencional e, muitas vezes, a pessoa que sofre o bullying pode ser abordada por uma ou por várias pessoas.

O bullying se divide em duas categorias:

Bullying direto: é a forma mais comum entre os agressores masculinos, incluindo a agressão física e verbal.

Bullying indireto: essa é a forma mais comum entre as mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social, ou a famosa “risadinha”” da vítima.

Em geral, a vítima teme o agressor em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência física, verbal ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying pode ocorrer em qualquer ambiente: na rua, na escola, faculdade, igreja, shopping, entre outros.

– Agressor: você participa da agressão até mesmo quando ri de alguém que está sendo vítima, principalmente, quando você é o agressor direto, quando violenta
fisicamente ou verbalmente a vítima.

– Vítima: são as pessoas que sofre a violência física, verbal ou sexual. Sofrem, na maioria das vezes, calados por temerem denunciar o agressor.

– Testemunha: as pessoas que presenciam o bullying, na grande maioria alunos que convivem com a violência e silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor.

As crianças e adolescente que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamentos agressivos. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

“Se por estarmos em Cristo, nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensa, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas, humildemente considerem os outros superiores a si mesmo. Cada um cuide, não somente de seus interesses, mas também dos interesses dos outros. Seja a atitude de vocês a mesma de Cristo Jesus”. Fl 2,1-5

O termo bullying não está na Bíblia, mas, nem por isso quer dizer que a Bíblia não se dirige significativamente a esta expressão da nossa cultura. A Bíblia dirige-se a cada um desses aspectos. E vai além, porque ela tem palavras de consolo e fortalecimento para o sofredor, caminhos de verdadeira transformação em Cristo para o agressor, palavras de incentivo para o pacificador. Você e eu temos a oportunidade de penetrar na vida destas pessoas por meio de um relacionamento de amor. Podemos identificar os problemas usando a nomenclatura que Deus usa e aplicar as verdades das Escrituras.

Encontramos na Bíblia inúmeras ilustrações e ensinos sobre ira, discriminação e muitos outros problemas que geram o bullying, mas, também teremos a solução para eles. Quando a Bíblia menciona algo com tanta frequência, podemos esperar que seja uma luta universal. O Bullying não é novidade atual, e o procedimento de vida correta aparece nas Escrituras:

“todavia não foi isso que vocês aprenderam de Cristo. De fato, vocês ouviram falar dele, e nele foram ensinados de acordo com a verdade que está em Jesus. Quanto à antiga maneira de viver, vocês foram ensinados a despir-se do velho homem, que se corrompe por desejos enganosos, a serem renovados no modo de pensar e revestir-se do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e, em santidade, provenientes da verdade”. Ef 4,20-24.

Se existe uma cultura de violência, que se dissemina entre as pessoas, é importante que possamos espalhar uma contracultura de paz, especialmente nas crianças, que precisam ser moldadas e nelas semeadas boas sementes de paz, amor, harmonia. Vivemos um tempo de aprendizado de como lidar com isso: escola, pais, agressores e agredidos, que muitas vezes não sabem o que fazer, mas, o grande plano neste momento, é aprender com o incentivo de gestos de compreensão, de cada vez mais cultivar respeito às diferenças individuais e o olhar de fé e atitude de cada um de nós.

A vida em Cristo nos remete a amar ao próximo como Ele mesmo nos amou:

“Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros.” (Jo 13,34).

Devido a isso, não agrida ninguém por características físicas, raça, personalidade…. lembre-se que Deus nos fez à Sua Imagem e Semelhança e nos ama igualmente, independente de nossas diferenças. Ame o próximo.

Para reflexão:
– Exemplo de bullying na Bíblia: Lc 16,19
– Discussões: Cyberbullying, Liberalismo e Conservadorismo, Feminismo x Machismo, Apelidos e Bullying

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– A crise da Livraria Saraiva e a possível falência

A Saraiva teve a falência requerida?

Uau… ela foi inovadora nas suas “super lojas”. Lembro-me de comprando CDs em suas prateleiras, com títulos de todo mundo. Há dois anos (abaixo a citação), os sócios brigavam e a consequência se vê agora (na segunda matéria deste texto).

Em: https://exame.abril.com.br/negocios/saraiva-perde-88-do-valor-em-5-anos-em-meio-a-briga-de-soci/

SARAIVA PERDE 88% DO VALOR EM 5 ANOS COM BRIGA DE SÓCIOS

Mais de um século após seu avô ter fundado a empresa, o herdeiro de 31 anos da maior rede de livrarias do Brasil se meteu em uma briga amarga com o maior acionista da companhia.

A GWI Asset Management acusou a Saraiva SA Livreiros Editores e o presidente Jorge Saraiva Neto de levar a livraria à beira da insolvência por conceder remunerações excessivas para executivos e pela incompetência generalizada que trouxe prejuízos em seis dos últimos oito trimestres.

Para não ficar atrás, a Saraiva acusa a GWI de se envolver em manipulação de ações, diz que o presidente da gestora de ativos invadiu seu escritório ilegalmente e pede que os direitos do investidor como acionista sejam revogados, segundo documentos enviados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A batalha que está sendo travada na Justiça brasileira e nas salas do conselho ocorre em um momento em que as ações da livraria de 102 anos caíram 26 por cento neste ano e depois de uma queda de 88 por cento nos últimos cinco anos.

A queda está aniquilando os retornos para o mais antigo fundo administrado pela GWI — que foi fundada em 1995 e atende principalmente brasileiros descendentes de coreanos — que perdeu 10 por cento neste ano em um momento em que as ações do país estão registrando os maiores ganhos do mundo.

Seu desempenho a coloca no grupo das dois por cento últimas colocadas entre seus pares, de acordo com dados compilados pela Bloomberg.

“A família controladora está sendo altamente criticada pelos minoritários por falhar na reestruturação”, disse Bruce Barbosa, analista da empresa de assessoria de ações Empiricus Research, em uma nota para clientes.

“Não sabemos onde esta novela pode parar e recomendamos distância segura” das ações.

Tempos depois…

Em: https://oglobo.globo.com/economia/fornecedor-pede-falencia-da-livraria-saraiva-por-divida-de-60-mil-22794806

FORNECEDOR PEDE FALÊNCIA DA LIVRARIA SARAIVA POR DÍVIDA DE R$ 60 MIL

A empresa SND Distribuição de Produtos de Informática pediu a falência da rede de livrarias Saraiva. O pedido foi protocolado na última sexta-feira na 1ª Vara da Comarca de Cajamar, na Grande São Paulo, e afirma que a rede de livrarias têm débitos de R$ 59,7 mil não pagos com a distribuidora de materiais de informática. Para a Saraiva, o pedido é “descabido”. Dados do SPC, mostram que a Saraiva acumula 312 títulos protestados que totalizam R$ 28,2 milhões em dívidas com fornecedores.

Segundo a livraria, “os valores protestados (pela SND) não são devidos, uma vez que o saldo dos supostos débitos já foram quitados”. Sobre os outros 312 títulos protestados, a Saraiva não se pronunciou até a publicação deste texto.

(Reportagem publicada neste domingo pelo GLOBO fala sobre a dificuldade financeira das livrarias e uma série de calotes que as empresas têm dado às editoras.)_

Fernando Zilveti, professor da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV-SP), explica que pedir a falência é uma alternativa para pressionar o recebimento de pagamentos em atraso. Antes de solicitar a falência, o credor precisa protestar o título vencido. Nessa ocasião, o devedor recebe uma notificação do Cartório e, além disso, o protesto é publicado no Diário Oficial.

