– A Chatice dos Idiotas nas Redes Sociais

O mundo virtual está virando “terra de ninguém”. A inclusão social eletrônica permite coisas maravilhosas, mas produz um efeito colateral: a quantidade incrível de estúpidos (que independem de condição financeira, raça, sexo, crença, ideologia).

Vide o Facebook: um radicalismo absurdo de fanáticos religiosos e políticos, intolerantes da Internet e “amigos de todo o sempre”. Há aqueles que conversam com você e perguntam: “mas você não viu essa mensagem no ‘Face’?”. Claro que não! Vivo a vida real e não podemos nos alienar na virtual. Sem contar os caras que curtem alguma postagem e ficam ávidos de que você retribua uma curtição. É mole?

E o Instagram? É um tal de robozinho com mensagem pronta pedindo para “segue que sigo de volta. Ué? Mas por que seguir alguém que não conheço para ganhar seguidores? Não tenho interesse nisso.

Twitter? Campo minado, onde as pessoas não sabem discordar, mas adoram ofender. Filtre e bloqueie esses elementos para a rede social ficar melhor.

O grande problema, em si, é: a quantidade de chatos e “entendidos” que habitam esses ambientes. Muita gente mal educada e que pensa que, por estar na Internet, pode fazer o que quer!

Cansa, não? Já escrevi algumas vezes: penso em sair das Redes Sociais; entretanto, vem o problema maior que é necessitar dos contatos e das facilidades que elas mesmos apresentam…

Ops: correntes e bobagens via Messenger e WhatsApp eu bloqueio mesmo, me desculpe se seu contato não é respondido.

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– R$ 2,99 é caro ou barato?

Uma surpresa: encontrei nas Lojas Americanas um bonequinho de “Bernard”, aquele que tinha “alegria nas pernas” segundo alguns.

Às vésperas de 2014, fazia sentido colecionar o souvenir futebolístico do jovem atacante. Acontece que estamos em 2018!

O preço: R$ 2,99. Por um produto “vencido”, vale a pena ou não?

– A artista solidária!

Que legal! Minha filha Marina se apresentou pelo Projeto Guri no Teatro Polytheama. Eis que após sua participação, saiu com o seu clarinete para fora do teatro e, sem ter nos contado nada, foi aos pipoqueiros em frente à entrada e resolveu “presentear” os humildes senhores com uma música.

Depois disso, ela nos contou: ficou com pena das pessoas pobres que trabalham e não tem oportunidade de assistir shows culturais. Por isso quis contribuir!

Puxa, pensarei duas vezes quando me recusar a compartilhar algo… devo agradece a Deus tal generosidade da nossa filha.

Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=FMhuNFyqnw8

– Dentro ou Fora do Escritório?

Pesquisa da Universidade de Wisconsin comprova: trabalhar fora do escritório torna o serviço mais produtivo.

E é essa mesma pesquisa que traz um grande rebuliço: até então, era uma questão quase consensual de que confinado no escritório, há mais produtividade.

Abaixo, extraído do Caderno Inteligência da Época Negócios: citação em http://is.gd/vZ3FE3

E você, o que pensa sobre o assunto? Dentro ou Fora do escritório?

JÁ SAIU DO ESCRITÓRIO HOJE?

Funcionários que passam mais tempo fora do que dentro das empresas são mais satisfeitos com o que fazem, revela estudo

Por Robson Viturino com Lelivaldo Marques Filho

Com o avanço do trabalho remoto nas empresas, as faculdades de negócios mundo afora produziram uma enxurrada de estudos reafirmando a importância do contato pessoal entre os membros de uma equipe. Totalmente na contramão, a Universidade de Wisconsin-Milwaukee publicou recentemente uma pesquisa comprovando que profissionais que passam a maior parte da semana gastando a sola de sapato fora da companhia estão mais satisfeitos com o trabalho do que aqueles confinados no escritório.

O maior benefício apontado por quem trabalha remotamente pelo menos três vezes na semana é a queda do estresse causado por conflitos comuns no convívio diário. Segundo a pesquisa, a distância os poupou de situações típicas do mundo corporativo, como a politicagem, as interrupções das tarefas e as reuniões que não chegam a lugar nenhum.

A redução do contato com os colegas – prejuízo sempre citado como um dos maiores inimigos do trabalho a distância –, foi relatada como irrelevante pelos participantes. De fato, os adeptos de passar a maior parte do tempo circulando têm menos tempo para reuniões internas e para o papo na hora do cafezinho. No entanto, isso não parece ser um problema: os dois grupos reportaram ter obtido acesso às informações relevantes para o trabalho, de acordo com a pesquisa feita por Kathryn Fonner e Michael Roloff. “Nossas conclusões enfatizam a vantagem do trabalho fora do escritório e também chamam a atenção para a necessidade de as empresas corrigirem os problemas do trabalho em um ambiente coletivo”, diz Kathryn. “Com menos estresse e distrações, os funcionários podem evitar que o trabalho se infiltre nas suas vidas pessoais.”

Outra pesquisa sugere uma visão complementar sobre o assunto. Craig Knight e Alexander Haslam, da Universidade de Exeter, Reino Unido, concluíram que os funcionários autorizados a moldar suas áreas de trabalho a seu gosto não só são mais satisfeitos e felizes, mas também 32% mais produtivos que os profissionais que seguem o leiaute empurrado goela abaixo pela chefia. Dos 2 mil funcionários consultados, os que apresentavam um sentimento mais positivo em relação às suas atividades eram os que tinham controle do seu ambiente de trabalho.

De acordo com Haslam e Knight, muitos escritórios modernos primam pela funcionalidade, mas falham por não permitir que os seus usuários façam adaptações. “Nossos estudos sugerem que essa prática precisa mudar”, conclui a dupla.

Quando as pessoas se sentem desconfortáveis em seus ambientes, são menos engajadas não apenas no espaço, mas também no que fazem ali. “Se puderem ter algum controle, tudo muda e elas passam a se sentir mais felizes no trabalho, a ter maior identificação com o empregador e se tornam mais eficientes.”

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