– Dia da Conversão de Saulo para São Paulo

Hoje se festeja o feriado de São Paulo, e a cidade comemora com boa parte dos paulistanos indo passear, outros celebrando na própria capital dos paulistas.

Mas leve em conta: hoje também é um dia religioso – o dia da Conversão de Saulo de Tarso, perseguidor de cristãos, que se torna Apóstolo de Jesus sendo batizado como Paulo.

Abaixo, a bela história de São Paulo:

Extraído de: http://www.e-biografias.net/sao_paulo/

CONVERSÃO DE SÃO PAULO

São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um escritor do cristianismo primitivo. Treze epístolas do Novo Testamento são atribuídas a ele. Foi o maior propagador do cristianismo depois de Cristo. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém, quando teve uma visão de Jesus envolto numa luz incandescente e desde então começou suas pregações do Cristianismo.

São Paulo, Apóstolo (5-67) Nasceu em Tarso na Cilícia, era judeu e cidadão romano. Perseguidor das primeiras comunidades cristãs, foi conivente com o assassinato do protomártir Estêvão. Quando perseguia os cristãos, a caminho de Damasco, teve uma visão de Jesus envolto em uma luz incandescente que o cegou, durante três dias. Desde então converteu-se e começou a pregar o Cristianismo, viajando pelo mundo, pregando o evangelho de Jesus Cristo e o mistério de sua paixão, morte e ressurreição.

A conversão de São Paulo é uma das mais importantes da história da Igreja. Mostra o poder da graça divina, capaz de transformar Saulo, perseguidor da Igreja, no “Apóstolo Paulo” por excelência, que tem a iniciativa da evangelização dos pagãos. Ele próprio confessa, por diversas vezes, que foi perseguidor implacável das primeiras comunidades cristãs. Por causa disso atribui a si mesmo o título de “o menor entre os Apóstolos” e ainda, de “indigno de ser chamado Apóstolo”. Mas Deus, que conhecia a sua retidão, tornou-o testemunha da morte de Santo Estevão, cena descrita nos Atos dos Apóstolos. A visão de Estevão apontando para os céus abertos e Cristo, aí reinando, domina a vida toda de Paulo, o grande missionário do Cristianismo.

Percorreu a Ásia Menor, atravessou todo o Mediterrâneo em 4 ou 5 viagens. Elaborou uma teologia cristã e ao lado dos Evangelhos suas epístolas são fontes de todo pensamento, vida e mística cristãs. Além das grandes e contínuas viagens apostólicas e das prisões e sofrimentos por que passou, deve-se a ele que se auto denomina “servo de Cristo”, a revelação da mensagem do Salvador, ou seja, as 13 Epístolas ou Cartas. Elas formam como que a Teologia do Novo Testamento, exposta por um Apóstolo. São Paulo, Apóstolo, sofreu o martírio em Roma. O ano é incerto, mas deve ter ocorrido entre 64 e 67.

Duas festas litúrgicas foram criadas em homenagem a São Paulo. A primeira em 25 de janeiro, foi instituída na Gália, no século VIII, para lembrar a conversão do Apóstolo e entrou no calendário romano no final do século X. A segunda, lembrando o seu martírio a 29 de junho, juntamente com o do Apóstolo São Pedro, foi inserida no santoral (livro dos santos da Igreja Católica) muito antes da festa do Natal e havia desde o século IV o costume de celebrar neste dia três Missas. A primeira na basílica de São Pedro no Vaticano, a segunda na basílica de São Paulo fora dos Muros e a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde as relíquias dos dois Apóstolos tiveram de ser escondidas por algum tempo para subtraí-las à profanação. Há um eco deste costume no fato de que além da Missa do dia é previsto um formulário para a Missa vespertina da vigília.