— É um valor irrisório esse de R$ 59 mil. Dá até um puxão de orelha no financeiro da empresa se eles esqueceram de pagar o título, mas não falência. O risco é se houver um acumulo de pedidos de falência. Neste caso, o próprio juiz percebe que pelos valores baixos dos pedidos pode haver insolvência da empresa — disse Zilveti.

Sobre o pedido de falência, a Saraiva informou ainda que “o referido processo de falência se origina de protestos de títulos (…), que somam aproximadamente R$ 59.660,25”.

A empresa disse que “se demandada a arcar com os valores objeto do referido pedido de falência, tal pagamento não afetará a solvência da Companhia, de forma que o pedido de falência apresentado pela Snd Distribuição é claramente descabido e adotaremos todas as medidas legais cabíveis”.

BALANÇO DE RESULTADOS

A Saraiva apresentou lucro no primeiro trimestre deste ano, que chegou a R$ 1,3 milhão, 370% maior do que o apurado no mesmo período de 2017, quando o lucro chegou a R$ 281 mil. Mas as despesas operacionais cresceram 9% no período, na comparação com os três primeiros meses do ano passado, saltando de R$ 150 milhões para R$ 164,2 milhões.

Segundo balanço divulgado pela empresa, o período foi marcado pelo que a empresa chamou de “reperfilamento da dívida” e “renegociação de prazos com fornecedores, objetivando o alinhamento dos fluxos de pagamentos ao ciclo de sazonalidade da companhia”. A alternativa negociada com as editoras foi adiar os pagamentos que venceriam em março, abril e maio para prazos mais longos.

Os resultados dessa negociação se refletiram nos números da empresa, que fechou o primeiro trimestre com aumento na receita bruta de R$ 608,4 milhões, 12,4% de crescimento em relação ao período anterior. O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 24,6 milhões, variação positiva de 22,8% na mesma base de comparação.

A dívida líquida consolidada da Saraiva em 31 de março somava R$ 284,4 milhões, segundo o balanço, contra R$ 267,1 milhões em 31 de março de 2017. Considerando os recebíveis de cartão de crédito, a dívida líquida de R$ 61,3 milhões frente a um caixa líquido de R$ 93,4 milhões no primeiro trimestre de 2017.

Em 2017, a Saraiva fechou com prejuízo de R$ 33 milhões.

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– Quem gosta de bom futebol, deve estar chateado com as ausências de Alemanha, Itália, Holanda…

Nenhuma Seleção Africana passou para a 2ª fase da Copa do Mundo. Apesar de eu ter simpatia por eles, e o torcedor sempre escolher um time pequeno para torcer quando lhe vê com “coitadismo”, não dá para Austrália, Panamá e outros países sem tradição jogarem um Mundial. Imagine uma Copa com 48 seleções então!

A Itália e Holanda não foram competentes em seus grupos e ficaram de fora, mas a Dinamarca e a Costa Rica entraram. Mas se jogarem 10 vezes entre si, não teríamos a Itália e a Holanda à frente de Dinamarca e Costa Rica?

Muita gente vibrou com a Alemanha fora. Eu não! Prefiro uma final entre Brasil x Alemanha porque eu gosto de futebol. Se a Seleção do Marco Polo Del Nero (não esqueça que a CBF é uma entidade privada e lucrativa) vencer ou perder não muda nada na minha vida. É claro que como brasileiro fico feliz, mas não é determinante no meu dia-a-dia.

Já imaginaram que jogão uma Holanda x Argentina numa semifinal, repetindo 2014? Mas, infelizmente, não vai dar… (há a Bélgica como agradável participação).

Quero mil vezes assistir um Brasil x Uruguai numa final de Mundial do que uma Suíca x Rússia. E você?

Independente dos “grandões” serem duros rivais, são tradicionais equipes e competitivas. Para quem realmente gosta de futebol, ver uma Seleção de porte fora da Copa logo no começo é um pecado para os apaixonados do esporte. Mas, enfim, vida que segue, já que foram incompetentes dentro de campo.

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– A ótima colaboração de Neymar com a arbitragem. Pois evoluir (meio que na marra) é preciso…

Neymar enfim amadureceu: não encheu o saco da arbitragem no jogo contra a Sérvia, não caiu / simulou e soube sair das confusões. Já tinha melhorado contra a Costa Rica (onde ele apanhou demais, tanto quanto no jogo contra a Suíça).

Que continue assim, sem dar trabalho aos árbitros, focado no que sabe fazer bem: jogar bola! Afinal, evoluir é necessário!

Aliás, justiça seja feita neste jogo: que grande arbitragem tivemos do iraniano Alireza Faghani (ao contrário do já citado aqui Enrique Cáceres, que tem muito mais nome e fez lambança com o árbitro de vídeo. Vide postagem anterior).

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– Chega de Mensagens, Gifs, Memes e Vídeos que eu não pedi!

Amigos, envio esse texto a todos os meus contatos e peço a gentileza: não me incluam em grupos de WhatsApp ou Messenger; não mandem GIFS, vídeos e demais memes em lotes (não tenho tempo de ler, desculpe). Não mande “correntes religiosas” (eu apago, nem abro, não sou supersticioso e não acredito nessas tolices – minha fé é bem clara). Tudo isso atrapalha o uso dessas importantes ferramentas das redes sociais.

No Facebook, Google Plus, Instagram ou Twitter, só me marque se for para algo realmente de interesse mútuo. Também me desculpe pois não consigo responder a todos que escrevem nelas (por conta da correria do trabalho e de outras prioridades). É difícil responder mensagens quase que “automáticas” de cumprimentos (parece que se torna uma obrigação – há cobrança de gente que fica bravo por não responder “bom dia” – só que a pessoa posta diariamente “bom dia”, “boa tarde” e “boa noite”; e faz refletir: aí não dá, né!).

Não é antipatia, é medo desse vício de internautas que não percebem que o mundo real é que deve ser vivido. Se puder, respondo; se não puder, não é prioridade. E medo também de eu próprio ficar refém dessas coisas e perder o precioso tempo de vida em agradar “internautas-relógios”, por exemplo.

Precisou falar com urgência? Me ligue ou mande um SMS. Atendo mais rápido, se puder. Mas resposta em rede social por protocolo (especialmente pelos “comentadores inveterados” – os que escrevem em tudo só para dizer que leram e se fazem de “amigão / amigona”), é dose…

REDES SOCIAIS NÃO PODEM SER ALGO ESTRESSANTE. Não as estrague.

Nessa época de radicalismo e eventos (em especial Copa do Mundo e Eleições), não quero perder amizades reais por insistências e incômodos virtuais. Sendo assim, peço humildemente a compreensão. Não é algo pessoal, é desprendimento mesmo.

Essa é uma mensagem padrão, mandada em lote para a minha relação de amigos da Web, como uma daquelas que recebo, a fim da boa conduta no mundo virtual. Vai que um dia você precisa perguntar algo importante, e justamente por causa desse volume de inutilidades, eu apago e não leio?

Na rede / perfil próprio, a pessoa publica o que quiser. Na dos outros, não. Afinal, não existe WhatsApp com Spam…

Obrigado.

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– Enquanto o povo acompanha a Copa, o pessoal de Brasília faz a festa!

E o José Dirceu está na rua? Mas a manchete não ganhou muito destaquem não?

Hein? Tem outros tucanos, petistas, medebistas e corruptos que se beneficiaram da falta de atenção da população?

É verdade. Um circo chamado Brasil!

Torcer pelo futebol não pode virar alienação (embora, para muitos, isso seja uma verdade). Uma pena que ainda exista o fato do “pão e circo” ainda existir…

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– Muito boa e animada 5a feira! Em várias hastags e com desejo de frutos obtidos da felicidade.

👊🏻Bom dia!
Acordar cedo faz muito bem para a #saúde. Assim, já em pé, vamos correr a fim de produzir e curtir a #endorfina produzida pelo corpo?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó #NossaSenhoraDeFátima, rogai por nós. #Amém.”
 #Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #MãeDeDeus #Maria #NossaSenhora #Fátima #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

🌺Fim de #cooper!
Suado, cansado e feliz, alongando e curtindo a beleza das #flores. Aqui: mini #rosas brancas.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

🌼Ao invés das mini-rosas brancas da postagem anterior, se preferir, há esse botão da #rosa amarela que colhemos do #jardim e fizemos um singelo #vaso para decorar nossa casa.
Pena que não dá para sentir o #perfume dessa #flor pela internet…
😊 #natureza #paisagem #beleza

🌅Desperte, Jundiaí.
Que a jornada possa valer a pena! Gostei das cores dessa 5a.
🍃 #sol #sun #sky #céu #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #amanhecer #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

🗾Um #céu azul totalmente inspirador!
Como não contemplar?
🙌🏻 #natureza #paisagem #fotografia #mobgrafia #inspirador #sky #landscapes

👨‍👩‍👧‍👧 Aliás, para ser um dia perfeito, somente esse sorriso: precisa de muita coisa para a #brincadeira ser legal?
Estouramos (eu e as filhotas) #bolinhas de sabão e rimos pra valer! Veja só que clique legal de uma delas voando ontem. Abaixo, o vídeo das nossas bagunças. Bem divertido!
💓 #Paternidade #Carinho #Felicidade #diversão

O vídeo bem engraçado com a caçulinha, em: https://www.youtube.com/watch?v=S81WLtTKB-4

👨‍👩‍👧‍👧 E, por fim, não poderia deixar de colocar o sorriso da filhota mais velha. Posso viver sem esse amor?
💓 #Paternidade #Carinho #Felicidade #diversão

Ótima #QuintaFeira para todos!

– O descontrolado Maradona. O que acontece?

Deselegante, nervoso, alterado, embriagado… ou, o que muitos não querem que seja: drogado?

Afinal, o show de horrores promovido por Diego Maradona (a quem considero o número 1 da Argentina, se comparado com Messi – já que não vi Di Stéfano jogar) na partida de ontem da Albiceleste contra a Nigéria, impressionou muita gente.

Agora, já se sabe muita coisa, como, por exemplo, de que realmente ele não estava no seu estado emocional normal.

Em: https://patadasygambetas.blogosfera.uol.com.br/2018/06/27/o-que-esta-por-tras-do-descontrole-de-maradona/?

O QUE ESTÁ POR TRÁS DO DESCONTROLE DE MARADONA…

por Tales Torraga

Toda a Argentina sabe que Diego Armando Maradona sempre foi adepto de dramas e de cenas bizarras, mas o país todo ficou sem entender por que ele ontem (26) estava descontrolado como há muitos anos não se via, precisando de ajuda médica no intervalo e na saída do estádio, como informou o canal de TV TyC Sports.

A primeira delas é na barreira que foi criada pela sua filha, Gianinna, que o impediu
de ver o neto, Benjamín, que está na Rússia acompanhando o pai, Kun Agüero. Maradona, claro, está extremamente abalado por estar perto do neto e não poder vê-lo. Dalma e Gianinna, as duas filhas mais velhas de Diego, cortaram relações com o pai depois da ausência de Maradona no casamento de Dalma. Há uma insana briga entre as duas e a atual namorada de Diego, Rocío Oliva, que não está na Rússia. El Diez esperava que esta condição fosse suficiente para encontrar o neto, mas isto ainda não ocorreu.

Outro ponto de conflito de Maradona com as filhas são seus novos hábitos. Pelos excessos de toda a vida, Diego hoje precisa tomar uma infinidade de remédios que, segundo Dalma não deveriam ser misturados com o álcool que Maradona cansa de filmar ingerindo.

O resultado foi visto ontem em São Petersburgo. Ninguém no entorno de Diego fala abertamente de uma recaída no uso de cocaína. Maradona diz ter largado a droga há 15 anos. E reconheceu, ao seu biógrafo Daniel Arcucci, que ”tomou todo o vinho branco” que estava no camarote onde assistiu ao jogo, e que foi aconselhado pelos médicos no intervalo a ir para casa – o que ele obviamente contrariou.

Maradona todas as noites participa do programa de TV ”De La Mano del Diez”, que é transmitido pela TeleSUR, da Venezuela. Ele não esteve na atração de ontem e não teve a sua falta justificada pelo apresentador Victor Hugo Morales, que apenas afirmou que Maradona estaria no próximo programa, na noite de hoje.

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– Arbitragem Pré-Jogo para São José x Paulista

Ricardo Bittencourt da Silva, árbitro que apitou muito bem a vitória do Galo em Mogi das Cruzes contra o Atlético na Rodada 07, apitará São José x Paulista na 6a feira.

Professor de Educação Física, 27 anos, bom porte atlético, rigoroso nos cartões e tecnicamente muito bom, é uma aposta da FPF que está frutificando em boas atuações. Trabalhou muito bem na A3 e está constantemente escalado na B.

Torço para uma grande arbitragem e um bom jogo!

– Acorda, 4a feira!

👊🏻Bom dia!
Madrugar é preciso. Sendo assim, vamos suar para começar bem a jornada?
🏃🏻 #Fui #RunningForHealth #run #cooper #corrida #sport #esporte #running

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🙏🏻Correndo e Meditando:
“Ó #Santo #AnjoDaGuarda, meu zeloso guardador, vele por mim. #Amém.”
#Fé #Santidade #Catolicismo #Jesus #Cristo #Anjo #Maria #NossaSenhora #PorUmMundoDePaz #Peace #Tolerância #Fraternidade

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🌺Fim de #cooper!
Junto à delicadeza das #flores, alongando para relaxar o corpo.
🏁 #corrida #treino #flor #flowers #pétalas #pétala #jardim #jardinagem #garden #flora #run #running #esporte #alongamento

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🌅Desperte, Jundiaí!
Alguém passou um “traço” no #céu, separando o #Amarelo do #Azul Escuro neste #amanhecer?
Pintura dEle, lá de cima, certamente.
🍃 #sol #sun #sky #photo #nature #morning #alvorada #natureza #horizonte #fotografia #pictureoftheday #paisagem #inspiração #mobgraphy #mobgrafia #Jundiaí #AmoJundiaí

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☀️#Sol muito bonito de #cores incríveis; assim, vemos #natureza e #beleza indescritíveis.
🌱 #inspiração #amanhecer #morning #fotografia #paisagem #sun #céu #landscapes

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Ótima #QuartaFeira para todos.

– O Céu em três tons de azul!

Céu jundiaiense de belíssima paisagem (terça-feira), amanhecer. Clique 1:

Céu jundiaiense de impressionante horizonte (terça-feira), hora do almoço. Clique 2:

Céu jundiaiense de vibrantes cores (terça-feira), entardecer. Clique 3:

Fotografia é o nosso hobby!

– Custaram tão caro… Sobre os estádios da Copa do Mundo da Rússia!

Terá valido a pena?

Os estádios do Mundial da Rússia, como estamos vendo, são belíssimos. Mas se aqui no Brasil criticamos o absurdo dos gastos e isso era racional (vide os “elefantes brancos” que temos hoje, além da corrupção na qual foram protagonistas), lá na Rússia custaram ainda mais! Só que com um detalhe: como o país tem “um dono”, Putin , a repercussão é muito menor…

Veja nesse gráfico da Folha de São Paulo, abaixo:

– Os deputados que professam a fé em Brasília: curioso e instigante!

Você sabia que a Câmara dos Deputados tem uma Capela Ecumênica?