Depois da Virgem Maria, são precisamente os Apóstolos Pedro e Paulo, juntamente com São João Batista, os santos comemorados mais frequentemente e com maior solenidade no ano litúrgico. Por muito tempo se pensou que 29 de junho fosse o dia em que, no ano 67, Pedro na Colina Vaticana e Paulo na localidade agora denominada Três Fontes testemunharam sua fidelidade a Cristo com o derramamento do sangue. Na realidade, embora o fato do martírio seja um dado histórico incontestável, e está além disso provado que aconteceu em Roma durante a perseguição de Nero, é incerto não só o dia, mas até o ano da morte dos dois apóstolos. Enquanto para São Paulo existe uma certa concordância entre testemunhas antigas indicando o ano de 67, para São Pedro há muitas discordâncias, e os estudiosos parecem preferir agora o ano de 64, ano em que, como atesta também o historiador pagão Tácito, “uma enorme multidão” de cristãos pereceu na perseguição que se seguiu ao incêndio de Roma.

Parece também que a festa do dia 29 de junho tenha sido a cristianização de uma celebração pagã que exaltava as figuras de Rômulo e Reno, os dois mitos fundadores da Cidade Eterna. São Pedro e São Paulo de fato, embora não tenham sido os primeiros a trazer a fé a Roma, foram realmente os fundadores da Roma cristã, um antigo hino litúrgico definia-os como pais de Roma.

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– Em reinício de jogo vale gol contra?

A pergunta de um internauta, diz atrás, foi bacana: “tiro de meta vale gol contra”? E aqui estendemos essa dúvida um pouco mais para uma boa discussão de Regra do Jogo: e de escanteio? E de Tiro de Saída? E de lateral?

Vamos lá:

1) Tiro de saída (que é quando começa o jogo com o apito inicial, ou recomeça a partida após um gol): se um jogador chutar a bola para trás e entrar no seu próprio gol (gol contra), o gol é invalidado, pois ela não entrou em jogo. A bola só entrará em jogo se for tocada para a frente (e neste caso, foi chutada para trás). O Tiro de Saída deverá ser repetidoLembrando que se um cobrador fizer um gol na meta contrária com um chute direto do tiro de saída, o gol é válido.

2) Arremesso lateral: se o cobrador colocar a bola em jogo através de um arremesso lateral e a bola entrar direto no próprio gol, sem toque de ninguém (gol contra), deve ser marcado um escanteio ao adversário. Se entrar no gol da equipe contrária, se marca tiro de meta.

3) Tiro de canto: se for cobrado e entrar no gol adversário diretamente, logicamente é gol. Mas se entrar na própria meta sem tocar em ninguém (gol contra), será marcado um escanteio ao time adversário.

4) Tiro de Meta: lembre-se que a bola só entra em jogo se ela sair da grande área. Vamos a várias situações –

4.1) Se o goleiro (ou qualquer outro jogador) cobrar o tiro de meta e um companheiro ou um adversário a tocarem antes dela sair da grande área, deverá se repetir a cobrança.

4.2) Se o goleiro (ou qualquer outro jogador) cobrar o tiro de meta e fizer um gol na meta contrária, o gol é válido.

4.3) Se o goleiro (ou qualquer outro jogador) cobrar o tiro de meta e fizer um gol na própria meta (gol contra sem ter saído da grande área), o tiro deverá ser repetido.

4.4) Se o goleiro (ou qualquer outro jogador) cobrar o tiro de meta e fizer um gol na própria meta (gol contra tendo saído da grande área – se a bola pega um efeito, por exemplo), deve se marcar tiro de canto ao adversário.

4.5) Se o goleiro cobrar o tiro de meta, ela sair da área e ele voltar a tocar nela dentro da área (caso pegue um efeito e volte), deve se marcar tiro livre indireto (falta em dois lances) para a equipe adversária.

4.5) Se o goleiro cobrar o tiro de meta, ela sair da área e um companheiro a tocar nela dentro da área, segue o jogo (caso pegue um efeito e volte). Se esse companheiro a tocar com as mãos, deve se marcar tiro penal.

4.6) Se um jogador da linha cobrar o tiro de meta, ela sair da área e ele voltar a tocar nela dentro da área (caso pegue um efeito e volte), deve se marcar tiro livre indireto (falta em dois lances) para a equipe adversária. Se tocar com as mãos, pênalti. Se for fora da área, respectivamente tiro livre indireto e tiro livre direto.

A Regra do Jogo é incrível devido a esses detalhes, não?

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