Pois é: as diversas profissões de fé a frequentam. Mas o que você não sabe é: os cultos (das mais diversas religiões) acontecem em diversas salas. E há muita gente criticando isso, em especial, o deputado Jean Wyllys.

Em: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,a-hora-do-louvor-na-camara-dos-deputados,70001779597

A HORA DO LOUVOR NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

Por André Borges

Cerimônias católicas e evangélicas ocorrem todas as semanas em plenários de comissões

Não há santos na sala da Comissão de Tributação e Finanças da Câmara dos Deputados. O que se vê nas paredes são quadros com rostos de parlamentares como o ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima ou o ex-deputado e hoje ministro Moreira Franco.

Divindades também não estão retratadas na sala da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. Ali há fotografias em preto e branco de ex-presidentes da comissão, como a do senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e a do ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. Toda semana, porém, esses retratos têm sido testemunhas de cerimônias religiosas, em horário de funcionamento da Casa.

Na quarta-feira passada, já passavam das 9h30 quando o deputado Eros Biondini (PROS-MG) empunhava um violão e comandava o culto da Renovação Carismática Católica no plenário da Comissão de Ciência e Tecnologia, entre músicas e citações cristãs. “Pisa na cabeça da serpente, passa na frente, desata os nós, intercede por nós”, dizia. Ao seu lado, o deputado Flavinho (PSB-SP) erguia uma Bíblia aberta.

A poucos metros dali, no mesmo corredor, o deputado Pastor Eurico (PHS-PE) dava o tom do encontro evangélico que conduzia no plenário da Comissão de Tributação e Finanças. “Temos tido compromisso e temos buscado fazer o que Deus manda através da sua palavra, fazer justiça nesta Casa. E louvo a Deus, porque aqui estão os homens que aceitaram o preço. E nós sabemos o quanto temos pago. Aqui tem homens de Deus sérios, não tem nenhum aqui com cara de propina.”

Os encontros religiosos, iniciados às 8h30, seguiram até as 9h35. Nesse intervalo, a Câmara já tinha ao menos nove diferentes eventos ocorrendo em suas dependências, conforme a agenda legislativa. Os trabalhos incluíam, por exemplo, uma audiência pública da Comissão de Defesa do Consumidor para debater o uso de medicamento para leucemia e um seminário sobre transporte de cargas.

O uso dos plenários de comissões da Câmara para cultos não é uma prática nova, mas se intensificou nos últimos anos, segundo informações confirmadas pela assessoria da Casa. Os eventos religiosos ocorrem, em média, três vezes por semana, às segundas e quartas, quando os deputados estão em Brasília, e às sextas, atendendo a pedidos de funcionários. Para realizar os eventos, os deputados pedem que sejam reservadas salas que não terão sessão.

“Desde que não interfiram em nenhuma atividade parlamentar ou institucional e observem a antecedência máxima de 15 dias, todos os pedidos são deferidos, independentemente da natureza do culto religioso, preservando-se a laicidade do Estado”, disse a assessoria.

O Pastor Eurico, que em 2014 apresentou o projeto conhecido como “cura gay”, nega que o culto evangélico concorra com a agenda da Casa e diz que não se incomoda em orar nas comissões. “Não vejo nenhum problema. Todo tipo de reunião acontece nessas salas”, diz. “Esse horário das 8 horas às 9h30 já é chamado de o horário dos cafés”, afirma o parlamentar.

Segundo o deputado Flavinho, que é vice-presidente da Frente Parlamentar Católica, o horário e o dia dos cultos “levam em conta a disponibilidade dos participantes e, também, as diretrizes da Câmara dos Deputados, de forma a não gerar despesas adicionais”.

CRÍTICAS

Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), a apropriação da Câmara, em horário de trabalho, reflete a força que as bancadas religiosas têm na Casa. “Infelizmente, temos na Câmara uma bancada fundamentalista religiosa, que tem como projeto de poder o rompimento da laicidade do Estado”, diz.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) também critica a realização das cerimônias. “Acho gravíssimo. Todas as religiões podem ter espaço e expressão nas audiências públicas, mas não podem se apropriar da instituição como se uma igreja fosse.”

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– O VAR está dando certo ou não?

Na Copa do Mundo de Futebol, torneio que é vitrine para qualquer iniciativa por ser a maior competição do planeta, a utilização do árbitro de vídeo mostrou três coisas importantes até agora:

  1. A Tecnologia ajuda, mas não elimina a injustiça no futebol. O VAR é inevitável para o futuro.
  2. A Polêmica (tão necessária para alguns) continuará existindo no esporte, por conta das questões interpretativas.
  3. Há muito o que se aprimorar ainda.

Sempre defendi que toda forma eletrônica para a legitimação de resultados é válida. Entretanto, ao mesmo tempo sempre alertei de que nada adiantará tal aparato se não tivermos a capacitação de quem o usa: o elemento humano.

Digo tudo isso pois vimos o uruguaio Andrés Cunha usar com perfeição a ajuda eletrônica (solicitando a repetição de imagem ou sendo instigado a rever pela cabine) na partida entre França 2×1 Austrália. Ao mesmo tempo, vimos um verdadeiro “circo dos horrores” em Portugal 1×1 Irã, onde o paraguaio Enrique Cáceres e a equipe do árbitro de vídeo vulgarizaram a ideia.

Ao assistir essa última partida citada, questiono-me:

  1. Cáceres mostrou-se tão inseguro que precisou utilizar tantas vezes o VAR?
  2. O VAR, o AVAR e os demais integrantes quiseram aparecer mais do que deveriam, tentando “apitar o jogo” da central instalada em Moscou?
  3. A FIFA estaria forçando o uso do equipamento para “vender a ideia” de modernidade (por isso tantos pedidos de imagem televisiva)?

Tenho medo de que o mau uso do VAR faça com que a ideia seja detonada. Imagine tal arbitragem como a de ontem num Palmeiras x Corinthians ou em um Boca Jrs x River Plate? Impensável!

Se tivesse poder de sugestão, três medidas a serem aplicadas:

  1. Treinamento intensivo nos jogos de categorias de base;
  2. Som aberto às emissoras de TV e público para entender o que se discute a fim de maior clareza no entendimento da interpretação da arbitragem;
  3. Permissão de número limitado de “desafios” às equipes, sendo solicitados pelos capitães.

E você, o que está achando da iniciativa do árbitro de vídeo na Copa do Mundo Rússia 2018? 

Penso que o ideal era ter deixado a utilização de tudo isso para o Mundial do Catar 2022, a fim de mais aprimoramento do seu uso mundo afora.

Aliás, viram o marroquino se dirigindo à uma câmera, fazendo o gesto da tela de TV e xingando o VAR?

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– A Mega-Sena de números esquisitos.

Quer dizer que ninguém da Região Sudeste (que é a de maior contingente populacional do país) acertou as dezenas sorteadas do último concurso da Mega-Sena?

Quer dizer também que foram de diversos e distantes pontos do país os 4 ganhadores?

Quer dizer, ainda, que alguém conseguiu acertar números sequencias: 50, 51, 56, 57, 58 e 59?

Quer dizer, enfim, que são essas coisas que nos faz desconfiar de possíveis engodos e lavagens de dinheiro nas Loterias?

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– Que a Terça-Feira seja muito boa!

Rapidinho, pois o tempo urge. Compartilho cinco cliques mobgráficos e motivacionais:

Despertando bem cedo para o suador. Vamos correr? Clique 1:

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Enquanto corro, rezo para a Virgem Maria, soba invocação de Nossa Senhora Desatadora dos Nós. Já rezou hoje? Clique 2:

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Pós-treino, alongando com as rosas amarelas do jardim. Como não contemplar? Clique 3:

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E a labuta recomeça, mas bem acompanhado do céu neste amanhecer. Inspirando-me! Clique 4:

E com esse cenário do infinito me despeço. Clique 5:

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Ótima 3a à todos nós.

– O Golpe das Tomadas de 3 pinos no Brasil!

A Pial Legrand estaria por trás da introdução da Tomada de 3 pinos, anos atrás?

Segundo essa importante reportagem da Revista Époica, sim!

Abaixo, extraído de: https://epoca.globo.com/tecnologia/noticia/2018/06/sete-anos-depois-quem-ganhou-dinheiro-com-tomadas-de-tres-pinos.html

SETE ANOS DEPOIS, QUEM GANHOU COM AS TOMADAS DE 3 PINOS?

por Bruno Abbud

Com uma canetada em 2000, o então presidente do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), Armando Mariante Carvalho Junior, obrigou 196 milhões de pessoas a gastar ao menos R$ 1,4 bilhão para a troca potencial de tomadas em mais de 60 milhões de residências em todo o Brasil. Carvalho hoje integra o rol de investigados na Operação Lava Jato, mas não por ter liderado a incômoda revolução da tomada dos três pinos. Como ex-vice-presidente do BNDES, ele é investigado por participação em empréstimos fraudulentos ao pecuarista José Carlos Bumlai, o amigo do ex-presidente Lula que foi condenado a quase dez anos de prisão por corrupção e gestão fraudulenta.

No caso dos três pinos, Carvalho estabeleceu, por meio de portaria, prazos para que fabricantes e comerciantes de material elétrico e eletrodomésticos se adaptassem ao padrão NBR 14136 — um termo alfanumérico que define tecnicamente a nova tomada. Em 1º de julho, a tomada de três pinos completa seu sétimo ano de existência obrigatória. Ninguém mais pode fabricar ou importar aparelhos com plugues ou tomadas fora do padrão, sob pena de elevadas multas. Ninguém pode também vender no varejo tomadas velhas nem eletrodomésticos com o plugue antigo.

Duas perguntas, no entanto, ainda assombram os brasileiros: por que o padrão de tomadas e plugues foi alterado? E quem, afinal, ganhou com isso? Carvalho não quis responder às perguntas de ÉPOCA. O executivo Marco Aurélio Sprovieri Rodrigues, o maior inimigo que a tomada de três pinos já teve, verbalizou a hipótese mais frequente no setor de varejistas do comércio elétrico. Apontou uma multinacional francesa como beneficiária direta da adoção da tomada de três pinos.

Numa tarde de abril, no centro do Rio de Janeiro, no quarto andar do prédio da Confederação Nacional do Comércio, buscava, sem sucesso, uma tomada adequada para recarregar o celular, antes de discorrer sobre a hipótese que lhe parece a mais razoável. A norma NBR 14136 foi estabelecida inicialmente em 1998 pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT. Completará 20 anos em julho e determina a padronização do encaixe em formato hexagonal, fixado à parede, com três furos posicionados em ângulos que lembram a pirâmide de Quéops. Na parte interna, possui três pequenos pinos ocos conectados à fiação. Os plugues de aparelhos eletroeletrônicos que ali se conectam caracterizam-se pela existência do terceiro pino.

O principal argumento favorável à tomada de três pinos, à época, era a segurança — uma vez que o recuo no encaixe impossibilita, por exemplo, que uma criança encoste o dedo no pino semiencaixado e energizado. Diminuiu também a chance de o plugue se soltar facilmente da tomada. Além disso, o terceiro pino evita choques quando conectado a tomadas de imóveis com aterramento elétrico. No entanto, os números oficiais de pessoas atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) por choque cresceram continuamente nos últimos sete anos.

Em 2011, quando a tomada de três pinos se tornou obrigatória, houve 857 atendimentos por exposição a corrente elétrica registrados no SUS em todo o Brasil — boa parte em residências, habitações coletivas e escolas. Em 2017, o Ministério da Saúde registrou 1.307 atendimentos por choque elétrico em todo o Brasil, crescimento de mais de 50% em seis anos. O número de internações por choque também aumentou, saltando de 22 em 2012 para 102 no ano passado. Até janeiro deste ano, houve 64 internações por choque elétrico pelo SUS no país. As mortes por choque elétrico em residências mantiveram-se num gráfico linear. Desde os anos 2000, há uma média de 1.300 por ano.

A tomada de três pinos mostrou-se ineficiente porque dependia de que as residências brasileiras fossem aterradas. O terceiro pino, como se sabe, só funciona em imóveis com aterramento. Isso significa que, se a tomada não estiver coligada a uma barra de cobre de 3 metros cravada na terra, a segurança propalada não existe. Uma pesquisa constatou que metade das residências brasileiras não dispõe de aterramento elétrico.

Criada para ser padronizada no mundo todo, a primeira versão da tomada de três pinos tem origem em 1986 na sede da Comissão Eletrotécnica Internacional (International Eletrotechnical Comission, a IEC), em Genebra, na Suíça. Batizada como IEC 60906-1, não decolou. Dos 85 países que compõem a IEC, só Suíça, África do Sul e Brasil decidiram assumi-la como padrão.

A ABNT importou a ideia da Europa em 1994. Embora a aparência tenha permanecido a mesma, houve adaptações técnicas. Enquanto a tomada europeia era própria para suportar uma intensidade elétrica de 16 amperes e tinha furos de 4,5 milímetros, a brasileira apareceu em duas versões: uma para voltagens de aparelhos menores (como liquidificadores), com furos de 4 milímetros e feitas para correntes de 10 amperes, e outra para voltagens de aparelhos maiores (como máquinas de lavar), com buracos de 4,8 milímetros e própria para aguentar um fluxo de até 20 amperes.

Na ocasião, houve na ABNT quem preferisse adotar o padrão alemão Schuko, considerado o mais seguro do mundo. Essa opção, no entanto, obrigaria o brasileiro a pagar R$ 40 por um plugue. A nova tomada de três pinos — com um custo de R$ 8 — era quatro vezes mais cara que a antiga, mas saía por um quinto da versão alemã. Em 2017, o mercado de tomadas, plugues, cabos e extensões faturou R$ 23,7 bilhões no Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). É tanto dinheiro que daria para cobrir o déficit mensal das contas públicas do governo federal.

Executivo do setor elétrico há 50 anos, Marco Aurélio Sprovieri disse que, no auge da discussão para tornar a norma obrigatória, a multinacional francesa Pial Legrand trouxe para o Brasil os moldes prontos para produzir o padrão que aqui tinha acabado de se transformar em norma. A empresa é uma gigante que atua em 180 países com um faturamento anual de € 4 bilhões, quase R$ 18 bilhões.

“Comentava-se na época que a Pial já tinha as máquinas para fabricar o novo padrão antes mesmo de ele ser imposto no Brasil”, disse Sprovieri. Só a Pial tinha o formato hexagonal. “A empresa se beneficiou mais do que os outros fabricantes, que tiveram um pouquinho mais de dificuldade de desenvolver um novo processo fabril de produção”, disse. 

Sprovieri afirmou que a empresa francesa havia apostado na mundialização do produto, o que não se realizou. “O lobby foi uma das maiores produtoras do mundo já ter a fábrica, os moldes, os pinos, as máquinas para fazer os pinos, todo o processo fabril pronto quando a IEC desenvolveu a norma”, disse. A França não adotou, a Alemanha não adotou, a Itália não adotou, e a fábrica ficou inutilizada. “Esse padrão foi previsto pela IEC para ser um padrão universal, mas nenhum país quis mudar seu padrão para não causar impacto desnecessário na sociedade. Houve um investimento em novas máquinas e equipamentos pensando numa coisa que não aconteceu. Aí o único lugar em que podia acontecer era no Brasil. E aconteceu.

O executivo disse suspeitar que lobistas a serviço da indústria francesa tenham influenciado o Inmetro a tornar a tomada de três pinos obrigatória no Brasil. “Acredito que houve um acordo com o Inmetro para estabelecer isso”, disse. “Tenho quase certeza de que a empresa (Pial Legrand) vendeu a ideia para o Inmetro no Brasil, que pôde impor a norma aos consumidores. E o Inmetro baixou uma portaria que obrigou 200 milhões de pessoas a aderir a um padrão totalmente desconforme com o que tínhamos. É uma presunção.”

O lobby teria sido direcionado ao baixo escalão da autarquia. “Não foi uma ação a mando de governo, foi uma ação meio que pessoal”, disse. “Alguém da área técnica do Inmetro aceitou essa ideia como uma ideia a ser levada adiante.”

Sprovieri reuniu sindicatos e setores de classe e passou a enviar ofícios ao Inmetro, alertando para a incongruência da obrigatoriedade da norma no Brasil. “Não digo que o padrão é ruim”, declarou. “Mas havia um estoque muito grande no país de um padrão que não era inadequado. Era funcional. Além disso, poderia ser criada uma transição para um novo padrão, dois furos, dois furos com pino chato, mas tudo encaixado no mesmo lugar, e sem que isso fosse obrigatório.” Outra solução mais simples para a questão da segurança, segundo Sprovieri, seria encapar os pinos até a metade, de maneira que o toque não resultasse em choque elétrico. Os ofícios foram ignorados.

Quando a IEC lançou a tomada de três pinos nos anos 1980, Inglaterra, França e Alemanha estavam entre os países mais influentes na comissão, segundo Amaury Santos, diretor da IEC na América Latina. “Era um sonho padronizar plugues e tomadas internacionalmente, porque, por muitos anos, usou-se o plugue como barreira técnica de mercado”, disse. “Você comprava um aparelho nos Estados Unidos e não podia usar no Brasil e vice-versa. Proteção de mercado.”

Sustentada por anuidades pagas pelos países-membros e com a venda de normas de adoção voluntária por governos ao redor do mundo, a IEC não havia localizado, até o fechamento desta reportagem, as atas das reuniões que decidiram pelo desenho da norma 60906-1 nem seu inventor. O que se sabe, contudo, é que a ideia de seus criadores era acabar com a proliferação de vários tipos de plugue e tomada nos seis continentes. Atualmente, segundo a IEC, há ao menos 14 encaixes diferentes no planeta.

No dia em que se desenhou a primeira versão da tomada de três pinos, em setembro de 1986, o Brasil estava em Genebra, representado por um técnico do Comitê Brasileiro de Eletricidade, Eletrônica, Iluminação e Telecomunicações (Cobei). Da Suíça, ele trouxe ao Brasil a proposta para análise de uma comissão do comitê.

Formado por cinco sindicatos e associações, além de 17 empresas, que vão do setor médico-hospitalar ao de metais ferrosos e eletrodomésticos, o Cobei, que também é chamado de CB-003, é um dos 309 comitês técnicos da ABNT. O dinheiro para manutenção e aluguel das salas onde funciona — hoje está sediado em uma travessa da Avenida Paulista, em São Paulo — vem da indústria, por meio de empresas associadas e entidades de classe.

Dos mais de 300 comitês técnicos da ABNT, o Cobei é um dos mais poderosos. Além dele, só três integram o Conselho Deliberativo da ABNT: o CB-004 (máquinas e equipamentos mecânicos); o CB-018 (cimento, concreto e agregados); e o CB-026 (odonto-médico-hospitalar). Os comitês técnicos são numerados em ordem cronológica, de maneira que o comitê que estuda eletricidade foi o terceiro a ser criado na ABNT, em 1908, atrás apenas dos comitês de Mineração e Metalurgia e da Construção Civil. De acordo com um anúncio para associados publicado em seu site, o Cobei é responsável por “garantir a participação ativa do Brasil” na IEC e “assegurar que seja realizado o pagamento das anuidades da filiação” à entidade.

A ABNT também é formada por entidades de classe, empresas e autarquias federais, como o Inmetro, por exemplo. Todos os associados contribuem com a associação. Alguns mais, outros menos. Entre os sócios mantenedores da ABNT estão os ministérios da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e o da Defesa, com quem a ABNT faz convênios para o recebimento de verbas federais. Em 2017, R$ 547.700 foram repassados à entidade.

Das 522 comissões de estudo que já foram criadas sob o guarda-chuva do Cobei, hoje estão ativas cerca de 160, que avaliam tecnicamente desde turbinas de geração eólica a máquinas de lavar roupa. Em teoria, esses pequenos grupos devem ser compostos de fabricantes, consumidores, laboratórios e universidades ou por qualquer interessado que comprove relação curricular com o assunto em pauta. Na prática, contudo, boa parte é formada e supervisionada por técnicos de grandes multinacionais que gastam algumas tardes decidindo entre a cor verde e o amarelo, esse parafuso ou aquele encaixe de plástico, uma folha de alumínio ou um ponteiro de aço.

A indústria participou ativamente da escolha da tomada e dos plugues de três pinos no Brasil. Em 1994, a Comissão de Estudo de Interruptores, Tomadas, Pinos e Placas de Uso Geral — também denominada CE-03:023.02 — começou a se basear na norma da IEC para desenvolver a tomada de três pinos do jeito que é hoje. Entre 1994, quando o padrão começou a ser desenhado no Brasil, e 1998, quando foi lançado pela primeira vez, o número de integrantes da comissão de estudo que o escolheu era 26 — sendo 25 empresas e entidades de classe da indústria eletroeletrônica e do cobre e apenas um laboratório, o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), ligado à Eletrobras. Em quatro anos, reuniram-se cerca de 20 vezes. “Se houve algum lobby, foi nessa época”, confidenciou um executivo do setor elétrico que preferiu não se identificar.

“As decisões das comissões de estudo são sempre tomadas por consenso, não havendo votação”, afirmou Eugenio Tolstoy de Simone, diretor técnico da ABNT, que administra todos os comitês técnicos. O diretor da ABNT declarou que a escolha da norma da IEC pela comissão de estudo foi “natural e lógica”. “Não houve imposição de ninguém”, disse. “Ao se iniciar qualquer trabalho de normalização, devemos sempre optar pela adoção de uma norma internacional, conforme preconiza o Acordo de Barreiras Técnicas da Organização Mundial do Comércio.”

Em outubro de 1996, houve uma consulta pública na qual a norma NBR 14136 foi aprovada pelos integrantes da comissão de estudo com 21 sugestões. “As sugestões foram inexpressivas”, afirmou Tolstoy, que está na ABNT desde 2002. “O único setor que reclamou desse plugue e tomada foi o da construção civil, que na época dizia o seguinte: ‘Espera aí, quem instala as tomadas sou eu, e vai dar um trabalho danado’.” Instado a oferecer acesso às atas das reuniões, Tolstoy informou que são documentos de uso exclusivo da comissão de estudo. 

Em 2006, Vicente de Paula Neves, funcionário da Pial Legrand, foi o coordenador da comissão de estudo que escolheu se basear no padrão da IEC. De acordo com o regimento interno da ABNT, compete ao coordenador da comissão, além de conduzir as reuniões, indicar o secretário, relatores e membros, receber as documentações e revisar “técnica e ortograficamente” o texto dos projetos de norma.

Questionado sobre se acredita que a Pial Legrand tenha largado na frente no comércio do novo padrão e sobre o comportamento da multinacional na consulta pública, Tolstoy disse: “A Pial não queria que a gente adotasse o formato igual ao da IEC. A Pial queria justamente que mudasse o formato, e isso não foi aceito”.

José Sebastião Viel, superintendente do Cobei e ex-funcionário das francesas Telemecanique e Schneider, afirmou ser uma obviedade que os franceses tenham saído na frente da fabricação e comercialização do novo produto. “A Pial Legrand era a maior fabricante que havia no Brasil. Ela sempre esteve na frente dos outros fabricantes daqui. Sempre foi uma empresa com uma agilidade tecnológica muito forte. Quem tem mais tecnologia e mais dinheiro para investir acaba saindo na frente.”

Funcionário da Pial Legrand desde 1993, Antonio Eduardo Souza negou a tese de Sprovieri peremptoriamente, mas admitiu: “Realmente a ambição era que a norma da IEC se tornasse um padrão mundial. A Europa queria que fosse norma de padronização mundial de tomadas”. Souza foi o maior representante da Pial Legrand durante as discussões sobre a implantação do padrão no Brasil. Negou que tenha havido lobby da indústria na decisão de obrigar à utilização da NBR 14136. “Seria um baita tiro no pé. A indústria não criaria um lobby para se obrigar a fazer grandes investimentos para se adequar à obrigatoriedade do Inmetro.”Funcionário da Pial Legrand desde 1993, Antonio Eduardo Souza negou a tese de Sprovieri peremptoriamente, mas admitiu: “Realmente a ambição era que a norma da IEC se tornasse um padrão mundial. A Europa queria que fosse norma de padronização mundial de tomadas”.

Souza também é categórico ao rebater a acusação de que a Pial Legrand teria trazido os moldes da França para o Brasil: “Isso é uma falácia. Os moldes foram fabricados de acordo com o cronograma de implementação da norma”. Segundo ele, parte dos investimentos da Pial Legrand à época se deu justamente na fabricação de novos moldes. “Um molde de injeção plástica pode custar entre R$ 100 mil e R$ 130 mil. Em uma linha de tomada, por exemplo, há mais de um molde, incluindo tampa e tomada.” Para cada linha de produto, segundo Souza, gastam-se de R$ 200 mil a R$ 300 mil. “Se você tem dez produtos, são R$ 3 milhões só em moldes”, completou. “A indústria não ganhou tanto dinheiro assim porque os pinos antigos quase todos cabiam em tomadas antigas e também nas novas.”

Confrontada com a tese de Sprovieri, a Pial Legrand negou que tivesse os moldes da tomada de três pinos antes de sua implementação no Brasil. “Parece teoria da conspiração”, disse Carlos Eduardo Nonato, gerente de marketing da multinacional desde 2010. “Todos os fabricantes tiveram de se adaptar e todos sofrem, até hoje, com as reclamações de clientes e com a especulação de tentar achar um culpado para essa mudança”, acrescentou o diretor de marketing da empresa, Demetrius Basile.

Os fabricantes de adaptadores formam outro grupo entre os que ganharam dinheiro com a adoção do plugue jabuticaba nacional. No fim dos anos 2000, quando o escalonamento de prazos expedidos pelo Inmetro já havia criado algum efeito na indústria, e os eletrodomésticos certificados costumavam sair das fábricas padronizados, o plugue na norma NBR 14136 passou a aparecer com mais frequência nas casas dos brasileiros. Milhares de consumidores se viram obrigados a comprar adaptadores para dar vida a eletrodomésticos recém-adquiridos.

Nove meses depois da data final para o varejo se adaptar ao padrão obrigatório, uma empresa familiar já havia se valorizado em milhões de reais. A Daneva foi fundada por Juliano Filippelli Neto — que também participou da comissão da ABNT que estudou a tomada de três pinos — em 1978 em Poá, na Grande São Paulo. Era líder de vendas de extensões e adaptadores no Brasil. Em abril de 2013, alterou seu capital social, passando-o de R$ 700 mil para R$ 24 milhões — um salto de 3.328%. Um mês depois, em uma reunião registrada na Junta Comercial de São Paulo, a Pial Legrand adquiriu 51% da empresa por R$ 66 milhões. Dois anos mais tarde, em julho de 2014, comprou os 49% restantes por R$ 65 milhões. A multinacional francesa novamente se beneficiou da tomada de três pinos.

A aquisição faz parte de sua estratégia no Brasil. Em 2006, a Pial Legrand comprou a Cemar, líder do mercado de quadros de distribuição. Em 2008, a HDL, líder no segmento de porteiros eletrônicos. Em 2010, a SMS, líder no mercado de nobreaks. “É uma estratégia de crescimento lateral por meio da aquisição de empresas que estejam alinhadas com nosso portfólio de produtos”, disse Antonio Eduardo Souza, que hoje dirige a fábrica da Daneva.

Marcelo Filippelli, antigo sócio-proprietário da Daneva, afirmou que a diferença estratosférica no capital social da empresa surgiu de lucros acumulados. “Foi feita uma atualização de capital para efeito de menos gasto com imposto. Os lucros que não tinham sido distribuídos foram integralizados no capital social. Foi uma operação contábil que a gente fez porque já estávamos com a venda fechada para a Pial Legrand. Você paga menos Imposto de Renda se tem seu capital social mais alto. Não tem nada a ver com investimento, padronização, com ganho de dinheiro, com lucro, nada disso.”

A polêmica da tomada de três pinos ganhou fôlego em 2006, quando o Congresso aprovou o Projeto de Lei 1.096, de 1995. De autoria do então deputado Freire Júnior, a lei obrigou imóveis construídos a partir de outubro daquele ano a ter “sistema de aterramento e instalações elétricas compatíveis com a utilização do condutor-terra de proteção, bem como tomadas com o terceiro contato correspondente” e tornou obrigatório o plugue de três pinos em aparelhos eletroeletrônicos com carcaça metálica, como micro-ondas, geladeiras e máquinas de lavar.

O fato de Lula ter sancionado a lei a três meses do fim do primeiro mandato como presidente da República colocou internautas em polvorosa. Já naquela época, teorias da conspiração em forma de fake news surgiram na rede, e não demorou para que um filho de Lula levasse a culpa pela tomada de três pinos. Acusaram Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, de ter direitos sobre a patente da tomada — uma falácia, já que a patente de uma invenção, quando se torna norma internacional, é derrubada pelas regras dos normatizadores.

Freire Júnior, que hoje é suplente de deputado pelo Tocantins, disse que teve a ideia de propor a lei depois de uma conversa com um amigo de infância. “No passado, nós dois tivemos videocassetes queimados por falta de aterramento elétrico”, disse.

Na Rua Santa Ifigênia, maior polo do comércio eletroeletrônico de São Paulo, o empresário Felipe Abduch, proprietário da loja de materias elétricos Santil, disse que a francesa Pial foi a primeira a colocar tomadas de três pinos no mercado. “Eles estavam mais preparados para seguir as novas exigências. Depois vieram os concorrentes, a Schneider, a Siemens e a Tramontina.”

Quando os deputados Sandro Alex (PPS-PR) e Bruno Araújo (PSDB-PE) decidiram convocar uma reunião na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados para esclarecer os motivos da obrigatoriedade da tomada de três pinos no Brasil, João Viel, o superintendente da Cobei, foi convidado a participar como representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas não pôde ir. Enviou em seu lugar Antonio Eduardo Souza, da Pial Legrand.

As desconfianças sobre a tomada de três pinos reverberaram no Congresso em 7 de junho de 2011, a menos de um mês de o padrão se tornar obrigatório. Os argumentos favoráveis à padronização — entre eles a redução no consumo de energia, mais segurança contra choques elétricos, proporcionada pelo novo relevo das tomadas, e prevenção contra incêndios — eram rebatidos, à época, com argumentos de que a maior parte dos imóveis não dispunha de aterramento elétrico e boa parte dos eletrodomésticos era dotada de um sistema de proteção interna contra curtos-circuitos, de modo que o terceiro pino ficaria sem utilidade. Apontava-se também o baixo índice de choques no país, o que não justificaria uma mudança, a insegurança ocasionada pelo aumento no uso de adaptadores e o peso no bolso do consumidor.

O deputado Bruno Araújo, que presidia a Comissão de Ciência e Tecnologia em 2011, seguiu na mesma linha: “A coisa parecia fato consumado, lembro que na época não me convenci nem me dei por satisfeito. Havia uma grande desinformação da sociedade sobre qual seria de fato a utilidade desse investimento de centenas de milhões, se não fosse de bilhão, de mudar todo o sistema nacional”.

O presidente do Inmetro e da ABNT foram convidados ao encontro, mas enviaram subordinados. “Eles ficaram essencialmente no foco da segurança”, lembrou Araújo. A reunião durou duas horas.

“A tomada de três pinos veio muito mais da imposição do governo e do Inmetro”, disse o deputado Sandro Alex ao rememorar a reunião no Congresso. “A gente percebia que tinha alguma coisa errada nessa história. A decisão estava tomada. Muito se comentava de que tinha um caroço no angu.”

Em 2010, a Daneva doou R$ 50 mil a José de Souza Cândido, candidato do PT a deputado estadual em São Paulo, hoje falecido. Já a SMS Tecnologia Eletrônica doou, no mesmo ano, R$ 24 mil a José de Filippi Junior, candidato a deputado federal do PT por São Paulo; R$ 5.700 a Joel Fonseca Costa, candidato do PT a deputado estadual em São Paulo; além de R$ 2 mil a Paulo Skaf, que concorria ao governo paulista pelo PSB. Nas eleições de 2014 e 2016, nenhuma empresa do grupo Legrand colaborou com candidatos.

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– O pênalti em impedimento no Inglaterra 6×1 Panamá. Correto ou não?

Não pude assistir ao lance, mas fui questionado que, supostamente, um dos pênaltis a favor do English Team estivesse em posição de impedimento do atacante. Pode ou não?

Saiba: ocorreram alterações sobre isso há dois anos. Antes, se um jogador estivesse impedido ou em posição de impedimento e sofresse uma falta, não se marcava o tiro direto ou penalidade pois ele estava “fora de jogo” (mas podia se aplicar a punição disciplinar: cartão amarelo ou vermelho para o defensor, dependendo da gravidade / violência do ato).

Agora, se um jogador está em posição de impedimento e sofre uma infração, esta deve ser marcada caso o impedimento não tenha sido confirmado (e será confirmado caso exista o toque efetivo do atacante). Ou seja: se impedido, não há pênalti; se está em posição de impedimento (ainda não tocou a bola), a nova orientação é dar pênalti.

Como escrevi, não assisti ao jogo, mas fica a Regra para que se tire as conclusões.

[Inglaterra atropela Panamá, garante classificação e vai definir liderança com a Bélgica]

– Consequências do bullying nas notas das crianças

Um alerta para os pais: como o bullying está cada vez mais frequente nas escolas e como isso reflete no rendimento dos pequenos.

Extraído de Revista Veja, ed 2516, pg 84-85.

ALERTA: O BULLYING PROVOCA NOTA BAIXA

Estudo realizado ao longo de 25 anos comprova que agressões sofridas na escola prejudicam o rendimento acadêmico das vítimas

Por Filipe Vilicic, Talissa Monteiro

O bullying já foi apontado como causa de depressão, ansiedade, obesidade e sentimento de solidão em crianças. Ainda que o termo, cunhado nos anos 70 pelo psicólogo sueco Dan Olweus, descreva qualquer ataque que use a força ou a coerção para intimidar e ameaçar alguém, ele é frequentemente associado aos “valentões” que humilham meninos e meninas na escola. Gagueira, uso de óculos com lentes grossas, características físicas ou mesmo (ironia que a inveja pode explicar) um desempenho escolar acima da média costumam motivar as agressões — verbais em 77% das situações, físicas no restante. Estudos realizados pela Associação Americana de Medicina chegaram a revelar que o trauma pode ser tão grave que as vítimas têm até três vezes mais risco de pensar em suicídio. Uma nova pesquisa, da Associação Americana de Psicologia, divulgada na última semana, descobriu outro efeito preocupante do bullying: as vítimas tendem a se sair pior em provas escolares e a odiar experiências acadêmicas. A conclusão veio de um estudo conduzido ao longo de 25 anos por psicólogos da Universidade do Estado do Arizona.

Desde 1992 os cientistas têm seguido a vida de 190 meninos e 193 meninas, do jardim de infância ao ingresso em um curso superior ou ao abandono dos estudos. A cada ano, os participantes respondiam a questionários e realizavam entrevistas, por meio das quais os pesquisadores conseguiam detectar experiências de abusos verbais e físicos. A frequência do bullying era, então, medida em uma escala que ia de 1 (quando a prática “quase nunca” ocorria) a 5 (“sempre”). Cerca de metade das crianças nesse ranking ficou nos níveis mais baixos de incidência. Contudo, o trabalho identificou que 20% dos alunos estudados em algum momento se viram vítimas de ataques crônicos e severos. Ao final, chegou-se a um resultado alarmante: um em cada quatro jovens que foram alvo de bullying apresentou desempenho acadêmico decrescente e se revelou menos engajado nasatividades escolares. Pelos relatos das crianças aos pesquisadores, evidenciou-se a relação direta entre os ataques e a desmotivação com o aprendizado.

Disse a VEJA a psicóloga americana Becky Kochenderfer-Ladd, a principal autora do estudo: “Já tínhamos indícios da ligação entre o bullying e a perda de motivação acadêmica. Faltava, porém, um acompanhamento prolongado da vida desses jovens.”  Segundo os psicólogos por trás da
pesquisa, ao contrário do que aponta o senso comum, o problema é recorrente entre os que estão na idade de frequentar o que no Brasil se chama ensino fundamental, e não no ensino médio. A porcentagem de casos severos caiu de 20% em crianças para 7% entre adolescentes. “Isso nos traz esperança, pois indica que alguns conseguem enfrentar e vencer esse mal ao longo da vida”, afirmou o psicólogo americano Gary Ladd, também autor da pesquisa.
Sim, a maldade, direcionada ao próximo — em geral alguém “diferente” do agressor e da maioria —, existe desde sempre, em todos os lugares.

Mas a internet serviu tanto para escancarar a questão como para fazer surgir uma modalidade nova e de enorme potencial: o cyberbullying.

Em 2011, por exemplo, um vídeo postado no YouTube deixou clara a dimensão que o assunto havia tomado.

Nele, o estudante australiano Casey Heynes, então com 15 anos, aparecia sendo atacado pelos colegas de colégio por causa de sua obesidade. Naquele dia, ele resolveu reagir e agrediu os que o atacavam. Desde então, o vídeo foi visto quase 30 milhões de vezes e o caso se transformou em símbolo do problema. A história de Heynes, apesar de ter sido exposta na rede, ainda se enquadra na categoria mais comum de bullying: aquele cometido no colégio. Mesmo na era digital, é duas vezes maior o risco de uma criança ser agredida na escola do que na Web – por exemplo, por comentários maldosos no Facebook.

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– O pênalti de Suécia 1×2 Alemanha

A Suécia reclama – e com razão – sobre um pênalti não marcado de Boateng em Berg.

Claro que o VAR veio para ajudar (e tem ajudado muito na Copa do Mundo). Acontece que quando há falhas humanas como essa, não há tecnologia que sustente!

Insisto: não adianta o vídeo-árbitro se quem decide ou informa não é capacitado.

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